Autor: Gazeta 24 horas

  • Ataque hacker ao sistema PIX: 800 milhões desviados. Uma prisão.

    Ataque hacker ao sistema PIX: 800 milhões desviados. Uma prisão.

    Ataque hacker ao sistema PIX: 800 milhões desviados. Uma prisão.

    Um funcionário é preso por facilitar ataque hacker que expôs vulnerabilidade em sistema conectado ao Pix

    A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (3) João Nazareno Roque, suspeito de colaborar com um ataque hacker que comprometeu o sistema da empresa C&M Software, prestadora de serviços ligada ao Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. O ataque, que teve como alvo as infraestruturas digitais de instituições financeiras, pode ter gerado um prejuízo estimado em até R$ 800 milhões.

    Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), Roque teria compartilhado suas credenciais de acesso com terceiros, permitindo a invasão do sistema e a realização de transferências fraudulentas. Uma das contas utilizadas pelos criminosos, que possuía saldo de R$ 270 milhões, já foi bloqueada. Ele atuava como funcionário terceirizado da BMP, instituição financeira conectada à C&M.

    Ainda não há confirmação oficial sobre o número exato de bancos afetados, mas fontes apontam que ao menos seis instituições tiveram suas contas de reserva no Banco Central comprometidas. Apesar da magnitude do ataque, não houve impacto direto nas contas de clientes, segundo as empresas envolvidas.

    O Banco Central suspendeu temporariamente o acesso de algumas instituições à C&M Software enquanto a investigação segue em curso. A empresa declarou estar colaborando com as autoridades para reforçar seus protocolos de segurança e evitar novos incidentes.

    O golpe foi aplicado ao sistema financeiro e não atingiu usuários PIX.

    Engenharia social

    A técnica usada para obter acesso às credenciais é conhecida como engenharia social, e representa uma das estratégias mais eficazes para burlar defesas digitais. Trata-se de manipular pessoas para que elas revelem informações confidenciais — como senhas, códigos ou acessos — sem perceber que estão sendo enganadas. Esses ataques podem ocorrer por telefone, e-mail, redes sociais ou até pessoalmente, geralmente sob o disfarce de urgência ou autoridade.

    Essa prática torna empresas e indivíduos vulneráveis porque os sistemas de segurança tradicionais, como firewalls e antivírus, não conseguem impedir ações que envolvem decisões humanas equivocadas. Por isso, a conscientização dos usuários e treinamentos recorrentes de segurança são considerados medidas tão importantes quanto o investimento em tecnologia.

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  • “Mais uma vez, a Rússia está mostrando que não tem intenção de acabar com a guerra e o terror,” Zelensky

    “Mais uma vez, a Rússia está mostrando que não tem intenção de acabar com a guerra e o terror,” Zelensky

    “Mais uma vez, a Rússia está mostrando que não tem intenção de acabar com a guerra e o terror,” Zelensky

    Na madrugada de ontem para hoje (4), a Ucrânia foi alvo de um dos mais intensos bombardeios desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022. O ataque, que ocorreu poucas horas após uma conversa telefônica entre os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump, deixou pelo menos 23 pessoas feridas e provocou danos significativos em Kiev, capital ucraniana.

    O ataque em números

    Segundo a Força Aérea da Ucrânia, a Rússia lançou 539 drones do tipo Shahed e 11 mísseis contra o território ucraniano. Dos 550 ataques, 270 foram abatidos pelas defesas ucranianas, enquanto 208 drones foram desviados por interferência eletrônica. No entanto, nove mísseis e 63 drones atingiram seus alvos, causando destruição em 33 localidades diferentes.

    Kiev foi o principal alvo. Seis dos dez distritos da cidade sofreram impactos diretos, com prédios residenciais, escolas, hospitais e até a embaixada da Polônia danificados. A infraestrutura ferroviária também foi afetada, forçando o desvio de trens e gerando atrasos significativos.

    Reações de Zelensky

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reagiu com firmeza ao ataque, afirmando que ele representa mais uma prova de que “a Rússia não tem intenção de terminar com a guerra e com o terror”. Zelensky destacou que os alertas antiaéreos começaram a soar quase simultaneamente à divulgação da conversa entre Trump e Putin, sugerindo uma possível relação entre os eventos.

    Em publicação nas redes sociais, Zelensky classificou o ataque como “deliberadamente massivo e cínico”, e pediu aos aliados internacionais, especialmente aos Estados Unidos, que intensifiquem a pressão sobre Moscou com sanções mais duras e reforço no envio de equipamentos de defesa aérea.

    Conversa entre Trump e Putin: sem avanços

    A ligação entre os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia durou cerca de uma hora e foi descrita como franca, mas sem progresso. Trump declarou estar “muito decepcionado” com Putin, que reafirmou que não abrirá mão dos objetivos russos na Ucrânia, incluindo o controle de quatro regiões ocupadas e a exigência de que Kiev abandone sua intenção de aderir à OTAN.

     

    Postagem de Zelensky na rede X sobre o ataque.

    Putin, por sua vez, afirmou que a Rússia continua aberta a negociações, mas que não vê possibilidade de alcançar seus objetivos por vias diplomáticas no momento, justificando a continuidade da chamada “operação militar especial”.

    Mudança na postura dos EUA

    O ataque ocorre em um momento delicado para a Ucrânia. No início da semana, o governo Trump anunciou a suspensão parcial do envio de armas para Kiev, alegando preocupações com os estoques americanos. Entre os equipamentos suspensos estão projéteis de artilharia de 155 mm e baterias de defesa aérea Patriot, considerados cruciais para a defesa ucraniana.

    Zelensky deve conversar com Trump ainda hoje para discutir o impacto dessa decisão. A Ucrânia teme que a redução no apoio militar comprometa sua capacidade de repelir ataques e frear o avanço das tropas russas.

    Impasse diplomático

    Apesar de algumas trocas de prisioneiros e negociações pontuais, como as realizadas em Istambul com mediação turca, não há sinais concretos de avanço rumo a um cessar-fogo duradouro. A Rússia mantém exigências consideradas inaceitáveis por Kiev, enquanto os Estados Unidos demonstram crescente frustração com a falta de progresso.

    A intensificação dos ataques russos, somada à estagnação nas negociações e à redução do apoio militar ocidental, desenha um cenário preocupante para os próximos meses. Zelensky tem reiterado que sem pressão internacional significativa, a Rússia não mudará seu comportamento destrutivo.

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  • Vereador propõe pagamento por proteção ambiental em Curitiba

    Vereador propõe pagamento por proteção ambiental em Curitiba

    Vereador propõe pagamento por proteção ambiental em Curitiba

    Câmara Municipal de Curitiba (CMC) discute projeto de lei com a proposta de criar o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), mecanismo que permite a transferência de recursos financeiros a proprietários que mantenham áreas naturais preservadas. Segundo o autor, vereador Nori Seto (PP), a iniciativa visa estimular práticas de conservação e mitigar as mudanças climáticas, reconhecendo financeiramente quem contribui com a sustentabilidade.

    Seto destaca que o artigo 29 da Política de Proteção, Conservação e Recuperação do Meio Ambiente de Curitiba, a lei municipal 15.852/2021, diz que o PSA poderá ser implementado por legislação específica. Ou seja, a ideia do projeto em discussão na CMC é propiciar o arcabouço legal. “Valorizar cada vez mais estes proprietários torna-se uma boa alternativa na consecução de ações de conservação”, completa a  justificativa da proposição.

    De acordo com a proposta, o PSA será implementado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA), visando à mitigação e à adaptação às mudanças climáticas, em quatro modalidades:

    • Conservação de recursos hídricos;
    • Preservação da biodiversidade;
    • Proteção de unidades de conservação;
    • Captura, fixação e estoque de carbono.

    O projeto de lei afirma que poderão aderir ao PSA os proprietários de imóveis que mantenham as áreas naturais em bom estado de conservação. Também precisariam ser atendidos critérios específicos, como possuir certidões negativas de débitos ambientais e fiscais, além de firmar contrato específico com o Município.

     

    Diferente dos parques que compõem Curitiba, administrados pela cidade, as reservas ambientais particulares não possuem reconhecimento financeiro.

    Os critérios para estabelecer o valor do PSA seriam qualitativos e quantitativos, estabelecidos em regramento específico, conforme métricas como o tamanho do imóvel e da área de cobertura vegetal nativa conservada, assim como a qualidade biótica do remanescente preservado.

    Caso as obrigações assumidas não sejam cumpridas, especialmente se houver dano ambiental, a proposta determina a suspensão imediata do pagamento. “A obrigatoriedade de se cumprir as ações previstas faz com que a qualidade da vegetação e consequentemente dos serviços ecossistêmicos prestados por estas unidades de conservação seja melhorado”, acrescenta Nori Seto na justificativa da matéria.

    A proposta continua em tramitação.

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  • Orquestra Sinfônica do Paraná: espetáculo gratuito neste fim de semana

    Orquestra Sinfônica do Paraná: espetáculo gratuito neste fim de semana

    Orquestra Sinfônica do Paraná: espetáculo gratuito neste fim de semana

    A Orquestra Sinfônica do Paraná retorna neste sábado (05), às 16h, ao vão-livre do Museu Oscar Niemeyer (MON) para mais uma edição do concerto gratuito da série “OSP no Museu Oscar Niemeyer – Mostly Mozart”. Com entrada franca e classificação livre, o evento promete oferecer ao público uma experiência única de imersão nos clássicos do grande gênio da música clássica em um dos espaços culturais mais emblemáticos do Paraná.

    Dedicada à obra do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, a série estreou em fevereiro com regência do diretor musical e maestro titular Roberto Tibiriçá e atraiu cerca de mil pessoas ao museu. No próximo sábado, o maestro convidado Roberto Ramos assume a batuta, conduzindo o público por um repertório vibrante. “Temos três obras bem importantes, acho fundamental levar repertórios para espaços abertos, sobretudo Mozart, que normalmente é somente executado em salas de concerto”, disse.

    O programa terá início com a abertura da ópera “Don Giovanni”, obra que sintetiza a dramaticidade e complexidade emocional do universo operístico de Mozart, seguido pelo “Concerto nº 3 para Trompa em Mi bemol Maior”, obra de lirismo e elegância, escrita pelo compositor para destacar a riqueza tímbrica do instrumento. Será executada com a participação do solista convidado Jonatas da Costa, que é primeiro trompista da OSP. O concerto será encerrado com a Sinfonia nº 39 em Mi bemol maior, uma das últimas composições sinfônicas do compositor e considerada uma de suas criações mais sofisticadas.

    Esta será a terceira apresentação da série, que integra a programação especial dos 40 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná, comemorados ao longo de 2025. A série “OSP no Museu Oscar Niemeyer” terá ainda mais três edições programadas para 2025: nos dias 6 de setembro, 8 de novembro e 6 de dezembro, sempre aos sábados, no mesmo horário e local.

    MAESTRO – Roberto Ramos nasceu em Caracas, na Venezuela, e começou a tocar percussão e a cantar no coro da escola aos cinco anos, sem nenhuma pretensão. Na época, a família morava nos Estados Unidos. Formado pela Universidade Experimental Nacional das Artes (Unearte) e mestre pela Universidade Federal de Rio Grande do Norte (UFRN), o maestro está no Brasil desde 2018.Foi regente da Orquestra Infanto Juvenil Alegro (OIA), do Paraná, uma orquestra sinfônica formada por instrutores e maestros profissionais e composta por alunos de escolas públicas, com faixa etária entre 9 e 17 anos.

    Orquestra Sinfônica do Paraná em apresentação no MON.

    MOZART – Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em janeiro de 1756, em Salzburgo, na Áustria, e é considerado um dos maiores gênios da música ocidental. Filho de um respeitado violinista da corte, Leopold Mozart, demonstrou talento precoce e começou a compor ainda na infância.Em seus 35 anos de vida compôs mais de 600 obras, entre sinfonias, concertos, óperas, missas e música de câmara. Junto a Haydn e Beethoven, é um dos pilares da chamada Primeira Escola Vienense, que moldou o período clássico da música europeia. Sua obra permanece como referência pela beleza melódica, o equilíbrio formal e profunda expressividade.

    Sobre a Orquestra Sinfônica do Paraná – Fundada em 1985, a OSP é a primeira e maior orquestra pública do Estado do Paraná e acumula, ao longo de quatro décadas, um repertório de mais de 900 obras de 250 compositores nacionais e internacionais. Composta atualmente por músicos de excelência, a orquestra é reconhecida por sua atuação versátil e por seu papel na formação de plateias em todo o Paraná. O maestro Roberto Tibiriçá, regente titular, destaca: “A OSP está entre as melhores orquestras do país, e celebrar seus 40 anos é também celebrar a força da cultura e da música no Brasil”.

    Serviço:
    Concerto “Mostly Mozart”
    Data: 05 de julho (sábado), às 16h
    Local: Museu Oscar Niemeyer – R. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba
    Tempo de duração do espetáculo: 52 minutos
    Classificação: Livre
    Evento gratuito; não é necessária a emissão de ingresso.

    Programa: 
    Abertura da ópera “D. Giovanni”, K. 527 – duração 7’
    Concerto 3 para Trompa em Mi bemol Maior, K. 447 – duração 16’
    Mozart: Sinfonia 39 em Mi bemol Maior, K. 543 – duração 29’

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  • Conselho de Ética suspende prerrogativas parlamentares do deputado Renato Freitas (PT)

    Conselho de Ética suspende prerrogativas parlamentares do deputado Renato Freitas (PT)

    Conselho de Ética suspende prerrogativas parlamentares do deputado Renato Freitas (PT)

    O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Paraná decidiu nesta terça-feira (1º) pela suspensão das prerrogativas parlamentares do deputado Renato Freitas (PT) por 30 dias. O colegiado acatou o relatório apresentado pela deputada Márcia Huçulak (PSD), que emitiu um parecer sobre denúncias referentes à atuação de Freitas na manifestação ocorrida no Parlamento em junho de 2024. As representações são de autoria dos deputados Delegado Tito Barichello (União) e Ricardo Arruda (PL).

    Agora o parecer será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, se ratificado pela comissão, ao Plenário – entrando em vigor somente se aprovado pelos colegiados. A apreciação deve ocorrer após o recesso parlamentar, segundo o deputado Delegado Jacovós (PL), presidente da Comissão de Ética. Além disso, a decisão é passível de recurso, que deve ser apresentado no prazo de cinco dias.

    Caso o parecer seja aprovado, Renato Freitas não poderá, ao longo de um mês, usar a palavra em sessão, no horário destinado ao pequeno ou ao grande expediente; se candidatar a cargos da Mesa Diretora, tal como à presidência ou vice-presidência de Comissões; e não poderá ser designado como relator de proposições. As penas estão fundamentadas no artigo 276 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Paraná.

    O relatório foi acompanhado dos votos dos deputados Márcio Pacheco (PP), Artagão Júnior (PSD), corregedor da Alep; e Thiago Bührer (União). Jacovós e Delegado Tito Barichello (União) estavam impedidos de votar por serem, respectivamente, presidente do colegiado e autor da denúncia. A apreciação do relatório ocorreu um dia após Huçulak ler seu voto, quando recebeu pedido de vistas de Antenor (PT) e Soldado Adriano José (PP), que estava como suplente de Márcio Pacheco (PP).

    Defesa acusa prescrição

    O deputado Doutor Antenor (PT), que integrava o colegiado no lugar de Freitas, apresentou voto contrário ao parecer, sugerindo arquivamento da denúncia ou aplicação de censura escrita – ambas rejeitadas pelo colegiado. “A punição sugerida [por Huçulak] é completamente descabida. O artigo 275 do Regimento Interno só a permite em situações muito específicas como quebra de sigilo e uso irregular de verbas de gabinete. Nenhuma dessas hipóteses se aplica ao caso em questão”, afirmou Antenor.

    “Em hipótese alguma o que ele fez tem relação ao tipo administrativo que estamos levando a cabo hoje”, frisou também o advogado Edson Vieira Abdala, que representou Renato Freitas na sessão. “Freitas não participou direta ou indiretamente de qualquer movimento que levasse ao que levou. Ouvimos o delegado [que conduziu o inquérito] em que restou claro que sequer o nome dele foi citado.”

    O defensor também questionou os prazos do processo. Conforme ele, a ação prescreveu no dia 9 de junho, quando teriam decorrido os 60 dias previstos desde a instauração do processo, no dia 7 de abril. Jacovós, em resposta, afirmou que o Regimento Interno apenas considera na contabilização dias de expediente no Legislativo – de segunda a sexta-feira. Sendo assim, teriam decorrido apenas 55 dias. Abdala anunciou que irá recorrer da decisão nos próximos dias.

    Relembre o caso

    O parecer de Huçulak é referente a duas representações que tramitaram conjuntamente e acusam uma série de irregularidades na conduta do deputado petista. Ambas as denúncias, de números 08005-21.2024 e 08061-61.2024, e protocoladas respectivamente por Barichello e Arruda, sustentam que Freitas se aproveitou de sua prerrogativa como deputado para facilitar o acesso de manifestantes à Assembleia Legislativa do Paraná.

    Deputado Estadual Renato Freitas (PT)

    As supostas infrações de Freitas teriam ocorrido no dia 3 de junho de 2024, ocasião em que o Parlamento paranaense foi invadido por manifestantes que protestavam contra o projeto de lei 345/2024, que instituiu o Programa Parceiro da Escola. Em decorrência do ato, a Alep sofreu danos como a quebra de vidros e portas de acesso para o Plenário, o arrombamento do portão principal de entrada e depredação de cadeiras nas galerias. As representações acusam Freitas de ter incitado a ocupação do Plenário e impedido o exercício regular do Poder Legislativo.

    Citando trechos de entrevistas concedidas por Renato Freitas e imagens de câmeras, a relatora Márcia Huçulak ressalta que “se ouve claramente a palavra ‘entra’, sendo que em interlocução com os manifestantes em Plenário o deputado disse textualmente: ‘Acredito eu que a decisão mais correta que é de permanecer ou obstruir a votação de amanhã’”. Segundo ela, atitudes do deputado impediram “demais parlamentares de permanecer no recinto por ameaças”.

    O parecer conclui que as condutas ferem os incisos II, IV, V e IX do artigo 271 do Regimento Interno da Assembleia Legislativa – que estabelecem como incompatíveis com a ética e o decoro parlamentar atitudes como a infração das regras de boa conduta nas dependências da Alep, o uso de expressões atentatórias ao decoro parlamentar, a prática de ofensas a qualquer pessoa, o desacato a outro parlamentar e o abuso das prerrogativas constitucionais, respectivamente.

    “As falas proferidas pelo representado, bem como seus gestos públicos naquela ocasião, evidenciam um claro incentivo à permanência dos manifestantes no interior da Assembleia Legislativa, numa tentativa de inviabilizar não apenas a realização da votação, mas o próprio exercício do debate parlamentar”, afirmou. “Enquanto outros deputados, inclusive integrantes de sua própria legenda, buscavam compor uma solução e preservar a institucionalidade do processo legislativo, o representado adotou uma postura de antagonismo, estimulando o agravamento da crise.”

    O relatório de Huçulak também descartou duas irregularidades apontadas pelos denunciantes, como o fato de Freitas ter ocupado a cadeira reservada ao presidente da Assembleia Legislativa e a suposta participação do parlamentar na organização do ato. Sobre a primeira, o parecer sustenta que a prática não configura desrespeito ao Código de Ética, uma vez que a sessão estava suspensa. Quanto à outra, “não há nos autos elementos concretos que sustentem tal alegação”, frisou.

    Tramitação

    As representações foram protocoladas nos dias 3 e 5 de junho de 2024, tramitando conjuntamente desde o último 7 de abril. Renato Freitas apresentou sua defesa escrita uma semana mais tarde. Primeiro relator do caso, Moacyr Fadel (PSD) se manifestou pelo arquivamento das ações em maio.

    No entanto, o voto do deputado Márcio Pacheco (PP) para dar continuidade ao processo foi o vencedor. Ele sugeriu a reclassificação da pena – que passou de perda de mandato para suspensão de prerrogativas parlamentares. Com a exigência de um novo relatório e a desistência de Fadel da função, o caso acabou distribuído para Huçulak.

    No último dia 23, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar ouviu testemunhas de defesa. Freitas reforçou que há um inquérito policial que investigou o caso e identificou todos os envolvidos na manifestação. “Nenhuma dessas pessoas sou eu, nem fazem parte do meu gabinete, do meu círculo de amizade, e eu nem sequer as conheço”, afirmou. Já em relação à acusação de incitação à invasão, o parlamentar declarou que “se comprovou sobejamente nos autos, por provas de vídeo, de fotografia e testemunhais, que apenas informei os manifestantes do procedimento em relação à votação do projeto de terceirização das escolas. E isso, obviamente, não pode e não deve configurar nenhum crime, senão seria limitar, censurar e criminalizar a atuação parlamentar.”

    Na ocasião, três testemunhas prestaram depoimento sobre o caso. Dentre elas, o delegado Guilherme Maurício Wall Fagundes, responsável pela condução do inquérito que apurou os fatos. Ele afirmou que, tanto pelas imagens quanto pelos depoimentos das pessoas envolvidas, não foi identificada a participação do parlamentar na invasão ou incitação dos manifestantes contrários ao projeto.

    Por fim, Jacovós avaliou que a tramitação das representações deu amplo espaço para a manifestação de Renato Freitas. “Na citação inicial, já pedimos a ele para arrolar testemunhas e solicitar perícias. Depois fizemos uma segunda citação e permitimos que o advogado de defesa falasse durante a sessão, o que não é permitido”, ressaltou o presidente do Conselho de Ética. “No Conselho de Ética prezamos pela ampla e legítima representação de todos os deputados, com ampliação do direito de defesa”.

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  • INSS envia ao STF proposta para devolução do dinheiro de aposentados

    INSS envia ao STF proposta para devolução do dinheiro de aposentados

    INSS envia ao STF proposta para devolução do dinheiro de aposentados

    Aposentados estão mais próximos de receber o dinheiro que foi roubado de suas contas.

    A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou  ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma proposta de acordo para iniciar, a partir de 24 de julho, o ressarcimento dos descontos irregulares de mensalidades associativas dos benefícios de aposentados e pensionistas.

    De acordo com a proposta, os beneficiários vão ser integralmente ressarcidos pelos descontos não autorizados nos contracheques entre março de 2020 e março de 2025. 

    Se for homologado pelo Supremo, os pagamentos serão feitos a cada 15 dias, a partir da data inicial.Cada lote deve contar com o ressarcimento de 1,5 milhão de beneficiários. Os valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação.

    Para ter direito a aderir ao acordo, quem foi lesado pelas associações envolvidas no esquema deverá entrar em contato diretamente com o INSS, por meio dos canais de atendimento do órgão. A adesão será voluntária. 

    Após análise do pedido, o aposentado entrará na lista de pessoas que terão direito ao ressarcimento. 

    Em contrapartida, quem entrou na Justiça para receber o ressarcimento deverá desistir da ação contra o INSS, que se compromete a pagar 5% de honorários advocatícios nas ações individuais propostas antes de 23 de abril de 2025.

    Confira as principais regras do acordo, que ainda depende de validação do STF.

    Pedido de devolução

    Canais disponíveis:  Aplicativo Meu INSS, central telefônica 135 e agências dos Correios. 

    Devolução automática

    Por estarem em grupos de pessoas vulneráveis, idosos maiores de 80 anos, quilombolas e indígenas serão ressarcidos independentemente de requerimento. 

    Processo de contestação

    O sistema do INSS gera cobrança à entidade associativa quando há contestação;

    A entidade tem 15 dias para comprovar a autorização ou devolver valores via GRU (Guia de Recolhimento da União);

    Se a entidade não fizer o reembolso ou não provar a regularização do desconto, o INSS devolverá os valores.

    Efeitos jurídicos 

    Extinção de ações individuais e coletivas com quitação integral ao INSS;

    Honorários advocatícios de 5% sobre o valor devolvido administrativamente (ações ajuizadas até 23/4/2025);

    Afastamento de danos morais e da aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em relação ao INSS;

    Necessária contestação administrativa prévia; 

    Em caso de não adesão ao acordo, o beneficiário poderá buscar a via judicial.

    Objeto do acordo

    Ressarcir integralmente beneficiários por descontos não autorizados entre março de 2020 e março de 2025, independente da prévia responsabilização das associações;

    Valores devolvidos serão corrigidos pelo IPCA;

    O INSS adotará todas as medidas necessárias para promover a responsabilização integral das entidades responsáveis pelos descontos.

    Prevenção de novas fraudes

    O INSS vai revisar normas e procedimentos para prevenir novas fraudes em descontos associativos.

    Conciliação

    O acordo enviado para chancela do STF foi fechado entre a AGU, o INSS, o Ministério da Previdência Social, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal (MPF).

    Todos os órgãos participam de uma conciliação aberta pelo ministro Dias Toffoli.

    Segundo a AGU, a homologação é necessária para dar segurança jurídica ao processo de devolução dos valores descontados.

    O órgão também aguarda pedido para que Toffoli determine a abertura de crédito extraordinário no orçamento para viabilizar o ressarcimento e a exclusão dos valores do teto de gastos da União para os anos de 2025 e 2026.

    Bloqueios

    As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

    Até o momento, a Justiça Federal já bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens de empresas e investigados envolvidos nas fraudes em descontos irregulares nos benefícios. 

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  • Golpe por e-mail cobra impostos atrasados

    Golpe por e-mail cobra impostos atrasados

    Golpe por e-mail cobra impostos atrasados

    A Prefeitura de Curitiba alerta para uma tentativa de golpe que vem sendo praticada contra pessoas físicas e empresas de Curitiba. Por e-mail, golpistas estão enviando intimações em nome do município e informam que há um suposto processo judicial na Comarca de Curitiba, contra o contribuinte, em uma ação impetrada pela Prefeitura de Curitiba por débitos tributários atrasados.

    A notificação de cobrança de impostos atrasados é falsa e busca obter, ilegalmente, dados privados das vítimas, prática conhecida como “phishing”. As mensagens mais recentes têm como remetente o endereço falso “Municipio CURITIBA – Setor de Intimações <nao_responda@intimacoesonline039h.20nuggets.nl›”. 

    A Procuradoria-Geral do Município (PGM), responsável pela cobrança de dívidas ativas com a Prefeitura de Curitiba, reforça que nenhum tipo de intimação judicial é enviada pelo órgão e pede que os contribuintes denunciem possíveis tentativas de golpe por e-mail. 

    O órgão pede também que, em nenhum momento, o contribuinte acesse qualquer link anexo ao falso e-mail de notificação. Desconfie ainda se receber boleto ou chave pix para quitação de dívidas com desconto perante o município de Curitiba. 

    Golpes por e-mail enganam milhares de brasileiros, todos os anos.

    Investigação 

    A PGM informa ainda que já comunicou à Polícia Civil a ação fraudulenta e solicitou uma investigação rigorosa das autoridades competentes. 

    O contribuinte pode consultar se possui débitos com a Prefeitura de Curitiba por meio do Consulta Débito Contribuinte, neste endereço

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  • Consulta pública para regulamentação de limpeza pública e manejo de resíduos

    Consulta pública para regulamentação de limpeza pública e manejo de resíduos

    Consulta pública para regulamentação de limpeza pública e manejo de resíduos

    A partir desta quarta-feira, 2 de julho, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar), realizará a Consulta Pública 8/2025. O objetivo é obter contribuições, sugestões e críticas da sociedade a respeito da proposta de Resolução que dispõe sobre as condições gerais para a prestação dos serviços públicos delegados de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos urbanos que são regulados pela Agência.

    A emissão da Resolução será realizada também em atendimento à Norma de Referência 7/2024 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a qual deverá ser observada integralmente pelos titulares, prestadores, e usuários dos serviços, assim como pelas cooperativas e outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis que realizarem atividades integrantes da prestação dos serviços, no âmbito dos contratos a serem celebrados. 

    Após a conclusão de todos os procedimentos, a Resolução será emitida em atendimento ao Art. 109, VI, da Norma de Referência 7/2024 da ANA (anexa à Resolução 187/2024-ANA).

    “Com o estabelecimento das condições gerais, a Resolução será mais uma forma de promover a prestação adequada dos serviços públicos delegados de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos urbanos regulados pela Agepar”, ressalta a chefe da Coordenadoria de Fiscalização da Agepar, Giselle de Andrade Colle.

    A coleta de resíduos sólidos pelo poder público ou terceirizada deve ser objeto de ampla discussão com a sociedade.

    COMO PARTICIPAR – Reforça-se também a importância da participação da sociedade no processo de regulação do serviço público, visando a construção de uma Normativa que acolha da melhor forma as necessidades locais no âmbito da regulação da Agepar.

    Interessados em participar da Consulta Pública podem enviar sugestões, comentários ou questionamentos até o dia 31 de julho, por meio de formulário online, disponível no site da Agepar, pelo link. Não serão analisadas contribuições anônimas.

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  • Lula (PT), a pior avaliação do governo federal desde o início do mandato em 2023 (entre deputados federais)

    Lula (PT), a pior avaliação do governo federal desde o início do mandato em 2023 (entre deputados federais)

    Lula (PT), a pior avaliação do governo federal desde o início do mandato em 2023 (entre deputados federais)

    Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra que 46% dos deputados federais avaliam de forma negativa o governo Lula (PT), a pior avaliação do governo federal desde o início do mandato em 2023. Outros 27% avaliam a gestão de forma positiva, o número mais baixo da atual gestão. A margem de erro é de 4,5 pontos para mais ou menos.

    Para 24% dos deputados, o desempenho do governo Lula 3 é “regular”, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

    Veja os números:

     

    • Negativo: 46% (eram 42% em maio de 2024);
    • Positivo: 27% (eram 32%);
    • Regular: 24% (26%);
    • Não sabem/Não responderam: 3% (era 1%).

    Lula e Janja

    Encomendado pela Genial Investimentos, o levantamento foi realizado entre os dias 7 de maio e 30 de junho de 2025. Foram ouvidos 203 deputados, o equivalente a 40% da composição da Câmara. A amostra foi feita por região geográfica e pela orientação ideológica dos partidos — com base no projeto Brazilian Legislative Surveys.

    O resultado reflete o momento de tensão entre o governo federal e a câmara, em disputas por aprovações, vetos e até o envolvimento do STF.

    Este resultado também contribui para uma maior fixação de imagem negativa do governo diante da população, pois o governo federal tem enfrentado dificuldades com sua comunicação.

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  • Exército Brasileiro faz acordo para conseguir funcionários para supermercados

    Exército Brasileiro faz acordo para conseguir funcionários para supermercados

    Exército Brasileiro faz acordo para conseguir funcionários para supermercados

    A inédita aliança entre a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e o Exército Brasileiro quer canalizar jovens egressos do serviço militar obrigatório para as 350 mil vagas abertas no setor supermercadista. Mas, além de resolver um gargalo de mão de obra, a iniciativa ecoa debates sobre perfil profissional, educação militar e o tipo de classe trabalhadora que estamos moldando.

    1. Por que nasceu o acordo?
    – Crise de atração: salários de R$ 1.500–2.200, turnos fixos e fins de semana têm afastado jovens e pessoas mais velhas.
    – Concorrência informal: apps de entrega e bicos autônomos puxaram potenciais colaboradores do varejo.
    – Automação parcial: sistemas de self-checkout reduziram algumas vagas, mas não compensaram o déficit.
    – Oferta rara de talento: cerca de 350 mil posições ociosas em todo o país.

    2. Principais pontos do convênio
    1. Mapeamento psicossocial
    – Uso de avaliações já aplicadas no quartel (liderança, resiliência, trabalho em equipe), com consentimento.
    2. Banco de talentos anônimo
    – Exército e Abras compartilham perfis alinhados a funções de atendimento, logística e segurança.
    3. Programa de treinamento
    – Módulos de soft skills e gestão de estoque em 40 h, ministrados em polos de integração emprego–quartel.
    4. Estágios e efetivações
    – Até seis meses de estágio com incentivos fiscais propostos para cada contratação definitiva.
    5. Apoio psicossocial
    – Psicólogos militares farão acompanhamento semestral para reduzir turnover e adaptar o jovem ao ambiente civil.

    Inspirações globais

    EUA: DoD SkillBridge
    Permite que militares transitem para estágios remunerados em empresas renomadas (McDonald’s, Amazon, Microsoft) sem perder benefícios federais. Já formou mais de 50 000 participantes e trouxe redução de até 20% no turnover de veteranos.

    Reino Unido: JointForces@ISS
    Desde 2017, conecta veteranos e cônjuges da ativa a vagas em limpeza, facilities e logística, com mais de 80% de efetivações bem-sucedidas.

    Como funciona em fast-food e outros setores

    – McDonald’s Veterans Network e Burger King Courage Program testam roteiros exclusivos para ex-militares, com foco em liderança de loja e logística.
    – Desafios: ritmo intenso exige suporte psicossocial extra para evitar esgotamento físico e mental.

    Ex-militares no mercado brasileiro

    – Segurança privada: queda de 25% nos incidentes quando supervisionados por veteranos.
    – Logística e transporte: planejamento e disciplina do quartel se encaixam em centros de distribuição.
    – TI e engenharia: técnicos em comunicações migrando para tecnologia civil.
    – Saúde e emergência: socorristas e técnicos de enfermagem formados em primeiros socorros.
    – Caso João Pessoa: de 150 indicados pelo 1º Grupamento de Engenharia, 94 foram contratados por um home-center—30 ficaram em lista de reserva.

    O futuro do soldado brasileiro pode estar no supermercado.

    Impactos sociais

    – Mobilidade salarial contida, ao aceitar hierarquia em troca de previsibilidade.
    – Menor disposição a mobilizações sindicais, foco em “deveres” e não “direitos”.
    – Risco de aprofundar desigualdades regionais e de acesso, já que colégios e quartéis não estão distribuídos uniformemente.

    Controvérsias e desafios

    – Privacidade de dados: uso de informações sensíveis, ainda que anonimizadas.
    – Militarização do trabalho civil: cultura hierárquica rígida em ambientes que exigem empatia.
    – Estigma interno: colegas civis podem enxergar ex-soldados como “tropa de choque”.
    – Desigualdade de oportunidades: regiões com menos presença militar ficam de fora.

    Consequências e os próximos passos

    – Redução de vagas ociosas: expectativa de queda de até 15% no déficit até o fim de 2025.
    – Maior retenção: disciplina militar tende a segurar o colaborador por mais tempo.
    – Modelo replicável: transporte, energia e outros setores já avaliam acordos similares.
    – Comitê tripartite em agosto (Abras / Exército / Ministério do Trabalho) para fiscalizar uso de dados psicossociais e protocolos de confidencialidade.
    – Testes de jornada flexível: contratações por hora para atrair perfis diversos.

    As mudanças no mercado de trabalho e a busca de novos caminhos pelas indústrias, comércio e serviços é reflexo do momento político e econômico de cada país e também das políticas do governo atual. Estas buscas são legítimas e a adesão a estas políticas devem ser sempre voluntária. Neste caso específico, o trabalhador está com vantagem, pois há oferta de vagas e escassez de mão de obra. As empresas sabem como jogar com o mercado. Agora esperamos que os trabalhadores também possam responder da melhor forma.

    Reflexão profunda

    Colégios militares e o “novo trabalhador”

    A expansão dos colégios militares: de 15 unidades em 2020 para mais de 50 em 2025, o modelo insiste em uniformes, hierarquia rígida e avaliações de “cidadania”.

    Que classe trabalhadora surge?
    – Obediência em vez de autonomia: cumpre ordens, raramente propõe melhorias.
    – Conformismo produtivo: altos índices de pontualidade, pouca voz para contestar processos.
    – Dificuldade de adaptação: setores dinâmicos pedem autonomia e flexibilidade, nem sempre encontradas no perfil militar.
    – Coletividade organizada: afia trabalho em equipe padronizado, ideal para redes de franquias.

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