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  • Cassações de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem: impactos e consequências para o PL

    Cassações de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem: impactos e consequências para o PL

    Cassações de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem: impactos e consequências para o PL

    Na última semana, a Câmara dos Deputados confirmou a cassação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), em decisões que marcaram profundamente o cenário político brasileiro. Os casos, embora distintos em seus fundamentos, convergem para um mesmo resultado: o enfraquecimento da bancada do PL e o aumento da tensão entre Legislativo e Judiciário.

    Eduardo Bolsonaro

    • Motivo da cassação: excesso de faltas injustificadas. Foram 59 ausências, acima do limite constitucional de 33% permitido.
    • Situação atual: está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, sem comparecer às sessões da Câmara.
    • Elegibilidade: apesar da cassação, mantém seus direitos políticos, já que a punição foi administrativa e não criminal. Poderá disputar futuras eleições, caso não seja condenado em outros processos.
    • Repercussão: Eduardo se defendeu dizendo ser “o deputado mais votado da história”, mas a ausência prolongada foi considerada incompatível com o mandato.

    Alexandre Ramagem

    • Motivo da cassação: cumprimento de decisão do Supremo Tribunal Federal, que o condenou a 16 anos de prisão por participação em tentativa de golpe de Estado.
    • Situação atual: encontra-se foragido nos Estados Unidos, após deixar o Brasil antes da conclusão do julgamento.
    • Elegibilidade: diferente de Eduardo, Ramagem está inelegível durante o cumprimento da pena, sem possibilidade de disputar cargos eletivos.
    • Repercussão: tentou argumentar que a decisão seria “perseguição política”, mas a Câmara cumpriu a ordem do STF sem levar o caso ao plenário.

    Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem.

    Consequências políticas para o PL

    • O partido perde dois nomes de grande visibilidade, o que fragiliza sua bancada e reduz a capacidade de articulação no Congresso.
    • A cassação de Eduardo, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem forte impacto simbólico, já que ele era considerado um dos principais porta-vozes da direita no Parlamento.
    • A saída de Ramagem, aliado próximo da família Bolsonaro e ex-diretor da Abin, reforça a narrativa de perseguição judicial entre apoiadores, mas também aproxima o PL de uma crise interna, com necessidade de reorganização de lideranças.
    • O episódio amplia a tensão entre Câmara e STF, mas a decisão da Mesa Diretora de cumprir as ordens foi vista como tentativa de reduzir atritos institucionais.

    Foto política

    • Eduardo Bolsonaro: cassado por faltas, mas ainda elegível.
    • Alexandre Ramagem: cassado por condenação criminal, inelegível.

    Em síntese: Eduardo Bolsonaro pode voltar a disputar eleições, enquanto Alexandre Ramagem está fora do jogo político por longo período. O PL, por sua vez, enfrenta um momento de recalibragem estratégica, precisando reorganizar sua base e buscar novas lideranças para manter relevância no Congresso.

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  • UENP terá curso de medicina em 2026

    UENP terá curso de medicina em 2026

    UENP terá curso de medicina em 2026

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou nesta quarta-feira (17) a implantação do curso de Medicina na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), no câmpus de Cornélio Procópio, com 40 vagas anuais. O objetivo é descentralizar a demanda pela formação profissional de médicos, ampliando as oportunidades de graduação no Interior do Estado. A oferta de vagas será aberta em 2026, em um vestibular específico, com previsão de início das aulas ainda no próximo ano.

    A instituição estadual de ensino superior realizará a contratação de professores e profissionais da carreira técnico-administrativa, de acordo com os parâmetros da Lei nº 20.933/2021, a Lei Geral das Universidades (LGU). O primeiro ciclo de formação, que deverá ocorrer de 2026 a 2031, terá investimento superior a R$ 85 milhões. Já para o funcionamento pleno da graduação, em 2031, as projeções financeiras da UENP indicam um investimento anual de R$ 9,6 milhões para manutenção do curso.

    “Este é um momento histórico para o ensino superior do Paraná, especialmente para o Norte Pioneiro. Anunciamos o novo curso de Medicina da UENP e já no mês de março de 2026 teremos o vestibular para os alunos concorrerem a uma vaga. Acima de tudo, estamos realizando um sonho antigo da região, pois há mais de 30 anos se pedia a graduação em Medicina para Cornélio Procópio, e hoje conseguimos avançar nesse investimento”, afirmou Ratinho Junior.

    “Estamos falando de um aporte de R$ 85 milhões ao longo dos seis primeiros anos do curso. Nós organizamos a casa, as universidades, e agora chegamos ao momento de fazer esse investimento e permitir que a UENP dê um salto de qualidade. A partir do momento em que uma universidade passa a ter um curso de Medicina, ela muda de patamar e passa a integrar o grupo das grandes universidades do Brasil”, acrescentou.

    Segundo Ratinho Junior, a escolha da UENP para sediar um novo curso de Medicina se deu pela estrutura de saúde da região. “Essa é uma graduação que precisa de uma estrutura hospitalar no entorno. Com o Hospital Regional Pioneiro Amin Hannouche que construímos em Cornélio Procópio, com estrutura completa e realizando cerca de 500 cirurgias por mês, passamos a ter a base técnica necessária. Isso garante tranquilidade para o aluno, pois ele terá toda a estrutura hospitalar necessária para realizar as aulas práticas”, finalizou.

    Para o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o novo curso representa um avanço para toda a região do Norte Pioneiro. “É algo que, por muito tempo, foi acalentado, sonhado coletivamente e, em alguns momentos frustrado, com expectativas criadas sem que houvesse condições reais de execução. Agora, esse sonho se torna efetivamente realidade”, destacou. “Essa autorização prevê todas as etapas de implantação do curso e a reserva orçamentária para cumprir cada uma delas.”

    Ele também ressaltou que a UENP está finalizando os trâmites para iniciar a primeira turma ainda em 2026. “A partir de agora, a universidade e toda a região têm a certeza de que haverá vestibular em março de 2026, com o início das aulas da primeira turma em agosto do mesmo ano. O curso será sediado em Cornélio Procópio e funcionará integralmente aqui até o final do quarto ano. Já o quinto e o sexto anos serão compartilhados com a estrutura de outros municípios da região”, concluiu o secretário.

    As cidades de Cornélio Procópio e Jacarezinho, que contam com câmpus da UENP, sediam as 18ª e 19ª regionais de Saúde do Paraná, cuja área de atuação conjunta engloba 43 municípios. Essa extensa rede assistencial dispõe de mais de 30 hospitais, grande parte da esfera pública, que prestam atendimento à população local por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

    FORMAÇÃO – Com carga horária total de 7.472 horas, o projeto pedagógico do curso de Medicina está estruturado em duas etapas. Nos primeiros quatro anos, os estudantes cursam 47 disciplinas fundamentais e especialidades médicas, incluindo Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Infectologia, Neurologia, Oncologia, Ortopedia e Urologia. No internato, que compreende o 5º e o 6º ano, a formação se concentra em 14 disciplinas práticas, abrangendo Clínica Cirúrgica e Médica, Obstetrícia, Pediatria, Saúde Coletiva, Saúde Mental e Urgência e Emergência.

    “Representa uma mudança de patamar para a UENP e também uma transformação para todo o Norte Pioneiro do Paraná. O curso de Medicina vai fortalecer todas as nossas bases, todos os nossos cursos e responder a demandas históricas da região. É um sonho de décadas que se concretiza hoje, integrando ensino, pesquisa e extensão e preparando médicos em contato direto com a rede pública de saúde”, reforçou o reitor da UENP, Fábio Antonio Néia Martini.

    Para consolidar a formação prática dos futuros médicos, as disciplinas do Internato serão realizadas em unidades de saúde de quatro municípios: Cornélio Procópio e Bandeirantes, na região Norte do Estado; e Jacarezinho e Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro. Entre as unidades estão, por exemplo, o Hospital João Lima e o Hospital Regional Pioneiro, em Cornélio Procópio; Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial (Caps); e as unidades do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Bandeirantes e Cornélio Procópio.

    O projeto também prevê a utilização de outras estruturas essenciais da rede regional de saúde, como clínicas de hemodiálise, hospitais de olhos e unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), onde os estudantes terão contato direto com diferentes níveis e especialidades da assistência. Novos parceiros da rede de atenção à saúde poderão ser integrados ao longo da implantação do curso, ampliando continuamente as oportunidades de aprendizagem para os alunos.

    Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a nova graduação significa a fixação do profissional da saúde na região. “Isso vai nos ajudar a atender melhor a população paranaense, um trabalho que não tem fim. A nossa função, enquanto Governo do Estado, é atender a população, e sem médico não há atendimento. Com uma faculdade de Medicina, vamos formar profissionais aqui mesmo, com muita prática, colocando a mão no paciente e preparados para a realidade do dia a dia da saúde pública”, ressaltou.

    O secretário estadual das Cidades, Guto Silva, afirmou que o novo curso ajuda a consolidar a saúde no Paraná, que vem passando por um processo de descentralização dos atendimentos ao longo dos anos. “É um dia histórico e importante para o Norte Pioneiro. A saúde é fundamental não apenas do ponto de vista educacional, como estamos vendo aqui, mas também para preparar o futuro das cidades, que estão envelhecendo. O Paraná tinha uma dívida histórica com essa região no que diz respeito à ampliação da educação superior. A universidade cresce a cada dia e isso gera valor, renda e desenvolvimento”, ressaltou.

    O prefeito de Cornélio Procópio, Raphael Sampaio, acredita que o curso de Medicina potencializará o desenvolvimento da cidade e de todo o entorno. “Desde que eu era criança ouvia esse desejo da população de ter Medicina na UENP. Isso representa um grande sonho realizado, mas não apenas para a cidade. É uma conquista para toda a região. Essa, que já é uma grande instituição de ensino, vai passar para um novo patamar, atraindo mais pessoas, mais professores e cursos para o nosso município”, comentou.

    REDE DE ENSINO – O Sistema Estadual de Ensino Superior do Paraná passa a contar agora com sete cursos de Medicina, que juntos somam 342 vagas anuais. Além da UENP, a Universidade Estadual de Londrina (UEL), na região Norte, com 80 vagas; a Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Noroeste, com 40 vagas; e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), na região dos Campos Gerais, com 50 vagas, também ofertam a graduação.

    A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) disponibiliza 92 vagas para o curso de Medicina, sendo 46 ofertadas no câmpus em Cascavel e 46 vagas no câmpus de Francisco Beltrão. UEL, UEM, UEPG e Unioeste contam, ainda, com hospitais universitários nas estruturas acadêmicas, que funcionam como centros de formação para os estudantes de Medicina e de outros cursos da área da saúde, oferecendo atendimento de alta complexidade para a população dos municípios.

    A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) implantou o curso de Medicina em 2019, com 40 vagas anuais, no câmpus do Centro de Desenvolvimento Educacional e Tecnológico (Cedeteg), em Guarapuava, no Centro-Sul do Paraná.

    No ano passado, as secretarias de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e da Saúde (Sesa) firmaram uma parceria para a utilização do Hospital Regional Centro-Oeste (HRCO), na região Central do Paraná, como hospital-escola para os estudantes dos cursos da área da saúde da Unicentro.

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  • PL da dosimetria segue para sanção

    PL da dosimetria segue para sanção

    PL da dosimetria segue para sanção

    O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (17), o projeto que reduz as penas dos condenados por envolvimento nos atos golpistas do 8 de janeiro de 2023 (PL 2.162/2023). Foram 48 votos a favor e 25 contrários, além de uma abstenção. Do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RS) e relatado pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), a matéria segue agora para a sanção da Presidência da República.

    Conhecido como PL da dosimetria, o projeto foi alvo de muita discussão na sessão plenária. Ele havia sido aprovado mais cedo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), também depois de muito debate. Um dos pontos mais polêmicos era a possibilidade de a redução de penas beneficiar condenados por outros crimes violentos, como os envolvidos em organizações criminosas e delitos contra a administração pública.

    Amin acatou uma emenda do senador Sergio Moro (União-PR) para limitar a redução de penas somente aos envolvidos nos atos golpistas. Apesar dos protestos de alguns senadores, a mudança foi considerada uma emenda de redação e não de mérito – o que faria o projeto retornar para nova análise da Câmara dos Deputados.

    Para o relator, desde que foi concebido na Câmara dos Deputados, o projeto busca “corrigir distorções” com foco nas condenações dos atos antidemocráticos do 8 de janeiro. Amin afirmou que o texto é o primeiro passo para uma futura anistia, e que “traz um alento, sem acirrar os ânimos”.

    — Há um consenso de que a mão [nos julgamentos] foi muito pesada. A narrativa de se tratar de “blindagem ampla” ou qualquer outra expressão que o valha não é verdadeira — argumentou o relator.

    Redução de pena

    Na prática, o projeto reduz a pena final de condenados por diversos enquadramentos dentro do mesmo ato golpista, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022 e 2023. É o caso do ex-presidente da República Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a uma pena de mais de 27 anos.

    Brasília decide o destino dos condenados por 8 de janeiro.

    Há divergências sobre o tempo de pena que Bolsonaro deveria cumprir, caso o projeto se torne lei. De acordo com o relator da matéria na Câmara, deputado Paulinho da Força (SD-SP), a pena do ex-presidente poderia ser reduzida de sete anos para pouco mais de dois anos em regime fechado.

    O texto também cria uma regra de redução de pena para situações em que o crime for cometido em contexto de multidão. Nesse caso, quem não tiver financiado ou liderado as ações poderá receber um redutor de um terço a dois terços. A medida distingue quem atuou sem protagonismo de figuras organizadoras ou financiadoras dos atos antidemocráticos.

    O projeto promove uma alteração na Lei de Execução Penal, para prever quando o condenado poderá passar para um regime mais brando. Com a mudança, os 16% (ou 1/6) da pena em regime fechado valerão para crimes com ou sem os critérios de violência ou grave ameaça. Além disso, os reincidentes — aqueles que já cometeram crimes — terão que cumprir 20% da pena. Com a legislação atual, os réus primários têm que cumprir 25% da pena em regime fechado, e os reincidentes, 30%.

    Remição

    Ainda pelo projeto, pessoas em prisão domiciliar poderão considerar o trabalho como forma de reduzir a pena a ser cumprida — a chamada remição. Atualmente, apenas o estudo pode remir a pena na modalidade domiciliar.

    Fonte: Agência Senado

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  • A crise da Enel: o que realmente está em jogo

    A crise da Enel: o que realmente está em jogo

    A crise da Enel: o que realmente está em jogo

    A comoção em torno da possível caducidade da concessão da Enel em São Paulo tomou conta do noticiário. Manchetes falam como se o rompimento fosse apenas uma formalidade, um desfecho inevitável depois de anos de apagões, reclamações e desgaste público. Mas, quando se olha com mais cuidado, percebe‑se que a situação é mais complexa do que a narrativa dominante sugere.

    O peso político virou manchete, mas não sentença

    A convergência entre governo federal, estadual e municipal é rara e, por isso mesmo, poderosa. Quando três esferas distintas pedem o início do processo de caducidade, a mídia lê isso como um sinal de que a decisão já está tomada. É compreensível: a opinião pública está irritada, os apagões foram massivos e a pressão política se tornou irresistível.

    Mas o processo de caducidade não é um ato político. É um procedimento técnico, regulado, cheio de etapas formais. A Aneel precisa abrir processo, avaliar indicadores, garantir defesa, analisar investimentos e só então decidir. Nada disso acontece da noite para o dia. A narrativa midiática antecipa um desfecho possível, talvez provável, mas não consumado.

    A Enel tem poder? Sim — mas não no sentido simplista

    A empresa não manda no Estado, mas opera um serviço essencial para a maior região metropolitana do país. Isso, por si só, confere influência. Uma concessionária desse porte tem contratos longos, presença internacional, capacidade de investimento e uma operação que não pode ser substituída de forma instantânea. Esse conjunto cria uma espécie de “poder estrutural”: não é político, mas é prático.

    Ao mesmo tempo, a Enel não está acima das regras. Pode ser multada, fiscalizada e até perder a concessão. O que existe é um equilíbrio delicado entre o interesse público e a complexidade técnica de trocar quem controla a rede elétrica de milhões de pessoas.

    A culpa é só da Enel? Não — mas ela carrega a maior parte

    A empresa é responsável pela manutenção da rede, pela prevenção de falhas, pela poda de árvores sob sua responsabilidade e pelo tempo de resposta em crises. Quando milhões de consumidores ficam dias sem luz, há falhas claras de planejamento e execução.

    Mas o poder público também tem sua parcela. A Aneel deveria identificar problemas antes de chegarem a esse ponto. Prefeituras têm responsabilidade sobre parte da poda urbana. E o próprio modelo de concessão, criado pelo Estado, define incentivos e punições que podem ser mais ou menos eficazes.

    A crise atual é, portanto, resultado de uma combinação: falhas operacionais da Enel, fiscalização insuficiente e um sistema que só reage quando o problema já explodiu.

    O que é preciso entender

    O discurso de que “a concessão acabou” é mais um reflexo do clima político do que da realidade jurídica. A Enel está fragilizada, pressionada e com sua imagem em frangalhos. Mas o processo de caducidade é técnico, demorado e cheio de nuances. A empresa ainda tem espaço para se defender, e o Estado precisa provar que houve descumprimento grave e persistente do contrato.

    A crise é séria, mas o desfecho não está escrito. O que está claro é que o modelo atual chegou ao limite: seja com a Enel ou com outra concessionária, São Paulo precisa de uma rede elétrica mais resiliente, mais fiscalizada e menos vulnerável a eventos previsíveis.

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  • Como vão funcionar os serviços da Prefeitura no Natal e no Ano Novo

    Como vão funcionar os serviços da Prefeitura no Natal e no Ano Novo

    Como vão funcionar os serviços da Prefeitura no Natal e no Ano Novo

    A partir de sábado (20/12), as repartições públicas municipais de Curitiba não estarão abertas em função do recesso de Natal e Ano Novo. Nesse período, alguns serviços e atrativos sofrem alteração no funcionamento. O retorno às atividades acontece na segunda-feira (5/1).

    As informações são importantes para cidadãos e turistas que visitam a capital paranaense neste final de ano.

    Acesse aqui todas as informações.

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  • Trump cerca a Venezuela e o mundo observa

    Trump cerca a Venezuela e o mundo observa

    Trump cerca a Venezuela e o mundo observa

    O anúncio de Donald Trump de bloquear totalmente petroleiros ligados à Venezuela não é apenas mais um capítulo da tensão entre Washington e Caracas. É um sinal claro de que o presidente norte‑americano se sente livre para agir como quiser, sem enfrentar resistência proporcional da comunidade internacional. 

    Em sua publicação no Truth Social, Trump afirmou que “A Venezuela está completamente cercada pela maior Armada já reunida na história da América do Sul” e prometeu ampliar a operação até que o país devolva “todo o petróleo, terras e outros bens que nos roubaram”. São declarações de escalada militar explícita — e, ainda assim, o mundo reage com uma passividade desconcertante.

    A apreensão recente de um petroleiro pela Guarda Costeira dos EUA e o aumento da presença militar norte‑americana na região mostram que a ofensiva não é retórica. 

    Trump acusa Maduro de financiar um “regime ilegítimo” e até classificou o governo venezuelano como “organização terrorista estrangeira”, justificando assim medidas cada vez mais agressivas. Mas o ponto central é outro: nenhuma instituição global parece disposta a impor limites reais a essa postura.

    Maduro, por sua vez, tenta responder dentro do que ainda resta de diplomacia. Pediu paz, acusou os EUA de quererem colonizar a Venezuela e anunciou que recorrerá à ONU para denunciar o que considera uma violação grave do Direito Internacional. 

    O governo venezuelano fala em “ameaça grotesca” e promete agir “em estrita observância à Carta da ONU”.

    Trump faz o que quer e o mundo observa.

    O problema é que a ONU, na prática, não tem força para conter Trump

    A Venezuela pode acionar o Conselho de Segurança, pedir debates, denunciar violações e buscar apoio de aliados como Rússia e China. Pode reivindicar o direito à livre navegação e à soberania sobre seus recursos. Tudo isso está dentro do manual diplomático.

    Mas o que se vê é um cenário em que:

    • a ONU está politicamente paralisada;
    • potências com poder de veto transformam qualquer ação concreta em impasse;
    • declarações oficiais substituem medidas efetivas;
    • e, enquanto isso, Trump avança.

    O resultado é um vazio de autoridade internacional. A ONU pode até emitir notas, abrir discussões e produzir relatórios, mas não consegue impedir que os EUA imponham sua vontade pela força. E essa incapacidade, somada ao silêncio ou à hesitação de outros países, cria exatamente o ambiente que permite a Trump agir sem freios.

    Enquanto isso, o mercado reage como se tudo fosse apenas mais um movimento geopolítico previsível: o petróleo sobe mais de 1% e segue o jogo. Mas o que está em curso é maior — é a normalização de uma política externa baseada na imposição unilateral, diante de um mundo que observa, comenta… e deixa acontecer.

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  • Curitiba quer nova lei para Data Centers na cidade

    Curitiba quer nova lei para Data Centers na cidade

    Curitiba quer nova lei para Data Centers na cidade

    Câmara Municipal de Curitiba (CMC) recebeu um projeto de lei do vereador Nori Seto (PP) que propõe critérios mínimos de sustentabilidade ambiental para emissão e renovação de alvarás destinados a data centers na cidade. O projeto tem o objetivo de definir critérios mínimos de sustentabilidade para a instalação e implementação de data centers, assegurando o uso racional e sustentável de água e energia

    A proposta abrange instalações do setor de tecnologia que realizam armazenamento de dadoshospedagem em nuvem e infraestrutura de processamento e rede. O projeto de Nori Seto determina que essas estruturas deverão operar com autossuficiência hídrica e energética, utilizando fontes renováveis, não poluentes e ambientalmente adequadas. Em caso de aprovação, a norma valerá tanto para novos empreendimentos quanto para os que já operam no Município.

    Data centers deverão cumprir critérios ambientais

    O projeto determina que os data centers só poderão obter ou renovar o alvará de funcionamento se atenderem às regras de sustentabilidade estabelecidas na proposta, como a adoção de medidas de geração própria de energia renovável e sistemas independentes de abastecimento hídrico destinados ao resfriamento de equipamentos. Nori Seto cita na justificativa que a operação de data centers demanda grandes volumes de água e energia elétrica para climatização e resfriamento dos processadores, fatores que aumentam a necessidade de regulamentação municipal.

    Data Centers terão que cumprir critérios ambientais para permanecerem ou se instalarem em Curitiba.

    Para estabelecimentos já em funcionamento, o projeto prevê um prazo de 360 dias para adaptação, contados a partir da vigência da lei. A proposta também determina que o não atendimento às exigências impedirá a renovação do alvará de funcionamento, constituindo mecanismo administrativo para fiscalização e conformidade.

    “Em tempos de mudanças climáticas e de estiagens prolongadas, o uso de bens finitos como água e energia elétrica precisa ser, no mínimo, fiscalizado e bem administrado”, escreveu o vereador. Ele também menciona casos internacionais em que data centers estão concentrados em áreas com escassez hídrica, reforçando a necessidade de regulamentação preventiva e alinhamento com políticas ambientais municipais.

    O projeto de lei foi protocolado no dia 9 de outubro e já está tramitando nas comissões temáticas da Câmara de Curitiba.

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  • Codesul define prioridades e Paraná assume presidência

    Codesul define prioridades e Paraná assume presidência

    Codesul define prioridades e Paraná assume presidência

    O Paraná assumiu novamente a presidência do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), durante reunião realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba. O encontro marcou a transição da liderança, antes exercida pelo Mato Grosso do Sul, e reuniu representantes dos quatro estados integrantes: Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.

    A reunião teve como foco a apresentação dos avanços obtidos pelos grupos de trabalho nos últimos dois anos e a definição das prioridades para o próximo ciclo. Entre os temas centrais estiveram a criação do Fundo Sul, a integração de ações de segurança pública e o fortalecimento de iniciativas conjuntas voltadas à adaptação às mudanças climáticas.

    Criação do Fundo Sul

    A principal pauta tratada foi a articulação para instituir o Fundo Sul, mecanismo que busca ampliar a capacidade de investimento dos estados da região, especialmente em municípios com menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). A proposta segue modelo semelhante aos fundos já existentes nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, com o objetivo de reduzir desigualdades regionais e ampliar o acesso a recursos para projetos estruturantes.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria o fundo já foi protocolada no Congresso Nacional. Ela prevê a alteração do artigo 159 da Constituição Federal para destinar percentuais da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) à formação de fundos específicos para as regiões Sul e Sudeste. Os recursos deverão ser aplicados em programas de desenvolvimento econômico, infraestrutura, inovação, cadeias agroindustriais e ações de segurança pública.

    A Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial para analisar o texto, presidida pelo deputado federal Valdir Cobalchini. Os estados do Sul consideram a criação do fundo uma demanda histórica e avaliam que houve avanços significativos ao longo de 2025 para que a proposta avance no Congresso.

    Integração para adaptação às mudanças climáticas

    Outro tema prioritário foi a consolidação do Sistema Integrado para Adaptação às Mudanças Climáticas. Durante o encontro, os estados assinaram um termo que autoriza o início da contratação de uma consultoria especializada para estruturar o projeto.

    A iniciativa prevê a integração de sensores, radares, satélites e estações de monitoramento, além da troca de informações em tempo real entre os estados. O objetivo é aprimorar a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos, que têm se tornado mais frequentes na região. A expectativa é que a licitação para contratação da empresa responsável pelo sistema seja iniciada em janeiro de 2026.

    Os governos estaduais consideram que a criação de uma estrutura permanente e integrada permitirá ações mais rápidas e coordenadas em situações de desastres naturais, complementando a cooperação já existente entre as defesas civis dos quatro estados.

    Segurança pública

    Na área de segurança, o Codesul apresentou duas propostas para ampliar a integração entre as forças estaduais. A primeira é a criação de um cadastro unificado de condenados por crimes de pedofilia, estupro e feminicídio. A segunda é a formação de um grupo de estudos para integrar as bases de dados de segurança pública dos estados.

    Atualmente, o Codesul já realiza operações conjuntas, especialmente no combate ao tráfico de drogas. Entre os dias 2 e 5 de dezembro, ações integradas resultaram na incineração de mais de 114 toneladas de drogas e na apreensão de mais de 26 mil quilos de entorpecentes.

    Resultados e planejamento de longo prazo

    O encontro também apresentou os resultados recentes do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), instituição financeira que atende os quatro estados. Além disso, foi discutido o mapa de planejamento de longo prazo do colegiado, denominado Visão Regional 2040, que reúne 65 indicadores e metas para orientar políticas públicas conjuntas.

    Outro tema abordado foi a situação do setor leiteiro, considerado estratégico para a economia dos estados do Sul e que enfrenta desafios recentes. Representantes do setor participaram das discussões para apresentar diagnósticos e possíveis encaminhamentos.

    Histórico do Codesul

    Criado em 1961, o Codesul reúne os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e, desde 1992, o Mato Grosso do Sul. O conselho tem como objetivo promover o desenvolvimento regional, reduzir desequilíbrios e fortalecer a atuação conjunta em temas de interesse comum. Ao longo das décadas, o colegiado tem atuado em áreas como infraestrutura, segurança, desenvolvimento econômico e integração administrativa.

    Participantes

    Além dos governadores e vice-governadores, o evento contou com a presença de secretários estaduais, representantes do BRDE, autoridades do Judiciário, dirigentes de empresas públicas e lideranças de setores econômicos. A participação ampla reflete o caráter multissetorial das pautas tratadas pelo Codesul e a intenção de fortalecer a cooperação entre os estados em temas estratégicos para a região.

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  • A situação de Zezé di Camargo

    A situação de Zezé di Camargo

    A situação de Zezé di Camargo

    O clima ao redor de Zezé di Camargo mudou drasticamente nos últimos dias, e o cantor sertanejo vive um dos momentos mais turbulentos de sua carreira recente. A polêmica começou quando ele fez críticas duras ao SBT e às filhas de Silvio Santos, o que desencadeou uma reação em cadeia que ainda não terminou.

    O especial cancelado e a troca por Chaves

    O estopim da crise foi a decisão do SBT de retirar do ar o especial É Amor, tradicionalmente exibido no fim do ano. Mesmo após o pedido de desculpas do cantor, a emissora manteve a substituição e escalou um episódio inédito de Chaves para ocupar o horário — decisão que foi celebrada nas redes sociais e tratada como um recado claro de afastamento.

    Repercussão negativa nas redes

    Nas plataformas digitais, o posicionamento do público foi majoritariamente crítico. As falas de Zezé foram classificadas como desrespeitosas e inadequadas, gerando uma onda de reprovação que rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados. Embora exista um grupo menor que defenda o cantor, a percepção geral é de desgaste.

    Cancelamento de shows

    A crise ultrapassou o universo televisivo. Um show que Zezé faria em São José do Egito (PE) foi oficialmente cancelado pela prefeitura após a repercussão negativa. O evento, que teria cachê de alto valor, foi descartado sob a justificativa de preservar a imagem do município. Até o momento, esse é o único cancelamento confirmado, mas o episódio acendeu um alerta entre contratantes.

    O especial de Zezé Di Camargo foi substituído pelo programa do Chaves.

    Zezé está “persona non grata” no SBT?

    Embora o SBT não tenha usado esse termo oficialmente, o comportamento da emissora indica um afastamento evidente. O cancelamento do especial, a falta de sinalização de reaproximação e o desconforto interno relatado por colunistas sugerem que o cantor perdeu espaço e prestígio dentro da casa. Na prática, ele vive uma situação muito próxima ao status de “não bem-vindo”.

    Um momento decisivo na carreira

    Zezé de Camargo, que sempre transitou com desenvoltura entre a música e a televisão, agora enfrenta um cenário de incertezas. A repercussão negativa, o cancelamento de projetos e a pressão pública colocam o cantor em uma posição delicada, exigindo cautela e reconstrução de imagem.

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  • Rodoferroviária prevê movimento de 500 mil pessoas no terminal para as festas de fim de ano

    Rodoferroviária prevê movimento de 500 mil pessoas no terminal para as festas de fim de ano

    Rodoferroviária prevê movimento de 500 mil pessoas no terminal para as festas de fim de ano

    As festas de Natal e de Ano Novo, junto com o período de recesso de fim de ano, devem provocar movimento intenso na Rodoferroviária nos próximos dias. São esperados, entre 18/12 e 31/12, 363 mil embarques e desembarques de ônibus, alta de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. Incluindo os passeios de trem da Serra Verde Express, que opera a rota ferroviária entre Curitiba e Morretes, e a circulação geral no terminal, a estimativa é que 500 mil pessoas passarão pelo local no período, segundo o administrador da Rodoviária, Élcio dos Anjos.

    “Em relação aos dias normais, teremos um aumento de 50% no movimento na Rodoferroviária. Além do pessoal que vai viajar, de trem e de ônibus, temos um grande número de pessoas que circulam no terminal, que vão comprar passagens, utilizar serviços, frequentar o comércio do terminal”, disse.

    Natal

    A previsão do terminal é que ocorram 97 mil embarques entre 18/12 e 24/12. Outros 95 mil passageiros devem desembarcar em Curitiba no período.

    O Interior do Paraná lidera a lista de destinos de embarques, concentrando 45% das viagens. Na sequência aparecem Santa Catarina (18%), Litoral do Paraná (15%), São Paulo (12%), Rio Grande do Sul (4%), Rio de Janeiro (3%) e outros destinos (3%). A estimativa é de que 2,7 mil ônibus deixem Curitiba nesse período.

    O movimento começa a se intensificar a partir do dia 18, com previsão de 10,8 mil embarques, chegando ao pico nos dias seguintes: 18,2 mil (19/12), 16 mil (20/12), 14,5 mil (21/12), 12,5 mil (22/12), 15,5 mil (23/12) e 9,5 mil no dia 24/12.

    Esta  costuma ser a época de maior demanda por viagens de ônibus em todo o Brasil.

    Ano Novo

    Para o Ano Novo, o grande movimento está concentrado nos embarques, principalmente para o Litoral do Paraná e Santa Catarina. A projeção é que, entre 25/12 e 31/12, 116 mil pessoas deixem a capital pela Rodoviária em 3.250 ônibus. Outras 55 mil devem desembarcar na cidade.

    O Litoral do Paraná é o principal destino, com 40% das viagens, seguido por Santa Catarina, com 22%, Interior do Paraná, com 18%, São Paulo, com 10%. Rio de Janeiro, com 4%, Rio Grande do Sul, com 3% e outros, com 3%.

    A previsão é que 13,5 mil pessoas deixem Curitiba já no dia de Natal (25/12). Nos dias seguintes são esperados 22,5 mil (26/12); 21,3 mil (27/12); 15,8 mil (28/12); 15 mil em (29/12); 17,1 mil (30/12) e 10,8 mil (31/12). Segundo Élcio dos Anjos, haverá, no período, reforço no atendimento à população com operações de agentes de trânsito nas áreas internas, bem como nos acessos ao terminal rodoviário, aumento no efetivo da Guarda Municipal, principalmente nas entradas do terminal, e fiscalização de táxi.

    As linhas de ônibus que dão acesso ao terminal terão veículos de reserva à disposição da fiscalização em caso de necessidade.

    Estação desativada

    Quem for utilizar o transporte coletivo para chegar à Rodoviária, no entanto, deve ficar atento, porque por conta de obras do BRT Leste/Oeste, a estação-tubo Rodoferroviária, na Avenida Presidente Affonso Camargo, está desativada temporariamente. Durante as obras, as linhas de biarticulados 302-Centenário/Rui Barbosa, 303-Centenário/Campo Comprido e C01-Pinhais/Rui Barbosa estão sendo desviadas temporariamente para a via lenta. Os passageiros têm como alternativas as estações próximas – Mariano Torres e Viaduto Capanema.

    Na Rodoferroviária, o sistema de áudio emite avisos aos viajantes sobre a desativação e informa as alternativas para quem for usar o transporte coletivo. A linha 385- Cristo Rei também atende a região da Rodoferroviária.

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