Dia: 25 de janeiro de 2026

  • Privatização da CELEPAR avança

    Privatização da CELEPAR avança

    Privatização da CELEPAR avança

    A Celepar, Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, consolidou-se ao longo de décadas como um dos pilares estratégicos do Estado. Responsável por processar e armazenar dados sensíveis de milhões de cidadãos, tornou-se símbolo da soberania digital paranaense. Agora, em meio ao discurso de modernização e eficiência, o governo estadual avança em sua decisão de privatizar a companhia.

    Na última semana, o Tribunal de Contas do Paraná (TCE) liberou o processo de venda, suspenso desde setembro de 2025. A interrupção havia sido motivada por preocupações sobre impactos financeiros e, sobretudo, sobre a segurança das informações públicas. Com novos estudos apresentados pelo governo, o tribunal entendeu que, mesmo privatizada, a Celepar atuará apenas como operadora, enquanto o Estado permanecerá como controlador dos dados.

    O projeto de privatização foi aprovado em regime de urgência pela Assembleia Legislativa em 2024, em apenas nove dias, o que gerou críticas da oposição e de especialistas em políticas digitais. Outro ponto que gera controvérsia é o sigilo que envolve o processo de venda. Parlamentares e entidades da sociedade civil cobram transparência, argumentando que a Celepar não é apenas uma empresa, mas um patrimônio público que garante a infraestrutura digital do Paraná.

    De um lado, o governo sustenta que empresas privadas podem trazer mais inovação, agilidade e reduzir custos. De outro, críticos alertam para os riscos de fragilizar a segurança digital e abrir mão de um ativo estratégico em um mundo cada vez mais dependente da tecnologia.

    Esse debate não é exclusivo do Paraná. Em outros países, experiências semelhantes mostram caminhos distintos:

    • No Reino Unido, a privatização de serviços digitais ligados ao governo gerou ganhos de eficiência, mas também críticas sobre a perda de controle estatal em áreas sensíveis.
    • No Chile, a terceirização de plataformas públicas trouxe modernização, mas levantou dúvidas sobre a proteção de dados e a dependência de fornecedores privados.
    • Já o Uruguai seguiu caminho oposto, fortalecendo sua empresa estatal de tecnologia, a AGESIC, como guardiã da soberania digital, tornando-se referência internacional em governança de dados públicos.

    O avanço da privatização da Celepar coloca o Paraná diante de uma encruzilhada: apostar na promessa de eficiência do mercado ou preservar a soberania digital como responsabilidade indelegável do Estado.

    Contato

  • Diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS é questionada

    Diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS é questionada

    Diretrizes e custeio da rede de saúde mental do SUS é questionada

    O Ministério da Saúde estuda revisar as diretrizes e as normas de financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), que reúne os serviços públicos de todo o país destinados a pessoas em sofrimento psíquico ou que enfrentam problemas decorrentes do uso de álcool e outras drogas.

    O exame inicial das duas portarias ministeriais que, desde setembro de 2017, estabelecem a forma como a Raps está organizada e é custeada está a cargo de um grupo de trabalho que contará com representantes das entidades que reúnem os secretários de saúde dos estados e do Distrito Federal (Conass) e municipais (Conasems).

    O grupo de trabalho responsável por revisar e propor mudanças nas Portarias de Consolidação GM/MS nº 3 nº 6 foi criado por meio da Portaria nº 10, publicada no Diário Oficial da União do último dia 6, e será composto por seis representantes ministeriais; dois do Conass e dois do Conasems.

    A portaria também prevê a possibilidade de especialistas e representantes de órgãos e entidades, públicos ou privados, participarem na condição de convidados especiais, sem direito a voto.

    De acordo com o texto da portaria, o grupo de trabalho terá 180 dias para apresentar sua proposta de revisão das normas e diretrizes da Raps. Se necessário, o prazo inicial poderá ser prorrogado pelo mesmo período. Ao fim, as sugestões do grupo serão submetidas à avaliação da Comissão Intergestores Tripartites – foro de negociações e decisões composto pelo Ministério da Saúde, Conass e Conasems.

    Em nota, o Ministério da Saúde informou que a iniciativa integra suas ações de fortalecimento da política pública de atenção psicossocial e busca aprimorar “a articulação entre os diferentes pontos de atenção [da Raps], a partir das necessidades dos territórios”.

    “Com a instituição do grupo de trabalho, o ministério reafirma o compromisso com o fortalecimento do SUS e com a consolidação de uma política de saúde mental orientada pelos princípios da integralidade, da atenção em rede, do cuidado em liberdade e da gestão compartilhada entre os entes federativos,” informou a pasta.

    Fragilidades

    Já o Conass informou que considera a iniciativa “legítima e necessária”, desde que preservados os fundamentos da Lei nº 10.216/2001, principal marco legal da chamada Reforma Psiquiátrica brasileira, por dispor sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e estabelecer um novo modelo assistencial em saúde mental.

    De acordo com o conselho, há tempos as secretarias estaduais de saúde vem apontando “importantes fragilidades da Raps”, tais como a dificuldade de muitas prefeituras custearem assistência psicossocial aos munícipes; a falta de arranjos regionais que promovam e garantam este tipo de assistência e o subdimensionamento da saúde mental na atenção primária.

    “Somam-se a isso novas demandas do pós-pandemia [como o crescente número de diagnósticos de autismo e outros transtornos mentais; de medicalização de crianças e adolescentes; uso de psicotrópicos pela população em geral; casos de violência nas escolas; jogos e apostas online e dos agravos enfrentados pela situação em população de rua] e impasses quanto ao papel das comunidades terapêuticas, frequentemente desvinculadas da rede de atenção psicossocial e alvo de denúncias de violações de direitos”, pontuou o conselho, acrescentando que, no grupo de trabalho, “continuará reiterando seu compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS), com a Reforma Psiquiátrica e com uma política de saúde mental baseada em evidências, direitos humanos e na realidade dos territórios.”

    O atendimento à pessoas com problemas psicossocial será revisada pelo SUS.

    “O Conass defende atualizar normas e critérios de custeio para fortalecer a Raps e ampliar o acesso e qualificar o cuidado desde que preservados os fundamentos da Reforma Psiquiátrica, como o cuidado em liberdade, serviços comunitários e territoriais, defesa de direitos humanos e protagonismo de usuários e familiares – conquistas da sociedade brasileira”, finalizou o conselho.

    Desafios

    Segundo o Conasems, União, estados e municípios vêm debatendo os componentes da Raps e os desafios que os gestores públicos enfrentam para garantir a oferta de serviços qualificados de cuidado em saúde mental desde o ano passado. De acordo com a entidade, as demandas relacionadas a sofrimentos psíquicos são cada vez mais complexas, exigindo cada vez mais do Sistema Único de Saúde (SUS).

    “O problema da saúde mental não se reduz a questões de financiamento ou à atuação dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), mas envolve a capacidade do sistema em integrar a rede de urgência e emergência, a atenção básica e a hospitalar, aliada à necessidade de profissionais qualificados, à articulação com outros setores e à redução do estigma na sociedade como um todo”, informou o Conasems à Agência Brasil.

    Ainda de acordo com a entidade, frente a problemas como a insuficiência de profissionais capacitados e a dificuldade de atrair os existentes para regiões de difícil acesso, os integrantes do grupo de trabalho deverão discutir possíveis melhorias para a rede, considerando as diferenças e particularidades dos 5.570 municípios brasileiros.

    “A proposta é que, no âmbito da governança tripartite do SUS, sejam debatidas possíveis melhorias, respeitando os preceitos da reforma psiquiátrica e contando com o apoio do controle social – incluindo usuários, familiares, profissionais e a sociedade em geral –, de modo a formalizar uma política nacional de saúde mental”, acrescentou o conselho de secretarias municipais de saúde. 

    Suporte

    A Raps oferece atendimento integral desde a atenção básica, o que inclui Unidades Básicas de Saúde (UBS); equipes de Consultório na Rua e Centros de Convivência e Cultura (Ceco), até a atenção psicossocial especializada, centrada nas diferentes modalidades de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

    A rede também ainda dá suporte às crises por meio da Atenção de Urgência e Emergência (SAMU 192, UPAs e salas de estabilização) e a Atenção Hospitalar, com enfermarias especializadas em hospitais gerais. Complementam a estrutura as Estratégias de Desinstitucionalização, como os Serviços Residenciais Terapêuticos, a Atenção Residencial de Caráter Transitório (unidades de acolhimento e serviços residenciais) e as ações transversais de Reabilitação Psicossocial, que juntas visam promover a autonomia e a reintegração social dos usuários.

    Contato

  • Filha de quem?

    Filha de quem?

    Filha de quem?

    Dakota Johnson é hoje uma estrela consolidada em Hollywood, admirada por sua versatilidade e carisma. Mas o que muitos não sabem é que o talento corre em suas veias: ela nasceu em meio a uma verdadeira dinastia cinematográfica. Filha da atriz Melanie Griffith e do ator Don Johnson, Dakota cresceu cercada por câmeras e roteiros. Sua avó materna, a lendária Tippi Hedren, marcou época como musa de Alfred Hitchcock em clássicos como Os Pássaros. E como se não bastasse, seu padrasto é o espanhol Antonio Banderas, outro nome de peso na indústria.

    Criada nos bastidores, Dakota não demorou a assumir o protagonismo. Seu papel em Cinquenta Tons de Cinza a projetou mundialmente, abrindo caminho para uma carreira que hoje transita entre dramas intimistas e grandes produções.

    O peso do sobrenome

    Ser filho de celebridades pode abrir portas, mas também traz uma carga de expectativas. Muitos desses artistas enfrentam comparações constantes com seus pais e precisam provar que o sucesso não é apenas fruto da herança familiar. Dakota Johnson, por exemplo, já declarou em entrevistas que buscou construir sua própria trajetória, escolhendo papéis que a desafiassem e a afastassem da sombra dos pais.

    Dakota Johnson

    Outros nomes também viveram esse dilema:

    • Angelina Jolie, filha de Jon Voight, transformou-se em uma das maiores estrelas de sua geração, além de diretora e ativista.
    • Zoë Kravitz, filha de Lenny Kravitz e Lisa Bonet, conquistou espaço próprio em Big Little Lies e The Batman.
    • Kate Hudson, filha de Goldie Hawn, tornou-se referência em comédias românticas e empresária de sucesso.
    • Maya Hawke, filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, brilha em Stranger Things e já desponta como cantora.
    • Lily Collins, filha de Phil Collins, equilibra a carreira entre cinema e TV, com destaque para Emily in Paris.

    Herança ou mérito? 

    A grande questão que ronda esses artistas é: até que ponto o sucesso é herança e até que ponto é mérito? O sobrenome pode abrir portas, mas é o talento que mantém a carreira viva. Dakota Johnson é um exemplo claro: mesmo com o peso de uma família estrelada, ela conquistou espaço próprio e hoje é reconhecida por sua autenticidade e escolhas ousadas.

    Contato

mundo-pet-primeira-ed--dez-2023

CADERNOS ESPECIAIS

Cod. 07

ATENÇÃO

O que você está vendo ao lado NÃO é a imagem do seu anúncio, mas sim a capa de um dos cadernos especiais.

Anúncios em cadernos especiais: Os anúncios em cadernos especiais podem ter formatos variados, incluir entrevistas, formato advertorial e muito mais.

Por isso é importante entrar em contato com nosso consultor(a), que vai orientá-lo na forma de contratação e formatos disponíveis.

Se você ainda não conhece os CADERNOS ESPECIAIS do Gazeta 24 Horas, clique no botão abaixo para conhecer.

GIF ANIMADA

Cod. 01

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:865 x 865
Orientação: Quadrado
Tipo de arquivos*: mp4
Tempo máximo 5 segundos (sem áudio)
Loop infinito, sem controles de exibição, sem botões de download
Tamanho máximo do arquivo: 850kb

A arte ao lado representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.

Recursos: Imagem em vídeo, sem áudio, 
Local de exibição: barra lateral direita da home page

OFERECIMENTO EM VÍDEO. 

Cod. 06

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Enviar arte única em formato jpg ou png ou animação full HD 1920×1980  16×9 (horizontal). Tempo máximo de exibição: 5 segundos. 

O texto é sempre o mesmo – assista ao vídeo do lado.

Vídeo produzido diariamente. Postado na home do Gazeta 24 horas, no canal YouTube, compartilhado nas redes sociais. Pode ser compartilhado a partir do yutube nas redes sociais do cliente.

BANNER BARRA
HORIZONTAL

Cod. 03

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:1200 x 220
Orientação: Horizontal
Tipo de arquivos*: jpg, png (independente do formato de arquivo enviado, todos os arquivos de imagem serão convertidos em webp)*

A arte acima representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.
Recursos: Imagem com link externo ao clicar na imagem. Efeito ao passar o mouse.
Local de exibição: barra lateral direita da home page

BANNER LETTER
HORIZONTAL

Cod. 05

GRUPO MID


Gestão de redes sociais para profissionais

Design e identidade visual, postagens, tráfego pago e campanhas estruturadas.

SOLICITE ATENDIMENTO PELO WHATS  41 999-555-006

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO
Este é um anúncio dinâmico que se adapta ao conteúdo. O cliente envia fundo e texto.

  • TÍTULO: Nome da empresa.
  • CHAMADA: Máximo de 40 caracteres, contanto os espaços
  • DESCRIÇÃO: Máximo de 80 caracteres, contando espaços.
  • ASSINATURA: Máximo de 55 caracteres, incluindo espaços.

Recursos: Imagem dinâmica com link externo ao clicar na imagem.
Local de exibição: entre editorias da home page.

BANNER LATERAL
QUADRADO

Cod. 05

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:1000 x 1000
Orientação: Quadrado
Tipo de arquivos*: jpg, png

(independente do formato de arquivo enviado, todos os arquivos de imagem serão convertidos em webp)*

A arte ao lado representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.

Recursos: Imagem com link externo ao clicar na imagem.
Local de exibição: barra lateral direita da home page

6cce0e20-8a01-4c5d-8ee2-fea3594e4470
BANNER LATERAL VERTICAL

Cod. 04

TAMANHO E FORMATO DE ENVIO

Tamanho:790 x 1280
Orientação: Vertical
Tipo de arquivos*: jpg, png

(independente do formato de arquivo enviado, todos os arquivos de imagem serão convertidos em webp)*

A arte ao lado representa o tamanho real de exibição que pode variar entre um dispositivo e outro, pois o Gazeta 24 Horas é responsivo.

Recursos: Imagem com link externo ao clicar na imagem.
Local de exibição: barra lateral direita da home page