Dia: 30 de dezembro de 2025

  • Correios ganha fôlego, mas ainda pode se afogar na própria incompetência

    Correios ganha fôlego, mas ainda pode se afogar na própria incompetência

    Correios ganha fôlego, mas ainda pode se afogar na própria incompetência

    Uma década de erros estratégicos

    Os Correios vivem hoje uma das maiores crises de sua história. A companhia informou ainda que tomou um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos para reforçar o caixa da companhia, assinado na última sexta-feira (26). Porém, a direção dos Correios ainda trabalha para encontrar outros R$ 8 bilhões necessários para equilibrar as contas em 2026.O cenário é resultado de uma sequência de decisões equivocadas ao longo da última década.

    Aposta equivocada em serviços bancários

    Ao se tornar caixa físico de bancos, os Correios apostaram em um modelo já em declínio, enquanto o setor financeiro migrava para aplicativos e serviços digitais. Essa escolha deixou a empresa presa a um serviço pouco rentável e fora de sintonia com as tendências de mercado.

    Falta de integração com o comércio eletrônico

    Enquanto o e-commerce crescia de forma acelerada, a estatal não desenvolveu ferramentas de integração online que facilitassem o cálculo de frete e a logística de entregas para lojas virtuais. Essa lacuna abriu espaço para concorrentes como Mercado Livre, Loggi e até serviços de motoboys, que passaram a oferecer soluções mais ágeis e conectadas às necessidades digitais.

    Reputação comprometida

    A lentidão e as falhas na entrega corroeram a confiança dos clientes. Reclamações sobre atrasos e extravios se tornaram recorrentes, minando a credibilidade da empresa. O SEDEX, que há 20 anos era sinônimo de rapidez e inovação, perdeu relevância diante de alternativas privadas mais eficientes.

    A crise que pode por fim aos Correios.

    Reestruturação sem inovação

    Agora, diante dos prejuízos acumulados, os Correios recorrem a empréstimos bilionários para pagar contas, financiar programas de demissão voluntária, fechar agências e vender patrimônio. Embora essas medidas possam ser necessárias para equilibrar as finanças, não há sinais claros de investimentos estruturais que garantam a permanência da empresa no mercado competitivo de logística.

    O risco de irrelevância

    Sem modernização tecnológica, integração com o comércio eletrônico e melhoria da experiência do cliente, os Correios correm o risco de se tornar uma empresa cada vez mais irrelevante, sobrevivendo apenas em áreas remotas onde a iniciativa privada não chega. A crise atual não é apenas fruto das circunstâncias econômicas, mas de uma década de decisões equivocadas que comprometeram o futuro da estatal.

    Os Correios só podem sobreviver de duas formas: uma delas é continuar a sugar recursos públicos e a outra é tornar-se competente o suficiente para concorrer com empresas privadas.

    O terceiro caminho é o indesejável e ocorre quando o governo para proteger uma estatal cria regras que sacrificam a iniciativa privada.

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  • Paraná prepara maior queima de fogos da história do Litoral na Ponte de Guaratuba

    Paraná prepara maior queima de fogos da história do Litoral na Ponte de Guaratuba

    Paraná prepara maior queima de fogos da história do Litoral na Ponte de Guaratuba

    A virada de 2025 para 2026 contará com o maior espetáculo pirotécnico já realizado pelo Governo do Estado no Litoral do Paraná. O principal destaque será a queima de fogos inédita na Ponte de Guaratuba, que promete um show de luzes e cores sem precedentes. Também haverá atrações simultâneas em Matinhos, Pontal do Paraná e todas as demais cidades litorâneas.

    Coordenado pela Secretaria do Turismo (Setu) com o apoio da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), o espetáculo na Ponte de Guaratuba será realizado diretamente da estrutura da obra. A ação foi aprovada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) e pelo consórcio responsável pela construção da ponte, seguindo uma série de condicionantes técnicas e de segurança.

    A queima terá cerca de 15 minutos de duração, padrão adotado em grandes eventos, e será executada por uma empresa credenciada com ampla experiência em eventos de grande porte no Brasil. O show terá enredo próprio, com diferentes tipos de efeitos pirotécnicos ao longo da apresentação, representando momentos e símbolos da história do Paraná.

    Para garantir tranquilidade do público, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública (Sesp), conta com efetivo policial reforçado na região desde o lançamento do Verão Maior Paraná.

     Também haverá reforço de guardas municipais, em parceria com a Prefeitura de Guaratuba.

    A montagem da estrutura pirotécnica está programada para começar nesta segunda-feira (29), assegurando tempo adequado para a realização de todos os testes e procedimentos de segurança necessários.

    A Praia de Caieras, em Guaratuba, e a Prainha, em Matinhos, prometem ser os melhores pontos de observação do espetáculo, criando novos pontos de concentração de público nas duas cidades e impulsionando o comércio em ambos os locais. A expectativa é ampliar o fluxo de visitantes em áreas que tradicionalmente não concentram grande movimentação na virada do ano.

    OUTROS PONTOS – Além da atração inédita na ponte, haverá a tradicional queima de fogos na orla central de Guaratuba a partir do Morro do Cristo. A partir de 21h30, haverá atrações musicais contratadas pela prefeitura.
    Em Matinhos, a virada também será marcada por um evento pirotécnico de alta qualidade, com cinco pontos simultâneos de lançamento, cada um com 15 minutos de duração, distribuídos ao longo da orla revitalizada. A estratégia garante ampla visibilidade para moradores e turistas em diferentes balneários.

    Os efeitos incluem desenhos variados no céu, como formatos de coração, “X”, carinhas e outras composições visuais, com tecnologia avançada. Os fogos foram selecionados por suas cores mais vibrantes, melhor definição e menor produção de fumaça. Os pontos de lançamento serão nos molhes da Praia Brava, Pico de Matinhos e nos balneários Riviera, Saint Etienne e Flórida.

    Em Pontal do Paraná, também haverá cinco pontos de queima, distribuídos por toda a orla. Eles serão lançados de Praia de Leste, Santa Terezinha, Ipanema, Shangri-lá e Pontal do Sul.
    Além disso, estão previstos espetáculos pirotécnicos e atrações em Paranaguá, Antonina, Morretes e Guaraqueçaba. Na Ilha do Mel, ocorrerão apresentações com shows de jazz tanto em Encantadas quanto em Nova Brasília, reforçando a experiência turística.

    Em todos os municípios, a iniciativa atende à legislação estadual que regulamenta eventos pirotécnicos, incluindo um nível de som reduzido, abaixo do gerado pelas obras de construção da estrutura. Os artefatos pirotécnicos são de alto padrão, com fogos de baixo estampido, em conformidade com a legislação estadual e dos municípios, o que garante o conforto de crianças, idosos, pessoas com hipersensibilidade auditiva e animais domésticos.

    RECEITA COM TURISMO – O objetivo do Governo do Estado é posicionar o Litoral do Paraná entre os principais destinos turísticos do País na virada do ano, a exemplo de outros grandes polos nacionais. A proposta é oferecer eventos de alto padrão, organizados, seguros e distribuídos regionalmente, garantindo experiências memoráveis para moradores e visitantes.

    OBRA EMBLEMÁTICA – As obras da Ponte de Guaratuba alcançaram 85% de execução até o começo de dezembro. Com 1.240 metros de extensão e investimento superior a R$ 400 milhões, a estrutura tem previsão de conclusão em abril de 2026 e vai substituir definitivamente a travessia por ferry-boat, garantindo mais mobilidade, segurança e integração ao Litoral do Paraná.

    Além de melhorar o deslocamento entre Guaratuba e Matinhos, a ponte contará com quatro faixas de tráfego, ciclovia, calçadas e iluminação viária, o que faz desta uma das maiores obras de infraestrutura em andamento no Estado e um novo marco para o desenvolvimento turístico e econômico da região.

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  • Filme movimenta bastidores na RMC com vila cenográfica e medidas inéditas

    Filme movimenta bastidores na RMC com vila cenográfica e medidas inéditas

    Filme movimenta bastidores na RMC com vila cenográfica e medidas inéditas

    O filme gravado no Paraná chama-se Nova Éden, dirigido por Aly Muritiba. É um terror folclórico ambientado na década de 1920, com gravações em Pinhais, São José dos Pinhais, Morretes e Castro. O elenco conta com o ator guineense Welket Bungué como protagonista. A estreia está prevista para 2026, em circuito nacional e internacional.

    Curitiba e Região Metropolitana se tornaram palco de uma produção cinematográfica de grande porte neste fim de ano. Para garantir a autenticidade das cenas, a equipe responsável pelo longa construiu uma vila inteira do zero em território paranaense, recriando ambientes rurais e urbanos com riqueza de detalhes. Além disso, o espaço aéreo da região precisou ser temporariamente fechado durante algumas gravações, medida rara no cinema nacional e que demonstra a dimensão do projeto.

    A iniciativa envolveu centenas de profissionais, entre técnicos, artistas e figurantes locais, gerando impacto direto na economia da região. Hotéis, restaurantes e fornecedores foram mobilizados para atender às demandas da produção, que também contou com apoio logístico de órgãos públicos para viabilizar as filmagens com segurança.

    “Nova Éden” é um filme brasileiro de terror folclórico (folk horror) dirigido por Aly Muritiba, estrelado por Welket Bungué, ambientado no sul do Brasil nos anos 1920, onde um jovem padre negro chega a uma vila de imigrantes europeus e encontra mistérios e forças sinistras, explorando temas como preconceito e imigração com um toque de horror psicológico e folclórico

    Segundo informações oficiais, o objetivo da construção da vila cenográfica foi oferecer maior liberdade criativa aos diretores, evitando adaptações em locais já existentes e permitindo que cada detalhe fosse pensado para a narrativa. O fechamento do espaço aéreo, por sua vez, garantiu que drones e aeronaves não interferissem nas tomadas aéreas planejadas.

    Além do aspecto técnico, a produção trouxe visibilidade para o Paraná como cenário de grandes obras audiovisuais. A expectativa é que, após o lançamento, o filme contribua para consolidar o estado como destino atrativo para futuras gravações, ampliando o mercado cultural e turístico.

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  • Impeachment de Moraes: oposição aposta em fevereiro para ampliar assinaturas

    Impeachment de Moraes: oposição aposta em fevereiro para ampliar assinaturas

    Impeachment de Moraes: oposição aposta em fevereiro para ampliar assinaturas

    A oposição no Congresso Nacional decidiu adiar para fevereiro o protocolo do pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, que seria apresentada ainda em dezembro, foi postergada em razão do recesso parlamentar e da dificuldade de reunir maior número de assinaturas neste período.

    Segundo o líder da minoria na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), já foram coletadas cerca de 100 assinaturas de deputados e 14 de senadores. A estratégia, no entanto, é ampliar esse número para transformar o pedido no maior já registrado contra um ministro do STF, com a meta de alcançar 200 parlamentares apoiadores.

    O pedido se fundamenta em acusações de suposto crime de responsabilidade, relacionadas à atuação de Moraes em processos que envolveriam o Banco Master, atualmente em liquidação. Além do impeachment, a oposição articula a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso, buscando dar maior visibilidade ao tema e pressionar o Senado.

    Apesar da mobilização, especialistas avaliam que a chance de um pedido de impeachment contra ministros do Supremo prosperar é baixa, já que depende de decisão política do Senado. Ainda assim, o movimento da oposição revela a intenção de usar o caso Master como bandeira política, ampliando o debate público e fortalecendo sua narrativa de enfrentamento ao Judiciário.

    O adiamento para fevereiro, portanto, não representa recuo, mas sim uma tentativa de ganhar fôlego e apoio para que o pedido seja protocolado com maior impacto no retorno das atividades legislativas.

    A situação desconfortável de Moraes

    O ministro Alexandre de Moraes enfrenta um cenário delicado diante das acusações levantadas pela oposição. Além de ter sua atuação questionada no caso do Banco Master, Moraes também vê sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, mencionada em apurações que buscam investigar possíveis vínculos com o banco.

    A pressão política se soma ao desgaste institucional, obrigando o ministro a se defender não apenas no campo jurídico, mas também no pessoal, em meio ao intenso escrutínio público. Essa combinação coloca Moraes em uma posição desconfortável, na qual precisa preservar sua imagem e a de sua família enquanto conduz decisões de grande impacto no Supremo Tribunal Federal.

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  • OEA vê instituições fortes no Brasil e afasta tese de censura

    OEA vê instituições fortes no Brasil e afasta tese de censura

    OEA vê instituições fortes no Brasil e afasta tese de censura

    Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), destacou que o Brasil possui instituições democráticas “fortes e eficazes” e descartou a existência de um cenário de censura no país. 

    Segundo o relatório, elaborado após visita técnica ao país em fevereiro deste ano e divulgado na sexta-feira (26), o Estado brasileiro realiza eleições livres e justas, mantém a separação de Poderes e opera sob o Estado de Direito, com garantias constitucionais de proteção aos direitos humanos. A CIDH afirma ainda que há autonomia judicial e um sistema de freios e contrapesos em pleno funcionamento.

    “A delegação constatou que o Brasil possui instituições democráticas fortes e eficazes”, afirma o documento. “O Estado realiza eleições livres e justas, e é caracterizado pela separação de poderes e pelo Estado de Direito.”

    O documento frustrou o discurso defendido por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que vinham tentando convencer a comunidade internacional de que haveria perseguição política e restrições à liberdade de expressão no Brasil.

    O texto também reconhece que o país passou por tentativas deliberadas de deslegitimar os resultados eleitorais de 2022, além do planejamento e da execução de uma tentativa de golpe de Estado. Nesse contexto, a comissão avalia que a defesa da democracia é condição essencial para o pleno exercício da liberdade de expressão.

    “A defesa da democracia no Brasil também é um componente fundamental da defesa do direito à liberdade de expressão no país, uma vez que a liberdade de expressão requer uma sociedade democrática para ser plenamente exercida”, destaca o relatório.

    O relator especial para a liberdade de expressão da CIDH, Pedro Vaca Villarreal, esteve no Brasil em fevereiro e se reuniu com Bolsonaro, ministros do STF, integrantes do governo e representantes da sociedade civil. À época, o encontro com o ex-presidente ocorreu em meio à pressão de parlamentares conservadores nos Estados Unidos para que a OEA adotasse uma postura mais dura contra decisões do Supremo brasileiro.

    Alertas ao Judiciário

    Apesar de afastar a tese de censura, a CIDH faz recomendações e alertas ao Judiciário brasileiro, especialmente ao Supremo Tribunal Federal (STF). O documento reconhece o “papel fundamental” da Corte na investigação e contenção dos ataques às instituições democráticas, mas aponta preocupação com o risco de concentração excessiva de poder.

    “Embora a defesa da democracia deva fundamentar a ação do Estado, há o risco de transformar uma solução temporária, destinada a ser excepcional, em um problema duradouro”, afirma o texto, ao mencionar a possibilidade de criação de precedentes que possam ser usados por regimes autoritários no futuro.

    O documento faz as seguintes recomendações ao Judiciário brasileiro:

    • Decisões sobre remoção de conteúdos nas redes sociais devem ser devidamente fundamentadas e comunicadas às plataformas e aos usuários afetados;
    • Restrições à liberdade de expressão não devem basear-se em conceitos vagos, como “desordem informacional” ou “informação descontextualizada”;
    • Categoria de “atos antidemocráticos” não deve ser usada para limitar críticas legítimas a autoridades.

     

    Justiça, Legislativo e Executivo são instituições fortes e democráticas, no Brasil, segundo relatório da OEA.

    Defesa da regulação

    O relatório também defende a necessidade de regulação das plataformas digitais, desde que respeitados os parâmetros internacionais de direitos humanos. A CIDH recomenda a criação de marcos legais para lidar com os desafios do ambiente digital e com o uso da inteligência artificial.

    O documento, no entanto, ressaltou que as plataformas não devem ser responsabilizadas automaticamente por conteúdos de terceiros, desde que cumpram deveres adequados de moderação.

    Com isso, o relatório da OEA reforça a avaliação de que o país enfrenta desafios no campo da liberdade de expressão, mas dentro de um ambiente institucional democrático e distante do cenário de censura.

    Reações políticas

    O governo brasileiro avaliou que o relatório reforça a inexistência de censura no país e não abre espaço para sanções internacionais contra autoridades brasileiras. A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, comemorou o conteúdo e afirmou que o documento desmonta a narrativa de que o Brasil viveria uma “ditadura”.

    “O reconhecimento internacional da verdade sobre o golpe é mais uma vitória da Justiça e da democracia brasileira, para fechar o ano de 2025. E para nos manter alertas contra qualquer tentativa de anistia ou redução de pena dos golpistas condenados”, postou Gleisi na rede social X neste domingo (28).

    Já aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro também tentaram interpretar o relatório de forma favorável. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nas redes sociais que o texto apenas confirma críticas feitas pela oposição, ao mencionar riscos no uso de conceitos como discurso de ódio e desinformação.

    “Minha interpretação do relatório: ‘discurso de ódio’ e ‘desinformação’ são usados para perseguir alvos pré-determinados e a democracia no Brasil é relativa. E não há mais imunidade parlamentar para políticos de direita”, escreveu Flávio no X na sexta-feira (26).

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