Categoria: BRASIL

  • Recurso de Bolsonaro: cerceamento de defesa e revisão da pena

    Recurso de Bolsonaro: cerceamento de defesa e revisão da pena

    Recurso de Bolsonaro: cerceamento de defesa e revisão da pena

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), na noite desta segunda-feira (27), embargos de declaração para “sanar as ambiguidades, omissões, contradições e obscuridades” da decisão do STF que o condenou por tentativa de golpe de Estado.

    Bolsonaro é um dos réus do Núcleo 1 da trama golpista e foi condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, atentado contra o Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, da qual foi apontado como líder, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

    Os advogados de Bolsonaro pediram a revisão da dosimetria da pena, alegando ausência de individualização adequada e violação ao princípio da proporcionalidade. Segundo eles, as circunstâncias negativas para o estabelecimento da pena não estão presentes no acórdão. 

    “Não se sabe, portanto, o que significou cada uma das circunstâncias consideradas, pelo Ministro Relator, como ‘amplamente desfavoráveis’. É indiscutível que a partir da existência de circunstâncias valoradas negativamente chegou-se, sem qualquer cálculo, sem qualquer demonstração, ao elevado aumento da sanção”, diz a peça da defesa.

     

    Jair Messias Bolsonaro

    Nos embargos de declaração, a defesa de Bolsonaro também alega que houve cerceamento de defesa durante o processo que levou à sua condenação no STF. Segundo o documento, os advogados não tiveram tempo hábil nem acesso adequado às provas produzidas na investigação. 

    Eles dizem que receberam 70 terabytes de dados, o que teria impossibilitado o exame do material antes do fim da instrução. A defesa também argumenta que foram negados pedidos de adiamento das audiências, 

    “A defesa não pôde sequer acessar a integralidade da prova antes do encerramento da instrução; não teve tempo mínimo para conhecer essa prova. E não pôde analisar a cadeia de custódia da prova. Afinal, os documentos foram entregues quando terminava a instrução e, apesar dos recursos da defesa, o processo continuou”. 

    Contato

  • Guerra contra o C.V.: 2.500 policiais tomam Alemão e Penha no Rio de Janeiro

    Guerra contra o C.V.: 2.500 policiais tomam Alemão e Penha no Rio de Janeiro

    Guerra contra o C.V.: 2.500 policiais tomam Alemão e Penha no Rio de Janeiro

    Em uma das maiores ações de segurança pública dos últimos anos, cerca de 2.500 agentes das forças estaduais ocuparam nesta terça-feira (28) os complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro.

    A megaoperação, batizada de Operação Contenção, tem como objetivo frear o avanço territorial do Comando Vermelho (CV) e capturar lideranças da facção criminosa.

    A ação é fruto de mais de um ano de investigação conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), que resultou na emissão de 100 mandados de prisão. Entre os alvos, 30 são de outros estados, com destaque para integrantes do CV oriundos do Pará, que estariam escondidos nas comunidades cariocas.

    Resultados parciais da operação:

    • 9 pessoas presas
    • 2 suspeitos mortos (vindos da Bahia)
    • 2 feridos sob custódia no Hospital da Penha
    • Apreensões: 2 fuzis, 1 pistola, 3 celulares e 9 motocicletas

    A Polícia Militar mobilizou tropas do Comando de Operações Especiais (COE), batalhões da capital e da região metropolitana. Já a Polícia Civil atuou com agentes de delegacias especializadas, da CORE, do Departamento de Combate à Lavagem de Dinheiro e da Subsecretaria de Inteligência.

     

    A operação conta com suporte tecnológico e logístico robusto:

    • Drones
    • 2 helicópteros
    • 32 blindados
    • 12 veículos de demolição
    • Ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate

    Segundo o governador Cláudio Castro, a ação representa a integração das forças de segurança e o fortalecimento da presença do Estado em áreas dominadas por facções. Os complexos do Alemão e da Penha, que somam 26 comunidades, são considerados estratégicos na disputa pelo controle do tráfico de drogas.

    As buscas e prisões devem continuar ao longo do dia em diversos pontos das duas regiões.

    Contato

  • Tristeza: Covid-19 deixou 149 mil crianças e adolescentes órfãos em 2020 e 2021

    Tristeza: Covid-19 deixou 149 mil crianças e adolescentes órfãos em 2020 e 2021

    Tristeza: Covid-19 deixou 149 mil crianças e adolescentes órfãos em 2020 e 2021

    Além dos mais de 700 mil mortos pela covid-19 no Brasil, há outras 284 mil vítimas indiretas: crianças e adolescentes que perderam os pais, avós ou outros familiares mais velhos que exerciam papel de cuidado em suas residências. O número se refere somente a 2020 e 2021, os piores anos da pandemia. Entre elas, 149 mil perderam o pai, a mãe ou os dois.

    A estimativa é de pesquisadores ingleses, brasileiros e americanos, que acabam de lançar um estudo para demonstrar não somente a “magnitude da orfandade no Brasil”, como também “as grandes desigualdades entre os estados”.

    Uma das autoras do estudo, a professora do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo Lorena Barberia destaca que os impactos de uma emergência sanitária são identificados primeiro entre as vítimas diretas, mas há também aqueles que são afetados por essas mortes.

    “Nós quisemos olhar a vulnerabilidade das pessoas que dependem de quem faleceu. Achamos super importante lembrar que as pessoas acima de 60 anos não só tinham mais chance de morrer, mas, muitas vezes, tinham um papel na estrutura familiar muito decisivo. Muitas crianças e adolescentes dependiam dessas pessoas. Então, pensamos que tínhamos que considerar essas estimativas, tanto de pais e mães como desses responsáveis”.

    A partir de modelos estatísticos, alimentados por dados demográficos, como a taxa de natalidade e o excesso de mortalidade ─ mortes acima do esperado ─ em 2020 e 2021, a pesquisa chegou a algumas estimativas:

    • Cerca de 1,3 milhão de crianças ou adolescentes, de 0 a 17 anos, perderam um ou ambos os pais, ou algum cuidador com quem elas viviam, por razões diversas; 
    • Dessas, 284 mil se tornaram órfãos ou perderam esse cuidador por causa da covid-19;
    • Com relação apenas às mortes por covid-19, 149 mil crianças e adolescentes se tornaram órfãos e 135 mil perderam outro familiar cuidador
    • 70,5% dos órfãos perderam o pai; 29,4%, a mãe; e 160 crianças e adolescentes foram vítimas de orfandade dupla;
    • 2,8 crianças ou adolescentes a cada 1 mil perderam um ou ambos os pais, ou algum familiar cuidador por covid-19;
    • Entre estados, as maiores taxas de orfandade são as do Mato Grosso (4,4), Rondônia (4,3) e Mato Grosso do Sul (3,8), enquanto as menores são do Rio Grande do Norte (2,0), Santa Catarina (1,6) e Pará (1,4). 

      Órfãos reais

    • Em 2021, Ana Lúcia Lopes, hoje com 50 anos, perdeu o companheiro, o fotógrafo Cláudio da Silva, o que fez com que seu filho, Bento, que tinha 4 anos, ficasse órfão de pai. Ela lembra que esses números dizem respeito a crianças e adolescentes reais, que sofreram e continuam sofrendo com as mortes de seus entes queridos. 

      Sem nenhum fator de risco para a doença, ele tinha 45 anos e foi infectado durante uma viagem a trabalho. Com sintomas respiratórios, foi internado em uma quinta-feira, entubado na sexta e não resistiu após uma parada cardíaca, na segunda-feira seguinte. Nem pode rever o filho, após os dois meses de trabalho fora de casa. 

    “Eu contei para o Bento logo que aconteceu. A gente tinha um cachorrinho que morreu um pouco antes. Aí, eu falei para ele que o cachorrinho precisava de alguém lá no céu para cuidar dele e que o papai tinha ido fazer isso. Às vezes ele me via chorando e falava: “Mãe, você tá chorando por causa do meu pai?”.

    “Apesar de tudo, no começo, ele parecia bem. Um tempo depois, quando ele foi mudar de classe na escola, ele começou a chorar bastante, porque não queria perder a professora. Aí, eu perguntei o que ele estava sentindo, e ele disse: ‘Ah, mãe, acho que eu queria o meu pai’. Foi quando ele começou o atendimento psicológico”.

    Cláudio recolhia a contribuição previdenciária referente ao seu trabalho como microempreendedor individual, o que garantiu a Bento a pensão por morte e evitou que a família passasse por problemas financeiros. De acordo com outra autora do estudo, a promotora de justiça da cidade de Campinas (SP) Andréa Santos Souza, os problemas financeiros são os mais frequentes em situações de orfandade.  

    Violações de direitos

    Durante a pandemia de covid-19, o trabalho de Andrea Santos Souza, que atua na área de Infância e Juventude na cidade de Campinas (SP), estava bastante focado na proteção das crianças e adolescentes afetados pelo fechamento das escolas, pela miséria pandêmica, ou pela crescente violência familiar. Até que ela percebeu um aumento nos pedidos de guarda, feitos por tios, avós e outros parentes.

    “Essas crianças estavam ficando órfãs sem uma representação legal. Pedi aos cartórios que me mandassem todas as certidões de óbito das pessoas que morreram por Covid e que deixaram herdeiros menores. Num primeiro momento, eles disseram que não conseguiam fazer esse recorte, então, eles me mandaram todas as certidões de quem morreu naquele ano de 2020. Foram mais de 3 mil, e foi um trabalho muito triste. Eu, uma estagiária e uma funcionária ficamos olhando certidão por certidão, separando todos os órfãos. Numa primeira leva, nós localizamos quase 500 crianças”, lembra Andrea.

    A partir daí, o trabalho duplicou: as certidões continuavam chegando, e, ao mesmo tempo, era preciso localizar todas essas crianças, encaminhá-las para programas de assistência, checar se já constavam no Cadastro Único no Governo Federal e se as famílias já recebiam o Bolsa Família ou o Auxílio Emergencial. Era preciso ainda verificar se elas não estavam sendo vítimas de outras violações, além de terem perdido suas mães e pais. 

    “A primeira delas é a separação de irmãos, né? As famílias numerosas separam os irmãos. Quanto aos bebezinhos muito pequenos, tem o problema de adoções ilegais. As meninas tinham situações de exploração de todas as formas, trabalho doméstico forçado, casamento infantil, abuso sexual… Em muitos meninos, a gente via o direcionamento para o tráfico ilícito de entorpecente ou exploração do trabalho infantil…”

    Além dessas situações mais drásticas, Andréa enfatiza que toda orfandade aumenta a vulnerabilidade, especialmente nos casos minoritários de crianças que perderam tanto a mãe quanto o pai, ou daquelas que já eram criadas por mães solo, quantidade bastante frequente. Os profissionais de saúde que morreram e deixaram filhos eram numerosos, mas, como a pandemia escancarou desigualdades sociais, a maioria dos órfãos era de filhos de trabalhadores de limpeza, alimentação, transporte ou informais, que não puderam parar e se isolar em casa.

    Diante de exemplos tão trágicos, a promotora buscava entender melhor a dimensão da orfandade causada pela covid-19 no Brasil, quando as primeiras estimativas globais sobre a tragédia foram lançadas por pesquisadores do Imperial College, de Londres, na Inglaterra, em julho de 2021. Andréa entrou em contato com os pesquisadores, contou sobre a sua experiência localizando os órfãos de Campinas e, a partir daí, passou a colaborar com o grupo de estudos, que é o mesmo responsável pelas novas estimativas. 

    Cruzamento de dados

    Graças ao encontro com Andréa, os pesquisadores puderam comparar o resultado dos modelos estatísticos com os dados da promotoria, e confirmar as semelhanças. Conheceram também outra ferramenta dos registros civis brasileiros, que é quase única no mundo. Desde 2015, as certidões de nascimento já são emitidas em conjunto com o CPF e, quando o documento é registrado, os cartórios associam o número das crianças ao CPF dos pais, o que permite o cruzamento de informações, inclusive em casos de orfandade. 

    Com isso, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen/Brasil) verificou que, de março de 2020 a setembro de 2021, 12,2 mil crianças de até 6 anos ficaram órfãos por causa da covid-19, com proporções similares de mortes maternas e paternas, e de ocorrências ao longo dos meses. Como os dados da Arpen cobrem apenas as crianças nascidas de 2015 para cá ou aquelas que tiveram a certidão de nascimento reemitida, não seria possível saber a dimensão da orfandade apenas por eles, mas os registros serviram para reforçar a validade das estimativas do estudo. 

    “O objetivo é lembrar que, mesmo depois do fim da pandemia, nós precisamos de políticas públicas para dirimir as desigualdades provocadas pela pandemia, porque nós sabemos que algumas pessoas saíram em uma situação muito mais vulnerável que outras. Não houve um programa desenhado para essas crianças especificamente, e a sociedade não estava acostumada a essa magnitude de órfãos. Os programas que existem claramente precisam ser fortalecidos, porque temos um grupo novo de crianças e adolescentes, que não era esperado”, reforça a pesquisadora Lorena Barberia.

    Contato

  • América Latina em reconfiguração: A vitória de Milei e o efeito Trump

    América Latina em reconfiguração: A vitória de Milei e o efeito Trump

    América Latina em reconfiguração: A vitória de Milei e o efeito Trump

    Neste domingo, 26 de outubro de 2025, a Argentina deu um passo decisivo rumo à consolidação de um projeto político ultraliberal com a vitória expressiva do partido La Libertad Avanza (LLA), liderado pelo presidente Javier Milei. Com 40,84% dos votos para a Câmara dos Deputados e 42,91% para o Senado, o partido governista superou amplamente a oposição peronista, garantindo 64 cadeiras na Câmara e 13 no Senado. 

    A conquista de redutos históricos como Buenos Aires marca não apenas uma virada interna, mas um sinal claro de que a América Latina está em plena reconfiguração ideológica.

    Argentina: Entre o Choque e a Consolidação

    A vitória de Milei representa mais do que um avanço legislativo. É a legitimação popular de um projeto que propõe a dolarização da economia, o desmonte de estruturas estatais e uma ruptura com o modelo social peronista que moldou a Argentina por décadas. 

    O apoio financeiro de US$ 20 bilhões dos Estados Unidos, articulado diretamente com o presidente Donald Trump, foi decisivo para sustentar a moeda local e garantir fôlego político ao governo argentino.

    A baixa participação eleitoral — apenas 66% dos eleitores compareceram às urnas — revela, no entanto, uma sociedade dividida entre a esperança de mudança e o cansaço político. Milei, com seu estilo provocador e discurso de ruptura, canalizou esse sentimento e transformou apatia em capital político.

    América Latina: A Nova Cartografia do Poder

    A vitória de Milei não é um fenômeno isolado. Ela se insere em uma tendência regional de ascensão de lideranças oposicionistas com discursos de ruptura, como apontam análises recentes. A chamada “onda rosa” — que indicava uma guinada à esquerda na América Latina — parece dar lugar a uma nova maré de líderes que se alinham com o projeto trumpista de uma América mais liberal, nacionalista e antissistema.

    Javier Milei – Presidente da Argentina.

    Com a derrota de Jair Bolsonaro no Brasil e seu enfraquecimento político frente ao Supremo Tribunal Federal, Trump perdeu um aliado estratégico no maior país da região. Mas encontrou em Milei um substituto ideológico à altura. Ambos compartilham uma retórica agressiva contra o “establishment”, a defesa de reformas radicais e o uso da política como espetáculo. O lema “Argentina Grande Outra Vez”, inspirado diretamente no “Make America Great Again”, é mais do que simbólico.

    Geopolítica: A Sulamérica sob Influência Direta

    A aliança entre Trump e Milei pode redesenhar os eixos de influência na América do Sul. Com apoio financeiro e político dos Estados Unidos, a Argentina se torna um laboratório de políticas ultraliberais que podem inspirar outros países da região. A possibilidade de acordos bilaterais, como o livre comércio e cooperação militar, já está sendo discutida.

    Essa nova configuração desafia blocos tradicionais como o Mercosul, que se vê pressionado por agendas divergentes. A América Latina, historicamente marcada por ciclos pendulares entre esquerda e direita, parece agora entrar em uma fase de polarização ideológica mais profunda, com impactos diretos na integração regional, nas políticas migratórias e nas relações com potências como China e Rússia.

    A vitória de Milei é um marco. Não apenas para a Argentina, mas para toda a América Latina. Ela sinaliza que o continente está aberto a novas narrativas — mesmo que radicais — e que os ventos do norte, sob a liderança de Trump, continuam soprando forte sobre o sul. O desafio agora será equilibrar reformas com estabilidade, ruptura com governabilidade, e ideologia com pragmatismo. Porque o que está em jogo não é apenas um país, mas o futuro de um bloco inteiro.

    Contato

  • Lula e Trump se encontram na Malásia

    Lula e Trump se encontram na Malásia

    Lula e Trump se encontram na Malásia 

    Neste domingo, 26 de outubro de 2025, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se reuniram em Kuala Lumpur, na Malásia, durante a 47ª Cúpula da ASEAN. O encontro, que durou cerca de 50 minutos, marca um possível ponto de inflexão nas relações entre Brasil e Estados Unidos, após meses de tensão comercial e diplomática. A iniciativa partiu do governo americano, o que especialistas interpretam como um gesto de reaproximação e interesse em retomar uma agenda colaborativa entre os dois países.

    A reunião teve como foco principal a política tarifária dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e as sanções impostas pela Lei Magnitsky a autoridades brasileiras. O presidente Lula solicitou a suspensão imediata das tarifas de 50% aplicadas sobre diversas exportações brasileiras, além da retirada das sanções que atingem figuras do Judiciário nacional, como o ministro Alexandre de Moraes. Segundo fontes diplomáticas, o tom da conversa foi cordial e construtivo, com ambos os líderes demonstrando disposição para avançar em negociações.

    Durante o encontro, Trump afirmou que está aberto a rever as tarifas “sob as circunstâncias certas” e prometeu que as soluções virão “em pouco tempo”. Apesar da sinalização positiva, nenhuma decisão concreta foi anunciada. A expectativa é que equipes técnicas dos dois países assumam as negociações a partir de agora, com o objetivo de transformar o diálogo político em acordos práticos. Até o momento, os Estados Unidos não apresentaram exigências formais, o que reforça o caráter aberto da conversa.

    A questão envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, embora mencionada por Trump em declarações anteriores à imprensa, não foi incluída na pauta oficial do encontro. O presidente americano afirmou que “gosta” de Bolsonaro e que “se sente mal” pelo que ele enfrentou no Brasil, mas deixou claro que não levaria o tema à mesa de negociação. Segundo o governo brasileiro, o nome de Bolsonaro não foi citado durante a conversa formal, o que indica que proteger o ex-presidente do Judiciário brasileiro não é mais uma prioridade para Washington.

    Analistas políticos interpretam essa postura como uma tentativa dos Estados Unidos de recalibrar sua relação com o Brasil, deixando de lado alianças passadas e focando em interesses bilaterais mais amplos. A escolha da Cúpula da ASEAN como palco para esse encontro também é vista como estratégica, já que a Ásia tem se consolidado como espaço de moderação e pragmatismo nas relações internacionais.

    A delegação brasileira contou com a presença do chanceler Mauro Vieira, do assessor presidencial Audo Faleiro e do secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. Do lado americano, participaram o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário do Tesouro Scott Bessent e o representante de Comércio Jamieson Greer. A composição das delegações reforça o caráter técnico e diplomático do encontro, com foco em temas econômicos e comerciais.

    Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva

    O que esta foto mostra, mas alguns não querem ver

    De um lado, está o presidente da maior potência militar do planeta e uma das economias mais influentes do mundo. Do outro, o líder de um país que, apesar de não possuir o mesmo peso geopolítico, tem demonstrado firmeza ao não se curvar ao poderio americano. O Brasil, ciente da dependência dos Estados Unidos em setores estratégicos como alimentação e insumos industriais, manteve sua posição mesmo diante das tarifas impostas por Washington. Essas sanções comerciais, embora inicialmente prejudiciais, acabaram impulsionando o Brasil a diversificar seus parceiros internacionais, reduzindo sua vulnerabilidade externa. Já os Estados Unidos, por sua vez, enfrentaram dificuldades para substituir os produtos brasileiros, o que gerou impactos significativos em sua cadeia de abastecimento.

    Apesar disso, o Brasil não pretende romper com o mercado americano, reconhecendo sua importância estratégica e o histórico de cooperação entre as duas nações. O encontro entre os presidentes, portanto, não representa uma disputa de força, mas sim um momento de reposicionamento mútuo. Ambos os países parecem dispostos a reconstruir pontes, guiados por interesses comerciais e diplomáticos que transcendem lideranças individuais. Nesse cenário, os presidentes atuam como representantes de visões nacionais que, embora distintas, reconhecem a necessidade de diálogo e equilíbrio.

    O encontro pode ter uma segunda etapa ainda hoje

    Há expectativa de que o diálogo entre os presidentes continue ainda hoje, durante um jantar promovido por autoridades locais. Esse segundo momento pode aprofundar os entendimentos e abrir caminho para anúncios mais concretos nos próximos dias. Enquanto isso, o mercado brasileiro acompanha com atenção os desdobramentos, especialmente os setores mais afetados pelas tarifas americanas, como o agronegócio, a indústria de transformação e a tecnologia.

    O encontro entre Lula e Trump representa, portanto, um gesto político relevante e uma oportunidade para reconstruir pontes entre Brasil e Estados Unidos. Embora os resultados práticos ainda dependam de negociações futuras, o tom amistoso e a ausência de exigências imediatas indicam que ambos os países estão dispostos a superar divergências e buscar uma relação mais equilibrada e produtiva.

    Contato

  • Apagão digital global na AWS paralisou parte da internet e afetou o Brasil

    Apagão digital global na AWS paralisou parte da internet e afetou o Brasil

    Apagão digital global na AWS paralisou parte da internet e afetou o Brasil

    Uma falha de cerca de 15 horas na Amazon Web Services (AWS), maior provedora de computação em nuvem do mundo, causou um apagão digital que afetou serviços essenciais em diversos países. Sites, aplicativos, bancos, plataformas de e-commerce e até assistentes virtuais ficaram fora do ar. O episódio escancarou a dependência crítica que empresas e usuários têm de uma infraestrutura invisível, mas essencial: a nuvem.

    O que é a AWS e por que tudo passa por ela

    A AWS é o braço tecnológico da Amazon responsável por oferecer serviços de computação em nuvem. Em vez de manter servidores próprios, empresas alugam da AWS espaço para armazenar dados, rodar sistemas e manter seus sites e aplicativos funcionando. Isso garante escalabilidade, segurança e economia.

    Hoje, a AWS responde por quase um terço do mercado global de nuvem. Seu principal polo de data centers — chamado US-EAST-1 — fica na Virgínia, nos Estados Unidos. Estima-se que cerca de 70% do tráfego mundial da internet passe por essa região diariamente, tornando-a o “coração” da internet moderna.

    Quando e como a falha aconteceu

    A pane começou às 00h02 da segunda-feira, 20 de outubro de 2025, e os serviços só foram totalmente restabelecidos por volta das 15h00 do mesmo dia, totalizando cerca de 15 horas de instabilidade. A falha teve origem em um erro no sistema que traduz nomes de sites em endereços de IP, travando a comunicação entre servidores regionais e afetando até os mecanismos de redundância que deveriam evitar esse tipo de interrupção. Mas foi preciso quase uma semana para que todos entendessem o que ocorreu.

    O impacto no Brasil: o caso do iFood

    No Brasil, um dos exemplos mais sentidos foi o do iFood. Durante a falha, o aplicativo ficou fora do ar para milhares de usuários. Isso significou:

    • Clientes não conseguiam fazer pedidos ou acompanhar entregas.
    • Restaurantes parceiros deixaram de receber pedidos, afetando diretamente o faturamento.
    • Entregadores enfrentaram cancelamentos e falhas no sistema de rotas, prejudicando sua renda.

    Além do iFood, outros serviços amplamente utilizados no país, como Mercado Livre, PicPay e até bancos, também enfrentaram instabilidades.

     

    Apesar da pane a AWS ainda é considerado um dos mais seguros serviços de nuvem digital.

    Por que não usamos vários provedores ao mesmo tempo

    Uma solução possível seria as empresas utilizarem mais de um provedor de nuvem — o chamado modelo “multi-cloud redundante”. Assim, se um falhar, o outro assume. No entanto, essa estratégia é cara e tecnicamente complexa. Cada provedor tem sua própria arquitetura, e manter sistemas sincronizados entre eles exige uma infraestrutura duplicada.

    Por isso, muitas empresas optam por usar apenas uma nuvem principal, com alguma redundância interna. Mas, como vimos neste caso, até mesmo esses sistemas podem falhar.

    A nuvem é invisível — até parar de funcionar

    O episódio da AWS mostrou como a chamada “internet invisível” — aquela que roda nos bastidores — é fundamental para o funcionamento da sociedade digital. Quando tudo funciona, ela passa despercebida. Mas quando para, o impacto é imediato e generalizado.

    A AWS pediu desculpas e prometeu melhorias. Mas o alerta está dado: a concentração de serviços em poucos provedores torna o sistema global mais vulnerável. E, como ficou claro, ninguém está imune — nem mesmo quem só queria pedir um lanche pelo celular.

    Contato

  • Brasil confirma 15 mortes por intoxicação por metanol

    Brasil confirma 15 mortes por intoxicação por metanol

    Brasil confirma 15 mortes por intoxicação por metanol

    O registro de mortes chegou a 15, sendo nove em São Paulo, seis no Paraná e seis em Pernambuco.

    Mais nove óbitos seguem em investigação: quatro em Pernambuco, dois no Paraná, um em Minas Gerais, um em Mato Grosso do Sul e um em São Paulo. Foram descartadas 32 notificações de óbitos que estavam sob investigação.

    São Paulo lidera 

    O estado de São Paulo segue com o maior número de casos: 44 confirmados e 14 em investigação. Há ainda seis casos confirmados no Paraná, cinco em Pernambuco, um no Rio Grande do Sul, um em Mato Grosso e um em Tocantins.

    Combate 

    Uma operação deflagrada nesta quinta-feira (16) em cinco estados brasileiros fiscaliza 24 empresas atuantes no setor sucroalcooleiro para tentar rastrear o uso de metanol em bebidas alcoólicas. Chamada de Operação Alquimia, a ação é realizada por uma força-tarefa que reúne agentes da Polícia Federal, da Receita Federal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    Além das empresas do setor sucroalcooleiro, a operação teve como alvos importadores e distribuidores de metanol, nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

    A ação é um desdobramento das operações Boyle, que apurou possíveis casos de adulteração de combustíveis por meio da utilização de metanol, e Carbono Oculto, que revelou um esquema que consistia na compra de metanol importado por empresas químicas regulares, que o repassavam a empresas de fachada. As duas operações revelaram a participação de organizações criminosas em um esquema de adulteração de combustíveis com metanol.

    Entenda o processo de intoxicação

    A arte elaborada pela Agência Brasil, ligada ao Governo Federal, ilustra o processo de intoxicação por metal, mostrando os primeiros sintomas, que ocorrem geralmente entre 12 e 14 horas após ingestão da bebida. Mas há pessoas que apresentam sintomas ainda mais cedo, dependendo da quantidade ingerida. 

    Intoxicação por metanol. Elaboração Agência Brasil.

    Contato

  • Lula e Trump: encontro pode redefinir relações Brasil–EUA e influenciar cenário eleitoral

    Lula e Trump: encontro pode redefinir relações Brasil–EUA e influenciar cenário eleitoral

    Lula e Trump: encontro pode redefinir relações Brasil–EUA e influenciar cenário eleitoral

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou que pretende discutir temas estratégicos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o encontro previsto para este domingo (26), na Malásia, durante a cúpula da ASEAN. A reunião, ainda não oficialmente confirmada pela Casa Branca, pode se tornar um marco nas relações bilaterais e ter repercussões diretas no cenário eleitoral brasileiro e norte-americano.

    Pauta aberta e tom assertivo

    Lula deixou claro que não haverá restrições temáticas. “Não existe veto a nenhum assunto. Não tem assunto proibido para um país do tamanho do Brasil conversar com um país do tamanho dos Estados Unidos. Podemos discutir de Gaza à Ucrânia, de Rússia a Venezuela, materiais críticos, minerais, terras raras. Qualquer assunto”.

    Entre os temas prioritários estão:

    • Retirada das taxações comerciais impostas ao Brasil, que Lula classificou como injustificadas: “Houve um equívoco nas taxações. Quero provar com números. A tese pela qual se taxou o Brasil não tem sustentação. Os Estados Unidos têm superávit de 410 bilhões de dólares em 15 anos com o Brasil”.
    • Revogação das sanções contra autoridades brasileiras, aplicadas com base na Lei Magnitsky. Lula rebateu a narrativa de que o Brasil não respeita os direitos humanos: “Quem comete crime no Brasil é julgado e quem for considerado culpado é punido. Também quero discutir a punição dada a ministros brasileiros da Suprema Corte”.

    Viés eleitoral e impacto geopolítico

    O encontro ocorre em um momento estratégico: Lula acaba de anunciar sua candidatura à reeleição para um quarto mandato. Um acordo bem-sucedido com Trump pode fortalecer a imagem internacional do presidente brasileiro e consolidar o apoio à esquerda no Brasil. Por outro lado, um impasse ou recusa por parte dos EUA pode ser interpretado como um gesto hostil, com potencial de prejudicar a imagem de Trump entre setores que defendem uma diplomacia pragmática e equilibrada.

     

    Analistas apontam que, ao abrir espaço para negociações com Lula, Trump pode estar sinalizando disposição para fortalecer laços com governos progressistas na América Latina, o que contrasta com sua postura anterior. Essa aproximação pode ter reflexos tanto na eleição presidencial brasileira de 2026 quanto na corrida eleitoral americana.

    Obstáculos e riscos

    Apesar do otimismo de Lula, há desafios:

    • A reunião ainda não consta na agenda oficial de Trump.
    • O tom firme de Lula, ao afirmar que “não existe assunto proibido”, foi visto por alguns diplomatas como provocativo.
    • A polarização ideológica entre os dois líderes pode dificultar consensos, embora ambos tenham interesse em mostrar força diplomática.

    Mensagem ao mundo

    Lula encerrou suas declarações com um apelo à harmonia: “Nós somos as duas maiores democracias do Ocidente. Temos que passar para a humanidade harmonia e não desavença. Temos que mostrar para a humanidade uma perspectiva objetiva na melhoria de vida dos povos que a gente representa”.

    Contato

  • Lula confirma que disputará a presidência em 2026

    Lula confirma que disputará a presidência em 2026

    Lula confirma que disputará a presidência em 2026

    Durante uma visita oficial à Indonésia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que pretende concorrer a um quarto mandato nas eleições de 2026. Ao lado do presidente indonésio Prabowo Subianto, Lula afirmou estar prestes a completar 80 anos, mas se sente com “a mesma energia de quando tinha 30”.

    “Eu vou disputar um quarto mandato no Brasil. Esse meu mandato termina no fim de 2026, mas estou preparado para outras eleições”, declarou.

    A fala reforça o que já vinha sendo sinalizado por Lula, que condicionava sua candidatura futura ao estado de saúde. Na ocasião, os dois líderes também firmaram acordos nas áreas de comércio, agricultura, segurança alimentar, bioenergia, desenvolvimento sustentável e defesa.

    A agenda internacional de Lula continua intensa: no domingo, ele deve se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Malásia, e com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

    PESQUISAS

    As pesquisas mais recentes indicam que Lula segue como o favorito para as eleições presidenciais de 2026. Segundo levantamento da Genial/Quaest, realizado em outubro, ele aparece com entre 35% e 43% das intenções de voto nos cenários de primeiro turno.

    No segundo turno, o presidente venceria todos os principais adversários testados, incluindo Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e outros nomes da oposição. Mesmo com a inelegibilidade atual de Bolsonaro, ele ainda figura como o principal nome oposicionista, com 26% das intenções de voto, seguido por Michelle (21%) e Tarcísio (18%).

    Esses números reforçam a competitividade de Lula e ajudam a explicar sua decisão de disputar um quarto mandato.

    Contato

  • Prisão definitiva de Bolsonaro poderá ser decretada

    Prisão definitiva de Bolsonaro poderá ser decretada

    Prisão definitiva de Bolsonaro poderá ser decretada

    A publicação do acórdão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado desencadeia prazos processuais que podem levar à decretação do início definitivo do cumprimento da pena.

    O que significa a publicação do acórdão

    A publicação do acórdão marca o ponto de partida dos prazos para que as defesas apresentem recursos contra a decisão colegiada que levou à condenação dos réus da trama golpista.

    Prazos e recursos imediatos

    O primeiro recurso cabível e com prazo de cinco dias é o embargo de declaração, destinado a apontar contradições, omissões ou obscuridades no acórdão, instrumento que as defesas já indicaram que irão utilizar.
    Se rejeitados os embargos declaratórios, abre-se a possibilidade de início imediato do cumprimento da pena, a critério do relator do processo.

    Recursos posteriores e suas limitações

    Há ainda a possibilidade de apresentação de embargos infringentes no prazo de 15 dias, voltados a tentar rever o resultado quando houve voto divergente pela absolvição; o STF entende que esse recurso só se aplica se existirem ao menos dois votos pela absolvição, circunstância que não ocorreu na maioria dos condenados, incluindo Bolsonaro, que teve apenas um voto divergente favorável à absolvição.
    Os advogados dos réus anunciaram que também apresentarão embargos infringentes alegando interpretação diversa do regimento, mas o relator pode rejeitar individualmente esses pedidos.

     

    Bolsonaro poderá iniciar o cumprimento de pena em prisão a ser determinada pelo STF.

    Possíveis consequências práticas: prisão em que regime e local

    Com a rejeição dos embargos de declaração, o relator pode determinar o início do cumprimento da pena, decidindo se o condenado permanecerá em prisão domiciliar ou cumprirá a pena em estabelecimento diverso, como unidade militar ou prédio da Polícia Federal, entre outras hipóteses mencionadas nos autos.

    Próximos passos processuais

    Após a interposição dos recursos, o relator solicitará a marcação de data para julgamento dos embargos, que pode ocorrer no plenário físico ou virtual, e o presidente da turma terá papel na definição do dia de julgamento.
    A sequência processual dependerá do teor das decisões sobre os embargos e de eventuais medidas cautelares ou decisões do relator sobre execução provisória ou definitiva da pena.

    Contato

mundo-pet-primeira-ed--dez-2023

CADERNOS ESPECIAIS

Cod. 07

ATENÇÃO

O que você está vendo ao lado NÃO é a imagem do seu anúncio, mas sim a capa de um dos cadernos especiais.

Anúncios em cadernos especiais: Os anúncios em cadernos especiais podem ter formatos variados, incluir entrevistas, formato advertorial e muito mais.

Por isso é importante entrar em contato com nosso consultor(a), que vai orientá-lo na forma de contratação e formatos disponíveis.

Se você ainda não conhece os CADERNOS ESPECIAIS do Gazeta 24 Horas, clique no botão abaixo para conhecer.

GIF ANIMADA

Cod. 01

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:865 x 865
Orientação: Quadrado
Tipo de arquivos*: mp4
Tempo máximo 5 segundos (sem áudio)
Loop infinito, sem controles de exibição, sem botões de download
Tamanho máximo do arquivo: 850kb

A arte ao lado representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.

Recursos: Imagem em vídeo, sem áudio, 
Local de exibição: barra lateral direita da home page

OFERECIMENTO EM VÍDEO. 

Cod. 06

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Enviar arte única em formato jpg ou png ou animação full HD 1920×1980  16×9 (horizontal). Tempo máximo de exibição: 5 segundos. 

O texto é sempre o mesmo – assista ao vídeo do lado.

Vídeo produzido diariamente. Postado na home do Gazeta 24 horas, no canal YouTube, compartilhado nas redes sociais. Pode ser compartilhado a partir do yutube nas redes sociais do cliente.

BANNER BARRA
HORIZONTAL

Cod. 03

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:1200 x 220
Orientação: Horizontal
Tipo de arquivos*: jpg, png (independente do formato de arquivo enviado, todos os arquivos de imagem serão convertidos em webp)*

A arte acima representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.
Recursos: Imagem com link externo ao clicar na imagem. Efeito ao passar o mouse.
Local de exibição: barra lateral direita da home page

BANNER LETTER
HORIZONTAL

Cod. 05

GRUPO MID


Gestão de redes sociais para profissionais

Design e identidade visual, postagens, tráfego pago e campanhas estruturadas.

SOLICITE ATENDIMENTO PELO WHATS  41 999-555-006

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO
Este é um anúncio dinâmico que se adapta ao conteúdo. O cliente envia fundo e texto.

  • TÍTULO: Nome da empresa.
  • CHAMADA: Máximo de 40 caracteres, contanto os espaços
  • DESCRIÇÃO: Máximo de 80 caracteres, contando espaços.
  • ASSINATURA: Máximo de 55 caracteres, incluindo espaços.

Recursos: Imagem dinâmica com link externo ao clicar na imagem.
Local de exibição: entre editorias da home page.

BANNER LATERAL
QUADRADO

Cod. 05

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:1000 x 1000
Orientação: Quadrado
Tipo de arquivos*: jpg, png

(independente do formato de arquivo enviado, todos os arquivos de imagem serão convertidos em webp)*

A arte ao lado representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.

Recursos: Imagem com link externo ao clicar na imagem.
Local de exibição: barra lateral direita da home page

6cce0e20-8a01-4c5d-8ee2-fea3594e4470
BANNER LATERAL VERTICAL

Cod. 04

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:790 x 1280
Orientação: Vertical
Tipo de arquivos*: jpg, png

(independente do formato de arquivo enviado, todos os arquivos de imagem serão convertidos em webp)*

A arte ao lado representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.

Recursos: Imagem com link externo ao clicar na imagem.
Local de exibição: barra lateral direita da home page