Categoria: DESTAQUES

  • Curitiba quer dar um basta em flanelinhas

    Curitiba quer dar um basta em flanelinhas

    Curitiba quer dar um basta em flanelinhas

    “O cidadão não pode ser ameaçado ou extorquido para exercer um direito básico que é estacionar em via pública”, afirma o vereador Renan Ceschin (Pode), que apresentou, nesta semana, na Câmara Municipal de Curitiba (CMC), um projeto de lei que cria o Disque anti-flanelinha. A ideia é que o canal oficial receba denúncias de práticas ilegais relacionadas à cobrança por estacionamento em espaços públicos da cidade.

    A proposta busca enfrentar situações recorrentes de constrangimento, intimidação e extorsão envolvendo flanelinhas, especialmente em vias públicas, parques e no entorno de grandes eventos, como jogos e shows

    Segundo o autor, muitos cidadãos se sentem coagidos a pagar valores indevidos para estacionar em locais públicos, mesmo sem qualquer respaldo legal, o que reforça a necessidade de um instrumento institucional para registro e encaminhamento das denúncias.

    Ao propor a criação do Disque anti-flanelinha, o vereador Renan Ceschin estipula que o canal de denúncia será regulamentado pelo Poder Executivo, que ficará responsável por definir os canais de atendimento, os fluxos de encaminhamento das denúncias e a atuação dos órgãos competentes para fiscalização e aplicação das medidas cabíveis. 

    O texto prevê que o serviço funcione em plataforma digital, com acesso pelo site oficial do Município e por aplicativo para dispositivos móveis.

    Flanelinhas cobram por “proteção” em estacionamentos de espaços públicos.

    Disque anti-flanelinha será regulamentado pela Prefeitura

    As denúncias poderão ser realizadas de forma identificada ou anônima, com garantia de sigilo das informações. O objetivo, conforme a justificativa da proposta, é oferecer um meio seguro e acessível para que a população possa relatar cobranças ilegais, ameaças, reserva indevida de vagas e outras formas de abuso associadas ao uso do espaço público para estacionamento, diz o vereador na justificativa do projeto de lei.

    Renan Ceschin alerta, na proposição, que as mulheres estão entre as principais vítimas desse tipo de abordagem. “Recebo relatos frequentes de mulheres que se sentem intimidadas, ameaçadas e até com medo de reagir quando são cobradas de forma abusiva por flanelinhas. Muitas acabam pagando por receio de sofrer represálias”, afirma. Segundo ele, “o Disque anti-flanelinha é uma ferramenta de proteção, para que essas mulheres não fiquem sozinhas e tenham um canal seguro para denunciar esse tipo de situação”.

    O parlamentar também ressalta que a centralização das denúncias em um único canal oficial pode contribuir para uma atuação mais rápida e eficiente do poder público, permitindo o monitoramento das ocorrências e o direcionamento das ações de fiscalização e segurança urbana. O projeto de lei foi protocolado no dia 19 de janeiro de 2026 e está em tramitação na Câmara de Curitiba, tendo sido autuado e encaminhado para as instruções técnicas, depois das quais seguirá para as comissões temáticas.

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  • Câmeras de particulares passam a integrar a muralha digital de São José dos Pinhais

    Câmeras de particulares passam a integrar a muralha digital de São José dos Pinhais

    Câmeras de particulares passam a integrar a muralha digital de São José dos Pinhais

    A Muralha Digital, sistema de monitoramento por câmeras de São José dos Pinhais, acaba de entrar em sua terceira fase de desenvolvimento. A novidade permite que cidadãos e empresários integrem suas câmeras de segurança particulares à rede da Guarda Municipal, ampliando significativamente a cobertura e a capacidade de resposta às ocorrências em tempo real.

    Com a adesão voluntária, as imagens captadas pelos equipamentos instalados em residências e comércios poderão ser visualizadas diretamente pela central de monitoramento da prefeitura, auxiliando na identificação de delitos e fortalecendo a segurança nos bairros.

    Para participar, basta acessar o link clicando aqui e preencher o pré-cadastro. A expectativa é incorporar, nesta nova etapa, cerca de 500 câmeras cidadãs ao sistema.

    O diretor do Departamento de Tecnologia e Monitoramento da Guarda Municipal, Andreo Mencato, explicou que as câmeras a serem integradas são as que estiverem voltadas para a rua. “As câmeras internas de comércios e imóveis não serão integradas à muralha para, obviamente, preservar a privacidade dos cidadãos. O objetivo é integrar imagens que ajudem no monitoramento dos bairros, ruas e vias”, disse.

    Desde sua implantação, em agosto de 2023, a Muralha Digital tem se consolidado como uma ferramenta estratégica no combate ao crime e na promoção da segurança em São José dos Pinhais. 

    Câmeras instaladas em casas, comércio e condomínios poderão fazer parte da muralha digital de São José dos Pinhais.

    Equipado com câmeras modernas, o sistema identifica situações como furtos e roubos, além de contribuir para a preservação ambiental, ao flagrar também descartes irregulares de lixo e até abandono e maus tratos a animais.

    O sistema de monitoramento possui, atualmente, 1050 câmeras espalhadas por pontos estratégicos da cidade. Desse total de equipamentos, mais de 660 estão instalados em unidades de ensino. 

    “Uma das iniciativas que mais me orgulha na nossa gestão é a Muralha Digital. Temos câmeras instaladas em escolas e Centros Municipais de Educação Infantil, com o objetivo de garantir a segurança dos nossos estudantes e das nossas crianças, além de trazer mais tranquilidade para as famílias. Nosso município é extenso territorialmente, e por isso estamos trabalhando para ampliar ainda mais essa rede de proteção. E sabemos que, com a participação da sociedade civil, vamos conseguir expandir essa cobertura de forma ainda mais eficiente. Juntos, poder público e população, conseguimos construir uma cidade mais segura para todos.” disse a Prefeita Nina Singer.

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  • “Conselho de Paz” e a personalização do poder

    “Conselho de Paz” e a personalização do poder

    “Conselho de Paz” e a personalização do poder

    A iniciativa de Donald Trump de criar um chamado “Conselho de Paz” mundial expõe uma contradição fundamental: em vez de representar um esforço coletivo pela paz, o projeto revela-se como uma tentativa de institucionalizar um poder pessoal acima das regras multilaterais.

    Poder condicionado ao dinheiro

    A participação nesse Conselho depende de um aporte financeiro bilionário, o que transforma a adesão em um privilégio reservado a países ricos. Além disso, os que contribuírem mais podem estender seus mandatos e obter exceções de obrigações. Essa lógica cria um sistema em que o peso político é diretamente proporcional ao poder econômico, excluindo grande parte do mundo em desenvolvimento e reforçando desigualdades estruturais.

    Centralização na liderança de Trump

    O desenho institucional concentra poderes extraordinários na presidência inaugural de Trump. Ele teria a prerrogativa de convidar ou excluir países, interpretar estatutos e modificar regras conforme sua conveniência. Em vez de um espaço de cooperação entre Estados soberanos, o Conselho se configura como uma estrutura dependente da vontade de um único líder.

    Contradição entre nome e prática

    Chamar de “Conselho de Paz” uma instituição que privilegia interesses econômicos e concentra poder pessoal é uma contradição evidente. A paz, nesse modelo, deixa de ser um objetivo universal e passa a ser condicionada à capacidade financeira e ao alinhamento político com a liderança central.

     

    Ele quer ser o rei do mundo!

    ONU versus Conselho de Paz

    A comparação entre a fundação da ONU em 1945 e a proposta atual de Trump evidencia o contraste entre dois momentos históricos e duas concepções de poder internacional.

    ONU (1945):

    • Nasceu após a Segunda Guerra Mundial, em meio à necessidade de reconstrução e de evitar novos conflitos globais.
    • Baseou-se na Carta das Nações Unidas, que consagra princípios como a igualdade soberana dos Estados, a cooperação internacional e a busca pela paz coletiva.
    • A adesão foi universal, sem barreiras financeiras, permitindo que países grandes e pequenos tivessem voz.
    • Estrutura descentralizada, com Assembleia Geral e Conselho de Segurança, equilibrando poder entre diferentes blocos.

    Conselho de Paz (Trump):

    • Surge em um contexto de desconfiança em relação ao multilateralismo e de tentativa de substituir instituições tradicionais.
    • Fundamenta-se em critérios econômicos: só países capazes de pagar podem participar.
    • Concentra poder em uma liderança única, com prerrogativas que ultrapassam qualquer modelo multilateral.
    • Em vez de universalidade, promove exclusividade, transformando a paz em uma mercadoria de alto custo.

    O “Conselho de Paz” não é apenas uma alternativa à ONU: é um projeto que revela a tentativa de Donald Trump de usar sua posição de governante para institucionalizar um poder pessoal acima das regras multilaterais. Ao transformar a paz em um privilégio financeiro, a iniciativa contradiz os princípios básicos da diplomacia internacional e ameaça o equilíbrio construído desde 1945.

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  • Enamed: veja as notas das faculdades de medicina no Brasil

    Enamed: veja as notas das faculdades de medicina no Brasil

    Enamed: veja as notas das faculdades de medicina no Brasil

    Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Saúde (MS) divulgaram, nesta segunda-feira, 19 de janeiro, a análise dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed)2025. O Enamed é a modalidade do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para os cursos de medicina e permite o aproveitamento de seus resultados nos processos seletivos de programas de residência médica. Os resultados apresentados referem-se aos 351 cursos de medicina que participaram do Enamed 2025. Desses, 304 pertencem ao Sistema Federal de Ensino, que inclui as instituições públicas federais e as instituições privadas. Os demais são regulados pelos sistemas estaduais. Os resultados finais dos cursos avaliados estão disponíveis aqui. 

    Os resultados individuais dos participantes do Enamed foram divulgados no dia 12 de dezembro de 2025. Os candidatos são classificados conforme os critérios adicionais estabelecidos no edital do Exame Nacional de Residência (Enare). A nota final será divulgada em 21 de janeiro de 2026. 

    De acordo com a análise, dos 304 cursos de medicina de instituições de educação superior públicas federais e privadas que participaram do Enamed, 204 (67,1%) alcançaram conceito 3 a 5 do Enade, considerados satisfatórios. Outros 99 cursos (32%) obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — menos de 60% dos seus estudantes apresentaram desempenho considerado adequado no Enamed — e passarão por ações de supervisão da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC. 

    O ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o papel do Enamed como um instrumento de diagnóstico da formação médica no país, mostrando as instituições que estão tendo um bom desempenho e que precisam melhorar. Para ele, é fundamental que os médicos tenham uma boa formação para garantir o atendimento dos cidadãos nos hospitais, postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). “Há uma grande preocupação nos ministérios da Educação e da Saúde em assegurar que os cursos oferecidos aos alunos brasileiros possam garantir a qualidade da formação médica nesse país, até porque são profissionais que cuidam da vida das pessoas”. 

    Santana destacou que os resultados do Enamed mostraram que 85% dos cursos municipais foram considerados insatisfatórios. Também ressaltou que mais de 80% dos cursos superiores de medicina no Brasil são oferecidos por instituições de ensino superior privadas e que instituições que cobram mensalidade dos alunos devem apresentar qualidade no ensino. “O que estamos avaliando é se os cursos têm uma boa infraestrutura, se eles têm monitoria, laboratório, se têm bons professores. E isso a gente só pode fazer avaliando os resultados e, também, dialogando com as instituições para que possam melhorar”, considerou.  

    Sobre as medidas aplicadas às universidades cujos concluintes não atingiram o nível mínimo de aprendizagem ao final do curso — como a supervisão ou a suspensão das graduações —, Santana destacou que nenhum aluno será prejudicado. Segundo ele, o objetivo “não é aplicar sanções ou penalidades intencionais a qualquer instituição, mas assegurar a formação de médicos de qualidade no Brasil”. 

    Ações de supervisão – Os cursos com conceito 1 e 2 pertencem a 93 instituições de educação superior e estão sujeitos a um processo de supervisão, com a aplicação de diferentes medidas cautelares, de forma escalonada, conforme o percentual de concluintes considerados proficientes. Quanto maior o risco ou ameaça ao interesse público e aos estudantes, mais graves serão as medidas adotadas.  

    Na faixa 1, oito cursos tiveram menos de 30% de concluintes proficientes e sofrerão suspensão de ingresso. Já os 13 cursos que tiveram o percentual de proficiência entre 30% e 40% terão redução de 50% da oferta de vagas. Na faixa 2, os 33 cursos com 40% a 50% de concluintes proficientes passam por redução de 25% das vagas.  

    Esses três primeiros grupos estão impedidos de ampliar vagas e terão suspensa a participação no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e em outros programas federais. 

    Os 45 cursos da faixa 2 que tiveram percentual de proficiência acima de 50% sofrerão apenas a proibição de aumento de vagas, sem medidas cautelares específicas adicionais, por ora. 

    Cabe à Seres dar ciência às instituições responsáveis por esses cursos acerca da instauração de um processo administrativo de supervisão, podendo a instituição se manifestar, no prazo de 30 dias, e requerer a concessão de prazo para saneamento das deficiências. As medidas devem durar até a publicação do Conceito Enade 2026. 

    Balanço – De acordo com o levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o exame avaliou 89.024 estudantes e profissionais de medicina, dos quais 75% obtiveram desempenho proficiente. Entre eles, 39.258 eram estudantes concluintes do curso. Desses, 67% tiveram proficiência. Já o público geral (49.766), que inclui médicos formados e inscritos no Exame Nacional de Residência (Enare), teve 81% dos participantes com proficiência.  

    Conceito Enade – Ao analisar a distribuição dos cursos por Conceito Enade, o levantamento mostra que um curso ficou sem conceito (SC) e teve menos de 10 estudantes avaliados. 

    Entre os cursos avaliados, 24 (7,1%) obtiveram conceito 1, com até 39,9% de estudantes proficientes. O conceito 2 foi atribuído a 83 cursos (23,6%), que apresentaram entre 40% e 59,9% de alunos proficientes. Já 80 cursos (22,7%) alcançaram o conceito 3, com percentuais entre 60% e 74,9%. 

    Na faixa superior, 114 cursos (33,0%) obtiveram conceito 4, com 75% a 89,9% de estudantes proficientes, enquanto 49 cursos (13,6%) alcançaram o conceito máximo, 5, ao registrar percentual igual ou superior a 90% de alunos proficientes. 

    Categoria administrativa – Na análise por categoria administrativa, 6.502 estudantes das instituições de educação superior federal foram avaliados, dos quais 83,1% dos estudantes de medicina alcançaram percentual de proficiência. Entre os estudantes de medicina das instituições estaduais, 86,6% dos 2.402 avaliados tiveram proficiência. Já as instituições de educação superior municipais tiveram 944 estudantes participantes no exame, dos quais 49,7% tiveram conceito proficiente.  

    As instituições privadas com fins lucrativos tiveram 15.409 estudantes participantes, sendo 57,2% deles com resultado proficiente no curso de medicina; e as instituições privadas sem fins lucrativos foram representadas por 12.960 estudantes, dos quais 70,1% alcançaram a proficiência.  

    Enare – O Enamed aprimora a seleção para a residência médica e unifica a avaliação do Enade e a prova teórica do Enare, otimizando o acesso à residência na área médica de acesso direto. O Exame Nacional de Residência é uma iniciativa que democratiza o acesso a residências médicas (acesso direto e com pré-requisitos), multiprofissional e em área profissional da saúde dos hospitais universitários federais, assim como de instituições públicas e privadas com e sem fins lucrativos que fizerem adesão. 

    Em 2025, o Enare contou com a participação de 262 instituições, um crescimento de 61,7% em relação com a edição de 2024, que teve 162 instituições participantes. Em 2022, o exame contava apenas com 92 instituições. O número de inscritos também aumentou, passando de 53.172 inscrições em 2024 para 87.035, em 2025, um crescimento de 63,7%. Esse percentual é muito maior ao comparar com a edição de 2022, quando o número de inscrições era de apenas 27.755, representando um crescimento de aproximadamente 213,6% no período. 

    Ao comparar com a oferta de residência médica, o crescimento do Enare é nítido. O número de programas passou de 790, em 2022, para 1.868, em 2025 — um aumento absoluto de 1.078 programas, um crescimento de aproximadamente 136,5% no período. 

    A evolução da série histórica segue no comparativo das ofertas de vagas de residência médica. Em 2025, foram ofertadas 7.197 vagas pelo Enare, enquanto, em 2024, o programa ofereceu 4.998. Ao comparar a última edição com a de 2022, que teve 2.682 vagas ofertadas, o crescimento no período representa 168,3%. 

    Enamed O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica será realizado anualmente, com início em 2025, e unificará as matrizes de referência e os instrumentos de avaliação no âmbito do Enade para os cursos de medicina e da prova objetiva de acesso direto ao Enare. O novo exame possui relevância estratégica nacional, no escopo da avaliação da formação médica no Brasil, e seus resultados impactam diretamente o Sistema Único de Saúde (SUS) e o ingresso de novos médicos no mercado de trabalho.  

    O MEC prospecta um ciclo de fortalecimento mútuo entre os exames. Para o ministério, o Enamed impulsiona o engajamento dos estudantes no Enade, tendo em vista que a nota pode servir como meio de ingresso em programas de residência médica de acesso direto. Isso tem impacto positivo para o Enare, visto que todos os concluintes dos cursos de medicina passarão a fazer a prova anualmente.  

    O novo resultado, baseado em padrões de desempenho, traz um aperfeiçoamento importante na avaliação desses cursos, permitindo que os cursos de medicina passem a ter resultados divulgados em uma escala interpretativa dos padrões de desempenho esperados ao final da graduação. Aliado à periodicidade anual, o formato permitirá o monitoramento da qualidade dos cursos de medicina ao longo dos anos.   

    A utilização dos resultados do Enamed para fins de acesso aos programas de residência médica garante maior interesse e engajamento dos estudantes na realização do exame e resultados mais fidedignos para avaliação dos cursos. Além disso, os resultados baseados em padrões de desempenho fornecem informações mais completas e passam a subsidiar melhor as políticas de regulação, supervisão, financiamento e indução da qualidade dos cursos. A periodicidade anual de realização do exame garante que todos os alunos passem pela prova, ampliando a amostra de estudantes avaliados e minimizando os riscos de resultados enviesados. Além de garantir que o ingresso na residência seja mais qualificado.  

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  • Sistema PIX apresenta falhas e deixa milhares sem acesso a pagamentos ou transferências

    Sistema PIX apresenta falhas e deixa milhares sem acesso a pagamentos ou transferências

    Sistema PIX apresenta falhas e deixa milhares sem acesso a pagamentos ou transferências

    O sistema de pagamentos instantâneos Pix apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (19), provocando falhas em diversos bancos e gerando milhares de reclamações de usuários em todo o país. 

    O problema afetou transferências e pagamentos em tempo real, com impacto imediato sobre consumidores e empresas.

    Segundo o Banco Central (BC), a instabilidade foi causada por um problema interno no Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), base central de dados que armazena as informações das chaves Pix.

    “As equipes técnicas atuaram na identificação e resolução da causa, e o Pix já está operando normalmente”, informou o BC em nota.

    De acordo com o site DownDetector, que monitora interrupções em serviços digitais, mais de 6 mil reclamações foram registradas por volta das 14h40, indicando uma falha de grande alcance e não restrita a uma instituição específica. 

    As queixas começaram a diminuir no fim da tarde, sugerindo a normalização do serviço.

    Bancos afetados

    O DownDetector apontou aumento simultâneo de reclamações em ao menos oito instituições financeiras, reforçando a avaliação de falha no sistema central. Entre os bancos citados pelos usuários estão:

    • Banco do Brasil;
    • Caixa Econômica Federal;
    • Itaú Unibanco;
    • Bradesco;
    • Santander;
    • Nubank;
    • Inter;
    • C6 Bank.

    Impacto imediato

    Além das transferências entre pessoas físicas, comerciantes relataram dificuldades para receber pagamentos e até problemas na recarga de equipamentos de cartão que dependem do Pix. Como principal meio de pagamento eletrônico do país, qualquer instabilidade no sistema gera efeitos imediatos sobre o comércio e os serviços.

    No início da noite, o volume de reclamações caiu para perto de zero, indicando que o sistema voltou a operar normalmente após a intervenção técnica do Banco Central.

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  • Veja como foi o resultado do do Enamed, que avaliou estudantes de medicina em todo o Brasil

    Veja como foi o resultado do do Enamed, que avaliou estudantes de medicina em todo o Brasil

    Veja como foi o resultado do do Enamed, que avaliou estudantes de medicina em todo o Brasil

    O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (19) os resultados do Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), uma prova criada para medir a qualidade dos cursos de Medicina no Brasil e o desempenho dos estudantes. O exame é considerado um marco porque funciona como instrumento de monitoramento e correção, garantindo que futuros médicos estejam preparados para atender a população.

    Principais resultados

    • Mais de 100 cursos receberam notas 1 e 2, consideradas insatisfatórias.
    • Cerca de 30% dos cursos avaliados terão punições, como suspensão de vagas e restrição ao Fies.
    • Entre os concluintes, apenas 67% demonstraram proficiência — ou seja, conhecimento suficiente para atuar na área. Quase 13 mil alunos não atingiram o nível esperado.

    Comparativo entre instituições

    • Universidades públicas federais: 87,6% dos cursos alcançaram notas altas (conceitos 4 e 5).
    • Universidades estaduais: 84,7% também ficaram entre os melhores desempenhos.
    • Instituições municipais: 87,5% dos cursos ficaram nas faixas mais baixas (1 e 2).
    • Privadas com fins lucrativos: 58,4% tiveram desempenho insatisfatório.
    • Instituições comunitárias e confessionais: quase metade dos cursos alcançou conceito 4.

    O que acontece agora

    • Cursos com conceito 1: suspensão total de novos alunos e exclusão de programas federais.
    • Cursos com conceito 2: redução de vagas e restrição ao Fies.
    • Outras penalidades incluem cortes de até 50% nas vagas e proibição de expansão.

    O que é o Enamed?

    O Enamed é uma avaliação anual aplicada pelo Inep que analisa tanto o desempenho dos estudantes quanto a qualidade dos cursos de Medicina. Ele se diferencia do Revalida (voltado para médicos formados no exterior) e busca garantir que os futuros profissionais tenham formação sólida e segura.

    Até o momento um ranking com todas as faculdades e seus respectivos rendimentos no exame, não foi divulgado.

    A divulgação de um ranking completo deverá afetar o mercado de ensino para cursos superiores em medicina e colocar em xeque profissionais formados em instituições de menor desempenho. E é justamente esta a grande força destes resultados, que poderão tirar do mercado faculdades que entregam profissionais pouco capacitados, ou forçar uma melhora nos cursos, capacitando os estudantes para exercerem a profissão a contento. Ao mesmo tempo deverá ocorrer um aumento na concorrência do curso em faculdades de melhor desempenho.

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  • Mette Frederiksen: A Europa não será chantageada

    Mette Frederiksen: A Europa não será chantageada

    Mette Frederiksen: A Europa não será chantageada

    A recente escalada de tensões entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE) trouxe à tona um dos maiores desafios diplomáticos e comerciais da atualidade. O presidente americano, Donald Trump, anunciou tarifas adicionais contra oito países europeus — incluindo Dinamarca, França, Alemanha e Reino Unido — como retaliação à oposição desses governos ao plano de anexação da Groenlândia. A resposta europeia foi imediata e contundente: “A Europa não será chantageada”, declarou a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen.

    O contexto da crise

    A Groenlândia, território autônomo ligado à Dinamarca, tornou-se alvo de disputa geopolítica. Trump justificou sua intenção de anexar a ilha alegando que “a paz mundial está em jogo” e que tanto os EUA quanto a China têm interesse estratégico na região ártica. Como reação, países europeus enviaram tropas para reforçar a segurança local, gesto que intensificou a tensão com Washington.

    Em resposta, Trump anunciou tarifas de 10% sobre produtos desses países a partir de fevereiro, com aumento para 25% em junho, caso a Dinamarca não aceite negociar a venda da ilha. A medida foi vista como uma tentativa de coerção econômica sem precedentes.

    A “bazuca comercial” da União Europeia

    Diante da ameaça, o presidente francês Emmanuel Macron solicitou a ativação do Instrumento contra a Coerção Econômica (ACI), apelidado de “bazuca comercial”. Criado em 2023, o mecanismo permite à UE retaliar países que tentem pressionar seus Estados-membros por meio de medidas comerciais ou financeiras.

    Entre as possíveis ações estão:

    • Tarifas adicionais sobre importações americanas.
    • Restrições ao investimento estrangeiro, impedindo empresas dos EUA de comprar ações em companhias europeias.
    • Bloqueio de participação em licitações públicas dentro do bloco.
    • Exigência de reparações financeiras por danos causados pela coerção.

    Segundo o eurodeputado alemão Bernd Lange, o objetivo principal do ACI é dissuadir pressões externas, mas a UE está preparada para agir caso seja necessário.

    Reações dentro da Europa

    Enquanto Macron defende uma resposta firme, outros líderes pedem cautela. O primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, alertou para os riscos de uma guerra comercial descontrolada. Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou que o bloco será “firme na defesa do direito internacional” e que a resposta será coordenada.

    Ursula von der Leyen afirma que a União Europeia defenderá a Groenlândia

    O primeiro-ministro irlandês Micheál Martin também reconheceu que o instrumento está “sobre a mesa”, mas defendeu que todas as vias diplomáticas sejam esgotadas antes de uma retaliação direta.

    Impactos econômicos

    O comércio entre EUA e UE ultrapassou US$ 1,8 trilhão em 2023, com um fluxo diário de US$ 5 bilhões em bens e serviços. A imposição de tarifas poderia afetar profundamente setores estratégicos, desde a indústria automobilística até o agronegócio. Estimativas apontam que a retaliação europeia poderia chegar a 93 bilhões de euros em tarifas contra os EUA.

    Além disso, há risco de congelamento de acordos recentes que reduziram tarifas e ampliaram investimentos bilaterais. Uma ruptura nesse nível teria repercussões globais, afetando cadeias de suprimentos e a estabilidade dos mercados.

    O simbolismo da Groenlândia

    Mais do que uma disputa territorial, a crise reflete a luta pela influência no Ártico. A Groenlândia possui vastos recursos naturais e posição estratégica para rotas marítimas. Para a UE, ceder à pressão americana significaria abrir mão de princípios fundamentais de soberania e integridade territorial.

    A União Europeia enfrenta um dilema: manter o diálogo para evitar uma guerra comercial ou aplicar sua “bazuca comercial” para mostrar que não aceitará coerção. Independentemente da decisão, a mensagem já foi dada: o bloco não será chantageado. A crise da Groenlândia pode se tornar um marco na afirmação da autonomia europeia frente às grandes potências, reforçando a ideia de que a soberania não está à venda.

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  • Londrina terá 150 câmeras do programa de monitoramento Olho Vivo

    Londrina terá 150 câmeras do programa de monitoramento Olho Vivo

    Londrina terá 150 câmeras do programa de monitoramento Olho Vivo

    Após a instalação de câmeras inteligentes no litoral paranaense, Londrina, na região Norte, começa a receber 150 dispositivos de monitoramento com Inteligência Artificial como parte do programa Olho Vivo, iniciativa do Governo do Estado realizada pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná com câmeras viabilizadas por meio da Secretaria das Cidades.

    Londrina já tem 34 câmeras instaladas como parte da fase 1 do programa, que prevê a implantação de até 1,5 mil equipamentos em todas as regiões do Estado no primeiro trimestre deste ano. Cerca de 430 câmeras provenientes desta etapa do programa já estão em pleno funcionamento em todo o Paraná.

    Desenvolvida para ampliar a efetividade das forças de segurança pública, uma plataforma integra câmeras inteligentes a softwares de reconhecimento de padrões, leitura automática de placas e sistemas de cruzamento de dados provenientes de diversas fontes, fortalecendo as estratégias de prevenção, investigação e combate ao crime.

    Somadas às 5 mil câmeras em funcionamento anteriormente ao programa e às 20 mil que serão viabilizadas pela fase 2, o Paraná terá 26,5 mil câmeras no total, operando de forma integrada com a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Guardas Municipais, aumentando a efetividade das ações das forças de segurança.

    O secretário estadual das Cidades, Guto Silva, pasta que recentemente disponibilizou R$ 400 milhões a fundo perdido para a fase 2 do programa para que os municípios possam aderir ao Olho Vivo e adquirir os equipamentos, falou sobre este avanço importante na segurança pública.

    “No Litoral, estamos vendo um sucesso dessa ferramenta, com apreensões e desmantelamentos de quadrilhas em que a inteligência artificial foi usada como aliada. A instalação dessas mais de 100 câmeras em Londrina permite, além do reconhecimento facial, da leitura de placas, antecipar crimes, porque identificam padrões fora do comum e acionam as forças policiais para poderem agir com celeridade”, disse Guto Silva.

    O secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, destacou o foco operacional e a integração do sistema. “O Olho Vivo leva a segurança pública para um novo patamar ao integrar câmeras inteligentes, leitura de placas e cruzamento de dados em tempo real. Com isso, a gente antecipa a resposta, direciona equipes com mais precisão e amplia a prevenção e a capacidade de investigação, protegendo melhor quem vive e circula em Londrina”, afirmou.

    A Londrina Iluminação é responsável por acompanhar a instalação da infraestrutura a partir da parceria entre município e Estado dentro do projeto municipal de Cidades Inteligentes e da fase 1 do Olho Vivo.

    RESULTADOS – No mês passado, o Governo do Estado avançou na implantação do Programa Olho Vivo no Litoral do Paraná com a instalação de 116 câmeras inteligentes de videomonitoramento em cinco municípios. A iniciativa integra o reforço da segurança pública durante o Verão Maior Paraná, período de alta temporada em que há um aumento expressivo no fluxo de moradores, turistas e visitantes.

    As câmeras foram instaladas em Guaratuba, Morretes, Paranaguá, Pontal do Paraná e Matinhos. Alguns números e casos ilustram o alcance do programa. No região, ocorreu a prisão de uma quadrilha especializada em roubo de pick ups, o desmantelamento de um ponto de venda de drogas em Pontal do Paraná e a prisão de um casal de estelionatários que agia na Região, entre diversos outros casos.

    Em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, onde foi realizada a fase de teste, com a implantação de 60 câmeras, foram resolvidos 49 casos com a ajuda do Olho Vivo no período de 18 de agosto do ano passado a 5 de janeiro deste ano.

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  • Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

    Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

    Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

    Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal The New York Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a “captura” do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam “mais um capítulo lamentável da contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial”.

    No texto, Lula critica o que classifica como ataques recorrentes de grandes potências à autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seu Conselho de Segurança. Segundo o presidente, “quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser exceção e passa a ser regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam ameaçadas”.

    Lula afirma ainda que a aplicação seletiva das normas internacionais compromete o sistema global.

    “Se as normas são seguidas apenas de forma seletiva, instala-se a anomia, que enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo”, escreveu.

    Para o presidente, “sem regras coletivamente acordadas, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas”.

    Democracia

    No artigo, Lula reconhece que chefes de Estado ou de governo, “de qualquer país”, podem ser responsabilizados por ações que atentem contra a democracia e os direitos fundamentais.

    No entanto, ressalta que “não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça”. Segundo ele, “ações unilaterais ameaçam a estabilidade em todo o mundo, desorganizam o comércio e os investimentos, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais”.

    O presidente afirma ser “particularmente preocupante” que essas práticas estejam sendo aplicadas à América Latina e ao Caribe.

    Segundo Lula, elas levam “violência e instabilidade a uma parte do mundo que busca a paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição ao uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos”.

    Ele destaca que, “em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos”.

    Ao tratar da região, Lula afirma que a América Latina e o Caribe, com mais de 660 milhões de habitantes, “têm seus próprios interesses e sonhos a defender”. Em um mundo multipolar, “nenhum país deveria ter suas relações externas questionadas por buscar a universalidade”.

    “Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos” e defende que “construir uma região próspera, pacífica e plural é a única doutrina que nos serve”.

    Agenda regional

    Lula também defende, no artigo, a construção de uma agenda regional positiva, capaz de superar diferenças ideológicas.

    “Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e ampliar o comércio dentro da região e com países de fora dela”, afirma. Segundo o presidente, “a cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas”.

    Sobre a Venezuela, Lula afirma que “o futuro do país, assim como o de qualquer outro, deve permanecer nas mãos de seu povo”.

    Apenas um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável”.

    Cooperação

    No texto, Lula diz ainda que o Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelanos para “proteger os mais de 1.300 quilômetros de fronteira compartilhada” e aprofundar a cooperação bilateral.

    Ao tratar da relação com os Estados Unidos, o presidente afirma que Brasil e EUA são “as duas democracias mais populosas do continente americano”. Segundo Lula, “unir esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir”.

    “Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.”

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  • Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    regulamentação de coworkings e centros de negócios digitais é o foco de projeto de lei em análise na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). Autor da iniciativa, o vereador Tico Kuzma (PSD) explica que o objetivo é “estabelecer parâmetros claros de funcionamento e integridade cadastral” para os espaços compartilhados de trabalho, um segmento em expansão.

    “O crescimento desse segmento, impulsionado por novas dinâmicas de trabalho e pela incorporação de serviços empresariais e administrativos em ambientes flexíveis, demanda balizas mínimas que assegurem segurança urbanística, qualidade do serviço, transparência nas relações com o usuário e cooperação responsável com o poder público”, reforça Kuzma. 

    A justificativa da proposição destaca, entre outros pontos, que a regulamentação enfrenta o desafio da integridade cadastral, coíbe a prática irregular de estabelecimentos cuja atuação se limite ao fornecimento de endereço ou domicílio fiscal sem a efetiva prestação de serviços e preserva a natureza contratual do vínculo como prestação de serviços, “de modo a evitar a indevida caracterização de locação ou sublocação pelo simples uso de endereço”. (005.00767.2025).

    O projeto define coworkings e centros de negócios digitais como empreendimentos que disponibilizam infraestrutura física ou digital de apoio a atividades empresariais e administrativas, mediante remuneração e com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) compatível. Para operar em Curitiba, esses espaços deverão obter alvará de localização e funcionamento, além de observar normas de acessibilidade e de prevenção contra incêndio, entre outras exigências aplicáveis ao tipo de instalação.

    Conforme o texto legislativo, são obrigações mínimas dos empreendimentos: estarem aptos à recepção de pessoas e de correspondênciasregistrarem e conservarem, por pelo menos cinco anos, as informações cadastrais essenciais dos usuários, como razão social/nome, CNPJ/CPF, endereço, dados do responsável legal e do contador, quando houver, na forma da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); manterem política de integridade cadastral que coíba uso indevido do endereço; e cooperarem com o poder público em casos de investigação administrativa ou judicial que envolvam o uso do endereço.

    O texto também prevê a comunicação formal ao Poder Executivo em caso de rescisão contratual ou suspeita de uso indevido do endereço, medida que, segundo a proposição, não transfere ao empreendimento atribuições fiscalizatórias, “limitando-se ao dever de colaboração e boa-fé objetiva”. Para facilitar a comunicação de irregularidades, a administração municipal poderá disponibilizar um canal eletrônico oficial.

    No caso dos usuários dos espaços compartilhados de trabalho, a proposta de lei elenca os seguintes deveres: manterem atualizados seus cadastros e registros oficiais junto aos órgãos competentes, comunicando à Prefeitura, no prazo máximo de 30 dias, qualquer alteração; fornecerem documentos mínimos necessários à qualificação cadastral; usarem o endereço para fins lícitos e compatíveis com a atividade declarada; comunicarem ao empreendimento alterações cadastrais, societárias, de atividade econômica principal ou endereço operacional, no prazo máximo de 30 dias; cooperarem com o empreendimento e com o poder público em casos de investigação administrativa ou judicial que envolvam o uso do endereço.

    Em caso de descumprimento das regras, o projeto institui um regime de sanções graduais, após processo administrativo, que inclui advertência, multa no valor de R$ 2 mil, suspensão do alvará de funcionamento, seguida de cassação. A matéria foi protocolada no fim de novembro e, para ser levada à votação em Plenário, depende da discussão nas comissões da Câmara de Curitiba. Caso aprovada pelos vereadores e sancionada pelo Executivo, a lei começa a valer 120 dias depois da publicação oficial.

    “O regime sancionatório proposto é gradual e proporcional, preservando a análise do caso concreto, a gravidade da conduta, a reincidência e a cooperação com a autoridade. A vacatio legis de 120 dias confere tempo razoável para adaptação de empreendimentos e usuários, reduzindo custos de transição e favorecendo a efetividade da norma”, finaliza o autor na justificativa da proposição.

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