Categoria: DESTAQUES

  • Regulamentação de fiscalização em bares de Curitiba visa combater a truculência

    Regulamentação de fiscalização em bares de Curitiba visa combater a truculência

    Regulamentação de fiscalização em bares de Curitiba visa combater a truculência

    A Comissão de Serviço da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) aprovou pareceres favoráveis a 9 dos 11 projetos de lei pautados para a reunião desta terça-feira (19). Das propostas 7 já estão aptas à inclusão na pauta do plenário – a chamada ordem do dia. Uma das iniciativas, de autoria da vereadora Laís Leão (PDT), é a que estabelece direitos e limites para ações de fiscalização de bares, restaurantes e vendedores ambulantes.

    Leão justifica que a ideia é garantir mais segurança jurídica e o respeito aos direitos fundamentais durante as fiscalizações, após denúncias de abordagens truculentas, em especial da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (Aifu). A relatoria coube ao vereador Rodrigo Marcial (Novo).

    “Ao prever medidas como registro audiovisual das abordagens, comunicação prévia a órgãos de controle e capacitação periódica dos fiscais, o projeto fomenta práticas mais transparentes e íntegras, elevando o padrão de qualidade da fiscalização. 

    Fiscalização de bares e restaurantes de Curitiba foi criticada em diversas ações, por truculência na abordagem.

    Além disso, a vedação de condutas abusivas e a fixação de intervalos razoáveis entre ações no mesmo estabelecimento visa garantir maior previsibilidade e equilíbrio nas relações entre o poder público e os fiscalizados”, cita o parecer. 

    A proposição já havia sido discutida pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes da análise pela Comissão de Serviço Público.

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  • Usina nuclear Russa sofre ataque ucraniano

    Usina nuclear Russa sofre ataque ucraniano

    Usina nuclear Russa sofre ataque ucraniano

    No Dia da Independência, Ucrânia e Rússia intensificam ataques em meio a impasse diplomático.

    Em um cenário que escancara a fragilidade das negociações de paz, a Ucrânia lançou neste domingo (24) uma série de ataques com drones contra alvos estratégicos na Rússia, justamente no dia em que celebra 34 anos de independência da antiga União Soviética. A ofensiva ocorre poucos dias após uma cúpula diplomática no Alasca terminar sem qualquer avanço concreto, reforçando a percepção de que os apelos por paz têm servido mais como fachada política do que como intenção real de cessar as hostilidades.

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, justificou os ataques como resposta à indiferença internacional:

    “É assim que a Ucrânia reage quando seus apelos por paz são ignorados. Hoje, tanto os Estados Unidos quanto a Europa reconhecem: a Ucrânia ainda não venceu, mas certamente não perderá. A Ucrânia não é uma vítima, é uma lutadora.”

    Escalada militar disfarçada de diplomacia

    Enquanto líderes mundiais discursam sobre soluções pacíficas, os dois países seguem trocando ataques cada vez mais agressivos. Neste domingo, a Rússia lançou um míssil balístico e 72 drones Shahed — de fabricação iraniana — contra território ucraniano. A força aérea de Kiev conseguiu abater 48 deles, mas um dos drones atingiu a região de Dnipropetrovsk, matando uma mulher de 47 anos.

    Em contrapartida, a Rússia afirma ter interceptado 95 drones ucranianos em diversas regiões. Um deles explodiu após ser abatido sobre a Usina Nuclear de Kursk, provocando um incêndio que foi controlado sem vítimas. A Agência Internacional de Energia Atômica confirmou que os níveis de radiação permanecem dentro da normalidade2.

    Pela 11ª semana seguida, o mercado financeiro reduziu as expectativas de inflação para 2025. Atualmente, as projeções apontam que o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – em 5,05%, percentual inferior aos 5,07% projetados há uma semana; e aos 5,17% projetados há quatro semanas.

    É o que mostra o Boletim Focus, divulgado hoje (11) pelo Banco Central.

    Para 2026, as expectativas de queda de inflação se mantêm há quatro semanas, quando chegou a 4,5%. Atualmente, o IPCA projetado para o ano que vem está está em 4,41%; e para 2027, em 4%.

    Apesar de uma melhora nas expectativas relacionadas à inflação, a estimativa para 2025 continua acima do teto da meta de inflação a ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O limite inferior, portanto, é 1,5%; e o superior, 4,5%.

    Mesmo com a desaceleração inflacionária dos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.

    Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento; as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos; e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.

    Usina Nuclear de Kursk vista da cidade de Kurtchatov

    Além disso, drones ucranianos atingiram o terminal de combustíveis da Novatek, no porto de Ust-Luga, no Mar Báltico, causando um grande incêndio e interrompendo operações em um dos principais pontos de exportação de energia da Rússia.

    Paz como retórica, guerra como prática

    A sequência de eventos revela um padrão recorrente: enquanto se anunciam esforços diplomáticos, os ataques se intensificam logo em seguida. Na semana passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, tentou mediar um encontro entre Zelensky e Putin, mas o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, descartou qualquer reunião, acusando o Ocidente de “buscar pretextos para impedir negociações”3.

    Exemplos recentes reforçam essa dinâmica contraditória:

    Em 22 de agosto, a Rússia lançou seu maior ataque em semanas, com 574 drones e 40 mísseis, matando civis em Kherson e Lviv.

    Em resposta, a Ucrânia intensificou seus ataques com drones contra refinarias e infraestrutura energética russa, como forma de minar o financiamento da guerra5.

    A guerra, que já dura três anos e meio, parece cada vez mais marcada por ciclos de promessas diplomáticas seguidas por ofensivas militares, deixando claro que, para ambos os lados, a paz ainda é mais uma narrativa estratégica do que uma meta concreta.

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  • Banco do Brasil sob ataque

    Banco do Brasil sob ataque

    Banco do Brasil sob ataque

    O Banco do Brasil (BB), uma das instituições financeiras mais tradicionais do país, tornou-se alvo de uma campanha de desinformação nas redes sociais, segundo denúncia feita pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. 

    Em entrevista à TV GGN, o ministro afirmou que bolsonaristas estariam promovendo uma “ação concertada” para incentivar saques e espalhar boatos sobre a solidez do banco, com o objetivo de minar a confiança da população nas instituições públicas.

    “O fair play deu lugar ao vale-tudo, e isso compromete muito a saúde da democracia brasileira”, declarou Haddad.

    A afirmação ocorre em meio a uma série de publicações nas redes sociais que sugerem que o BB estaria em risco de colapso, incentivando correntistas a retirarem seus recursos. O próprio banco emitiu nota oficial alertando sobre “publicações inverídicas e maliciosas” que buscam gerar pânico e induzir decisões financeiras prejudiciais.

    Queda nos lucros e aumento da inadimplência

    O contexto econômico também contribui para a tensão. No segundo trimestre de 2025, o BB registrou uma queda de 60% no lucro líquido em comparação ao mesmo período do ano anterior. 

    A inadimplência aumentou, especialmente entre grandes produtores rurais do Centro-Oeste e Sul, afetando diretamente a carteira de crédito da instituição. O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) caiu para 8,4%, gerando preocupação entre investidores e analistas do mercado financeiro.

    Embora os números preocupem, especialistas apontam que o banco continua sólido e que os resultados refletem ajustes conjunturais e políticas de crédito mais agressivas adotadas nos últimos anos.

    Redes sociais como campo de batalha

    Entre os episódios mais polêmicos está a publicação do advogado Jeffrey Chiquini, defensor do ex-assessor presidencial Felipe Martins, que recomendou publicamente que clientes retirassem seus depósitos do BB. A postagem, feita na rede social X (antigo Twitter), foi apagada dias depois, mas já havia gerado repercussão.

    Em outra publicação, Chiquini afirmou que o BB estaria “pisando em terreno arenoso” e correndo risco de sanções internacionais, especialmente dos Estados Unidos, após a aplicação da Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes. 

    O cartão de crédito do ministro, emitido pela bandeira americana Mastercard, foi bloqueado, e o BB ofereceu um cartão da bandeira nacional Elo como alternativa.

    A preocupação com possíveis sanções internacionais ao BB, que tem operações no exterior e é responsável por pagamentos de salários de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), contribuiu para a queda das ações de bancos brasileiros na bolsa.

    Reação institucional

    A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, reagiu com firmeza às acusações e boatos. Sem citar nomes, afirmou que é “muita falta de responsabilidade” colocar em xeque a solidez da instituição.

    “Que a gente não acredite em fake news. Que a gente não propague mentiras”, disse Medeiros.

    O BB reforçou que está preparado para lidar com temas complexos envolvendo regulamentações globais e que possui sólida experiência em relações internacionais.

    Juros abusivos e agenda econômica

    Além da defesa institucional, Haddad aproveitou a entrevista para criticar os juros bancários praticados no país, classificando-os como “abuso no crédito”. Segundo ele, mesmo com a queda da taxa básica de juros (Selic), os spreads bancários continuam elevados, penalizando trabalhadores e pequenos empreendedores.

    “Democratizar o crédito é importante. Precisamos tirar o trabalhador da mão de agiotas e instituições abusivas”, afirmou o ministro.

    O governo, segundo Haddad, já está tomando medidas para reduzir o spread e tornar o acesso ao crédito mais justo e eficiente.

    Conflito político e institucional

    A denúncia de Haddad se insere em um cenário político tenso, marcado por embates entre o governo Lula e setores da oposição bolsonarista. O ministro criticou a atuação da oposição, afirmando que ela não apresenta um projeto de país, mas sim uma estratégia de obstrução.

    “Hoje a oposição bolsonarista não tem projeto para o país. O projeto deles é o país não andar, o país não evoluir”, disse.

    Apesar das críticas, Haddad reconheceu avanços no Congresso Nacional, como a aprovação da reforma tributária, e destacou que o ajuste fiscal tem sido feito com foco na redução de renúncias fiscais, sem aumento de impostos.

    Reflexões sobre democracia e confiança

    O episódio envolvendo o Banco do Brasil levanta questões importantes sobre o papel das redes sociais na disseminação de informações falsas, o impacto da polarização política sobre instituições públicas e os desafios da comunicação institucional em tempos de crise.

    A confiança no sistema financeiro é um dos pilares da estabilidade econômica. Quando essa confiança é abalada por campanhas de desinformação, os riscos vão além do prejuízo financeiro — atingem a própria estrutura democrática do país.

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  • Aos 111 anos, Santo Antônio da Platina tem o saneamento universalizado

    Aos 111 anos, Santo Antônio da Platina tem o saneamento universalizado

    Aos 111 anos, Santo Antônio da Platina tem o saneamento universalizado

    Santo Antônio da Platina, na região do Norte Pioneiro, completou 111 anos no último dia 20 de agosto. Segundo a SANEPAR, ela é uma das cidades paranaenses que já superou o índice de atendimento estabelecido pelo Marco Regulatório do Saneamento. 

    “Muito nos orgulha o trabalho da Companhia em Santo Antônio da Platina, onde a grande maioria da sua população já tem garantido o acesso ao saneamento. Mesmo assim, a Sanepar continua trabalhando pelo município, melhorando de forma contínua as suas infraestruturas para levar um serviço cada vez melhor para os moradores da cidade”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley. “Em nome de toda a equipe da Sanepar, parabenizamos o município de Santo Antônio da Platina pelos seus 111 anos, e por seus indicadores de saneamento, que se destacam ao superar, ainda antes do prazo, a meta do Marco do Saneamento”.

    Em Santo Antônio da Platina, 100% da população da área urbana tem acesso à água tratada. O abastecimento de água do município é feito por meio de uma captação superficial no Ribeirão das Bicas e mais 11 poços, uma estação de tratamento e 263,4 mil metros de redes de distribuição e 53 mil metros de adutoras.

    Estação de Tratamento de Esgoto Boi Pintado – Santo Antônio da Platina.

    O sistema de coleta de esgoto atende 92% da população, sendo que 100% do que é coletado, recebe tratamento. A cidade conta com uma estação de tratamento de esgoto e 196,3 mil metros de redes coletoras.

    Presente em Santo Antônio da Platina desde 1971, nestes 54 anos, os sistemas de água e esgoto passaram por diversas ampliações, acompanhando o crescimento da cidade. Nos últimos cinco anos, a Sanepar investiu mais de R$ 52,6 milhões nos seus sistemas de água e esgoto. 

    Atualmente, a Sanepar está realizando obras de melhoria estrutural e ampliação na Estação de Tratamento de Esgoto Boi Pintado. No ano passado, a capacidade de produção de água tratada no município foi ampliada em 10%, com a instalação de um novo poço, o que corresponde a cerca de um milhão de litros de água a mais disponibilizados diariamente. 

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  • Zambelli: mais 5 anos e 3 meses de prisão no caso da perseguição à mão armada

    Zambelli: mais 5 anos e 3 meses de prisão no caso da perseguição à mão armada

    Zambelli: mais 5 anos e 3 meses de prisão no caso da perseguição à mão armada

    Os ministros acolheram a acusação da Procuradoria-Geral da República contra a deputada pelo episódio que ocorreu em outubro de 2022, na véspera do segundo turno das eleições, quando Zambelli discutiu com um apoiador do presidente Lula, em uma rua de um bairro nobre de São Paulo, e perseguiu o homem com arma em punho.

     

    Essa é a segunda condenação de Zambelli no STF neste ano. Em maio, por unanimidade, a parlamentar foi sentenciada com 10 anos de prisão pela invasão de sistemas e pela adulteração de documentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Carla Zambelli

    Após a decisão, Zambelli fugiu para a Itália, onde está presa e aguarda uma decisão daquele país sobre o pedido de extradição para que cumpra a pena neste caso do CNJ no Brasil. A cassação do mandato da parlamentar foi determinada pelo Supremo e é analisada pela Câmara dos Deputados.

    O julgamento de Zambelli pela perseguição armada começou em março no plenário virtual do STF. Na época, a Corte formou maioria de votos para condená-la a 5 anos e 3 meses de prisão.

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  • 9 dias após explosão, todas as vítimas foram identificadas

    9 dias após explosão, todas as vítimas foram identificadas

    9 dias após explosão, todas as vítimas foram identificadas

    A Secretaria da Segurança Pública do Paraná informa que as nove vítimas da explosão ocorrida no dia 12 de agosto na fábrica Enaex Brasil, localizada em Quatro Barras, foram oficialmente identificadas. A confirmação das identidades foi possível graças ao trabalho conjunto e intensivo das equipes da Polícia Científica do Paraná (PCP), responsáveis pela identificação genética de vestígios, e da Polícia Civil do Paraná (PCPR), que atuou por meio da papiloscopia na análise de impressões digitais.

    “Desde o primeiro momento, todos os esforços foram concentrados para garantir uma identificação precisa e respeitosa das vítimas, utilizando o que há de mais avançado em tecnologia e perícia”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira. “Nosso compromisso é com a verdade, transparência e, acima de tudo, com o acolhimento das famílias. Seguimos empenhados para esclarecer todos os detalhes dessa tragédia.” 

    O trabalho foi organizado para garantir uma busca criteriosa, resultando na coleta de aproximadamente mil vestígios, analisados detalhadamente pelos laboratórios da Polícia Científica e pela Polícia Civil. A identificação das vítimas seguiu rigorosamente o protocolo internacional de Disaster Victim Identification (DVI), reconhecido por sua metodologia científica em situações de múltiplas vítimas. 

    A operação envolveu aproximadamente 80 profissionais da Polícia Científica, atuando de forma coordenada em diversas etapas simultâneas: enquanto equipes de antropologia trabalhavam no local da explosão, outros profissionais realizavam a separação das amostras biológicas, e os laboratórios de genética concentraram-se exclusivamente neste caso.  Para agilizar a identificação, os perfis genéticos dos familiares foram inseridos no sistema. 

    “Diante da complexidade do cenário, os trabalhos exigiram coleta minuciosa de vestígios e a integração de diferentes equipes forenses, garantindo rigor técnico e celeridade no processo”, destaca Leonel Letnar, chefe da Divisão Operacional da Polícia Científica do Paraná. “Essa integração permitiu que as identificações fossem concluídas em cerca de 10 dias, um tempo rápido diante da complexidade da ocorrência”.

    Cratera formada pela explosão na Enaex.

    Em acidentes de grande proporção, a Polícia Civil (PCPR) também aciona imediatamente uma equipe especializada para atuar na coleta necropapiloscópica, procedimento essencial em desastres em massa. Papiloscopistas realizam o levantamento dos registros de impressões digitais das vítimas, agilizando o processo. Sempre que fragmentos compatíveis são encontrados, são rapidamente encaminhados à unidade para análise minuciosa.

    “O processo exige técnicas específicas, já que a coleta de impressões digitais em situações como essa requer um tratamento especial. Com isso, as imagens são comparadas dedo a dedo com os registros disponíveis nos prontuários. Graças à atuação integrada e precisa, foi possível identificar, em pouco tempo, seis fragmentos encaminhados do local do acidente”, explica a papiloscopista chefe do Setor de Perícia Necropapiloscópica, Ana Libera Weber.

    A atuação de identificação foi realizada por profissionais da Polícia Científica e da Polícia Civil do Paraná, sem a necessidade de apoio de equipes de outros estados. Apesar da complexidade do caso, a capacidade técnica e a estrutura próprias das instituições permitiram conduzir todo o processo com segurança e eficiência.

    INVESTIGAÇÃO – Desde o início da ocorrência, profissionais da Polícia Científica, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foram mobilizados, atuando na coleta e análise dos vestígios, no isolamento da área e no apoio direto às famílias das vítimas. A apuração sobre as causas da explosão segue em andamento e está sendo conduzida pela Delegacia de Quatro Barras. 

    O inquérito segue em andamento para garantir que todos os detalhes do caso sejam apurados com a máxima transparência e responsabilidade. Paralelamente, equipes especializadas continuam prestando suporte psicológico e assistência às famílias das vítimas, que também foram recebidas em reunião para atualização das informações e orientações sobre os próximos passos. 

    Com a conclusão da identificação das vítimas, os esforços passam agora a se concentrar no esclarecimento das causas da explosão.

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  • Feira de Empregos promove inclusão e oportunidades para pessoas com deficiência

    Feira de Empregos promove inclusão e oportunidades para pessoas com deficiência

    Feira de Empregos promove inclusão e oportunidades para pessoas com deficiência

    Nesta sexta-feira, 22 de agosto, o Museu Oscar Niemeyer será palco da 3ª Feira de Empregos e Captação de Talentos voltada para pessoas com deficiência. Organizado pelo Departamento dos Direitos da Pessoa com Deficiência (DPcD), o evento tem início às 10h e integra a programação oficial do 4º Festival Inclusão em Cena.

    A feira reunirá mais de 50 empresas e entidades parceiras, oferecendo mais de 500 vagas de emprego em diversas áreas. As oportunidades contemplam candidatos de todos os níveis de escolaridade, com salários que variam entre R$ 966 e R$ 7 mil. A iniciativa reforça o compromisso com a inclusão produtiva e a valorização da diversidade no mercado de trabalho.

    Além da presença de representantes de diferentes setores da administração pública, o evento contará com atividades de orientação profissional, espaços de acolhimento e apoio à elaboração de currículos. A proposta é criar um ambiente acessível e acolhedor, onde os participantes possam se conectar diretamente com empregadores comprometidos com a inclusão.

    A feira segue até as 16h e é aberta ao público. Para participar, os interessados devem levar currículo atualizado, carteira de trabalho e documento de identidade.

    Serviço:

    Evento: 3ª Feira de Empregos e Captação de Talentos para Pessoas com Deficiência 

    Data: 22 de agosto 

    Horário: Das 10h às 16h 

    Local: Salão de eventos do Museu Oscar Niemeyer (R. Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico)

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  • Cartão de Moraes é bloqueado após sanções dos EUA: entenda o caso

    Cartão de Moraes é bloqueado após sanções dos EUA: entenda o caso

    Cartão de Moraes é bloqueado após sanções dos EUA: entenda o caso

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, teve seu cartão de crédito internacional, emitido pelo Banco do Brasil, bloqueado recentemente. O motivo? Sanções impostas pelos Estados Unidos sob a Lei Global Magnitsky, que visa punir indivíduos acusados de corrupção ou violação de direitos humanos. 

    O episódio reacendeu debates sobre soberania financeira, autonomia dos bancos brasileiros e os limites da influência estrangeira sobre autoridades nacionais.

    O que são as sanções da Lei Magnitsky?

    A Global Magnitsky Act é uma legislação norte-americana que permite ao governo dos EUA aplicar sanções econômicas e restrições de visto a indivíduos estrangeiros considerados envolvidos em corrupção ou abusos graves de direitos humanos. 

    Ao ser incluído nessa lista, o nome do sancionado passa a constar em registros que afetam diretamente sua capacidade de realizar transações financeiras internacionais, especialmente aquelas que envolvem instituições ou sistemas vinculados ao dólar.

    Como o bloqueio aconteceu

    O cartão de Moraes, vinculado a uma bandeira internacional (como Visa ou Mastercard), foi automaticamente bloqueado após sua inclusão na lista de sanções. Essas bandeiras operam sob infraestrutura financeira norte-americana, o que significa que qualquer pessoa sancionada por Washington pode ter seus serviços suspensos, mesmo que o cartão tenha sido emitido por um banco brasileiro.

    Portanto a ação não partiu do banco brasileiro. O Banco do Brasil, diante da situação, ofereceu ao ministro um cartão da bandeira Elo, que opera exclusivamente no território nacional e não depende de sistemas financeiros estrangeiros. 

    A substituição garantiu que Moraes pudesse continuar realizando transações dentro do Brasil, mas evidenciou a vulnerabilidade de autoridades brasileiras frente a decisões externas.

    Reações e implicações

    A medida gerou reações imediatas no meio jurídico e político. O ministro da Justiça, Flávio Dino, emitiu parecer afirmando que sanções estrangeiras não têm efeito automático no Brasil e que o bloqueio de serviços financeiros a autoridades nacionais por influência externa representa um risco à soberania.

    Mas embora Flavio Dino tenha mantido a decisão e opinião o fato é que a estrutura financeira destas bandeiras é operada pelos EUA, e por isso, uma vez aplicada as sansões, ela atinge a operação financeira, esteja ela onde estiver.

    Especialistas em direito internacional alertam para o precedente perigoso: se bancos brasileiros, mesmo estatais, se submetem a sanções impostas por governos estrangeiros, isso pode comprometer a independência institucional do país. Além disso, há preocupação sobre o impacto que tais sanções podem ter em outras figuras públicas ou empresas brasileiras com operações internacionais.

    O que está em jogo

    Mais do que um simples bloqueio de cartão, o caso levanta questões profundas sobre a relação entre o Brasil e os Estados Unidos, especialmente no campo financeiro. A dependência de sistemas internacionais para transações cotidianas expõe o país a interferências externas, mesmo em assuntos internos.

    A adoção de bandeiras nacionais, como a Elo, pode ser vista como uma tentativa de mitigar essa dependência. No entanto, especialistas apontam que, em um mundo globalizado, é difícil escapar completamente da influência de grandes potências econômicas.

    De toda forma é possível que o brasileiro passe a solicitar a bandeira ELO com mais frequência. O que resultaria em grande prejuízo às bandeiras americanas.

    O bloqueio do cartão de Alexandre de Moraes é um episódio emblemático que vai além da esfera pessoal. Ele escancara os desafios enfrentados por países em desenvolvimento diante da hegemonia financeira de nações como os Estados Unidos. A resposta institucional brasileira a esse tipo de interferência será crucial para definir os rumos da soberania digital e financeira do país nos próximos anos.

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  • Com redução de 45%, Paraná terá menor alíquota de IPVA do Brasil em 2026

    Com redução de 45%, Paraná terá menor alíquota de IPVA do Brasil em 2026

    Com redução de 45%, Paraná terá menor alíquota de IPVA do Brasil em 2026

    O Paraná terá o menor Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de todo o Brasil a partir de 2026. O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta quarta-feira (20) uma redução de 45% na alíquota, de 3,5% para 1,9% sobre o valor venal. A medida vai beneficiar 3,4 milhões de proprietários em todo Estado. O projeto de lei será encaminhado em breve para a Assembleia Legislativa.

    “É mais uma medida dentro do nosso compromisso com redução de impostos e da máquina pública. Cortamos mordomias, incrementamos os investimentos públicos e agora chegamos no momento desse grande anúncio que vai beneficiar todos os paranaenses. É uma redução de 45%, deixando a alíquota do Paraná como a menor o Brasil”, disse Ratinho Junior.

    Com a nova base de cálculo, por exemplo, um dono de um automóvel de R$ 50 mil que pagava R$ 1.750 de imposto passará a pagar apenas R$ 950 em 2026. De acordo com a Receita Estadual, mais de 68% dos veículos paranaenses estão dentro dessa faixa.

    Atualmente, a frota tributada do Paraná é de 4,1 milhões de veículos, sendo que 3,4 milhões deles serão beneficiados com a redução – ou seja, quase 83% do total. Fazem parte desse grupo automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, ciclomotores, motonetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores.

    Os donos de automóveis serão quem mais vão aproveitar a redução. São mais de 2,5 milhões de carros tributados em todo o Paraná e que terão o IPVA reduzido a partir de 2026. Em seguida, aparecem as motocicletas (268,7 mil), caminhonetes (244,7 mil) e camionetas (225,1 mil).

    “Com o menor IPVA do Brasil, o paranaense vai ter mais dinheiro para fazer compras, viajar de férias com a família e investir. É dinheiro no bolso que impulsiona o consumo e movimenta a economia como um todo”, explicou o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara. “Tivemos uma experiência bastante positiva no ano passado, com a isenção do IPVA de motocicletas, que trouxe mais qualidade de vida para os paranaenses sem impactar a arrecadação do Estado”.

    A medida não altera a alíquota de veículos com valores diferenciados. Assim, ônibus, caminhões, veículos de aluguel, utilitários de carga ou movidos a gás natural veicular (GNV) seguem tributados em 1%.

    A alíquota incide sobre o valor venal dos veículos, que é estabelecido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) a partir de uma análise regional dos preços praticados no estado. A divulgação desses dados é feita sempre no final do ano.

     

    EQUILÍBRIO – Para equilibrar a redução da alíquota e garantir a saúde fiscal do Estado, o Governo do Paraná fará algumas alterações no IPVA 2026 – como o aumento da multa por atraso do pagamento do imposto, que passará de 10% para 20%.

    A regra de cobrança de juros de mora e multa diária (0,33% ao dia, acrescida de juros da taxa Selic) será mantida, com a multa fixa de 20% sendo aplicada após 30 dias de atraso.

    Além disso, o Estado espera aumentar a repatriação de veículos que hoje são emplacados em outras localidades, como Santa Catarina, em que a alíquota é de 2%. Com isso, o tamanho da frota tributada no Paraná deve aumentar, colaborando para esse equilíbrio.

    SEGUNDA GRANDE MUDANÇA – Esse é o segundo grande anúncio de mudança do IPVA de Ratinho Junior. No ano passado o Governo do Paraná isentou do imposto veicular donos de motocicletas de até 170 cilindradas, o que beneficiou mais de 732 mil pessoas, principalmente motoboys e entregadores.

    Exemplos:

    Valor do veículo – valor do imposto (de 3,5% para 1,9%)

    • R$ 35 mil – de R$ 1.225 para R$ 665
    • R$ 40 mil – de R$ 1.400 para R$ 760
    • R$ 45 mil – de R$ 1.575 para R$ 855

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  • Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes

    Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes

    Conheça projeto que regula redes sociais para crianças e adolescentes

    O projeto de lei (PL) 2.628 de 2022 entrou na pauta da Câmara dos Deputados nesta semana após a repercussão do vídeo influencer Felca Bressanim Pereira, que denunciou o uso de perfis nas redes sociais com crianças e adolescentes em situações consideradas inapropriadas para idade, a fim de conseguir engajamento e monetização dos seus canais.

    De autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o projeto foi relatado na Câmara pelo deputado Jadyel Alencar (Republicanos-Pi) e tem o apoio de centenas de organizações da sociedade civil que atuam com a proteção das crianças e adolescentes no Brasil.

    Entre as medidas, o texto obriga as plataformas digitais a tomarem medidas “razoáveis” para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias.

    Além disso, o PL prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.

    A matéria ainda disciplina o uso de publicidade; a coleta e o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes; estabelece regras para jogos eletrônicos, veda à exposição a jogos de azar; e prevê a atuação do Poder Público para cumprir a legislação.

    A advogada de direitos digitais do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) Marina Fernandes explicou à Agência Brasil que o PL adapta direitos que já estão previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA], mas que não costumam ser aplicados nas redes sociais. A organização integra a Coalizão de Direitos na Rede.

    “O PL cria um ecossistema de regulação para as plataformas digitais em relação a crianças e adolescentes. O projeto determina que as plataformas tenham mais deveres e obrigações. Inicialmente, no artigo 5º, por exemplo, ele traz que as plataformas devem prevenir danos à infância.”

    Prevenir riscos

    Com 40 artigos e conhecido como ECA Digital, o projeto de lei determina no seu artigo 6º que as plataformas digitais devem adotar medidas para “prevenir e mitigar riscos” de crianças e adolescentes acessarem conteúdos que envolvam, entre outros pontos, exploração e abuso sexual; violência física; assédio; bullying virtual; incentivo a comportamentos de vícios; ou promoção e comercialização de jogos de azar; bebidas alcoólicas e tabagismo.

    O PL afirma ainda o projeto não exime a responsabilidade do país, tutores ou quem se beneficia financeiramente da produção e distribuição pública de conteúdos com crianças e adolescentes.

    Em casos de descumprimento da legislação, o projeto prevê advertências com prazo de medidas corretivas em até 30 dias. Persistindo a infração, poderá ser aplicada multa de até 10% do faturamento do grupo econômico no Brasil ou, na ausência de faturamento, de até R$ 50 milhões. Será possível ainda suspender temporariamente ou proibir o exercício das atividades de plataformas digitais em caso de as infrações não serem corrigidas.

    Faixa Etária

    O projeto de lei exige ainda que as plataformas avaliem o conteúdo que é distribuído para crianças e adolescentes de acordo com a faixa etária e indiquem “extensivamente” a todos os usuários sobre a classificação indicativa para o conteúdo divulgado.

    Para impedir o acesso de crianças a conteúdos inapropriados, o projeto determina que as plataformas digitais deverão adotar “mecanismos confiáveis de verificação da idade a cada acesso do usuário, vedada a autodeclaração”.

    A advogada do Idec Marina Fernandes disse que, mesmo as plataformas informando que as redes não são para menores de 13 anos, não há medidas para mitigar esse acesso atualmente.

    “Elas não têm nenhuma fiscalização sobre a verdadeira idade daqueles usuários. E elas sabem que tem crianças menores de 13 anos acessando. Existem conteúdos voltados à crianças menores de 13 anos. O que PL traz no capítulo de verificação etária é de que elas seriam obrigadas a fazer uma verificação confiável”, comentou.

    Supervisão Parental

    Outro capítulo importante do projeto regula a supervisão dos pais ou responsáveis no uso das redes sociais por adolescentes. Segundo o texto, as plataformas devem “disponibilizar configurações e ferramentas acessíveis e fáceis de usar que apoiem a supervisão parental”.

    Organizações como a Meta informam que possuem esse serviço. Porém, a especialista do Idec, Marina Fernandes, destaca que esse tipo de ferramenta ainda não é eficiente.

    “Muitas vezes, os pais não sabem utilizar porque é difícil encontrar essas ferramentas. Muitas delas são muito aquém do que o necessário porque estão ligadas ao design da plataforma que é construído para viciar ou não permite que os pais desabilitem conteúdos nocivos”, explicou.

    Segundo Fernandes, o PL apresenta um rol de exigências para tornar a supervisão mais efetiva. “É muito fácil falar que a família é responsável, mas às vezes a família não tem condições de atuar porque não tem informações suficientes para agir”, completou.

    Entre as medidas previstas no projeto, está a oferta de “funcionalidades que permitam limitar e monitorar o tempo de uso do produto ou serviço” por parte dos pais ou responsáveis.

    O documento diz ainda que os provedores de serviços digitais “devem garantir que usuários ou contas de crianças e adolescentes de até 16 anos de idade estejam vinculados ao usuário ou à conta de um de seus responsáveis legais”.

    Publicidade

    O projeto de lei traz ainda uma série de regras para o direcionamento de propaganda para crianças e adolescentes,

    “É vedada a utilização de técnicas de perfilamento para direcionamento de publicidade comercial a crianças e adolescentes, bem como o emprego de análise emocional, realidade aumentada, realidade estendida e realidade virtual para esse fim”, diz o artigo 22.

    No artigo 25, proíbe-se a criação de perfis de usuários crianças e adolescentes para fins de propaganda, usando coleta e tratamento de dados pessoais obtidos dos perfis de menores de 18 anos.

    “O PL veda especificamente que se use dados de crianças e adolescentes para perfilização comercial, ou seja, para enviar publicidade para essas crianças e adolescentes”, explicou Marina Fernandes.

    Poder Público

    O PL estabelece também que o Poder Público poderá atuar para regular os mecanismos previstos na legislação.

    “Ato do Poder Executivo regulamentará os requisitos mínimos de transparência, segurança e interoperabilidade para os mecanismos de aferição de idade e supervisão parental adotados pelos sistemas operacionais e lojas de aplicativos”, afirma o parecer do relator.

    Oposição

    O PL 2628 encontra resistência da oposição liderada pelo Novo e pelo PL na Câmara dos Deputados. A líder do PL, deputada Caroline de Toni (PL-SC), classificou o texto como tentativa de censurar as redes sociais e disse que foi procurada por representantes de plataformas digitais que alegaram “excesso de regulamentação”.

    “As leis já existem para punir. O que a gente precisa é melhorar o ordenamento jurídico e melhorar essa integração [das policias com as plataformas]. São medidas pontuais para facilitar e dar segurança jurídica, sem querer usar isso como pretexto para censurar a liberdade de expressão das redes sociais”, afirmou

    A Meta (dona da Facebook, Instagram e Whatsapp) não se manifestou sobre o PL 2628 até o fechamento desta reportagem.

    O Conselho Digital, organização que reúne as gigantes da tecnologia Meta, Google, Tiktok, Amazon, entre outras, tem se manifestado pedindo alterações no texto.

    Quando o tema estava em tramitação no Senado, o Conselho Digital criticou o que chamou de obrigações excessivas.

    O equilíbrio entre a remoção de conteúdos nocivos e a preservação da liberdade de expressão torna-se um ponto delicado. A imposição de obrigações excessivamente rigorosas às plataformas pode incentivar a remoção indiscriminada de conteúdos legítimos“, disse a organização que representa, no Brasil, a maior parte das principais big techs em atividade.

    Contato

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