Categoria: BRASIL

  • Brasileira cai em desfiladeiro de 300 metros, próximo a vulcão

    Brasileira cai em desfiladeiro de 300 metros, próximo a vulcão

    Brasileira cai em desfiladeiro de 300 metros, próximo a vulcão

    Uma brasileira de 26 anos, identificada como Juliana Marins, natural de Niterói (RJ), sofreu um grave acidente durante uma trilha guiada no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia. O Monte Rinjani é o segundo vulcão mais alto do país, com 3.726 metros de altitude, e está localizado na região conhecida como Anel de Fogo do Pacífico, famosa por sua intensa atividade sísmica e vulcânica.

    Juliana estava em viagem pelo Sudeste Asiático desde fevereiro deste ano, passando por países como Vietnã, Filipinas e Tailândia, antes de chegar à Indonésia. Ela contratou uma empresa local para realizar a trilha até o cume do Monte Rinjani, um destino popular entre turistas que buscam aventura e paisagens naturais impressionantes.

    O acidente ocorreu durante a madrugada de sábado, no horário local, o que corresponde ao início da noite de sexta-feira no Brasil. Segundo relatos de familiares e informações da embaixada brasileira em Jacarta, Juliana caiu de um trecho íngreme da trilha e deslizou cerca de 300 metros montanha abaixo, parando em uma área de difícil acesso, próxima a um precipício. Apesar de o acidente ter ocorrido nas encostas do Monte Rinjani, não há indícios de que ela tenha caído diretamente na cratera do vulcão, mas sim em uma área perigosa da trilha que contorna o vulcão.

    Desde então, Juliana permanece isolada no local da queda, aguardando resgate. De acordo com a irmã da vítima, Mariana Marins, Juliana está consciente, mas debilitada, com escoriações visíveis e sem forças para se mover. A situação se agravou com a chegada de chuva e neblina densa, o que dificultou ainda mais a operação de resgate. Imagens feitas por drones operados por turistas mostram Juliana imóvel, mas com sinais de vida, como movimentos leves dos braços e da cabeça.

    A comunicação com a família foi estabelecida por meio de turistas espanhóis que também faziam a trilha. Eles encontraram o perfil de Juliana em uma rede social e conseguiram entrar em contato com uma amiga em comum, que avisou a família. A partir daí, fotos e vídeos foram compartilhados para confirmar a identidade da jovem e informar sua localização exata.

    Juliana aguada consciente o resgate.

    A embaixada brasileira informou que uma equipe de resgate especializada foi acionada e está a caminho do local. No entanto, devido à localização remota e às condições climáticas adversas, o deslocamento até o ponto onde Juliana se encontra pode levar várias horas. Até o momento, os socorristas ainda não conseguiram alcançá-la. A última atualização indicava que o resgate seria feito mesmo durante a noite, apesar da visibilidade reduzida.

    A família de Juliana acompanha a situação com apreensão. Mariana relatou que a irmã está escorregando lentamente pela encosta, o que aumenta o risco de uma nova queda. Ela expressou preocupação com a demora no resgate e teme que Juliana não resista caso a operação não seja concluída rapidamente.

    O caso gerou comoção nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a segurança das trilhas em regiões de difícil acesso, especialmente para turistas estrangeiros. A embaixada brasileira segue em contato com as autoridades locais e com a empresa responsável pela trilha, buscando garantir que o resgate seja realizado com a maior urgência possível.

    Enquanto isso, amigos e familiares de Juliana mantêm a esperança de que ela seja resgatada com vida e receba os cuidados médicos necessários. A história da jovem publicitária, que embarcou sozinha em uma jornada pelo Sudeste Asiático em busca de experiências transformadoras, agora mobiliza esforços internacionais para garantir sua sobrevivência.

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  • Chuvas no Rio Grande do Sul em 2025: destruição se repete com intensidade crescente

    Chuvas no Rio Grande do Sul em 2025: destruição se repete com intensidade crescente

    Chuvas no Rio Grande do Sul em 2025: destruição se repete com intensidade crescente

    O Rio Grande do Sul enfrenta, mais uma vez, uma severa crise climática provocada por chuvas intensas que assolam o estado desde o início da semana. Até esta sexta-feira (20), a Defesa Civil confirmou três mortes, uma pessoa desaparecida, mais de 6 mil pessoas fora de casa e 98 municípios afetados. A situação atual remete a episódios semelhantes vividos em 2024, mas com agravantes que tornam o cenário ainda mais preocupante.

    Entre as vítimas fatais está Mauro Perfeito da Silva, de 72 anos, que morreu após uma árvore cair sobre seu carro em Sapucaia do Sul. Outras duas mortes ocorreram em Nova Petrópolis e Candelária, ambas regiões já castigadas por enchentes no ano anterior. Em Santa Tereza, um quarto óbito está sendo investigado, embora inicialmente classificado como acidente de trânsito.

    Além das perdas humanas, os impactos sociais são expressivos. Segundo o último boletim da Defesa Civil, 4.011 pessoas estão desalojadas — ou seja, precisaram deixar suas casas e buscar abrigo com familiares ou em hospedagens temporárias — e 2.005 estão desabrigadas, dependendo de abrigos públicos. Mais de 552 pessoas e 125 animais foram resgatados em operações de emergência.

    As regiões mais afetadas incluem a Fronteira Oeste, o Vale do Taquari, o Vale do Caí e a Serra Gaúcha. Municípios como Santa Maria, Alegrete, Candelária, Lajeado e Estrela enfrentam alagamentos severos, deslizamentos de terra, destruição de pontes e bloqueios em rodovias. Em Jaguari, a prefeitura decretou estado de calamidade pública, enquanto outras oito cidades já estão em situação de emergência.

    A comparação com 2024 é inevitável. Naquele ano, o estado também foi atingido por chuvas volumosas, com acumulados superiores a 300 mm em diversas regiões. Os mesmos rios que transbordaram em 2024 — como o Taquari, Jacuí, Ibicuí e Caí — voltaram a ultrapassar as cotas de inundação em 2025. A cidade de Canoas, por exemplo, revive o temor das enchentes, com milhares de moradores afetados e bairros inteiros isolados.

    Imagem mostra efeito de chuvas em Canoas – RS

    A diferença mais marcante entre os dois anos, segundo relatos de moradores e autoridades, está na intensidade e na frequência dos eventos extremos. Em Mata, na região central do estado, moradores afirmam que os estragos deste ano superam os do ano passado, com mais residências atingidas e estruturas públicas danificadas. A ponte entre Caxias do Sul e Nova Petrópolis, já fragilizada pelas enchentes de 2024, foi novamente comprometida pela força das águas.

    O governador Eduardo Leite declarou que o estado permanece em alerta máximo e que equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Brigada Militar estão mobilizadas para atender às ocorrências. Ele também destacou que, embora o volume de chuvas em 2025 seja menor que o registrado em maio de 2024, os danos são potencializados pela saturação do solo e pela fragilidade das infraestruturas já afetadas anteriormente.

    Com a previsão de mais chuvas nos próximos dias, especialmente nas regiões da Serra, Missões e Campanha, o estado se prepara para novos desafios. A Defesa Civil mantém alertas ativos e reforça a importância de que a população siga as orientações de segurança, evitando áreas de risco e respeitando os bloqueios viários.

    A repetição desse cenário em dois anos consecutivos acende um alerta sobre a urgência de políticas públicas voltadas à adaptação climática, revisão do planejamento urbano e investimentos em infraestrutura resiliente. O Rio Grande do Sul, mais uma vez, mostra que os eventos extremos deixaram de ser exceção — e passaram a ser parte da nova realidade climática brasileira.

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  • Crise no Judiciário: Moraes Parte para o Contra-Ataque

    Crise no Judiciário: Moraes Parte para o Contra-Ataque

    Crise no Judiciário: Moraes Parte para o Contra-Ataque

    O recente despacho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando a investigação do juiz Paulo Fernando de Brito Guerra, da 1ª Vara Criminal de Brasília, reacende o debate sobre a segurança jurídica e os limites da atuação judicial em casos relacionados aos atos do dia 8 de janeiro de 2023. O juiz havia concedido liberdade a um homem acusado de depredar o relógio histórico do Palácio do Planalto durante a invasão, contrariando decisões anteriores do STF que mantinham prisões preventivas de réus ligados aos ataques.

    A decisão de Moraes, que além de mandar investigar o magistrado, determinou a sua remessa à Corregedoria Nacional de Justiça, não é um episódio isolado. Ela se insere em um contexto mais amplo de polarização institucional, no qual decisões conflitantes entre instâncias do Judiciário produzem ruídos e incertezas sobre o alcance das normas e a previsibilidade das sentenças. A insegurança jurídica surge justamente desse cenário: o cidadão e a sociedade como um todo perdem a clareza sobre o que esperar do sistema de Justiça.

    O caso do réu envolvido na depredação do relógio — uma peça simbólica da sede do Executivo federal — ganhou notoriedade por envolver não só um bem público de grande valor histórico, mas também pela relação com um dos eventos políticos mais graves da história recente brasileira. Segundo a acusação, o homem é visto em vídeos praticando o vandalismo e confessou o ato. Moraes considerou que a soltura do réu representa “afronta direta” ao STF, que já havia decidido anteriormente pela manutenção da prisão.

    O ponto de tensão se estabelece, principalmente, pela alegada falta de jurisdição do juiz de primeira instância para rever a prisão de um réu que já respondia a processo na Suprema Corte. Moraes argumenta que a competência é exclusiva do STF e, nesse sentido, vê na conduta do juiz uma possível tentativa de enfraquecer a autoridade da Corte. O ministro também destacou que a decisão de soltura não se deu com base em novos elementos jurídicos, mas sim contrariando fundamentos já estabelecidos.

    Essa controvérsia traz à tona a necessidade de se discutir com maior profundidade o papel de cada instância no sistema judicial brasileiro, especialmente em momentos de crise institucional. A independência dos juízes é um princípio fundamental do Estado de Direito, porém essa independência não deve ser confundida com ausência de responsabilidade. O controle de decisões que desrespeitem competências e prejudiquem investigações sensíveis é essencial para o funcionamento harmônico dos Poderes.

    De outro lado, especialistas apontam que uma eventual criminalização de atos judiciais pode gerar efeitos contraproducentes. O temor de sofrer represálias pode levar magistrados a adotarem posturas mais conservadoras, prejudicando o dinamismo e a autonomia do Judiciário. A avaliação de que uma decisão judicial equivocada deve ser corrigida pelas vias recursais, e não por meio de procedimentos investigativos, também encontra respaldo em parte da doutrina jurídica.

    Em meio a esse impasse, Moraes mantém sua postura firme frente aos atos golpistas e na condução dos processos relacionados ao 8 de janeiro. Desde o início das investigações, tem adotado uma linha dura, com prisões preventivas, quebras de sigilo e bloqueios de bens. A determinação em preservar a ordem constitucional e responsabilizar os envolvidos tem sido vista como crucial para a reconstrução da confiança nas instituições.

    Porém, esse esforço esbarra no desafio de equilibrar o rigor com o respeito às garantias legais. Quando decisões judiciais passam a ser revistas por possíveis desvios de interpretação — e não por desvio de conduta — a linha entre controle e interferência se torna tênue. A insegurança jurídica, nesse contexto, não vem apenas da divergência entre decisões, mas da indefinição sobre os limites aceitáveis de atuação dos magistrados em diferentes esferas.

    A sociedade espera um sistema de Justiça coerente, previsível e alinhado com os princípios constitucionais. Para isso, é necessário que as instituições atuem com responsabilidade, respeito mútuo e clareza de competências. A investigação do juiz Paulo Guerra, se conduzida com equilíbrio e transparência, poderá oferecer não apenas um desfecho para o caso em si, mas também contribuir para o fortalecimento da segurança jurídica e da confiança no Judiciário. O episódio, mais do que uma disputa entre tribunais, pode ser uma oportunidade de aprimorar o funcionamento do sistema e reafirmar os compromissos com a legalidade, a democracia e a estabilidade institucional.

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  • STF determina prisão de ex-assessor de Bolsonaro

    STF determina prisão de ex-assessor de Bolsonaro

    STF determina prisão de ex-assessor de Bolsonaro

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (18) a prisão preventiva de Filipe Martins, ex-assessor especial da Presidência da República no governo Jair Bolsonaro. A decisão ocorreu no âmbito da investigação sobre uma possível tentativa de obstrução da Justiça relacionada à delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

    A medida também incluiu mandado de busca e apreensão contra o advogado Admar Gonzaga, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e integrante da equipe de defesa de Bolsonaro. Ambos são suspeitos de tentarem influenciar ou obter informações privilegiadas da delação de Cid, que colaborou com a Justiça no caso envolvendo a trama golpista investigada após os atos de 8 de janeiro.

    Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Martins teria mantido contato com a esposa de Mauro Cid com o objetivo de ter acesso às informações prestadas por ele às autoridades. O ex-assessor também teria sugerido que a delação fosse alterada ou negada, o que configuraria tentativa de interferência indevida no curso das investigações.

    A Polícia Federal cumpriu os mandados no Distrito Federal, e, de acordo com fontes próximas à investigação, há indícios de que o grupo agia de forma coordenada para tentar anular ou descredibilizar os depoimentos de Cid — que têm sido considerados peças-chave na apuração sobre uma possível conspiração para subverter o resultado das eleições de 2022.

    Filipe Martins foi uma figura próxima de Bolsonaro e ganhou destaque por suas posições ideológicas alinhadas à ala mais radical do bolsonarismo. Sua atuação nos bastidores do governo sempre chamou atenção por influenciar temas de política externa e por participar de articulações políticas junto à base conservadora.

    Ministro Alexandre de Moraes

    Admar Gonzaga, por sua vez, é apontado como articulador jurídico do ex-presidente. Apesar de não ter sido alvo de prisão, o advogado foi incluído na operação devido a indícios de sua suposta participação nas tentativas de acesso indevido aos autos da delação.

    A defesa dos investigados ainda não se manifestou oficialmente, mas fontes ligadas aos advogados indicam que consideram a decisão de Moraes “desproporcional” e estudam recorrer.

    A operação reforça a linha dura do STF no enfrentamento das tentativas de desestabilização institucional, especialmente no contexto das investigações sobre atos antidemocráticos e possível conspiração contra o Estado Democrático de Direito. Moraes tem reiterado em suas decisões que nenhuma tentativa de interferência no processo judicial será tolerada, sob pena de responsabilização criminal.

    Com a nova prisão, o cenário político em torno de Bolsonaro se complica ainda mais, evidenciando como aliados próximos ao ex-presidente continuam sendo alvo de investigações sensíveis. A delação de Mauro Cid, considerada ampla e detalhada, pode trazer ainda mais desdobramentos, à medida que as autoridades aprofundam a apuração de seus relatos.

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  • Dado o primeiro passo para criar a CPMI para investigar fraudes no INSS

    Dado o primeiro passo para criar a CPMI para investigar fraudes no INSS

    Dado o primeiro passo para criar a CPMI para investigar fraudes no INSS

    O presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), leu ontem (17) o requerimento que cria uma Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) para investigar as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    A leitura do pedido em sessão do Congresso Nacional é o primeiro passo para a instalação da CPMI. A próxima etapa é a indicação dos líderes partidários para compor o colegiado. O governo articula para ter os principais cargos da comissão: a relatoria e a presidência.

    Uma das indicações cogitadas pelo governo para presidir a CPMI é o senador Omar Aziz (PSD-BA). A relatoria deve ficar com um deputado. Por ser mista, a comissão é composta por deputados e senadores.

    A CPMI foi patrocinada pela oposição. As assinaturas foram articuladas pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela deputada Coronel Fernanda (PL-MT).

    A comissão mira investigar os descontos ilegais na folha de pagamentos de aposentados e pensionistas. O esquema foi revelado em 23 de abril após a Operação Sem Desconto da Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU).

    O rombo estimado é de mais de R$ 6 bilhões. Conforme as investigações, entidades de classe, como associações e sindicatos, realizavam os descontos sem autorização. A investigação trouxe indícios de que a fraude começou no governo Bolsonaro, mas os descontos nos benefícios do INSS atingiram cifras bilionárias em 2023, já no primeiro ano do governo Lula.

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  • Inscrições para concurso da Polícia Federal terminam hoje

    Inscrições para concurso da Polícia Federal terminam hoje

    Inscrições para concurso da Polícia Federal terminam hoje

    O prazo de inscrições para o concurso público da Polícia Federal termina às 18h (no horário de Brasília) desta terça-feira (17). O certame oferece 1 mil vagas nos cargos de delegado, perito criminal, escrivão, agente e papiloscopista.

    Os interessados devem se inscrever exclusivamente no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca organizadora.

    A taxa de inscrição varia conforme o cargo disputado. Para delegado e perito criminal, o valor é R$ 250. Para escrivão, agente e papiloscopista, a taxa é R$ 180.

    De acordo com o edital do processo seletivo, a data final para o pagamento da taxa de inscrição é 20 de junho.

    Ao solicitar a inscrição, o candidato deve informar o número do seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) e enviar, via upload, uma fotografia individual, tirada nos últimos 6 meses, em que necessariamente apareça a cabeça descoberta e os ombros.

    Os candidatos devem verificar, no endereço eletrônico do Cebraspe, das 10h de quarta-feira (18) às 18 horas de quinta-feira (19), se a foto encaminhada obedeceu rigorosamente às instruções do edital.

    Vagas

    As oportunidades da Polícia Federal estão distribuídas da seguinte forma: 120 vagas para delegados, 69 para peritos criminais, 630 para agentes, 160 para escrivães e 21 para papiloscopistas.

    O concurso exige dos candidatos curso superior e oferece salários iniciais que variam de R$ 14.164 a R$ 26,8 mil. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais para todos os cargos.

    Cotas

    Para concorrer aos 20% de vagas reservadas a pessoas negras, o candidato deve obedecer o quesito cor ou raça adotado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esses cotistas passarão pelo procedimento de heteroidentificação por uma comissão para verificar a identidade racial autodeclarada.

    O edital também reserva 5% do total das vagas para cada cargo do processo seletivo a pessoas com deficiência (PCD).

    O candidato com deficiência poderá requerer atendimento especializado no ato da inscrição tanto para o dia em que fará as provas, bem como para as demais fases do concurso, devendo indicar as condições que necessita.

    Os aprovados na inscrição serão convocados para passar pela avaliação biopsicossocial promovida por equipe multiprofissional do Cebraspe.

    Provas

    As provas objetivas e discursivas de caráter eliminatório e classificatório estão previstas para 27 de julho e serão aplicadas em todas as capitais e no Distrito Federal.

    Para mais informações acesse o edital público.

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  • Pix Automático a partir de hoje

    Pix Automático a partir de hoje

    Pix Automático a partir de hoje

    Com a promessa de substituir o débito automático e os boletos, o Pix automático entra em vigor nesta segunda-feira (16). Extensão do Pix, a ferramenta permite ao usuário autorizar pagamentos periódicos a empresas e prestadores de serviços, como microempreendedores individuais (MEI). O cliente autoriza uma única vez, com os débitos ocorrendo automaticamente na conta do pagador.

    Desde o fim de maio, o Pix automático está disponível para todos os clientes do Banco do Brasil. A maior parte das instituições financeiras, no entanto, só começa a oferecer o serviço nesta segunda.

    A ferramenta pretende beneficiar tanto empresas quanto consumidores. De acordo com o Banco Central (BC), o débito automático beneficiará até 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito.

    Para as empresas, a nova tecnologia facilitará a cobrança ao simplificar a adesão à cobrança automática. Isso porque, o débito automático exige convênios com cada um dos bancos, o que na prática só era possível a grandes companhias. Com o Pix automático, bastará a empresa ou o MEI pedir a adesão ao banco onde tem conta.

    Como funciona

    •     Empresa envia pedido de autorização de Pix automático a cliente

    •     No aplicativo do banco ou instituição financeira, o cliente acessa a opção “Pix automático”

    •     Lê e aceita os termos da operação

    •     Define a periodicidade da cobrança, o valor (fixo ou variável) e o limite máximo por transação

    •     A partir da data acordada, o sistema faz os débitos automaticamente

    •     Cobrança pode ser feita 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados

    •     Usuário pode cancelar autorização e ajustar valores e periodicidade a qualquer momento

    Tipos de contas

    O Pix automático só é válido para pessoas físicas como pagadoras e empresas ou prestadores de serviços como cobradores. O pagamento periódico entre pessoas físicas, como mesadas ou salários de trabalhadores domésticos, é feito por outra modalidade, o Pix agendado recorrente, obrigatório desde outubro de 2024.

    Algumas contas pagas com Pix automático

    •     Contas de consumo (luz, água, telefone)

    •     Mensalidades escolares e de academias

    •     Assinaturas digitais (streaming, música, jornais)

    •     Clubes de assinatura e serviços recorrentes

    •     Outros serviços com cobrança periódica

    Algumas empresas, principalmente micro e pequenas, usavam o Pix agendado recorrente para cobranças periódicas. O Pix automático promete simplificar as operações de cobrança.

    No Pix agendado recorrente, o pagador tinha de digitar a chave com a conta da empresa, o valor e a periodicidade da cobrança, o que poderia levar a erros e divergências. No Pix automático, o usuário receberá uma proposta de adesão, bastando confirmar a cobrança, podendo ajustar valores e a frequência dos pagamentos.

    Segurança

    O Pix automático traz alguns riscos de segurança. O principal são falsas empresas que enviam propostas de cobrança que irão para contas de terceiros. Para minimizar o risco de golpes, o BC editou uma série de normas para as empresas que aderirem ao Pix automático. 

    Bancos e instituições de pagamentos deverão checar uma série de informações das empresas, divididas em três eixos: dados cadastrais, compatibilidade entre a atividade econômica e o serviço ofertado no Pix automático e histórico de relacionamento com o participante. Para impedir fraudes por empresas recém-criadas, somente empresas em atividade há mais de seis meses poderão oferecer a nova modalidade do Pix.

    As regras de segurança que os bancos deverão checar são as seguintes:

    •     Data de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); situação cadastral dos sócios e administradores no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), e outras informações da empresa;

    •     Compatibilidade entre a atividade econômica e o serviço oferecido para o Pix automático;

    •     Quantidade de funcionários, valor do capital social e faturamento;

    •     Tempo de abertura da conta e uso de outros meios de cobrança;

    •     Frequência das transações com o participante.

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  • Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

    Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

    Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

    Hoje, 15 de junho, celebramos o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, uma data instituída pela ONU para alertar sobre os desafios enfrentados pelos idosos e a necessidade de protegê-los contra abusos físicos, psicológicos, financeiros e institucionais. A campanha Junho Violeta reforça a importância de debatermos esse tema e promovermos ações para garantir um envelhecimento digno e seguro.

    O Crescimento da População Idosa no Mundo e no Brasil

    O envelhecimento populacional é uma das transformações sociais mais significativas do século XXI. Em 2022, o mundo atingiu 8 bilhões de habitantes, dos quais 1,1 bilhão eram idosos com 60 anos ou mais, representando 13,9% da população global. As projeções indicam que, até 2070, esse número deve crescer para 2,63 bilhões, tornando os idosos o grupo etário majoritário.

    No Brasil, o aumento da população idosa é ainda mais expressivo. Em 1950, o país tinha 2,2 milhões de idosos, número que saltou para 31,5 milhões em 2022. Até 2025, estima-se que o Brasil terá 31,8 milhões de pessoas com mais de 60 anos, consolidando-se como a sexta maior população idosa do mundo. Esse crescimento exige adaptações nas políticas públicas, especialmente nas áreas de saúde, previdência e assistência social.

    A Violência Contra Idosos no Brasil e em Diversos Estados
    Infelizmente, o aumento da população idosa também vem acompanhado de um crescimento preocupante nos casos de violência. Em 2024, foram registradas 74.620 denúncias de violência contra idosos no Brasil. Nos primeiros três meses de 2025, o número de denúncias no Disque 100 chegou a 250 mil, um aumento de 140% em relação ao mesmo período de 2022.

    Os tipos de violência mais comuns incluem:

    – Violência física e psicológica, muitas vezes praticada por familiares.
    – Violência patrimonial, como fraudes financeiras e apropriação indevida de aposentadorias.
    – Negligência e abandono, que privam os idosos de cuidados essenciais.

    Em Minas Gerais, já foram registrados 51.701 casos de violência contra idosos em 2025, enquanto em Divinópolis, apenas nos primeiros cinco meses do ano, ocorreram 818 violações. No Grande ABC, a média mensal de denúncias é de 185 casos, totalizando 927 registros até maio.

    No estado do Paraná, os registros de violência contra idosos aumentaram 33,6% nos primeiros cinco meses de um ano recente, totalizando 628 denúncias via Disque Denúncia 181. Esse crescimento reflete a necessidade urgente de políticas públicas mais eficazes e de maior conscientização da população sobre a importância da denúncia.

    No Pará, uma média de 73 casos de violência contra idosos foi registrada por dia nos primeiros meses de 2025, totalizando 11.076 ocorrências de janeiro a maio. Além disso, 260 prisões foram efetuadas no estado apenas nos primeiros cinco meses do ano.

    No Maranhão, a violência patrimonial contra idosos tem sido um problema crescente. Entre janeiro e maio de 2025, foram registradas 81 denúncias** relacionadas a esse tipo de abuso. O Ministério Público aponta que 70% dos crimes contra idosos são cometidos por familiares.

    A Importância da Conscientização e da Denúncia

    A violência contra idosos muitas vezes ocorre dentro do próprio lar, tornando essencial que familiares, vizinhos e amigos fiquem atentos a sinais de abuso. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque 100, além de delegacias e órgãos de proteção aos direitos humanos.

    O Junho Violeta é um convite para que toda a sociedade reflita sobre o respeito e a dignidade dos idosos. Garantir um envelhecimento seguro e saudável é um dever coletivo, e falar sobre esse tema é o primeiro passo para combater a violência e promover mudanças efetivas.

    Se você conhece alguém que pode estar sofrendo abusos, não se cale. A denúncia pode salvar vidas e garantir que os idosos tenham o respeito e a proteção que merecem. 

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  • Autoridades brasileiras impedidas de sair de Israel após ataques ao Irã

    Autoridades brasileiras impedidas de sair de Israel após ataques ao Irã

    Autoridades brasileiras impedidas de sair de Israel após ataques ao Irã

    Na madrugada de sexta-feira (13 de junho), uma comitiva de autoridades brasileiras, incluindo o prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, foi surpreendida por alertas de segurança em Israel. O grupo, que estava no país para participar do evento Muni Expo/Muni Tour 2025, precisou se abrigar em bunkers após ataques israelenses contra o Irã e ameaças de retaliação.

    O espaço aéreo de Israel foi fechado por pelo menos três dias, impedindo a saída dos brasileiros. A situação gerou preocupação entre os familiares e autoridades no Brasil, que pressionam o governo por um plano de resgate.

    Quem são as autoridades brasileiras envolvidas?

    A delegação brasileira é composta por 18 autoridades municipais de 11 estados, incluindo prefeitos, vice-prefeitos e secretários de segurança pública. Entre os nomes confirmados estão:

    – Álvaro Damião, prefeito de Belo Horizonte (MG)
    – Cícero Lucena, prefeito de João Pessoa (PB)
    – Johnny Maycon, prefeito de Nova Friburgo (RJ)
    – Welberth Rezende, prefeito de Macaé (RJ)
    – Janete Aparecida, vice-prefeita de Divinópolis (MG)
    – Vanderlei Pelizer, vice-prefeito de Uberlândia (MG)
    – Márcio Lobato, secretário de Segurança Pública de Belo Horizonte (MG)
    – Davi Carreiro, chefe executivo da Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública do Rio de Janeiro (RJ).

    Além dos brasileiros, representantes de Argentina, Paraguai, Uruguai, Panamá, Guatemala e Colômbia também estavam no evento e enfrentam dificuldades para deixar Israel.

    Por que estavam em Israel?

    A viagem foi organizada pelo governo israelense, que convidou autoridades brasileiras para conhecer tecnologias de defesa e segurança pública. O evento Muni Expo/Muni Tour 2025, realizado pela Federation of Local Authorities, abordava temas como cibersegurança, energias renováveis, gestão de crises e infraestrutura urbana.

    Os participantes também visitariam uma feira de tecnologia, onde seriam apresentados softwares de monitoramento e câmeras de segurança avançadas. No entanto, devido ao conflito, a programação foi suspensa.

    O que aconteceu com a comitiva?

    Na madrugada de sexta-feira, sirenes de alerta foram acionadas, instruindo a população a buscar abrigo imediato. As autoridades brasileiras receberam mensagens de emergência em hebraico e foram levadas para um bunker em Kfar Saba, ao norte de Tel Aviv.

    O grupo permaneceu no bunker por cerca de 20 minutos, até receberem autorização para retornar aos quartos. No entanto, novos alertas de drones iranianos os obrigaram a voltar ao abrigo. Durante o dia, a delegação precisou se esconder três vezes devido à escalada dos ataques.

    Onde estão agora e o que pode acontecer?

    As autoridades brasileiras continuam presas em Israel, aguardando a reabertura do espaço aéreo. O governo brasileiro ainda não apresentou um plano de resgate, mas o **Itamaraty mantém contato com os grupos e monitora a situação.

    O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, afirmou que está buscando alternativas para deixar Israel por terra, indo para um país vizinho antes de retornar ao Brasil. A previsão inicial era de retorno no dia 20 de junho, mas agora depende da evolução do conflito.

    Especialistas acreditam que a tensão entre Israel e Irã não deve escalar para uma guerra total, o que pode facilitar a saída dos brasileiros nos próximos dias.

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  • Israel realiza novo ataque aéreo contra usina nuclear no Irã

    Israel realiza novo ataque aéreo contra usina nuclear no Irã

    Israel realiza novo ataque aéreo contra usina nuclear no Irã

    Na madrugada desta sexta-feira (13), forças militares israelenses realizaram um novo ataque aéreo contra a instalação nuclear de Natanz, no Irã. O governo israelense afirma que a ofensiva causou grandes danos à infraestrutura da usina, considerada um ponto estratégico no programa nuclear iraniano. O ataque ocorre em meio a tensões crescentes entre as duas nações, que há décadas disputam influência na região do Oriente Médio.

    A escalada do conflito

    Nos últimos meses, a troca de ataques entre Israel e Irã se intensificou, aumentando a preocupação da comunidade internacional sobre uma possível guerra em larga escala. Além dos bombardeios em território iraniano, Israel tem reforçado medidas defensivas contra possíveis retaliações. O Irã, por sua vez, acusa Israel de agressão e promete uma resposta proporcional.

    A rivalidade entre os dois países está marcada por interesses geopolíticos e estratégicos, que vão além de confrontos militares diretos. O Irã apoia grupos armados que atuam contra Israel, como o Hezbollah no Líbano e militantes em Gaza, enquanto Israel busca enfraquecer a presença iraniana na região.

    As raízes da disputa

    A tensão entre Irã e Israel remonta a décadas e tem raízes em divergências políticas, religiosas e territoriais. Antes da Revolução Islâmica de 1979, Irã e Israel mantinham uma relação diplomática estável. No entanto, com a ascensão do regime islâmico, o Irã passou a ver Israel como um inimigo e a apoiar movimentos contra sua existência.

    Além disso, a questão nuclear é um dos pontos centrais da disputa. Israel teme que o desenvolvimento nuclear iraniano possa resultar na produção de armas de destruição em massa, enquanto o Irã afirma que seu programa tem objetivos pacíficos.

    Há risco de guerra nuclear?

    A possibilidade de um conflito nuclear é uma das maiores preocupações globais. Embora ambos os países possuam capacidades militares avançadas, atualmente não há indícios de que o Irã já tenha desenvolvido uma arma nuclear. No entanto, ataques diretos a instalações nucleares e ameaças de retaliação aumentam os temores de que a situação possa sair do controle.

    Especialistas apontam que uma guerra nuclear ainda é improvável, dado que Israel e Irã têm consciência dos danos irreversíveis que esse tipo de conflito causaria. Além disso, há uma forte pressão da comunidade internacional para evitar qualquer escalada que envolva armas nucleares. Ainda assim, a intensificação das hostilidades pode levar a um confronto mais amplo, aumentando o risco de envolvimento de outras potências na região.

    O papel dos Estados Unidos

    Os Estados Unidos vêm desempenhando um papel crucial no conflito, sendo um dos principais aliados de Israel e impondo sanções severas ao Irã. Recentemente, Washington aumentou o suporte militar a Tel Aviv, fornecendo equipamentos e reforços estratégicos. No entanto, há também apelos diplomáticos para evitar um agravamento da situação, com tentativas de mediação por parte de alguns governos ocidentais.

    A influência dos EUA na disputa é um fator que pode tanto favorecer uma solução negociada quanto intensificar o conflito, dependendo dos desdobramentos políticos e militares nos próximos dias.

    Oportunismo

    Diante da escalada do conflito entre Israel e Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem pressionado Teerã a aceitar um acordo nuclear, utilizando a crise como ferramenta de negociação. Em declarações recentes, Trump alertou que os ataques contra o Irã “só vão piorar” caso um entendimento não seja alcançado, sugerindo que a devastação pode ser ainda maior se o país não ceder. Essa abordagem levanta questionamentos sobre até que ponto a administração americana está disposta a explorar a fragilidade iraniana para garantir um acordo favorável aos seus interesses estratégicos. Enquanto Washington busca consolidar sua influência na região, críticos apontam que essa postura pode intensificar ainda mais as tensões e dificultar uma solução diplomática duradoura.

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