Categoria: DESTAQUES

  • Filme movimenta bastidores na RMC com vila cenográfica e medidas inéditas

    Filme movimenta bastidores na RMC com vila cenográfica e medidas inéditas

    Filme movimenta bastidores na RMC com vila cenográfica e medidas inéditas

    O filme gravado no Paraná chama-se Nova Éden, dirigido por Aly Muritiba. É um terror folclórico ambientado na década de 1920, com gravações em Pinhais, São José dos Pinhais, Morretes e Castro. O elenco conta com o ator guineense Welket Bungué como protagonista. A estreia está prevista para 2026, em circuito nacional e internacional.

    Curitiba e Região Metropolitana se tornaram palco de uma produção cinematográfica de grande porte neste fim de ano. Para garantir a autenticidade das cenas, a equipe responsável pelo longa construiu uma vila inteira do zero em território paranaense, recriando ambientes rurais e urbanos com riqueza de detalhes. Além disso, o espaço aéreo da região precisou ser temporariamente fechado durante algumas gravações, medida rara no cinema nacional e que demonstra a dimensão do projeto.

    A iniciativa envolveu centenas de profissionais, entre técnicos, artistas e figurantes locais, gerando impacto direto na economia da região. Hotéis, restaurantes e fornecedores foram mobilizados para atender às demandas da produção, que também contou com apoio logístico de órgãos públicos para viabilizar as filmagens com segurança.

    “Nova Éden” é um filme brasileiro de terror folclórico (folk horror) dirigido por Aly Muritiba, estrelado por Welket Bungué, ambientado no sul do Brasil nos anos 1920, onde um jovem padre negro chega a uma vila de imigrantes europeus e encontra mistérios e forças sinistras, explorando temas como preconceito e imigração com um toque de horror psicológico e folclórico

    Segundo informações oficiais, o objetivo da construção da vila cenográfica foi oferecer maior liberdade criativa aos diretores, evitando adaptações em locais já existentes e permitindo que cada detalhe fosse pensado para a narrativa. O fechamento do espaço aéreo, por sua vez, garantiu que drones e aeronaves não interferissem nas tomadas aéreas planejadas.

    Além do aspecto técnico, a produção trouxe visibilidade para o Paraná como cenário de grandes obras audiovisuais. A expectativa é que, após o lançamento, o filme contribua para consolidar o estado como destino atrativo para futuras gravações, ampliando o mercado cultural e turístico.

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  • Impeachment de Moraes: oposição aposta em fevereiro para ampliar assinaturas

    Impeachment de Moraes: oposição aposta em fevereiro para ampliar assinaturas

    Impeachment de Moraes: oposição aposta em fevereiro para ampliar assinaturas

    A oposição no Congresso Nacional decidiu adiar para fevereiro o protocolo do pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, que seria apresentada ainda em dezembro, foi postergada em razão do recesso parlamentar e da dificuldade de reunir maior número de assinaturas neste período.

    Segundo o líder da minoria na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), já foram coletadas cerca de 100 assinaturas de deputados e 14 de senadores. A estratégia, no entanto, é ampliar esse número para transformar o pedido no maior já registrado contra um ministro do STF, com a meta de alcançar 200 parlamentares apoiadores.

    O pedido se fundamenta em acusações de suposto crime de responsabilidade, relacionadas à atuação de Moraes em processos que envolveriam o Banco Master, atualmente em liquidação. Além do impeachment, a oposição articula a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso, buscando dar maior visibilidade ao tema e pressionar o Senado.

    Apesar da mobilização, especialistas avaliam que a chance de um pedido de impeachment contra ministros do Supremo prosperar é baixa, já que depende de decisão política do Senado. Ainda assim, o movimento da oposição revela a intenção de usar o caso Master como bandeira política, ampliando o debate público e fortalecendo sua narrativa de enfrentamento ao Judiciário.

    O adiamento para fevereiro, portanto, não representa recuo, mas sim uma tentativa de ganhar fôlego e apoio para que o pedido seja protocolado com maior impacto no retorno das atividades legislativas.

    A situação desconfortável de Moraes

    O ministro Alexandre de Moraes enfrenta um cenário delicado diante das acusações levantadas pela oposição. Além de ter sua atuação questionada no caso do Banco Master, Moraes também vê sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, mencionada em apurações que buscam investigar possíveis vínculos com o banco.

    A pressão política se soma ao desgaste institucional, obrigando o ministro a se defender não apenas no campo jurídico, mas também no pessoal, em meio ao intenso escrutínio público. Essa combinação coloca Moraes em uma posição desconfortável, na qual precisa preservar sua imagem e a de sua família enquanto conduz decisões de grande impacto no Supremo Tribunal Federal.

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  • OEA vê instituições fortes no Brasil e afasta tese de censura

    OEA vê instituições fortes no Brasil e afasta tese de censura

    OEA vê instituições fortes no Brasil e afasta tese de censura

    Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), destacou que o Brasil possui instituições democráticas “fortes e eficazes” e descartou a existência de um cenário de censura no país. 

    Segundo o relatório, elaborado após visita técnica ao país em fevereiro deste ano e divulgado na sexta-feira (26), o Estado brasileiro realiza eleições livres e justas, mantém a separação de Poderes e opera sob o Estado de Direito, com garantias constitucionais de proteção aos direitos humanos. A CIDH afirma ainda que há autonomia judicial e um sistema de freios e contrapesos em pleno funcionamento.

    “A delegação constatou que o Brasil possui instituições democráticas fortes e eficazes”, afirma o documento. “O Estado realiza eleições livres e justas, e é caracterizado pela separação de poderes e pelo Estado de Direito.”

    O documento frustrou o discurso defendido por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que vinham tentando convencer a comunidade internacional de que haveria perseguição política e restrições à liberdade de expressão no Brasil.

    O texto também reconhece que o país passou por tentativas deliberadas de deslegitimar os resultados eleitorais de 2022, além do planejamento e da execução de uma tentativa de golpe de Estado. Nesse contexto, a comissão avalia que a defesa da democracia é condição essencial para o pleno exercício da liberdade de expressão.

    “A defesa da democracia no Brasil também é um componente fundamental da defesa do direito à liberdade de expressão no país, uma vez que a liberdade de expressão requer uma sociedade democrática para ser plenamente exercida”, destaca o relatório.

    O relator especial para a liberdade de expressão da CIDH, Pedro Vaca Villarreal, esteve no Brasil em fevereiro e se reuniu com Bolsonaro, ministros do STF, integrantes do governo e representantes da sociedade civil. À época, o encontro com o ex-presidente ocorreu em meio à pressão de parlamentares conservadores nos Estados Unidos para que a OEA adotasse uma postura mais dura contra decisões do Supremo brasileiro.

    Alertas ao Judiciário

    Apesar de afastar a tese de censura, a CIDH faz recomendações e alertas ao Judiciário brasileiro, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). O documento reconhece o “papel fundamental” da Corte na investigação e contenção dos ataques às instituições democráticas, mas aponta preocupação com o risco de concentração excessiva de poder.

    “Embora a defesa da democracia deva fundamentar a ação do Estado, há o risco de transformar uma solução temporária, destinada a ser excepcional, em um problema duradouro”, afirma o texto, ao mencionar a possibilidade de criação de precedentes que possam ser usados por regimes autoritários no futuro.

    O documento faz as seguintes recomendações ao Judiciário brasileiro:

    • Decisões sobre remoção de conteúdos nas redes sociais devem ser devidamente fundamentadas e comunicadas às plataformas e aos usuários afetados;
    • Restrições à liberdade de expressão não devem basear-se em conceitos vagos, como “desordem informacional” ou “informação descontextualizada”;
    • Categoria de “atos antidemocráticos” não deve ser usada para limitar críticas legítimas a autoridades.

     

    Justiça, Legislativo e Executivo são instituições fortes e democráticas, no Brasil, segundo relatório da OEA.

    Defesa da regulação

    O relatório também defende a necessidade de regulação das plataformas digitais, desde que respeitados os parâmetros internacionais de direitos humanos. A CIDH recomenda a criação de marcos legais para lidar com os desafios do ambiente digital e com o uso da inteligência artificial.

    O documento, no entanto, ressaltou que as plataformas não devem ser responsabilizadas automaticamente por conteúdos de terceiros, desde que cumpram deveres adequados de moderação.

    Com isso, o relatório da OEA reforça a avaliação de que o país enfrenta desafios no campo da liberdade de expressão, mas dentro de um ambiente institucional democrático e distante do cenário de censura.

    Reações políticas

    O governo brasileiro avaliou que o relatório reforça a inexistência de censura no país e não abre espaço para sanções internacionais contra autoridades brasileiras. A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, comemorou o conteúdo e afirmou que o documento desmonta a narrativa de que o Brasil viveria uma “ditadura”.

    “O reconhecimento internacional da verdade sobre o golpe é mais uma vitória da Justiça e da democracia brasileira, para fechar o ano de 2025. E para nos manter alertas contra qualquer tentativa de anistia ou redução de pena dos golpistas condenados”, postou Gleisi na rede social X neste domingo (28).

    Já aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro também tentaram interpretar o relatório de forma favorável. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nas redes sociais que o texto apenas confirma críticas feitas pela oposição, ao mencionar riscos no uso de conceitos como discurso de ódio e desinformação.

    “Minha interpretação do relatório: ‘discurso de ódio’ e ‘desinformação’ são usados para perseguir alvos pré-determinados e a democracia no Brasil é relativa. E não há mais imunidade parlamentar para políticos de direita”, escreveu Flávio no X na sexta-feira (26).

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  • SANEPAR não acompanha demanda e falta água na capital

    SANEPAR não acompanha demanda e falta água na capital

    SANEPAR não acompanha demanda e falta água na capital

    Obras historicamente atrasadas em planejamento e execução deixam a capital paranaense e a Região Metropolitana de Curitiba sem água, de novo.

    Ninguém pode dizer que não houve previsão do aumento de temperatura e do aumento de população. Preparar-se para demandas do futuro em obras e estruturas é o que se espera de uma empresa responsável pelo fornecimento de água ao Paraná.

    A bela capital paranaense, Curitiba, apresentada ao mundo como cidade inteligente, como uma das melhores cidades do mundo para se viver, não consegue garantir o abastecimento de água diário. Falta luz, falta chuva, excesso de consumo, problemas de manutenção, reservatório baixo, alta na temperatura, muito consumo — todas estas justificativas são dadas pela SANEPAR quando falta água. Em todas elas há um ponto em comum: nada é culpa da SANEPAR. Tudo é algo que ocorre sem o controle da empresa, são forças da natureza!

    Ao curitibano e ao paranaense resta a opção de rezar, de torcer para que a natureza seja boa, que envie temperaturas amenas e chuva. Não qualquer chuva, mas chuva na hora certa e no volume certo.

    Em um dos verões mais rigorosos, famílias ficaram sem água para banho, sem poder comemorar tranquilamente as festas de final de ano. Crianças em casa, em férias escolares, sem água necessária para banhos.

    E não foi apenas um detalhe: na véspera de Natal de 2025, mais de 80 bairros de Curitiba e região metropolitana ficaram sem abastecimento, segundo comunicado oficial da SANEPAR.

    Nos dias seguintes, entre 26 e 27 de dezembro, novos bairros como Santa Cândida, Atuba, CIC, Fazendinha, Pinheirinho, Tatuquara e Umbará também sofreram interrupções. A justificativa? Problemas operacionais, falta de energia elétrica e “impedimentos técnicos”. Em resumo, um cardápio variado de desculpas, mas nenhuma responsabilidade assumida.

    E para completar o espetáculo, a SANEPAR ainda lembra que, se faltar água na sua casa, a culpa é sua. Afinal, você deveria ter seguido a recomendação da empresa e instalado uma caixa d’água de pelo menos 500 litros, conforme a norma da ABNT. Ou seja, não é que a empresa não forneça água, é você que não se preparou para viver sem ela.

    O problema é que isto não é novidade para Curitiba, uma cidade inteligente, ecológica e… sem água.

    Curitiba gosta de se apresentar ao mundo como cidade modelo, inteligente, ecológica e referência em qualidade de vida. Mas que modelo é esse que não consegue garantir o básico: água na torneira? O contraste entre a propaganda e a realidade é gritante.

    Enquanto Ponta Grossa mostrou recentemente que não aceita passivamente os descuidos da SANEPAR e cobrou soluções concretas, Curitiba parece anestesiada, acomodada em seu título de “cidade inteligente”. Talvez esteja na hora de a capital paranaense provar que sua inteligência não é apenas marketing, mas também atitude. Porque não há nada mais contraditório do que uma cidade que se orgulha de ser moderna e sustentável, mas deixa seus cidadãos sem água em pleno Natal.

    Curitiba, bela e inteligente, mas que precisa ser ainda mais esperta: não para se vender ao mundo, mas para exigir da SANEPAR aquilo que é direito básico de qualquer cidadão — água.

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  • Transporte metropolitano: programação especial no fim de ano

    Transporte metropolitano: programação especial no fim de ano

    Transporte metropolitano: programação especial no fim de ano

    O transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), gerido pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), contará com uma programação especial neste final de ano e no início de janeiro. As alterações ocorrem em razão da redução tradicional no fluxo de passageiros, motivada pelas festas de fim de ano e pelas férias escolares de verão.

    As mudanças são temporárias e têm como objetivo otimizar a operação do sistema, assegurando a manutenção do atendimento aos usuários do transporte metropolitano durante esse período.

    Programação por data:

    26 e 31 de dezembro: funcionamento com tabela de sábado;

    1º de janeiro de 2026: operação com programação de domingo;

    2 de janeiro de 2026: atendimento conforme tabela de sábado.

    Além das mudanças nas datas festivas, algumas linhas terão ajustes pontuais entre 24 de dezembro e o início de janeiro, em função do período de férias escolares de verão. A programação especial varia conforme a linha, a região atendida e a demanda de passageiros.

    Os usuários que desejarem confirmar horários específicos devem consultar a programação atualizada aqui.

    Confira, a seguir, as linhas com programação diferenciada:

    Almirante Tamandaré, Rio Branco do Sul e Itaperuçu

    A01 – Curitiba/Cachoeira

    A07 – Tamandaré/Praça 19 (Lamenha)

    A18 – Tamandaré/Cabral

    A31 – Jardim Graziela

    A72 – Jardim Paraíso/Praça 19

    A77 – Tanguá/Guadalupe

    I90 – Terminal Cachoeira/Terminal Maracanã

    K72 – Direto Itaperuçu (não opera)

    L71 – Rio Branco/Praça 19

    L72 – Direto Rio Branco (não opera)

    Araucária e Contenda

    H01 – Araucária/Guadalupe

    H13 – Angélica/Portão (Direto) (não opera)

    H20 – Angélica/Capão Raso

    R71 – Curitiba/Contenda (não opera)

    R99 – Conexão Contenda (atendendo a localidade de Serrinha – ponto final da linha R71)

    Campina Grande do Sul

    N61 – Campina Grande do Sul/Guadalupe

    N62 – Jardim Paulista/Guadalupe (não opera)

    N72 – Eugênia Maria/Guadalupe

    Campo Largo

    J02 – Campo Largo/Campina do Siqueira

    J16 – Santa Ângela

    J62 – Campo Largo/Guadalupe

    Horários especiais levam em consideração, além das festividades, as férias escolares.

    Colombo e Bocaiúva do Sul

    607 – Colombo/CIC

    B02 – Maracanã/Cabral (não opera)

    B05 – Guaraituba/Cabral

    B06 – Guaraituba/Rui Barbosa (via Maracanã) (não opera – atendimento pela linha B88)

    B11 – Maracanã/Santa Cândida

    B20 – Guaraituba/Cabral (via Maracanã) (não opera – atendimento pela linha B88)

    B33 – Bocaiúva do Sul

    B34 – Maracanã/Guaraituba (operação especial durante a tabela de férias)

    B38 – São Dimas

    B41 – Campo Alto/Santa Cândida

    B45 – Belo Rincão/Maracanã

    B73 – Jardim Osasco/Guadalupe

    B76 – São Sebastião/Guadalupe

    B78 – São Gabriel/Guadalupe

    B88 – Guaraituba/Rui Barbosa (Maracanã/Cabral)

    I90 – Terminal Cachoeira/Terminal Maracanã

    S31 – Roça Grande/Santa Cândida

    Fazenda Rio Grande

    F01 – Fazenda/Pinheirinho

    F02 – Curitiba/Fazenda Rio Grande

    F03 – Fazenda (Direto)

    F13 – Estados I

    F14 – Santa Maria

    F15 – Gralha Azul

    Pinhais, Piraquara e São José dos Pinhais

    206 – Barreirinha/São José

    304 – Pinhais/Campo Comprido

    C01 – Pinhais/Rui Barbosa (retorno em 06/01/2025)

    C04 – Terminal Capão da Imbuia/Terminal Pinhais (não opera)

    C05 – Direto Capão da Imbuia (não opera)

    C20 – Jardim Cláudia (Pinhais)

    C22 – Planta Karla

    D01 – Piraquara Santos/Santos Andrade

    D02 – São Roque/Santos Andrade

    D66 – Piraquara Santos/Santos Andrade (Direto) (não opera)

    E01 – Urano/Guadalupe

    E03 – Afonso Pena/Guadalupe

    E11 – Afonso Pena/Guadalupe

    E21 – Centro São José/Boqueirão

    E68 – Quississana/Guadalupe

    E71 – Jardim Ipê/Guadalupe

    E72 – Jardim Izaura/Guadalupe

    E76 – Posto Paris/Guadalupe

    E99 – São José/Guadalupe (via Terminal Central)

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  • Paraná atinge marco histórico de 48.311 carteiras do autista emitidas em 5 anos

    Paraná atinge marco histórico de 48.311 carteiras do autista emitidas em 5 anos

    Paraná atinge marco histórico de 48.311 carteiras do autista emitidas em 5 anos

    O Paraná atingiu em 2025 um marco histórico na política de inclusão da população autista. O Estado alcançou 48.311 Carteiras de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA) emitidas desde o início da implantação do documento, em 2020. O número acumulado em cinco anos representa mais de um terço da população autista paranaense, estimada em 132 mil pessoas segundo o Censo 2022 do IBGE. 

    A evolução ano a ano demonstra a expansão contínua desta política pública. Em 2020, o Estado registrou 686 emissões; no ano seguinte foram 1.139, passando para 3.336 em 2022, para 8.543 em 2023 e 17.202 em 2024. Em 2025 foram 17.405 emissões.

    A emissão da CIPTEA é realizada pelo Governo do Estado, sob coordenação da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), que também é responsável pela formulação das políticas de inclusão e garantia de direitos da população autista. Desde 2020, o Paraná se destaca como um dos pioneiros nessa política no País.

    Para o secretário Rogério Carboni, o avanço demonstra o comprometimento do governo com ações sólidas na área social. Ele destaca que a CIPTEA, além de garantir atendimento prioritário, é fundamental para identificar e compreender melhor a população autista, permitindo a elaboração de políticas públicas eficazes e mais inclusivas. 

    “Além disso, o documento desempenha um papel estratégico na coleta de dados: sem números precisos, a construção de políticas públicas fica limitada”, diz Carboni.

    Especificamente em 2025 foram emitidas 17.405 documentos, o maior da série histórica.

    CANAL EXCLUSIVO – A CIPTEA facilita o acesso a serviços essenciais e ajuda a garantir direitos previstos em lei. Para tornar o processo mais acessível, o Governo do Paraná mantém um canal exclusivo via WhatsApp, no número (41) 3210-2457, com atendimento das 9 às 16 horas. A emissão é totalmente gratuita e ocorre de forma 100% online. Para solicitar o documento, é necessário enviar RG e CPF da pessoa com TEA e do responsável, uma foto recente, laudo médico digitalizado e exame de sangue. Todas as informações estão disponíveis em www.carteiradoautista.pr.gov.br.

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  • Bolsonaro apresenta crise de soluços e pressão alta e passará por nova intervenção hoje

    Bolsonaro apresenta crise de soluços e pressão alta e passará por nova intervenção hoje

    Bolsonaro apresenta crise de soluços e pressão alta e passará por nova intervenção hoje

    O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou nova crise de soluços e elevação da pressão arterial na noite de sábado (27) após passar por um procedimento para bloquear o nervo frênico direito, informou neste domingo (28) o Hospital DF Star. Segundo o boletim médico mais recente, no momento, Bolsonaro encontra-se estável e sem soluços.

    Nesta segunda (29), o ex-presidente passará por uma nova intervenção para bloquear o nervo frênico esquerdo, responsável pelo controle do diafragma, para completar o tratamento que pretende aliviar as crises de soluços. Bolsonaro também seguirá com fisioterapia para reabilitação, medidas de prevenção de trombose venosa e cuidados clínicos.

    Esse será o terceiro procedimento do ex-presidente desde a internação, no dia 24. Na quinta-feira (25), Bolsonaro fez a primeira cirurgia, para tratar uma hérnia inguinal.

     

    Jair Bolsonaro, preso, passa por procedimentos do DF Star, após autorização do STF.

    No sábado, o ex-presidente foi submetido à segunda intervenção, para bloquear o nervo frênico direito. Bolsonaro está sendo acompanhado diariamente para verificar se os procedimentos para reduzir os soluços foram bem-sucedidos.

    No início da semana passada, o ex-presidente foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para a internação. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação pela trama golpista.

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  • Atenção: Ele pode matar, e o Paraná está infestado

    Atenção: Ele pode matar, e o Paraná está infestado

    Atenção: Ele pode matar, e o Paraná está infestado

    A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) está reforçando as ações de controle e prevenção dos acidentes com animais peçonhentos, principalmente escorpiões. A ação chama atenção para o perigo do escorpião amarelo, mostra onde eles são encontrados, como prevenir e o que fazer em caso de picada.

    A campanha começou com a distribuição de 300 mil folders com as orientações para as regiões onde foram registrados mais casos, sobretudo no Norte Pioneiro, Norte e Noroeste do Paraná. Entre as cidades que possuem a maior incidência está Jardim Olinda, no Noroeste do Paraná, com incidência de 141,5 casos para 10 mil habitantes.

    Um vídeo e um alerta em áudio com esclarecimentos e cuidados serão veiculados nas TVs e rádios das regiões, além de campanhas nas redes sociais da Sesa.

    “A nossa campanha quer mostrar que o perigo que um escorpião representa é grande, mas que há formas de se evitar que ele seja uma ameaça para as pessoas, principalmente para as crianças. Cada um precisa fazer sua parte e evitar entulho ou sujeira no quintal, que é onde eles se escondem”, reforçou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

    O Paraná registrou 6.998 picadas de escorpião e três óbitos neste ano. Duas das mortes ocorreram no município de Cambará e outra em Jacarezinho, ambas cidades do Norte Pioneiro. As vítimas foram duas crianças e um adolescente.

    O Paraná mantém um trabalho contínuo de vigilância ativa de escorpiões e registrou o envio de mais de 22 mil desses animais para identificação taxonômica. As ações são realizadas pelas vigilâncias em saúde municipais, com apoio das regionais de saúde. Há também demanda espontânea de moradores que solicitam ou capturam animais e levam até a vigilância, além de pacientes que levam os animais causadores de acidente até o serviço de saúde.

    A região onde houve mais capturas e envios foi a 13ª Regional de Saúde, de Cianorte, com 6.363. A 19ª RS, de Jacarezinho, capturou e encaminhou 6.138 e a terceira região foi a de Londrina (17ª RS), com 4.363.

    Os animais são enviados para o Laboratório de Taxonomia animal (LABTAX), ligado à Divisão de Vigilância de zoonoses e intoxicações. Eles são identificados e utilizados para mapeamento geográfico das espécies de ocorrência no Paraná, o que permite definir ações regionais de prevenção e controle dos acidentes por animais peçonhentos, além de otimizar a alocação dos soros.

    PREVENÇÃO – Os cuidados passam por evitar entulhos nos quintais de casa e lembrar que o animal habita em meio a lixo acumulado, roupas e até sapatos. É importante que as pessoas que vivem em regiões com registros de escorpiões tomem cuidado ao vestir as roupas e calçar os sapatos, assim como remover entulhos, manter o quintal limpo e guardar brinquedos em caixas vedadas.

    Em caso de picada, a pessoa deve ser encaminhada imediatamente à unidade de saúde mais próxima de casa. A orientação é levar o animal ou uma fotografia dele para agilizar o diagnóstico.

    O escorpião que mais causa acidentes graves e fatais no Paraná é o Tityus serrulatus, conhecido como escorpião-amarelo, cuja picada pode provocar reações severas, principalmente em crianças, idosos e pessoas com histórico de alergias, e até levar à morte. Essa espécie passou a ser identificada em áreas urbanas do Paraná na década de 80.

    AÇÕES – Além da campanha de conscientização, a Sesa, em conjunto com as regionais de saúde e os municípios, está realizando diversas ações de controle do escorpião. Neste ano, entre agosto e outubro, foram capturados cerca de 5 mil desses animais na região da 19ª Regional de Saúde, no Norte Pioneiro.

    A Sesa também promoveu uma maior descentralização do soro antiescorpiônico para que seja usado nos casos orientados pelas equipes médicas das unidades de saúde e do Centro de Informações e Assistência Toxicológica do Paraná (CIATox).

    Em caso de picada, os CIATox podem ser acessados pelos telefones: 0800 041 0148 (Curitiba); (43) 3371-2244 (Londrina); (44) 3011-9127 (Maringá); e (45) 3321-526 (Cascavel)

    CUIDADOS – Moradores das regiões que sofrem com as infestações precisam tomar cuidados em casa. Os escorpiões ficam escondidos em locais com entulhos durante o dia e saem durante a noite em busca de comida. Veja algumas medidas que precisam ser tomadas:

    – Manter a casa, quintal e terrenos limpos, evitando acúmulo de entulhos, restos de materiais de construção e objetos desnecessários.

    – Tampar ralos, caixas de gordura, frestas nas paredes e rodapés, e utilizar telas em aberturas e grelhas dos ralos.

    – Afastar camas, sofás e berços das paredes e evitar que roupas de cama, cortinas e mosquiteiros encostem no chão.

    – Examinar roupas, calçados, toalhas e lençóis antes de usá-los, principalmente se estiverem guardados no chão ou em locais pouco utilizados.

    – Utilizar luvas e calçados em atividades de jardinagem ou em áreas de risco.

    – Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e forros.

    – Instalar vedantes ou sacos de areia nas portas e janelas.

    – Não usar inseticidas domésticos, pois não são eficazes contra escorpiões e podem dispersá-los.

    – Eliminar fontes de alimento para os escorpiões, como baratas, mantendo o ambiente limpo e o lixo bem-acondicionado.

    Municípios com maior incidência de picadas de escorpião (por 1/10.000 habitantes):

    1 – Jardim Olinda – 141,5

    2 – Paranapoema – 120,9

    3 – Santa Amélia – 120,8

    4 – São João do Caiuá – 109,2

    5 – Inajá – 94,6

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  • Calor e abastecimento hídrico em Curitiba e Região Metropolitana

    Calor e abastecimento hídrico em Curitiba e Região Metropolitana

    Calor e abastecimento hídrico em Curitiba e Região Metropolitana

    Curitiba e as cidades da região metropolitana têm alcançado, desde o dia 22 de dezembro, temperaturas 5ºC mais altas que a média para o período, segundo dados do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). No mesmo período, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) registrou um aumento de 20% no consumo de água tratada na região.

    Mesmo com os sistemas da Companhia operando na potência máxima, o aumento da demanda, somado à baixa no nível do Rio Miringuava por causa da escassez de chuvas, exigiu manobras operacionais para manter o sistema em atividade. Para garantir segurança no atendimento, a Sanepar também manteve caminhões-pipa em locais estratégicos, tanto para reforçar a rede em trechos específicos quanto para assegurar o abastecimento de hospitais e outros serviços públicos essenciais.

    Apesar do nível baixo do Miringuava, o Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC) trabalhou acima da média. No acumulado entre o dia 20 e 26 de dezembro, a Sanepar registrou aumento de 7% no volume total produzido, passando de 59.324 (2024) para 63.379 (2025) de litros por segundo. Esse ganho equivale, em média, a cerca de 579 litros por segundo a mais na produção em relação a 2024. Ainda assim, não foi suficiente para absorver o pico de consumo provocado pelo calor recorde.

    “A semana do Natal, tradicionalmente marcada por maior consumo, coincidiu com temperaturas elevadas, o que ampliou ainda mais a demanda. Além disso, houve redução do fluxo do Rio Miringuava pela falta de chuva. A captação, que normalmente é de 1.200 litros por segundo, ficou em torno de 600 litros por segundo, reduzindo momentaneamente a oferta disponível”, explicou o gerente-geral da Sanepar para Curitiba, Região Metropolitana e Litoral, Fábio Basso.

    No dia 24 de dezembro, por exemplo, a produção foi de 8.360 litros por segundo em 2024, e passou para 9.010 este ano. No mesmo dia, o Simepar registrou a temperatura mais alta do ano na Capital: 32,3°C.

    SEGURANÇA HÍDRICA – Para ampliar a segurança hídrica de Curitiba e Região Metropolitana, a Sanepar trabalha na finalização da Barragem do Miringuava, em São José dos Pinhais. A infraestrutura de reservação, tratamento e distribuição já foi concluída, e a empresa entra agora na etapa de enchimento, prevista para os próximos dias. O processo ocorrerá em fases e dependerá do regime de chuvas; com boas condições de precipitação, a estimativa é de pelo menos nove meses para o enchimento completo.

    O reservatório do Miringuava será a quinta área de reserva de água potável do sistema e terá capacidade para armazenar até 38,2 bilhões de litros, com potencial para atender, sozinha, 650 mil pessoas. O atraso registrado na obra se deve à demora na liberação de licenças ambientais por parte do Ibama.

    USO CONSCIENTE – A Sanepar reforça que, em períodos de calor intenso, o uso racional da água ajuda a manter o sistema equilibrado e acelera a recuperação dos níveis dos reservatórios. A orientação é evitar desperdícios e adiar usos não essenciais, como lavar calçadas e carros, encher piscinas e trocas frequentes.

    A Companhia lembra que podem ficar sem água principalmente os clientes que não possuem caixa-d’água no imóvel. A recomendação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é que cada residência tenha reservatório de pelo menos 500 litros, suficiente para atender uma família de até quatro pessoas por, no mínimo, 24 horas.

    ATENDIMENTO – O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar funciona 24 horas pelo 0800 200 0115, pelo e-mail atendimentoaocliente@sanepar.com.br e pelo WhatsApp (41) 99544-0115. Tenha em mãos a conta de água ou o número de matrícula. Para esta e outras informações, utilize o aplicativo Sanepar Mobile.

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  • MPF e Defensoria pedem providência urgente para efeitos do calor

    MPF e Defensoria pedem providência urgente para efeitos do calor

    MPF e Defensoria pedem providência urgente para efeitos do calor

    Ministério Público Federal (MPF) e as Defensorias Públicas da União (DPU) e do estado do Rio de Janeiro (DPRJ) encaminharam ao governo do Rio de Janeiro e à prefeitura da capital fluminense um pedido para que adotem recomendações urgentes de enfrentamento à onda de calor dos últimos dias.

    O ofício assinado na noite de sexta-feira (26) trata de “adoção de providências urgentes, coordenadas e intersetoriais de proteção dos grupos vulnerabilizados diante de cenários de calor extremo”.

    O documento foi enviado ao governador Cláudio Castro, ao prefeito Eduardo Paes e secretários, como os da pasta da Saúde, tanto na esfera municipal quanto estadual.

    O ofício aponta que as elevadas temperaturas configuram cenário de risco à saúde e à integridade física da população, “especialmente dos grupos em maior vulnerabilidade social e clínica”.

    Entre os impactos à saúde, os órgãos citam “desidratação, exacerbação de doenças crônicas, insolação, exaustão térmica e, em casos extremos, o golpe de calor (heatstroke), que apresenta elevada taxa de mortalidade”.

    MPF e as Defensorias destacam que os efeitos do calor extremo são sentidos de forma desigual, “afetando desproporcionalmente populações historicamente marginalizadas e em situação de vulnerabilidade social”.

    Onda de calor

    Desde a tarde da véspera de Natal (24), a cidade do Rio de Janeiro está no estágio 3 de calor, em uma escala que vai até 5. No nível 3, há registro de índices de calor alto (36°C a 40°C), com previsão de permanência ou aumento por, ao menos, três dias seguidos.

    No dia 25, os termômetros marcaram 40,1°C, recorde do mês. Para este sábado (27), a previsão do Alerta Rio, sistema de meteorologia da prefeitura do Rio de Janeiro, é temperatura máxima em 38°C.

    Hoje (28) deve chegar a 40°C. Alívio com chuva só a partir de segunda-feira (29), mas ainda com temperatura perto de 40°C.

    O calor excessivo tem levado centenas de pessoas às unidades de saúde. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, a rede de urgência registrou média de 450 atendimentos por dia.

    Os casos mais comuns possivelmente relacionados ao calor são tontura, fraqueza e desmaios, além de queimaduras solares.

    No âmbito estadual, o governo alertou todos os 92 municípios para os perigos do calor excessivo.

    O tempo quente dá as caras também em grande parte do Brasil. A explicação está em um bloqueio atmosférico. 

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para onda de calor que atinge partes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

    Grupos vulneráveis

    No ofício enviado ao estado e a prefeitura do Rio, o MPF e a Defensoria apontam os seguintes grupos de risco:

    • crianças, especialmente lactentes, recém-nascidos e prematuros;
    • idosos acima de 65 anos;
    • gestantes e lactantes;
    • pessoas de doenças crônicas e com deficiência;
    • trabalhadores ao ar livre e desportistas;
    • indivíduos com restrição de mobilidade e acamados;
    • população em situação de rua.

    Hoje (28) deve chegar a 40°C no Rio de Janeiro.

    População de rua

    Especificamente sobre população em situação de rua, o comunicado cita que um protocolo municipal reconhece que a condição clínica é agravada pela vulnerabilidade social, uma vez que:

    • estão mais expostas ao calor extremo devido ao menor acesso a ambientes refrigerados e à proteção solar;
    • sujeitas a elevada carga de morbidade por diversas condições clínicas determinadas socialmente;
    • menor acesso a água potável e resfriada, bem como a alimentos adequados.

    O MPF, DPU e DPRJ lembram que o próprio protocolo municipal orienta medidas como:

    1. ativação de centros de hidratação nas unidades de Atenção Primária à Saúde;
    2. designação de pontos de resfriamento em locais com ar-condicionado ou refrigeração, com divulgação à população;
    3. ampliação da oferta de estações de hidratação ou distribuição de água nos locais de acolhimento das populações mais vulneráveis;
    4. possibilidade de ampliação dos horários de funcionamento dos locais públicos com ar-condicionado, refrigeração ou áreas sombreadas.

    Recomendação e prazo

    Entre as recomendações ao estado estão o preparo do Corpo de Bombeiros para o resgate de pessoas e garantia da disponibilidade de leitos e capacidade de atendimento na rede de saúde.

    O MPF e as Defensorias cobram que município e estado informem, dentro de 24 horas, medidas concretas deflagradas, com “indicação precisa” de:

    • pontos de resfriamento ativados, com endereços e horários de funcionamento;
    • locais e horários de distribuição de água e hidratação;
    • unidades de saúde atuando como centros de hidratação;
    • fluxos de atendimento e encaminhamento ativados;
    • operações de resgate e atendimento pré-hospitalar realizadas.

    Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria Municipal de Saúde informou que “a prefeitura do Rio foi a primeira e uma das únicas cidades do país a ter um protocolo de proteção para o calor extremo, e obviamente seguirá o protocolo publicado”. 

    “A recomendação para todo o estado deve ser avaliada por cada cidade, não cabendo à Secretaria Municipal de Saúde do Rio comentar”, completa a nota. 

    Também por meio de nota, a Secretaria Estadual de Saúde informou à Agência Brasil que mesmo antes de receber as recomendações do Ministério Público e da Defensoria Pública “já vem adotando uma série de medidas para o enfrentamento das ondas de calor”.

    A pasta cita que, em julho de 2025 criou um Plano de Contingência para enfrentamento ao excesso de calor. “O documento está em atualização e deve ser lançado ainda este ano”, informa.

    Entre as ações já adotadas, a secretaria lista: alertas diários enviados às prefeituras; painel para monitoramento de excesso de calor; pontos de hidratação nas 27 unidades de pronto atendimento (UPA) do estado para a população em situação de vulnerabilidade; alerta para que as UPAs garantam manejo clínico adequado dos pacientes; e reforço na comunicação.

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