A pedido da PGR Moraes concede prisão domiciliar para mulher que pichou estátua da Justiça no 8 de janeiro
A cidadã Debora Rodrigues dos Santos que pixou com batom a estatua da Justiça que está na frente do STF, durante os atos de 8 de janeiro de 2023 vai cumprir prisão domiciliar, segundo determinação do ministro Alexandre de Moraes (STF), após pedido da PGR.
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes aponta que Debora já cumpriu quase 25% exigidos de uma possível pena.
A defesa de Débora pediu ao Supremo que coloque a cabeleireira em liberdade. Consultada, a PGR opinou contra a soltura, mas sugeriu a prisão domiciliar até que o STF termine de analisar a denúncia.
Os argumentos da PGR pela prisão domiciliar são:
- o fato de Débora ter filhos menores de 12 anos;
- o encerramento das investigações da Polícia Federal sobre o caso.
Debora Rodrigues dos Santos em frente à Estatua da Justiça, pixada por ela.
Em depoimento à Justiça, já como ré, Débora classificou o próprio gesto como “ilegal”, disse que “feriu” o Estado Democrático de Direito e pediu perdão.
A cabeleireira é acusada pela Procuradoria-Geral da República de ter aderido ao movimento golpista para impedir a posse do presidente eleito.
Entre as provas apontadas pela PGR está a declaração da própria Débora de que se instalou no acampamento em frente ao QG do Exército, em Brasília, na véspera dos atos golpistas do dia 8 de janeiro.
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