Autor: Gazeta 24 horas

  • STF torna Eduardo Bolsonaro réu por coação no curso do processo

    STF torna Eduardo Bolsonaro réu por coação no curso do processo

    STF torna Eduardo Bolsonaro réu por coação no curso do processo

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, receber a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com isso, o parlamentar passa a responder a uma ação penal pelo crime de coação no curso do processo, previsto no Código Penal.

    A acusação da PGR sustenta que Eduardo Bolsonaro tentou interferir no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de Estado. Segundo a denúncia, o deputado buscou pressionar ministros do STF e autoridades estrangeiras para influenciar o andamento do processo, o que caracteriza tentativa de constrangimento de autoridades judiciais.

    No julgamento, os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia votaram pelo recebimento da denúncia. A decisão abre caminho para a fase de instrução processual, em que serão colhidas provas, ouvidas testemunhas e apresentadas as defesas.

    As consequências imediatas para Eduardo Bolsonaro são de ordem judicial e política. No plano jurídico, ele passa a responder formalmente a uma ação penal, o que pode resultar em condenação caso o STF entenda que houve prática do crime. O processo ainda está em fase inicial e não há prazo definido para conclusão. Especialistas apontam que, pela complexidade do caso, o julgamento definitivo pode ocorrer apenas em 2026.

    Eduardo Bolsonaro

    Desdobramentos políticos no PL e na família Bolsonaro

    A decisão do STF tem impacto direto no Partido Liberal (PL), legenda à qual Eduardo pertence. O fato de um dos principais nomes da bancada bolsonarista se tornar réu fragiliza a imagem do partido, que já enfrenta desgaste com a condenação de Jair Bolsonaro. Internamente, aumenta a pressão sobre a direção do PL para administrar os efeitos da crise e preservar sua força eleitoral.

    Para a família Bolsonaro, o episódio amplia o cerco judicial e político. Jair Bolsonaro já foi condenado e agora vê o filho mais influente no Congresso responder a uma ação penal. Isso pode reduzir a capacidade de articulação da família no cenário político nacional e comprometer estratégias eleitorais futuras, especialmente em 2026, quando novas disputas legislativas e executivas ocorrerão.

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  • A narrativa das taxas EUA x Brasil

    A narrativa das taxas EUA x Brasil

    A narrativa das taxas EUA x Brasil

    Na última semana, os Estados Unidos anunciaram a redução de tarifas de importação sobre cerca de 200 produtos brasileiros. Entre eles, café, carne bovina, suco de laranja e frutas tropicais. A medida foi celebrada pelo governo brasileiro como um avanço nas negociações comerciais, mas recebeu críticas de exportadores e representantes da indústria.

    O que mudou de fato

    • Café brasileiro: tarifa caiu de 50% para 40%.
    • Concorrentes (como Colômbia, Vietnã e Indonésia): tarifas foram zeradas, passando de 10% para 0%.
    • Diferença matemática: antes, Brasil tinha 50% contra 10% da Colômbia (gap de 40 pontos). Agora, Brasil tem 40% contra 0% da Colômbia (gap também de 40 pontos).

    Ou seja, matematicamente a diferença continua a mesma.

    Onde entra a narrativa

    Apesar da redução, o discurso predominante entre exportadores brasileiros é de insatisfação. Isso ocorre porque:

    • Percepção de isolamento: o Brasil continua pagando uma tarifa alta, enquanto concorrentes agora não pagam nada.
    • Competitividade relativa: mesmo com a queda de 10 pontos, o café brasileiro segue caro frente aos rivais.
    • Pressão política: ao reforçar a narrativa de “piorou para o Brasil”, setores buscam manter o tema em evidência e pressionar o governo por novas negociações.
    • Mercado e opinião pública: narrativas moldam expectativas e influenciam decisões de consumidores, investidores e autoridades.

    Taxas impostas e suspensas pelos EUA afetam o mercado brasileiro, que constrói narrativas.

    O paradoxo

    Na prática, houve uma melhora para o Brasil — a tarifa caiu. Mas como os concorrentes ganharam uma vantagem absoluta (isenção total), a percepção é de que o Brasil ficou para trás.
    Essa é a essência da narrativa: não se trata apenas dos números, mas de como eles são comunicados e interpretados.

    Conclusão

    O caso das tarifas entre EUA e Brasil mostra como o comércio internacional não é feito apenas de cálculos objetivos. As narrativas desempenham papel central, influenciando negociações, moldando percepções e até criando a sensação de derrota em cenários onde, matematicamente, nada mudou.
    O leitor bem informado precisa distinguir entre o fato concreto (a diferença continua de 40 pontos) e a narrativa construída (de que a situação “piorou”).

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  • Alcântara: o “condomínio espacial” brasileiro que volta ao jogo global

    Alcântara: o “condomínio espacial” brasileiro que volta ao jogo global

    Alcântara: o “condomínio espacial” brasileiro que volta ao jogo global

    O Brasil está “alugando” seu centro de lançamento par empresas estrangeiras lançarem seus foguetes. Entenda esta estratégia brasileira.

    O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, sempre foi considerado um dos locais mais estratégicos do mundo para operações espaciais. Sua posição privilegiada, a apenas 2° da linha do Equador, permite economizar até 30% de combustível nos lançamentos e facilita colocar satélites em órbitas geoestacionárias — essenciais para telecomunicações, internet e monitoramento climático.

    Apesar desse potencial, Alcântara passou décadas subutilizada, marcada por projetos interrompidos e pelo trágico acidente de 2003, quando uma explosão matou 21 técnicos e paralisou o programa espacial brasileiro. Agora, com a Operação Spaceward 2025, o Brasil retoma o protagonismo ao abrir sua base para lançamentos comerciais internacionais, começando com o foguete sul-coreano HANBIT-Nano, da empresa Innospace.

    O Brasil fará seu primeiro lançamento comercial, deste foguete coreano, no próximo dia 22.

    Alcântara como “condomínio de lançamento”

    A estratégia atual é transformar Alcântara em um hub internacional, alugando sua infraestrutura para empresas e países que desejam lançar satélites.

    • Modelo de negócio: semelhante a um aeroporto internacional, onde o Brasil não precisa fabricar os foguetes, mas oferece pista, logística e segurança.
    • Serviços incluídos: suporte técnico da Força Aérea Brasileira (FAB), coordenação de cargas úteis e governança da operação.
    • Exemplo internacional: a base de Kourou, na Guiana Francesa, já opera nesse modelo há décadas, atraindo contratos bilionários para a Europa.

    Vantagens do sistema de locação

    • Receita imediata: o Brasil passa a lucrar com taxas de uso e serviços prestados.
    • Inserção global: Alcântara entra no mercado internacional de lançamentos, atraindo empresas de telecomunicações e startups espaciais.
    • Inovação nacional: universidades e empresas brasileiras podem participar com experimentos e cargas úteis, ganhando experiência prática.
    • Geopolítica: fortalece a posição estratégica do Brasil no cenário aeroespacial e militar.

    Centro de Lançamento de Alcântara.

    Desvantagens e desafios

    • Dependência externa: sem foguetes próprios, o Brasil atua apenas como “locador”, sem dominar toda a cadeia tecnológica.
    • Risco de exclusividade: contratos mal negociados podem limitar o acesso de empresas nacionais.
    • Pressão social: comunidades locais, especialmente quilombolas, já manifestaram preocupações com deslocamentos e impactos sociais.
    • Necessidade de investimento contínuo: manter a base moderna e competitiva exige recursos e estabilidade política.

    Por que o Brasil não lança foguetes próprios

    O acidente de 2003, que destruiu o VLS-1 (Veículo Lançador de Satélites) e matou 21 técnicos, foi um divisor de águas.

    • O programa espacial brasileiro sofreu descrédito internacional e perda de confiança interna.
    • Houve cortes de investimento e descontinuidade política, deixando Alcântara praticamente abandonada.
    • O país não conseguiu avançar em projetos próprios de foguetes, ficando atrás de potências como EUA, Rússia, China e até vizinhos que investiram em cooperação internacional.

    A importância da mudança de postura

    Ao reativar Alcântara como condomínio de lançamentos, o Brasil:

    • Recupera relevância internacional, mostrando que pode ser parceiro confiável em missões espaciais.
    • Atrai investimentos e tecnologia, criando oportunidades para empresas nacionais.
    • Garante uso estratégico da base, evitando que um ativo tão valioso continue abandonado.
    • Abre caminho para o futuro, em que o país pode voltar a desenvolver veículos próprios, mas agora com experiência acumulada e parcerias sólidas.

    Alcântara não é apenas uma base de aluguel; é um ativo estratégico que, bem administrado, pode transformar o Brasil em protagonista do mercado espacial. O acidente de 2003 paralisou sonhos, mas a reativação da base mostra que o país decidiu não desperdiçar sua vantagem geográfica única.

    Programa espacial brasileiro: de promissor ao esquecimento

    O Brasil, logo após a Segunda Guerra Mundial, começou a investir em ciência e tecnologia aeroespacial com ambições de se tornar protagonista fora do eixo das grandes potências. A criação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) marcou o início de um projeto ousado: desenvolver veículos lançadores de satélites e colocar o país entre os poucos capazes de acessar o espaço de forma independente.

    Nos anos 1970 e 1980, o programa espacial brasileiro ganhou destaque internacional. O projeto do Veículo Lançador de Satélites (VLS) era visto como promissor, e a localização estratégica do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, reforçava essa expectativa. Situado a apenas dois graus da linha do Equador, Alcântara oferecia vantagens únicas: economia de combustível, maior eficiência nos lançamentos e segurança natural proporcionada pelo oceano Atlântico. Muitos especialistas consideravam que o Brasil tinha condições de se tornar um dos líderes emergentes no setor espacial.

    Essa trajetória, no entanto, sofreu um golpe devastador em 2003. Uma explosão durante os preparativos para o lançamento do VLS-1 matou 21 técnicos e engenheiros, alguns dos mais experientes do programa. O acidente não apenas destruiu o foguete e os satélites que seriam colocados em órbita, mas também abalou profundamente a confiança no projeto. A tragédia expôs falhas graves de segurança e revelou a fragilidade da infraestrutura nacional para lidar com operações de alto risco. Mais do que uma perda material, foi uma perda humana irreparável: o país viu desaparecer parte significativa de seu capital científico e tecnológico.

    O impacto foi imediato. O programa espacial brasileiro entrou em descrédito, os investimentos foram reduzidos e o VLS nunca chegou a ser concluído. O sonho de independência tecnológica deu lugar a anos de estagnação, e Alcântara, que poderia ter se tornado um polo internacional de lançamentos, ficou praticamente abandonada. O Brasil, que já havia sido apontado como um dos programas mais avançados fora das grandes potências, passou a ser lembrado como um caso de oportunidade perdida.

    Somente recentemente houve uma mudança de postura. Em vez de insistir em desenvolver foguetes próprios sem condições técnicas e financeiras, o Brasil decidiu reativar Alcântara como plataforma de lançamentos comerciais internacionais. A estratégia é transformar a base em um “condomínio espacial”, alugando sua infraestrutura para empresas e países interessados. Essa decisão recoloca o Brasil no mapa global, ainda que em um papel diferente: não como fabricante de foguetes, mas como provedor de uma das melhores localizações do mundo para missões espaciais.

    Essa guinada é importante porque evita que Alcântara continue subutilizada e abre novas oportunidades de receita, inovação e parcerias. Embora o acidente de 2003 tenha marcado o fim de uma era de ambições autônomas, a reativação da base mostra que o Brasil decidiu não desperdiçar sua vantagem geográfica única. O programa espacial brasileiro pode não ter seguido o caminho inicialmente sonhado, mas ao se reinventar, encontra uma forma de permanecer relevante no cenário internacional.

    Se quiser, posso expandir esse texto em uma linha do tempo narrativa, destacando os principais marcos — da criação do INPE até a Operação Spaceward 2025 — para dar ainda mais clareza à evolução dessa história.

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  • COP30: uma semana desastrosa

    COP30: uma semana desastrosa

    COP30: uma semana desastrosa

    Entre impasses diplomáticos, falhas organizacionais e críticas inéditas da ONU, Brasil inicia sua COP sob holofotes negativos.

    A primeira semana da COP30, realizada em Belém, foi marcada por tropeços que comprometeram a imagem do Brasil como anfitrião. O que deveria ser a consagração do país como líder climático transformou-se em um retrato de desorganização e paralisia política.

    Negociações travadas
    Os debates centrais pouco avançaram. Países ricos exigem maior rigor na apresentação de dados e compromissos mais ambiciosos, enquanto nações em desenvolvimento — especialmente do Sul Global — lembram que sem financiamento garantido não há como elevar metas. O resultado foi um endurecimento das conversas e um clima de desconfiança.

    Críticas da ONU e falhas organizacionais
    O episódio mais simbólico foi a carta enviada pela ONU ao governo brasileiro, cobrando ajustes imediatos na segurança após a invasão da Blue Zone. É raro que a organização formalize insatisfações dessa forma durante uma COP, o que reforça a gravidade da situação. Além disso, delegações relataram problemas básicos: falta de água em banheiros, falhas na refrigeração dos pavilhões e dificuldades operacionais que não condizem com um evento desse porte.

    Brasil sob os holofotes errados
    O país, que buscava se afirmar como mediador e protagonista da agenda climática, acabou exposto por falhas que não têm relação direta com o debate ambiental. A imagem de anfitrião responsável foi arranhada, e a oposição ganhou munição para questionar a capacidade do governo em conduzir um evento global.

    COPs anteriores

    COP27 (Egito, 2022)
    Apesar de críticas à logística e à repressão de manifestações, conseguiu avançar em um ponto histórico: a criação do fundo de perdas e danos para países vulneráveis.

    COP28 (Dubai, 2023)
    Organização impecável, mas cercada de polêmicas pela dependência do petróleo. O resultado mais simbólico foi o acordo para uma “transição energética”, ainda tímido em relação à eliminação dos combustíveis fósseis.

    COP30 (Belém, 2025)
    Ao contrário das anteriores, o Brasil enfrenta críticas tanto pela condução política quanto pela logística. Não houve até agora avanços significativos em compromissos climáticos, e a narrativa dominante é a da desorganização.

    Se a COP27 foi lembrada pela conquista do fundo de perdas e danos e a COP28 pela transição energética, a COP30 corre o risco de ser marcada por falhas organizacionais e pela incapacidade de avançar nas negociações. 

    É fácil notar que COPs são problemáticas, e se o Brasil, que buscava protagonismo, terminou a primeira semana sob os holofotes errados —  terá de trabalhar dobrado para recuperar credibilidade nos próximos dias.

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  • Polêmica na educação do Paraná

    Polêmica na educação do Paraná

    Polêmica na educação do Paraná

    A educação no Estado do Paraná tem passado por profundas modificações no governo de Ratinho Junior, o que tem agradado a muitos e também desagradado a outros. Entre as mudanças estão o programa Parceiros da Escola, que passa a gestão das escolas do estado a iniciativa privada. O outro programa é mudança da gestão das escolas para o modelo conhecido como Colégio Cívicos-Militares.

    Parte da estratégia do governo é sustentar as mudanças baseadas na opinião pública. Por isso consultas às comunidades são realizadas.

    A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) divulgou que realizará, nos dias 17 e 18 de novembro, consultas públicas nas escolas estaduais para discutir dois temas: ampliação dos Colégios Cívico-Militares (CCMs) e adesão ao programa Parceiro da Escola. 

    Poderão participar pais, responsáveis e estudantes maiores de 18 anos, mediante apresentação de documento oficial com foto.

    Cada colégio divulgará horários e locais da votação, que busca garantir transparência e participação social. A apuração será acompanhada pelas equipes regionais.

    Colégios Cívico-Militares: 50 escolas de 34 cidades, reunindo 21,3 mil alunos, serão consultadas para possível ingresso no modelo em 2026. Não participam escolas noturnas, indígenas, quilombolas, conveniadas com APAE, entre outras. 

    Atualmente, o Paraná conta com 312 CCMs, aprovados por mais de 89% de pais e 90% de professores, com fila de espera de 11 mil alunos. O sistema combina gestão civil e presença de militares da reserva.

    Parceiro da Escola: 96 instituições, atendendo 44,5 mil estudantes em 78 municípios, estão aptas à consulta. O programa, implantado em 2025 e já presente em 82 colégios, transfere a gestão administrativa e de infraestrutura a empresas especializadas, permitindo que educadores foquem no ensino. Pesquisa mostra aprovação de mais de 86% dos pais, segundo o governo do Paraná.

    Segundo o secretário Roni Miranda, o processo fortalece a escola ao colocar a comunidade no centro das decisões.

    O OUTRO LADO:  Segundo publicação no site da APP-Sindicato, entidade que representa professores estaduais, “A propaganda do governo é mentirosa”.

    Veja o que diz a publicação

    Ratinho Jr quer entregar mais 97 escolas da rede pública estadual a empresas “amigas”, com a promessa de melhorias na estrutura e no funcionamento geral desses estabelecimentos. Mas,  observando as escolas privatizadas com o programa Parceiro da Escola, a realidade é bem diferente da propaganda do governo estadual. É o que acontece no Colégio Estadual Protásio de Carvalho, em Curitiba, onde o Parceiro da Escola foi imposto mesmo sem aprovação da comunidade escolar.

    Na consulta, realizada no ano passado, não houve quórum suficiente para validar a votação, mas a Secretaria de Estado da Educação (Seed) decidiu implementar o programa mesmo assim. “Tentaram arrumar as quadras de esporte e ainda tem vários problemas, como salas de aula sem pintura, com goteiras e infiltrações, quadros de giz despadronizados e laboratório de ciências deficitário”, relata Raphael Zoccoli, professor de Geografia no Protásio desde 2016.

    Os resultados do programa Parceiro da Escola estão muito longe do prometido antes da privatização. “A propaganda do governo é mentirosa. Uma das promessas era termos funcionários responsáveis pela segurança e não temos. As profissionais de Psicologia, Nutricionista e Serviço Social têm apenas um dia da semana em nossa escola, o que é insuficiente devido à demanda e sobrecarregando as profissionais”, afirma Zoccoli. 

    Faltam funcionários(as) também nas equipes de limpeza e cozinha da escola, aponta Zoccoli. “Quando um funcionário falta, não há substituto e a escola transforma-se num caos. Só não sai de controle pois todos os que trabalham aqui entendem que devemos acolher e cuidar dos nossos estudantes”, diz.

    Zoccoli conta que há falta também de professores(as), ao contrário do que prometeu Ratinho Jr. “Alguns se afastaram do trabalho por motivos de saúde, principalmente saúde mental. A promessa do governo foi que os estudantes não mais ficariam no pátio quando um professor faltasse, pois seriam atendidas por profissionais para não haver perda no aprendizado. No entanto, o que vemos é alguns funcionários, sem experiência ou formação pedagógica, entregando atividades como caça-palavras, cruzadinhas ou desenhos para colorir”, diz. 

    Mais do que avaliar resultados, no entanto, o debate sobre a privatização deveria partir da escola que queremos, afirma Zoccoli. “Acredito que o debate sobre as privatizações dos serviços e setores estratégicos é muito mais profundo. A quem pertence a escola pública? Quem construiu e com que dinheiro? A resposta já sabemos. O que queremos saber é se um servidor público, como um governador ou deputado, tem o direito de vender o que é nosso”, indica.

    Nesse contexto, a privatização é apenas a entrega desnecessária e inútil de dinheiro público a empresas privadas. “Não há necessidade de privatizar. O que há é a transferência de dinheiro público para empresas sem melhoria alguma na educação. Não há transparência dos contratos, nem do repasse do dinheiro, nem do investimento realizado pela empresa. Se essa verba pública viesse direto para a mão da comunidade já teríamos melhorado muito nossa infraestrutura”, conclui Zoccoli.

    A APP-Sindicato organizou atos nesta semana em todo o Paraná contra a privatização e a militarização de mais escolas. No interior, dirigentes sindicais fizeram protestos em frente aos Núcleos Regionais de Educação e também protocolaram denúncias ao Ministério Público. “Vamos levar para a comunidade todos os nossos argumentos e desmentir a falácia que essa Secretaria tem feito sobre esse programa. Vamos defender a escola pública na sua gestão pública. Vamos dizer não mais uma vez, se é isso que a Seed quer ouvir”, destaca a presidenta da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto.

    Publicação original: https://appsindicato.org.br/a-propaganda-do-governo-e-mentirosa-alerta-professor-de-colegio-privatizado-por-ratinho-jr-em-curitiba/

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  • Agendamento do espetáculo gratuito Catedral de Luz Ademicon começa na segunda (17)

    Agendamento do espetáculo gratuito Catedral de Luz Ademicon começa na segunda (17)

    Agendamento do espetáculo gratuito Catedral de Luz Ademicon começa na segunda (17)

    Por conta da capacidade limitada de ocupação, o espetáculo Catedral de Luz Ademicon é a única atração gratuita do Natal de Curitiba 2025 que terá agendamento. As reservas para as 24 sessões serão abertas no site do evento na próxima segunda-feira (17/11), a partir das 11h.

    A atração no interior da Catedral de Curitiba, no Centro, vai estrear no dia 29 de novembro e ficará em cartaz até o dia 4 de dezembro, com quatro sessões diárias: às 19h30, 20h30, 21h30 e 22h30. As apresentações duram, em média, 35 minutos.

    O espetáculo Catedral de Luz Ademicon integra a programação do Natal de Curitiba 2025, que terá mais de 150 atrações a partir do dia 24 de novembro. 

    Agendamento prévio

    É possível reservar até 4 ingressos por CPF. Não haverá lugares marcados e os assentos são ocupados conforme a ordem de chegada. Também não será possível selecionar várias sessões de uma só vez.

    Crianças de até 2 anos não precisam de ingresso, mas recomenda-se que assistam ao espetáculo no colo de um responsável.

    A entrada para o espetáculo só será permitida mediante apresentação do ingresso e em caso de desistência pede-se para se cancelar a reserva no site da atração para liberar as vagas para outros interessados. 

    Luz e música

    O espetáculo Catedral de Luz Ademicon é uma verdadeira fusão entre música, arte visual e espiritualidade. Espectadores de todas as idades irão se encantar pela atração do Natal de Curitiba 2025.

    Em perfeita harmonia, a música ao vivo da Orquestra e Coro Anima Musicale e a projeção mapeada transformam a Catedral de Curitiba em um cenário onde som e imagem dialogam, revelando seus detalhes arquitetônicos, sua grandiosidade, sua história e toda a beleza que ela inspira.

     

    Um espetáculo de luz e música, no Natal de Curitiba.

    Clássicos musicais natalinos, como Vem Chegando o Natal; Noite Feliz; Gloria in Excelsis Deo; Panis Angelicus e Ding Dong Merrily on High, levam o público a uma experiência imersiva, onde cada nota se reflete em luzes e cores. 

    A direção geral, musical e o roteiro do espetáculo é do maestro Dirceu Saggin, produtor musical, violonista e regente da Orquestra Anima Musicale.

    Acessibilidade

    O espetáculo Catedral de Luz Ademicon contará com um receptivo especializado para atender o público com deficiência auditiva e visual. Intérpretes de Libras e audiodescrição serão disponibilizados (gravados e sincronizados) com o espetáculo, garantindo que todos possam vivenciar plenamente a experiência musical e visual do espetáculo.

    O espaço religioso do Centro ainda é totalmente acessível para pessoas com deficiência, com rampas de acesso e espaços reservados para cadeirantes. A orientação para pessoas com deficiência é chegar 15 minutos antes para que a equipe possa oferecer atendimento prioritário.

    Premiado em 2025

    O espetáculo na Catedral de Curitiba, realizado desde o ano passado, foi consagrado nacionalmente ao vencer o Prêmio Live 2025, na categoria Ativação para Datas Especiais, reconhecimento que confirma sua excelência artística e inovação tecnológica.

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  • Dom Bertrand de Orléans e Bragança: O Príncipe que Mantém Viva a Monarquia Brasileira

    Dom Bertrand de Orléans e Bragança: O Príncipe que Mantém Viva a Monarquia Brasileira

    Dom Bertrand de Orléans e Bragança: O Príncipe que Mantém Viva a Monarquia Brasileira

    Ele pode não aparecer em novelas ou nas colunas sociais mais badaladas, mas o nome de Dom Bertrand de Orléans e Bragança carrega um peso histórico que poucos brasileiros têm: ele é o atual chefe da Casa Imperial do Brasil, descendente direto de Dom Pedro II e herdeiro simbólico do trono que foi abolido em 1889.

    Uma vida entre tradição e modernidade

    Nascido em 1941, na França, Bertrand cresceu em meio ao exílio da família imperial. Ainda jovem, mudou-se para o Brasil, onde estudou Direito na USP e construiu sua trajetória como advogado e escritor. Diferente das celebridades que brilham nas telas, sua fama vem da defesa apaixonada pela monarquia e pelos valores tradicionais.

    Figura pública e discreta

    Apesar de não buscar os holofotes, Dom Bertrand é presença constante em eventos culturais, religiosos e palestras. Sempre elegante, com postura firme e fala articulada, ele atrai atenção por representar uma linhagem que remete ao passado imperial do país. Para os monarquistas, é tratado como “Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil”.

    Dom Bertrand de Orléans e Bragança

    Honrarias e reconhecimento

    Dom Bertrand acumula títulos honoríficos ligados à tradição católica e monárquica, como a Imperial Ordem da Rosa e a Ordem de Cristo. Esses símbolos reforçam sua imagem de guardião da memória histórica e cultural brasileira.

    Voz ativa no debate nacional

    Mais do que uma figura histórica, Bertrand se tornou uma personalidade pública que defende ideias conservadoras e a restauração da monarquia. Em entrevistas e livros, fala sobre política, cultura e fé, sempre com o tom de quem acredita que o Brasil pode reencontrar sua identidade através das raízes imperiais.

    Dom Bertrand é uma celebridade diferente — não das telas ou palcos, mas da história viva. Ele representa uma ponte entre o Brasil imperial e o Brasil contemporâneo, mantendo acesa a chama da monarquia em pleno século XXI.

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  • ALERTA: 3 Novos ciclones devem atingir o sul do Brasil – O primeiro já em formação

    ALERTA: 3 Novos ciclones devem atingir o sul do Brasil – O primeiro já em formação

    ALERTA: 3 Novos ciclones devem atingir o sul do Brasil – O primeiro já em formação

    Brasil em estado de atenção: sequência de ciclones extratropicais deve impactar o Sul e Sudeste ainda em novembro

    Após o tornado devastador que atingiu o Paraná no início do mês, deixando sete mortos e centenas de feridos, o país se prepara para enfrentar uma nova série de eventos climáticos extremos. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) confirmam a formação de três ciclones extratropicais no Atlântico Sul, com potencial para provocar chuvas intensas, ventos fortes e queda de temperatura em diversas regiões.

    O primeiro ciclone já está em formação e deve atuar a partir de domingo, 16 de novembro, com efeitos previstos para São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. O sistema pode trazer tempestades severas, granizo e mudanças bruscas no clima.

    O segundo fenômeno, previsto para o dia 19, deve atingir Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, reacendendo o alerta em estados já fragilizados por eventos recentes. 

    O terceiro ciclone ainda não tem data exata, mas deve ocorrer até o fim do mês.

    Imagem mostra formação anterior de ciclone extratropical que atingiu o Paraná.

    Embora os ciclones não devam ter a mesma intensidade do tornado que devastou cidades paranaenses, especialistas alertam para o risco elevado de tempestades severas, especialmente durante a primavera — estação marcada pelo contraste entre massas de ar frio e quente, condição ideal para a formação desses sistemas.

    Segundo o climatologista Francisco Aquino, da UFRGS, “essa sequência de frentes frias e instabilidades é típica da estação e pode gerar fenômenos severos, embora menos destrutivos que o tornado anterior”. Já Marcelo Seluchi, do Cemaden, reforça que a previsão de tornados é difícil, mas não pode ser descartada.

    Recomendações à população:

    • Acompanhar os boletins da Defesa Civil e do INMET.
    • Evitar áreas de risco durante tempestades.
    • Reforçar estruturas vulneráveis e revisar telhados.
    • Ter um plano de emergência familiar.

    A primavera brasileira segue instável — e o céu, imprevisível.

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  • Campo Largo: Alerta de golpes!

    Campo Largo: Alerta de golpes!

    Campo Largo: Alerta de golpes!

    A Prefeitura de Campo Largo, por meio da Secretaria Municipal de Administração, recebeu denúncias de um novo golpe sendo praticado contra fornecedores do município. Uma conta comercial foi criada no aplicativo de mensagens WhatsApp com o número (41) 8495-3816, e a pessoa se apresenta com o nome “Rubens Magalhães” e diz ser fiscal de contrato da Prefeitura. 

    O golpista entra em contato com os fornecedores, alegando que houve uma troca na metodologia de pagamento, e pede para baixar um aplicativo e dentro dele tomar alguma ação – fazer um cadastro, ou assinatura digital, ou acessar a licitação. Porém, o aplicativo indicado é falso e seu download pode não ser seguro e causar danos, servindo como porta de entrada de vírus no computador ou celular utilizado para acesso. 

    “Todo cuidado é pouco e pedimos que as pessoas se atentem aos nossos procedimentos. Isso é totalmente fora da nossa forma de trabalhar, então quando for assim desconfie. Quem se apresentar em nome da Prefeitura deve, primeiro, comprovar claramente o vínculo conosco e isso se dá por meio de crachá, uniforme, telefone e e-mails profissionais (nunca pessoais). Temos no quadro um servidor que é fiscal de contrato da Secretaria de Obras Viárias com o mesmo nome, porém esse não é o procedimento padrão e tal número de telefone não está vinculado às contas da Prefeitura Municipal”, informa Isabella Baroni Rivabem, secretária municipal de Administração. 

    Somente nos canais institucionais – A Prefeitura de Campo Largo esclarece que NÃO realiza comunicações sobre gestão de contratos, pedidos de instalação de aplicativos ou solicitação de dados sensíveis de fornecedores pelo WhatsApp, nem por outros aplicativos de mensagens. Todas as comunicações oficiais são feitas exclusivamente pelos canais institucionais (site oficial e e-mail institucional que finalize com “@campolargo.pr.gov.br”). O que for diferente disso é oriundo de outro sistema. 

    Golpes pelo celular – Foto Ilustrativa.

    “Todos os serviços que oferecemos no Portal do Cidadão estão dentro da plataforma atende.net, gerenciada pela IPM, e na aba de autoatendimento é ainda necessário fazer login. As mesmas funcionalidades do site oficial da Prefeitura de Campo Largo estão também no aplicativo oficial chamado Prefeitura de Campo Largo”, completa Isabella. Este app oficial está na loja virtual Apple Store (em caso de celular Iphone) ou Google Play Store (para celular Android).

    Não instale outro aplicativo!

    Sendo assim, a Administração Municipal orienta os fornecedores que têm contrato com o município para que não instalem aplicativos recebidos por mensagens suspeitas e também não repassem dados, documentos ou informações sem confirmação pelo canal oficial.

    Em caso de dúvida, eles devem contatar imediatamente o gestor do seu contrato utilizando os contatos institucionais citados e já conhecidos.

    Denuncie – É importante também que aqueles que forem procurados denunciem qualquer tentativa de golpe diretamente para a Secretaria de Administração no telefone (41) 3291-5038, no e-mail escritoriodecomprascl@campolargo.pr.gov.br, ou pessoalmente no Bloco 09 da sede administrativa (Avenida Padre Natal Pigatto, 925, Centro).

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  • ALEP celebra o Dia da Umbanda

    ALEP celebra o Dia da Umbanda

    ALEP celebra o Dia da Umbanda

    Vestindo roupas brancas, filás, ojás e guias, umbandistas foram homenageadas na noite desta quarta-feira (12) no Plenário pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A cerimônia, proposta pelo deputado estadual Gilberto Ribeiro (PL), aludiu ao Dia da Umbanda, celebrado em todo o Brasil no sábado (15). Apresentações e momentos de celebração religiosa aos povos de axé também marcaram a solenidade.

    Logo ao abrir a cerimônia com os dizeres “Sob a proteção de Olorum”, adaptando a tradicional expressão que dá início às sessões na Alep, Gilberto Ribeiro ressaltou a urgência de proteger a liberdade religiosa e superar a intolerância. “Ter respeito e permitir que cada um viva sua religiosidade é o mais importante”, destacou. O parlamentar também detalhou como se encontrou na fé umbandista, vínculo que nasceu durante sua luta contra o câncer.

    O evento condecorou os esforços da Federação Umbandista do Estado do Paraná (Fuep), criada em 1968, na preservação das tradições afro-brasileiras, na defesa da liberdade religiosa e na promoção da inclusão. “Para a nossa comunidade, é uma oportunidade de empoderamento e fortalecimento do nosso axé”, considerou Mãe Silvana, presidente da instituição. “Estar aqui hoje é uma forma de nos apresentar socialmente, reconhecer que a nossa religião também faz parte do conjunto de religiões presentes na sociedade e que estamos aqui para um bem maior.”

    O Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que umbanda e candomblé reúnem 1,05% da população brasileira, percentual em crescimento desde 2000 (0,09%) e 2010 (0,31%). No Paraná, 58,5 mil pessoas (0,59%) seguem essas religiões, sendo 21.242 em Curitiba (1,34%) — número que subiu de 3.526 em 2000. A região Sul concentra o maior percentual de adeptos, com 1,6%. “A nossa sociedade agora está com mais força para se autodeclarar umbandista e candomblecista. Antes vivíamos mais escondidos. Esse número cresce também pela nossa oportunidade de afirmar nossa identidade”, avaliou Silvana.

    Plenário e galerias lotados mostraram a forma da Umbanda na Assembleia Legislativa do Paraná.

    “O ponto comum que deveria predominar em todas as religiões é o respeito. Quando existe o respeito, existe o amor”, frisou Pai Geverson de Xangô, diretor administrativo da Fuep, referindo-se à discriminação sofrida pelos adeptos. Apesar da expansão, umbandistas convivem com a intolerância religiosa. Em 2024, a maioria das 2,4 mil denúncias de intolerância registradas pelo Ministério dos Direitos Humanos teve como vítimas pessoas que praticam rituais de umbanda e candomblé.

    Ivânia Ramos dos Santos, diretora de Igualdade Racial, Povos e Comunidades Tradicionais na Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi), destacou a contribuição da religião e de seus praticantes para o Paraná. “A comunidade umbandista faz um trabalho de conscientização e política pública nos municípios, e sempre encontramos, nas ações de conselho e mobilizações, a comunidade de terreiro. Ela vem se destacando pela defesa de toda e qualquer comunidade e pela importância de se unir pela liberdade”, afirmou.

    “É um passo muito importante para a Fuep ser reconhecida dentro dos poderes do Paraná, uma vez que é o reconhecimento institucional de um trabalho sério, comprometido com a defesa das religiões de matrizes africanas e com os direitos dos umbandistas do Estado”, frisou Pai Jimmy de Iemanjá, presidente do Conselho Deliberativo da Fuep. “Deixa um legado aos futuros umbandistas — as crianças aqui presentes, que serão a continuidade do nosso trabalho.”

    Foram distribuídas menções honrosas a 35 pessoas que contribuem para proteger, difundir e valorizar a umbanda no Paraná. Dentre eles, quatro personalidades foram agraciadas com o Prêmio Axé, que reconhece lideranças que se destacam pela contribuição à valorização da cultura afro-brasileira.

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