Dia: 12 de dezembro de 2025

  • 5,7 mil unidades consumidoras em todo o Paraná sem energia elétrica

    5,7 mil unidades consumidoras em todo o Paraná sem energia elétrica

    5,7 mil unidades consumidoras em todo o Paraná sem energia elétrica

    Eventos climáticos recentes, especialmente chuvas e vendavais em todo o Paraná tem interrompido o forneciemento de energia elétrica. O evento derrubou árvores, quebrou postes e causou grandes danos à rede elétrica em todo o Paraná.

    Para manter o consumidor informado, a Copel publicou na manhã de hoje um boletim informativo, esclarecendo os esforços que estão sendo feitos. Leia:

    A Copel informa que as equipes de manutenção e operação da companhia trabalham no restabelecimento da energia de 5,7 mil unidades consumidoras em todo o Paraná, na manhã desta sexta-feira (12/12). Deste total, cerca de 4 mil clientes estão nos municípios da região Leste que abrange Curitiba, Região Metropolitana e Litoral.  

    Na capital há cerca de mil unidades consumidoras em religamento pelas equipes da Copel.

    No Centro-Sul, há 1,2 mil unidades consumidoras em atendimento pela Copel com serviços de religamento. Nas regiões Norte, Sudoeste e Noroeste, há 417 desligamentos registrados sendo atendidos pela companhia. Os trabalhos seguem até que todos os clientes tenham a energia restabelecida.

    Previsão do tempo

    O tempo não deve mudar. Chuvas atingem boa parte do Paraná com força. O Oeste do Paraná deverá ser atingido com mais força, cerca de 90mm de chuva e ventos fortes e até mesmo a possibilidade de tornados.

    A capital do Paraná e todo o interior do estado deve sofrer com chuvas fortes, ventos e possíveis apagões.

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  • Trump prefere confrontos com os mais fracos

    Trump prefere confrontos com os mais fracos

    Trump prefere confrontos com os mais fracos

     

    Trump mira adversários militarmente frágeis: a escalada contra a Venezuela expõe uma estratégia de baixo risco e alto impacto político

    A movimentação militar dos Estados Unidos no Caribe reacendeu o debate sobre a estratégia externa do presidente Donald Trump. Nas últimas semanas, o governo ampliou a presença de navios de guerra, aeronaves e tropas na região, sob a justificativa de combater o tráfico de drogas. Mas analistas internacionais apontam que a operação vai muito além disso: ela revela a escolha de um adversário militarmente fraco — a Venezuela — como alvo de uma escalada calculada para produzir ganhos políticos internos com risco reduzido.

    A tensão aumentou quando Trump afirmou que ataques terrestres contra a Venezuela poderiam começar “muito em breve”, alegando a necessidade de conter o fluxo de narcóticos para os EUA . A retórica foi acompanhada por ações concretas: operações marítimas contra supostos barcos de contrabandistas e, mais recentemente, a apreensão de um navio petroleiro venezuelano por forças militares americanas.

    A justificativa antidrogas: uma narrativa que não fecha

    O governo Trump enquadrou a operação como parte de um esforço para “parar o tráfico de drogas”. No entanto, especialistas questionam a eficácia dessa explicação. A destruição de algumas embarcações e o cerco naval têm impacto limitado sobre o fluxo de narcóticos para os EUA, que depende majoritariamente de rotas terrestres e aéreas, especialmente vindas de países como México e Colômbia — ambos com maior participação no tráfico e com forças armadas mais robustas.

    Apesar disso, a mobilização militar mais agressiva foi direcionada justamente à Venezuela, que possui capacidade bélica reduzida e enfrenta isolamento diplomático. A escolha do alvo, portanto, levanta suspeitas sobre motivações políticas e estratégicas.

    A Venezuela como alvo conveniente

    A imprensa internacional destaca que Trump “amassou uma força naval sem precedentes no Caribe” e chegou a afirmar que os “dias de Maduro estão contados”, sem descartar uma invasão terrestre. A escalada ocorre em um momento em que a Venezuela enfrenta grave crise econômica, queda na capacidade militar e dependência de aliados externos.

    A escolha de um adversário frágil não é inédita na política externa americana, mas ganha contornos particulares sob Trump. A retórica de “libertar a Venezuela de um ditador” convive com ações que miram diretamente o principal ativo econômico do país: o petróleo. A apreensão do petroleiro venezuelano — classificada pelo governo Maduro como “roubo descarado” — reforçou a percepção de que os EUA buscam pressionar economicamente o regime e, possivelmente, influenciar o controle de recursos estratégicos.

    Donald Trump e Nicolás Maduro.

    Interesses econômicos e o petróleo no centro da disputa

    A Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo, e o episódio do petroleiro apreendido foi interpretado por analistas como um sinal claro de que o governo Trump está disposto a usar força militar para interferir no comércio energético venezuelano. A ação foi inédita e levantou questionamentos sobre se poderia ser considerada um ato de guerra.

    Além disso, autoridades americanas acusaram Maduro de integrar um suposto cartel de drogas e de usar o petróleo para financiar atividades ilícitas — acusações que ampliam o espaço político para justificar ações militares mais duras.

    Por que não confrontar países mais fortes?

    A pergunta que emerge é inevitável: se o objetivo é combater o tráfico de drogas, por que a mobilização militar mais agressiva ocorre justamente contra um país que não é o principal responsável pelo fluxo de narcóticos para os EUA?

    México e Colômbia, por exemplo, têm participação muito maior no tráfico e possuem forças armadas mais preparadas. Confrontá-los militarmente seria arriscado e politicamente explosivo. A Venezuela, por outro lado, oferece um alvo de baixo risco militar e alto potencial de impacto simbólico.

    Essa assimetria reforça a tese de que Trump escolhe adversários vulneráveis para construir narrativas de força — uma estratégia que combina espetáculo político, demonstração militar e cálculo geopolítico.

    Uma escalada calculada

    A operação no Caribe, a retórica de ameaça direta a Maduro e a apreensão de um navio petroleiro formam um quadro claro: Trump está disposto a usar poder militar para pressionar um adversário enfraquecido, enquanto apresenta a ação como defesa dos EUA contra o tráfico de drogas.

    A escolha da Venezuela — e não de países militarmente mais fortes ou mais relevantes no narcotráfico — revela uma estratégia que privilegia confrontos de baixo risco e alto retorno político. A narrativa de “libertação” e o foco no petróleo apenas reforçam essa leitura.

    Em recente conversa por telefone, com o presidente Lula, que tenta mediar a permanência da paz na América do Sul, o seguinte diálogo ocorreu:

    “Trump, nós não queremos guerra na América Latina. Nós somos uma zona de paz”, relatou Lula, sobre a conversa ao telefone. “‘Mas eu [Trump] tenho mais armas, eu tenho mais navio, eu tenho mais bomba. Retrucou Trump.’

    A escalada continua, e o mundo observa até onde Trump está disposto a ir. Ontem ele já declarou que o próximo será a Colômbia, outro adversário fácil militarmente. 

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  • Moraes cassa mandato de Zambelli

    Moraes cassa mandato de Zambelli

    Moraes cassa mandato de Zambelli

    Carla Zambelli

    Moraes anula decisão da Câmara e determina cassação de Carla Zambelli: o que está por trás do novo embate entre os Poderes

    A crise institucional envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Câmara dos Deputados ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira, após o ministro Alexandre de Moraes anular a decisão da Casa que havia mantido o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). A parlamentar, condenada pelo STF e atualmente presa na Itália, havia sido poupada pelos deputados em uma votação apertada — e controversa — realizada na madrugada anterior.

    A decisão de Moraes, que determinou a cassação imediata e a posse do suplente em até 48 horas, reacendeu o debate sobre os limites entre os Poderes e levantou questionamentos sobre a coerência e a legalidade das decisões recentes.

    O que aconteceu

    1. A votação na Câmara

    Na madrugada de quinta-feira, a Câmara rejeitou a cassação de Zambelli. O parecer pela perda do mandato recebeu 227 votos favoráveis — 30 a menos do necessário para cassar a deputada, segundo o regimento da Casa g1. Com isso, o processo foi arquivado.

    A decisão surpreendeu, já que Zambelli havia sido condenada pelo STF a dez anos de prisão por envolvimento na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. Mesmo assim, parte dos deputados entendeu que caberia ao Legislativo decidir politicamente sobre a cassação.

    2. A reação do STF

    Horas depois, Moraes anulou a votação, classificando-a como “ato nulo” por violar o artigo 55 da Constituição, que prevê a perda automática do mandato em caso de condenação criminal com trânsito em julgado.

    Segundo o ministro, a Câmara não poderia deliberar politicamente sobre algo que, na visão do STF, seria apenas um ato declaratório — isto é, reconhecer a perda do mandato já determinada pela condenação.

    Por que há tanta controvérsia?

    1. Disputa sobre competências

    O cerne do conflito está na interpretação do artigo 55 da Constituição. O STF entende que, em casos de condenação definitiva, a perda do mandato é automática. Já parte da Câmara defende que a decisão final cabe ao Legislativo, preservando a autonomia entre os Poderes.

    Essa divergência não é nova, mas o caso Zambelli reacende a tensão institucional.

    2. O contexto político

    A situação se torna ainda mais peculiar porque Zambelli está presa na Itália, após fugir do Brasil para evitar a prisão. A manutenção do mandato, mesmo com a parlamentar impossibilitada de exercer suas funções, já havia causado estranhamento entre analistas e parte da opinião pública.

    3. A velocidade das decisões

    Outro ponto que chama atenção é a rapidez com que os fatos se desenrolaram:

    • De madrugada, a Câmara rejeita a cassação.
    • Horas depois, Moraes anula a decisão e determina a perda imediata do mandato.
    • Em seguida, o STF agenda sessão virtual para confirmar a decisão do ministro.

    Essa sequência acelerada reforça a percepção de instabilidade e improviso institucional.

    O que está em jogo

    1. A autonomia dos Poderes

    O caso expõe, mais uma vez, o atrito entre Legislativo e Judiciário. A Câmara tenta afirmar sua prerrogativa de decidir sobre mandatos parlamentares; o STF, por sua vez, sustenta que a Constituição já determina o desfecho.

    2. A imagem das instituições

    Para o público, o episódio pode reforçar a sensação de que decisões importantes estão sendo tomadas de forma reativa, politizada ou pouco transparente.

    3. O precedente

    Independentemente do mérito, o caso Zambelli cria um precedente relevante: até onde vai o poder do STF para intervir em decisões internas do Legislativo? E até onde vai a autonomia da Câmara para interpretar a Constituição?

    A cassação de Carla Zambelli, anulada e restabelecida em menos de 24 horas, simboliza um momento de forte tensão entre os Poderes da República. Mais do que o destino político da deputada, o episódio revela um embate institucional profundo, que coloca em discussão a separação de Poderes, a interpretação constitucional e a própria estabilidade democrática.

    Enquanto o STF reafirma sua autoridade constitucional, a Câmara tenta preservar sua autonomia. No meio desse conflito, o cidadão assiste a decisões rápidas, contraditórias e, muitas vezes, difíceis de compreender — um retrato fiel do atual cenário político brasileiro.

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