Categoria: BRASIL

  • Lula na ONU: discurso firme, resposta calculada de Trump e o xadrez diplomático entre Brasil e EUA

    Lula na ONU: discurso firme, resposta calculada de Trump e o xadrez diplomático entre Brasil e EUA

    Lula na ONU: discurso firme, resposta calculada de Trump e o xadrez diplomático entre Brasil e EUA

    O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23), marcou um ponto de inflexão nas relações entre Brasil e Estados Unidos. Com palavras firmes e críticas veladas, Lula expôs a deterioração diplomática entre os dois países e sinalizou que o Brasil não se curvará a pressões externas — especialmente aquelas vindas da Casa Branca.

    Lula: soberania, democracia e recados indiretos

    Lula abriu a Assembleia com um discurso contundente, reafirmando o compromisso do Brasil com a democracia e condenando “sanções arbitrárias” e “intervenções unilaterais” que ameaçam a soberania dos países. Sem citar diretamente o presidente Donald Trump, Lula fez referência clara às tentativas de interferência estrangeira no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por planejar um golpe após perder as eleições de 2022.

    “A autoridade deste fórum está ameaçada diante da crescente pressão de forças antidemocráticas representadas por ataques à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais”, afirmou Lula, em trecho destacado pela imprensa internacional.

    O presidente também criticou a agressão ao Judiciário brasileiro e defendeu o devido processo legal que levou à condenação de Bolsonaro, aliado político de Trump.

    Trump: elogios estratégicos e convite ao diálogo

    Poucas horas após o discurso de Lula, Trump adotou um tom surpreendentemente brando. Em declaração à imprensa, afirmou que pretende se encontrar com Lula em breve e elogiou o presidente brasileiro como “um homem muito legal”, destacando uma “química excelente” entre os dois.

    A mudança de postura foi interpretada por analistas como uma tentativa de reaproximação. Trump, que até então mantinha distância e críticas veladas ao governo Lula, parece ter percebido que o Brasil não responderia às provocações — e que a retórica agressiva poderia isolar ainda mais os EUA no cenário latino-americano.

    Lula abre os trabalhos, sendo o primeiro a discursar, segundo tradição.

    Análise: gesto diplomático ou armadilha?

    A suavização do discurso de Trump não necessariamente representa uma mudança de posicionamento. Como já visto em episódios anteriores — como na relação com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky — elogios podem ser prelúdio de pressões políticas. Depois do episódio com o presidente ucraniano, todo o mundo sabe que Donald Trump não é confiável. Lula, experiente em negociações internacionais, parece ciente disso.

    A fala do presidente brasileiro, ao mesmo tempo firme e diplomática, reforça a ideia de que o Brasil exige respeito e reciprocidade nas relações bilaterais. Ao não ceder à lógica de submissão, Lula reposiciona o país como um ator soberano e estratégico no tabuleiro global.

    Repercussão internacional

    A imprensa estrangeira reagiu com atenção. O The Guardian destacou a “defesa apaixonada da democracia” feita por Lula. O New York Times apontou que Trump “ofereceu um ramo de oliveira” após o discurso mordaz do brasileiro. Já a Bloomberg classificou a fala como uma “provocação diplomática” que pode desencadear uma nova escalada entre Brasília e Washington.

    O que podemos esperar?

    O encontro entre Lula e Trump, se ocorrer, será mais do que uma reunião entre chefes de Estado. Será um teste de maturidade diplomática, onde elogios e acenos devem ser lidos com cautela. O Brasil, ao que tudo indica, não está disposto a aceitar imposições — e Lula deixou isso claro no palco mais simbólico da diplomacia mundial.

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  • Motta barra indicação de Eduardo Bolsonaro como líder da minoria e deputado pode ser cassado

    Motta barra indicação de Eduardo Bolsonaro como líder da minoria e deputado pode ser cassado

    Motta barra indicação de Eduardo Bolsonaro como líder da minoria e deputado pode ser cassado

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), rejeitou nesta semana a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para assumir a liderança da minoria na Casa. A decisão gerou repercussão imediata entre parlamentares da oposição, que viam na nomeação uma estratégia para proteger Eduardo de possíveis sanções por ausência prolongada. Motta justificou o veto alegando que o deputado está fora do país desde fevereiro, residindo nos Estados Unidos, sem ter comunicado formalmente sua ausência à presidência da Câmara, como exige o regimento interno.

    A liderança da minoria é um posto estratégico, responsável por representar os partidos que não compõem a base do governo. Além de orientar votações e participar de reuniões de líderes, o cargo exige atuação constante em plenário e nas comissões. 

    A ausência física de Eduardo Bolsonaro, portanto, inviabilizaria o exercício pleno dessas funções. Segundo Hugo Motta, a liderança não pode ser simbólica ou apenas protocolar, e requer presença efetiva para cumprir suas atribuições.

    Nos bastidores, a indicação de Eduardo foi interpretada como uma manobra para evitar que ele perdesse o mandato por excesso de faltas. Isso porque um ato da Mesa Diretora da Câmara, publicado em 2015, estabelece que ausências de líderes partidários em sessões deliberativas não geram efeitos administrativos, ou seja, não contam como faltas para fins de cassação. 

    A oposição tentou usar essa brecha para blindar o deputado, nomeando-o líder da minoria e, assim, protegendo-o das consequências de sua ausência prolongada. No entanto, esse benefício só se aplica a líderes que estejam exercendo suas funções de forma legítima e com autorização formal, o que não é o caso de Eduardo, que está fora do país sem justificativa oficial.

    Eduardo Bolsonaro.

    Com a rejeição da indicação, Eduardo Bolsonaro permanece como deputado federal, mas sua situação se torna delicada. O regimento da Câmara prevê que parlamentares que acumulam mais de um terço de faltas não justificadas nas sessões deliberativas podem ter o mandato cassado. Como ele está ausente desde fevereiro e não apresentou justificativas válidas, cresce a possibilidade de que sua conduta seja analisada pelo Conselho de Ética da Casa. Além disso, Eduardo enfrenta outras pressões políticas, como a denúncia por coação no curso do processo que investiga tentativa de golpe de Estado, e sua atuação nos Estados Unidos para buscar sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

    O que diz o ato que barrou a indicação?

    No parecer, o presidente Hugo Motta afirma o seguinte:

    “Não obstante ser o exercício do mandato inerentemente presencial, a função de Líder o é com ainda maior intensidade. A ausência física do parlamentar do país o impede de exercer prerrogativas e deveres essenciais à Liderança, tornando seu exercício meramente simbólico e em desacordo com as normas regimentais”.

    A decisão de Hugo Motta, portanto, não apenas barra uma tentativa de blindagem institucional, como também reacende o debate sobre os limites da atuação parlamentar e o uso de cargos estratégicos para fins pessoais. O futuro de Eduardo Bolsonaro na Câmara dependerá agora da avaliação jurídica e política sobre suas ausências e da disposição da Casa em aplicar as regras previstas no regimento.

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  • Pressão popular vira o jogo: Senado se mobiliza para enterrar PEC da Blindagem

    Pressão popular vira o jogo: Senado se mobiliza para enterrar PEC da Blindagem

    Pressão popular vira o jogo: Senado se mobiliza para enterrar PEC da Blindagem

    A Proposta de Emenda à Constituição conhecida como PEC da Blindagem, aprovada pela Câmara dos Deputados na última semana, enfrenta forte resistência no Senado após manifestações massivas em todo o país. O texto, que busca dificultar a abertura de processos criminais contra parlamentares, provocou indignação pública e levou senadores a reverem suas posições.

    O que diz a PEC da Blindagem

    A proposta estabelece que deputados e senadores só poderão ser processados criminalmente com autorização prévia de suas respectivas Casas Legislativas. Além disso, em caso de prisão em flagrante por crime inafiançável, o plenário decidiria em votação secreta se mantém ou não a prisão.

    Críticos apontam que a medida representa um retrocesso institucional, reabrindo brechas para a impunidade e enfraquecendo o combate à corrupção.

    Reações no Senado

    Após os protestos do último domingo (21), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Otto Alencar (PSD-BA), anunciou que a PEC será pautada nesta quarta-feira com o objetivo de enterrá-la definitivamente. Segundo ele, já há 18 votos contrários na CCJ, o que representa maioria absoluta no colegiado de 27 senadores.

    Manifestantes fazem protesto ao Masp, na Avenida Paulista, contra a PEC da Blindagem e o Projeto de Anistia em 21 09 2025.

    No plenário, 51 dos 81 senadores já se declararam contra a proposta, superando os 49 votos necessários para sua aprovação. O relator da matéria, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), também recomendou a rejeição integral do texto.

    Manifestações populares

    Mais de 80 mil pessoas tomaram as ruas de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador, exigindo o fim da PEC da Blindagem e do PL da Anistia, que busca perdoar envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. Artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil participaram dos atos, reforçando o tom democrático e cultural das manifestações.

    Repercussão internacional

    A imprensa estrangeira também destacou os protestos. O jornal britânico The Guardian descreveu os atos como uma “oposição massiva às tentativas da direita de proteger Bolsonaro da prisão”. A BBC e a Reuters ressaltaram a polarização política no Brasil e o papel da sociedade civil na defesa da democracia.

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  • São Paulo tem 42 mil pessoas em ato contra PEC da Blindagem e anistia

    São Paulo tem 42 mil pessoas em ato contra PEC da Blindagem e anistia

    São Paulo tem 42 mil pessoas em ato contra PEC da Blindagem e anistia

    Cerca de 42,4 mil pessoas se reuniram neste domingo (21) na avenida Paulista, na região central de São Paulo, para protestar contra a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a chamada PEC da Blindagem, que prevê exigência de autorização do Congresso para processar criminalmente deputados e senadores. A estimativa de público é do Monitor do Debate Político no Meio Digital, vinculado à USP (Universidade de São Paulo).

    Ao todo, 33 cidades tiveram atos, incluindo todas as capitais. Com críticas ao Congresso Nacional, os manifestantes exigiram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele já está condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa, entre outros crimes.

    Convocadas pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ligados ao PSOL e PT, as manifestações contaram com a presença de sindicatos, grupos estudantis, artistas e movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), além de outros partidos de esquerda e centro-esquerda.

    São Paulo (SP), 21/09/2025 Manifestantes participam de ato contra a PEC da Anistia e da Blindagem, no MASP. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Ato no Masp teve críticas aos parlamentares do Congresso favoráveis à anistia de Jair Bolsonaro. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
     

    Reginaldo Cordeiro de Santos Júnior é professor universitário no curso de Serviço Social e esteve na Paulista. Não mora em São Paulo, mas aproveitou que tinha um compromisso na cidade e antecipou a vinda especialmente para participar da manifestação.

    Ato reuniu cerca de 42 mil pessoas na avenida Paulista, de acordo com cálculos do Monitor do Debate Político no Meio Digital Foto – Paulo Pinto/Agência Brasil

    “Nós estamos aqui na luta pela democracia contra a PEC da Blindagem, na luta contra todo o retrocesso do que foi conquistado em 1988. Isso é muito importante para que a juventude entenda tudo que a gente conseguiu conquistar em 1988 com a Constituição Federal. A gente precisa trazer à tona toda essa problemática que está sendo posta no Congresso brasileiro”, disse.

    Professora aposentada pelo estado de São Paulo, Miriam Abramo teme pela volta da ditadura no Brasil e acredita que a PEC da Blindagem pode ser um encurtamento do caminho para que o país reviva o período.

    “Estou aqui porque tenho 75 anos e eu vivi a época na qual você não tinha direitos de nada. Eu votei pela primeira vez para presidente da República quando eu tinha 40 anos e eu não quero que essa juventude espere ter 40 anos para poder escolher seu presidente novamente”, falou a professora.

    O professor de artes marciais Renato Tambellini não apenas foi se manifestar como levou a filha de 12 anos, Luiza, para mostrar a ela a importância da manifestação popular e para que ela já comece a participar. Ele contou que sempre conversa sobre todos os temas com a Luiza e seu irmão.

    “Explico a eles que é preciso se mobilizar, reivindicar direitos. E nesse momento é imprescindível, com a gente saindo de uma tentativa de golpe. Acredito que finalmente podemos viver um momento histórico com a condenação de golpistas no país. E temos que estar na rua mostrando que estamos apoiando isso para consolidar ainda mais a nossa democracia”.

    Tamikuã Txih, do povo Pataxó, da terra indígena do Jaraguá, na região Oeste de São Paulo, defende que a luta é de todos os povos e que para mudar a situação é preciso tomar as ruas e mostrar a força do povo.

    “Precisamos dizer que nós não aprovamos a PEC da Blindagem. Nós não podemos aceitar as grandes atrocidades que o Congresso ou que os futuros parlamentares venham a fazer saindo impunes. Por isso dizemos não à impunidade. Isso é uma angústia e uma vergonha para o Brasil que tem o Congresso articulando na cara do povo para ainda isso terminar com a anistia”.

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  • Atos contra anistia e a PEC da Blindagem ocorrem hoje em todo país

    Atos contra anistia e a PEC da Blindagem ocorrem hoje em todo país

    Atos contra anistia e a PEC da Blindagem ocorrem hoje em todo país

    Estão marcados para este domingo (21), em, ao menos, 30 cidades e 22 capitais, protestos contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, como ficou conhecido o projeto aprovado pela Câmara na última terça-feira (16). A proposta, na prática, dificulta a abertura de processos criminais contra parlamentares.

    Os atos também vão criticar a proposta de anistia para condenados por tentativa de golpe de Estado. Dentre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão.

    A mobilização deste domingo também é feita por integrantes da base do governo no Congresso, bem como centrais sindicais, movimentos populares e outras organizações da sociedade civil. Eles desaprovam o que chamam de “PEC da Bandidagem”, devido ao potencial de suspender a apuração de crimes.

    Atos musicais

    Em Brasília, o ato está marcado para começar às 10h na frente do Museu Nacional. O cantor Chico César está confirmado para a parte musical do ato. Em Belo Horizonte, na Praça Raul Soares, o ato está marcado para começar às 9h, com a presença da cantora Fernanda Takai.

    Em São Paulo, a concentração será no Masp, na Avenida Paulista, às 14h. No Rio de Janeiro, o movimento foi chamado para Copacabana e deve contar com um show gratuito de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque, que prometem cantar juntos sobre um trio elétrico que partirá do Posto 5, às 14h.

    Em vídeo nas redes sociais, Caetano disse que o movimento do Congresso, de aprovar regra que suspende investigações, não pode ficar sem resposta. “A gente tem que ir pra rua, pra frente do Congresso, como já fomos outras vezes. Voltar a dizer que não admitimos isso, como povo, como nação”, conclamou o cantor.

    Outros artistas, como Djavan, Maria Gadú, o grupo Os Garotin e Marina Sena também confirmaram presença.

    A manifestação na orla do Rio é uma das que foram convocadas por coletivos como Frente Povo Sem Medo, Frente Brasil Popular e Central de Movimentos Populares, com grande movimentação nas redes sociais.

    Proposta

    A PEC da Blindagem, como aprovada pela Câmara em regime de urgência, prevê que que qualquer abertura de ação penal contra parlamentar depende de autorização prévia, da maioria absoluta do Senado ou da Câmara. 

    Pelo texto, os parlamentares têm 90 dias para decidir se autorizam ou não a investigação criminal contra um colega, a contar de quando o Supremo enviar o pedido ao Congresso.

    Defensores da medida dizem que a proposta é uma reação ao que chamam de abuso de poder do Supremo Tribunal Federal (STF) e que as medidas restabelecem prerrogativas originais previstas na Constituição de 1988, mas que foram mudadas posteriormente.

    Retorno ao passado

    Os críticos, por sua vez, acusam que a PEC é um retorno ao que vigorava antes de 2001, quando o Congresso aprovou uma emenda para derrubar a exigência de autorização parlamentar para se processar parlamentares.

    Na época, a decisão foi tomada diante de centenas de casos de impunidade de senadores e deputados investigados em crimes que incluíam corrupção, assassinatos e tráfico de drogas que chocaram a opinião pública durante toda a década de 1990.

    Movimentos de combate à corrupção também acusam os deputados que votaram a favor da medida de tentarem escapar de investigações em curso no STF sobre desvios na aplicação de emendas parlamentares.

    Tramitação

    Após ser aprovada em dois turnos na Câmara, a PEC foi enviada ao Senado, onde deve enfrentar resistência. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), demonstrou indignação com a iniciativa.

    “A repulsa à PEC da Blindagem está estampada nos olhos surpresos do povo, mas a Câmara dos Deputados se esforça a não enxergar. Tenho posição contrária”, declarou o senador nas redes sociais.

    Deputados oram pai-nosso após aprovar a PEC da Blindagem: ‘Livrai-nos do mal. Amém’ — Foto: Reprodução / Instagram

    Locais dos atos

    AL

    Maceió – 9h – Sete Coqueiros – Praia do Pajuçara

    AM
    Manaus – 8h – Av. Getúlio Vargas

    AP
    Macapá – 16h – Teatro das Bacabeiras

    BA
    Salvador – 9h – Morro do Cristo

    CE
    Fortaleza – 15h30 – Estátua de Iracema Guardiã, Av. Beira Mar, 1140

    DF
    Brasília – 9h – Concentração no Museu Nacional

    ES

    Vitória – 15h – ALES

    GO
    Goiânia – 16h – Praça Universitária

    MA
    São Luis – 9h – Praça da Igreja do Carmo

    MG

    Belo Horizonte – 9h – Praça Raul Soares
    Juiz de Fora – 10h – Praça da Estação
    Serra do Cipó – 10h – Praça
    Uberaba – 10h30 – Feira da Abadia
    Uberlândia – 9h – Feira Livre do Bairro Luizote
    Pirapora – 8h30 – Rotatória Av. Pio XII
    Ituiutaba – 9h – Feira da Junqueira
    Alfenas – 10h – Praça do Coliseu
    Montes Claros – 9h – Parque Municipal Milton Prates

    MT

    Cuiabá – 8h – Praça Cultural do CPA II

    Cuiabá – 14h – Praça Alencastro

    MS

    Campo Grande – 8h – 14 de Julho com Afonso Pena

    Corumbá – 15h – 13 de Junho com Frei Mariano

    Dourados  – 9h – Feira Central (Cafelândia, 490)

    PA
    Belém – 9h – Praça da República

    PB

    João Pessoa – 09h – Busto do Tamandaré

    PE
    Recife – 14h – Ginásio Pernambucano – Rua da Aurora

    PR
    Curitiba – 14h – Boca Maldita

    RJ
    Rio de Janeiro – 14h – Posto 5 de Copacabana

    RN
    Natal – 15h – Midway

    RO

    Porto Velho – 16h – Pça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

    RS
    Porto Alegre – 14h – Redenção

    SC
    Florianópolis – 13h – Ponte Hercílio Luz ( em frente ao Parque da Luz)
    Itajaí – 14h – Praça do Centro de Eventos
    Jaraguá do Sul – 14h – Praça da Meia Luz
    Joinville – 14h -Praça da Bandeira

    SE
    Aracaju – 16h – Praia da Cinelândia

    SP

    Bauru – 16h – Vitória Régia
    Ribeirão Preto – 15h30 – Praça Spadoni
    Santos – 16h – Praça da Cidadania Av Ana Costa, 340
    São Paulo – 14h – MASP
    São Paulo – PEDALULA – Concentração 13h13, saída às 14h – Praça do Ciclista (Av. Paulista 2440)

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  • Senado dos EUA desafia Trump e propõe fim de tarifas contra o Brasil

    Senado dos EUA desafia Trump e propõe fim de tarifas contra o Brasil

    Senado dos EUA desafia Trump e propõe fim de tarifas contra o Brasil

    A recente proposta de senadores norte-americanos para cancelar as tarifas de 50% impostas pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros marca um novo capítulo na crescente tensão entre o Executivo dos Estados Unidos e o Congresso. A medida, que visava retaliar o Brasil pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, acabou gerando um efeito colateral político para Trump, colocando-o em rota de colisão com parlamentares de ambos os partidos e com setores econômicos preocupados com os impactos da guerra comercial.

    A resolução foi apresentada por cinco senadores — quatro democratas e um republicano — que acusam Trump de extrapolar seus poderes presidenciais ao utilizar a Lei de Poderes Econômicos Emergenciais Internacionais (IEEPA) como justificativa para a sobretaxa. Segundo os parlamentares, não há qualquer emergência econômica que justifique a medida, e o verdadeiro motivo seria a tentativa de proteger um aliado político.

    O senador democrata Tim Kaine, da Virgínia, classificou as tarifas como “ultrajantes” e afirmou que elas estão tornando os produtos básicos mais caros para os americanos. “Nossa política econômica deve servir aos interesses da população, não a vinganças pessoais”, declarou. Chuck Schumer, líder da minoria democrata no Senado, foi ainda mais incisivo: “Trump está brincando com o sustento dos americanos para promover sua agenda política”.

    Mesmo Rand Paul, republicano do Kentucky e crítico da atuação do governo brasileiro contra Bolsonaro, se posicionou contra as tarifas. Para ele, o presidente dos Estados Unidos não tem autoridade para impor tarifas unilaterais sob a IEEPA. “A política comercial pertence ao Congresso, não à Casa Branca”, afirmou.

    Além da disputa institucional, os senadores alertam para os riscos econômicos da medida. Os Estados Unidos mantêm um superávit comercial com o Brasil, e o comércio bilateral sustenta cerca de 130 mil empregos em território americano. Produtos como café e carne bovina, que sofreram aumento de preços desde a entrada em vigor das tarifas, são essenciais para o consumidor americano e não podem ser facilmente substituídos por produção interna.

    Donald Trump – Presidente dos EUA

    A estratégia brasileira, que incluiu a criação de uma comissão diplomática para negociar diretamente com o Congresso americano, mostrou-se eficaz ao sensibilizar parlamentares sobre os impactos da medida. A aproximação do Brasil com a China, mencionada como possível consequência da guerra comercial, também preocupa setores estratégicos dos EUA.

    Embora a proposta de cancelamento das tarifas enfrente obstáculos para ser aprovada nas duas Casas, seu efeito simbólico é significativo. Ela obriga senadores republicanos a se posicionarem publicamente sobre uma medida que, embora alinhada com Trump, tem gerado desgaste político e econômico. A iniciativa também reforça o papel do Congresso como contrapeso ao Executivo, especialmente em temas de política comercial.

    Para Trump, o episódio representa mais um desafio em meio ao seu segundo mandato. A tentativa de proteger Bolsonaro, condenado por envolvimento na tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, acabou expondo o presidente americano a críticas internas e internacionais. A narrativa de “emergência nacional” usada para justificar as tarifas foi amplamente contestada, inclusive por especialistas jurídicos e econômicos.

    Enquanto o Senado se prepara para votar a resolução, o cenário permanece tenso. O desfecho poderá redefinir não apenas as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, mas também os limites do poder presidencial em tempos de polarização política.

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  • Bolsonaro segue internado. Veja o que diz boletim médico

    Bolsonaro segue internado. Veja o que diz boletim médico

    Bolsonaro segue internado. Veja o que diz boletim médico

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado no Hospital DF Star, em Brasília, após apresentar um quadro clínico preocupante na tarde de terça-feira (16). Segundo boletim médico divulgado nesta quarta-feira (17), exames indicaram alteração na função renal e persistência de anemia, além de sintomas como vômitos, tontura, queda da pressão arterial e pré-síncope.

    Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, foi levado às pressas ao hospital após um episódio de mal-estar. De acordo com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o pai chegou a ficar cerca de dez segundos sem respirar, após uma crise de soluços seguida por vômito intenso. “Hoje foi um episódio mais drástico, em que o soluço dele foi aumentando. Ele, às vezes pela repetição, diz que trava o diafragma dele e teve um episódio de vômito a jato, com força, ficou quase dez segundos sem respirar. O jeito que ele conseguiu de respirar foi fazendo isso, com vômito forte, tontura, pressão muito baixa”, relatou Flávio em entrevista coletiva.

    Boletim médico oficial

    “O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro foi admitido no Hospital DF Star na tarde do dia 16 de setembro, devido ao quadro de vômitos, tontura, queda da pressão arterial e pré-sincope. Chegou na emergência do hospital desidratado, com elevação da frequência cardíaca e queda da pressão arterial.
    Foram realizados exames laboratoriais e de imagem para investigação diagnóstica.
    Os exames evidenciaram persistência da anemia e alteração da função renal, com elevação da creatinina.
    Realizou ressonância magnética do crânio para elucidação de quadro de tontura recorrente, que não mostrou alterações agudas.
    Houve melhora parcial após hidratação e o tratamento medicamentoso.
    Será reavaliado ao longo do dia, para definição da necessidade de permanência em ambiente hospitalar.”

    Jair Bolsonaro continua internado.

    Assinam o boletim:

    • Dr. Cláudio Birolini – Médico chefe da equipe cirúrgica
    • Dr. Leandro Echenique – Médico Cardiologista
    • Dr. Guilherme Meyer – Diretor Médico do Hospital DF Star
    • Dr. Allisson Barcelos Borges – Diretor Geral do Hospital DF Star

    A equipe médica ainda não definiu se Bolsonaro continuará internado nos próximos dias. A ressonância magnética realizada não apontou alterações agudas no crânio, mas o quadro clínico exige acompanhamento constante. A evolução do estado de saúde será monitorada ao longo do dia, com nova avaliação para decidir sobre a permanência hospitalar.

    A internação reacende preocupações sobre a saúde do ex-presidente, que desde o atentado à faca em 2018 enfrenta complicações recorrentes no sistema digestivo e episódios de instabilidade clínica.

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  • Defesa da soberania tem apoio popular, mas gestão Lula ainda enfrenta resistência

    Defesa da soberania tem apoio popular, mas gestão Lula ainda enfrenta resistência

    Defesa da soberania tem apoio popular, mas gestão Lula ainda enfrenta resistência

    Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (17) pela Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, revela que 64% dos brasileiros consideram correta a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao defender a soberania nacional diante do tarifaço imposto pelos Estados Unidos. A medida norte-americana, anunciada pelo presidente Donald Trump, elevou em 50% as taxas sobre produtos brasileiros, em meio à repercussão internacional da condenação de Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal.

    Apesar do apoio à posição do governo no cenário internacional, os dados mostram que a aprovação da gestão Lula permanece abaixo da maioria: 46% aprovam o governo, enquanto 51% desaprovam. Os números se mantêm estáveis em relação ao levantamento anterior, indicando uma interrupção na recuperação da popularidade do presidente.

    Polarização política e percepção pública

    O apoio à defesa da soberania é mais expressivo entre os entrevistados que se identificam como de esquerda, mas não lulistas (91%), lulistas (88%) e aqueles sem posicionamento político definido (71%). Já entre os bolsonaristas, 54% consideram equivocada a postura do governo, número que também é alto entre os que se dizem de direita, mas não bolsonaristas (50%).

    A desaprovação ao governo é mais acentuada entre evangélicos (61%) e pessoas com até o ensino médio completo (55%). Por outro lado, há empate técnico entre aprovação e desaprovação entre católicos, idosos com mais de 60 anos e famílias com renda entre 2 e 5 salários mínimos.

    Condenação de Bolsonaro e debate sobre anistia

    A pesquisa também abordou a percepção da população sobre a pena de 27 anos de prisão imposta a Bolsonaro por envolvimento em tentativa de golpe. Para 49%, a punição foi exagerada; 35% consideram adequada. A inelegibilidade do ex-presidente é vista como apropriada por 47% dos entrevistados.

    Sobre a possibilidade de anistia aos envolvidos nos atos antidemocráticos, 41% se posicionaram contra, enquanto 36% são favoráveis à anistia total — incluindo Bolsonaro. Outros 10% defendem anistia apenas para os participantes dos ataques de 8 de janeiro.

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  • PEC da blindagem: Legislativo se protege do Judiciário

    PEC da blindagem: Legislativo se protege do Judiciário

    PEC da blindagem: Legislativo se protege do Judiciário

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dificulta o andamento de processos criminais contra deputados e senadores, incluindo até mesmo a execução de mandados de prisão, foi aprovada na noite desta terça-feira (16) pelo plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, em dois turnos de votação.

    O texto-base, que dependia de 308 votos para avançar, entre 513 deputados, foi aprovado por 353 parlamentares, em votação de primeiro turno. Outros 134 deputados votaram contra o projeto, e houve uma abstenção.

    No segundo turno,  por volta das 23h30, cerca de duas horas depois da primeira votação, a PEC passou com o voto favorável de 344 deputados. Houve 133 votos contrários. Um requerimento para dispensar o intervalo de cinco sessões entre uma votação e outra foi aprovado por ampla margem para permitir o avanço da matéria.

    A PEC determina que qualquer abertura de ação penal contra parlamentar depende de autorização prévia, em votação secreta, da maioria absoluta do Senado ou da Câmara. Além disso, a proposta concede foro no Supremo Tribunal Federal (STF) para presidentes de partidos com assentos no Parlamento.

    Todos os destaques para mudar o texto, incluindo a exclusão do foro privilegiado para presidentes partidários, foram rejeitados em plenário. Após o fim da votação em segundo turno, deputados seguiram discutindo destaques para excluir pontos do texto. 

    A chamada de PEC da Blindagem (PEC 3 de 2021), ou PEC das Prerrogativas, foi articulada pela maioria dos líderes da Câmara com o apoio da oposição liderada pelo Partido Liberal (PL).

    A bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) orientou voto contrário, mas 12 deputados da legenda votaram a favor em primeiro turno. Também houve apoio à PEC entre deputados outros partidos da base, como PSB, PSD e PDT.  Além disso, bancadas governistas, como lideranças de Governo e da Maioria, liberaram seus votos em plenário.

    Tramitação difícil

    Agora, a PEC será enviada ao Senado. Se avançar entre os senadores, processos judiciais, seja por desvio de emendas parlamentares ou outros crimes, só poderão ser julgados no STF com autorização dos parlamentares. Apesar disso, deve enfrentar resistência na Casa revisora. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), demonstrou indignação com a iniciativa.  

    “A repulsa à PEC da Blindagem está estampada nos olhos surpresos do povo, mas a Câmara dos Deputados se esforça a não enxergar. Tenho posição contrária”, declarou em postagem nas redes sociais. Caberá à CCJ, presidida por Alencar, analisar tanto admissibilidade da PEC quanto seu mérito. Se for levado ao plenário, o texto precisará do voto de 49 entre 81 senadores.  

    O que foi aprovado

    O texto aprovado na Câmara é um substitutivo relatado pelo deputado Claudio Cajado (PP-BA), que deu parecer favorável ao projeto.

    A proposta permite que deputados e senadores barrem a prisão de colegas, em votação secreta. Defensores da medida dizem que a proposta é uma reação ao que chamam de abuso de poder do Supremo Tribunal Federal (STF) e que as medidas restabelecem prerrogativas originais previstas na Constituição de 1988, mas que foram mudadas posteriormente.

    Em conversa com jornalistas, o deputado Cajado justificou que o texto não é uma autorização para “maus feitos”, mas apenas uma “proteção” para os deputados exercerem sua função sem medo de “perseguição política”.

    “Isso aqui não é uma licença para abusos do exercício do mandato, é um escudo protetivo da defesa do parlamentar, da soberania do voto e, acima de tudo, do respeito à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal”, disse.

    O texto apresentado pelo relator afirma que: “Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem processados criminalmente, sem prévia licença de sua Casa”.

    Em outro dispositivo, a PEC define que a decisão deve ser decidida “por votação secreta da maioria absoluta de seus membros, em até noventa dias a contar do recebimento da ordem emanada pelo STF”. Maioria absoluta significa a metade dos parlamentares da respectiva Casa Legislativa mais um.

    No caso de prisão por crime inafiançável, é necessário manifestação, em 24 horas, da Câmara ou do Senado, por votação secreta. A Casa poderá suspender a prisão com maioria simples que, diferentemente da maioria absoluta, requer a maioria dos parlamentares presentes na sessão e não do total.

    Sobre o voto secreto, o relator Claudio Cajado sustentou que a modalidade “nunca deu problema”.

    “Qual o problema do voto secreto? [É] para que todos tenham a sua consciência voltada para o pleno exercício da atividade parlamentar”, afirmou.

    O relator justificou ainda a inclusão dos presidentes de partidos entre aqueles com direito ao foro por prerrogativa de função, só podendo ser processado pelo STF.

    “Eles são ativistas na política. Eles complementam a atividade política. Então, qualquer processo sobre eles não tem que ter autorização, para ficar claro. Mas o foro fica sendo também igual aos dos deputados”, disse Cajado.

    Já contrários à proposta alegam que a medida blindará deputados da possibilidade de serem processados e investigados por crimes de qualquer natureza, incluindo delitos comuns, como corrupção e atos de violência, por exemplo.

    “Isso aqui é uma desmoralização do Parlamento brasileiro. Está voltando o voto secreto e a forma como vamos dar ao Poder Legislativo de anular o Judiciário, chantagear o Executivo e torná-lo o Poder, por excelência, no semipresidencialismo. Essa é a resposta à condenação ao golpe de Estado no país”, criticou o deputado Ivan Valente (PSOL-SP).

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  • Ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, é executado

    Ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, é executado

    Ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, é executado

    O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi brutalmente executado no início da noite desta segunda-feira, em uma ação que chocou o litoral paulista e reacendeu o alerta sobre a atuação de facções criminosas contra agentes públicos.

    O que aconteceu

    Por volta das 18h, câmeras de segurança registraram o momento em que o carro conduzido por Fontes foi perseguido por outro veículo na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, no bairro Nova Mirim, próximo ao Fórum de Praia Grande. Durante a fuga, o ex-delegado perdeu o controle do automóvel, colidiu com um ônibus e capotou. Foi nesse instante que os criminosos desceram armados e dispararam contra ele, encerrando a perseguição com uma execução a sangue frio. O momento foi registrado por câmeras de segurança.

    O vídeo mostra claramente o momento em que os criminosos se aproximam do carro capotado e disparam diversos tiros, reforçando a brutalidade da ação e a precisão dos executores.

    Quem era Ruy Ferraz Fontes

    Com mais de 40 anos de atuação na Polícia Civil, Fontes foi delegado-geral entre 2019 e 2022, tendo papel central no combate ao crime organizado, especialmente ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele comandou divisões estratégicas como o DEIC, DENARC e DHPP, e foi responsável por operações de grande impacto, incluindo a transferência de Marcola para presídios federais.

    Desde sua aposentadoria, ocupava o cargo de secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande.

    Atenção: Imagens fortes: vídeo registra a execução de Ruy Ferraz, após seu carro colidir durante fuga e capotar.

    Investigação em curso

    A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que equipes da Polícia Militar chegaram rapidamente ao local e localizaram o veículo usado pelos criminosos. A cena foi preservada para perícia, e investigações estão em andamento para identificar e prender os autores.

    Fontes já havia sido alvo de ameaças em 2019, quando liderava ações contra o PCC. A execução levanta suspeitas de retaliação por parte da facção, embora nenhuma linha de investigação tenha sido oficialmente confirmada até o momento.

    Vítimas colaterais

    Durante o ataque, um homem e uma mulher que caminhavam pela avenida também foram baleados. Ambos foram socorridos pelo SAMU e encaminhados à UPA Quietude, sendo posteriormente transferidos ao Hospital Municipal Irmã Dulce. Segundo a prefeitura, não correm risco de morte.

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