Autor: Gazeta 24 horas

  • 50 alunos de Colégios Agrícolas do Paraná embarcam para os EUA

    50 alunos de Colégios Agrícolas do Paraná embarcam para os EUA

    50 alunos de Colégios Agrícolas do Paraná embarcam para os EUA

    A emoção e a ansiedade tomaram conta do embarque de mais um grupo do projeto Ganhando o Mundo, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na manhã deste sábado (16). Os primeiros 50 estudantes de Colégios Agrícolas do Paraná partiram para os Estados Unidos para participar da edição inédita do Ganhando o Mundo Agrícola. Ao todo, 100 jovens da rede pública estadual terão a oportunidade de viver, por um semestre, uma experiência internacional voltada ao agronegócio no estado de Iowa.

    Um sonho antigo. É como a estudante Hyasmim Corbari, de São Miguel do Iguaçu, define a ida aos Estados Unidos. “Eu falava desde pequena que era meu sonho ir para lá e minha avó falava: ‘sonha mais perto’. E olha onde estou hoje? Check-in feito, sonho realizado. Tenho certeza que serei outra pessoa quando voltar, só posso agradecer essa chance do Ganhando o Mundo, que fez essa edição para nós dos colégios agrícolas e a gente se sentiu muito especial”, celebra a estudante.

    “O Paraná é um Estado com vocação agrícola e por isso a ideia de uma edição especial do Ganhando o Mundo para os nossos alunos dos colégios agrícolas. Com destino a um estado americano com muito conhecimento na área. Vão aperfeiçoar o inglês e aprender técnicas que poderão ser replicadas aqui no futuro”, comenta o secretário da Educação, Roni Miranda, que acompanhou o embarque.

    O secretário das Cidades, Guto Silva, também participou da despedida.

    “Esse é um programa extraordinário que ajuda a formar líderes. Tenho a certeza que quem embarca hoje, além de ter sua vida transformada, vai voltar querendo transformar”, afirma.

    A preparação para o mercado de trabalho também é um ponto importante da experiência no exterior.

    “Eles voltam com muitos conhecimentos na bagagem e muitos têm famílias que vivem do trabalho do campo. É um conhecimento que pode potencializar a agricultura do futuro do Paraná”.

    Salienta a diretora-geral da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Camila Aragão.

    PASSAGEIROS ENTUSIASMADOS – Além de Hyasmim, outros estudantes empolgados e ansiosos circulavam pelo aeroporto. Ana Laura Prestes, 16 anos, aluna do Colégio Agrícola de Palmeirinha, disse que, apesar do nervosismo, sabe como a oportunidade vai transformar a sua vida. “Eu nunca fui para tão longe e meu coração tá disparado, mas isso representa uma mudança incrível para mim. Meu currículo será outro e vou voltar mais segura, entrosada e com o inglês na ponta da língua”, planeja.

    Já para Bruno Alcantara, de Cascavel, o embarque representa o começo de um sonho. “Se não fosse esse intercâmbio do governo, eu não teria chance de viver algo assim. Estou nervoso, mas feliz. A gente sabe como o inglês é importante e isso vai me proporcionar um futuro melhor”, reflete.

    Muitos familiares acompanharam o embarque e entre abraços e lágrimas, o sentimento compartilhado era de orgulho. Para Niuceia Nunes e Julio Woruby, o coração já bate com saudades da filha Ana, estudante do Colégio Florestal de Irati. “É uma emoção intensa, mas que vai ser maravilhosa para ela. Esse programa é um incentivo para que os alunos se dediquem cada vez mais e que os pais também incentivem seus filhos”, acredita a mãe.

    “Somos do interior e para ela vai mudar tudo a partir de agora, esse projeto vai fazer com que ela volte cheia de ideias, tecnologias que, quem sabe, ela ajude a implantar na nossa comunidade”, sonha o pai.

    A filha, que adora as aulas que tem com drones no colégio de Irati, não escondeu a vontade de aprender tudo que for possível durante a experiência. “É um país de primeiro mundo, com muitas tecnologias avançadas, quero conhecer tudo e um dia aplicar aqui”, conta.

    Além de aulas práticas, os alunos terão aulas de gestão e empreendedorismo. Para a família da aluna Rafaela Reidel, 15 anos, do Colégio de Toledo, a oportunidade pode ajudar a propriedade da família, que vive da suinocultura e da produção de leite. “Eu também estudei em colégio agrícola e a Rafaela está tendo uma oportunidade imensa com esse intercâmbio, aprender coisas novas e quem sabe nos ajudar a melhorar nossa propriedade com tudo que aprender”, celebra o pai Clovis Reidel, que veio acompanhar o embarque da filha.

    “Eu me esforcei muito para entrar no Ganhando o Mundo e estou empolgada para o que vou viver a partir de hoje. Estou sendo até um exemplo para minha irmã mais nova, que daqui a pouco vai poder participar”, diz Rafaela.

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  • Advocacia digital: como a inteligência artificial cria um novo espaço para os pequenos

    Advocacia digital: como a inteligência artificial cria um novo espaço para os pequenos

    Advocacia digital: como a inteligência artificial cria um novo espaço para os pequenos

    A inteligência artificial chegou aos escritórios de advocacia brasileiros não apenas como ferramenta, mas como catalisador de uma mudança de mentalidade. Mais do que automatizar tarefas, ela está abrindo caminho para uma atuação 100% digital — da captação de clientes à entrega final do serviço.

    Se nas grandes bancas a tecnologia já integra estratégias e operações robustas, para pequenos escritórios e profissionais solo o impacto pode ser ainda mais transformador. Ao adotar fluxos online e aproveitar recursos de IA, é possível reduzir custos, ganhar agilidade e atender clientes em qualquer lugar, sem a necessidade de estrutura física pesada.

    Especialistas apontam que a tendência mais promissora é o modelo “jurídico como produto”: serviços com escopo claro, preço definido e execução rápida, apoiados por automação e conferidos com rigor humano. Isso não significa padronizar o trabalho ao ponto de perder valor, mas sim ampliar a capacidade de entrega sem abrir mão da qualidade.

    Nas redes sociais, advogados que se comunicam de forma objetiva e educativa já colhem resultados — atraindo públicos específicos e fidelizando clientes que valorizam conveniência e transparência. O digital permite concentrar atuação em nichos com grande demanda repetitiva, como direitos do consumidor, contratos ou registros de marca, oferecendo uma experiência ágil e descomplicada.

    A advocacia que emerge dessa transformação não é menos humana. Pelo contrário: ao deixar a tecnologia cuidar do que é repetitivo, sobra mais espaço para a estratégia, a escuta ativa e a negociação. A IA, nesse cenário, não substitui o advogado — ela amplia seu alcance e reposiciona seu papel no mercado.

    “Advogados não estão apenas automatizando tarefas. Estão redesenhando o serviço para caber na vida do cliente — rápida, remota e previsível.”  Esta é a posição de Nelson Mascaro Junior do Grupo MID, que desenvolve soluções digitais e atua em marketing digital.  Segundo o especialista, a busca por soluções em marketing digital e desenvolvimento de modelos de atuação neste contexto, tem aumentado muito no pós pandemia. 

    Ainda segundo Mascaro, não é apenas ter acesso a tecnologias digitais, sobre tudo às IAs, mas principalmente saber como utilizar tais ferramentas, em um novo modelo de negócios, onde o cliente tem pressa, preza pela agilidade e transparência. E também a compreensão de que o uso de ferramentas digitais também é de interesse e é o novo perfil do sistema jurídico brasileiro. A digitalização de documentos e seu envio através de ferramentas digitais, bem como as audiências online, são apenas exemplos do que já é rotina no judiciário.

    O movimento já começou, e quem souber se posicionar cedo pode não apenas acompanhar a mudança, mas liderá-la.

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  • Mataram o Faustão (de novo): a mentira que viralizou

    Mataram o Faustão (de novo): a mentira que viralizou

    Mataram o Faustão (de novo): a mentira que viralizou

    Faustão está vivo — e se recuperando bem

    Nos últimos dias, a internet foi tomada por boatos sobre a suposta morte de Fausto Silva. A notícia, completamente falsa, se espalhou rapidamente, gerando confusão e preocupação entre fãs e familiares.

    A verdade? Faustão está vivo e segue em recuperação no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Após dois transplantes — um de fígado e outro de rim — realizados nos dias 6 e 7 de agosto, o apresentador está consciente, conversando normalmente e respirando sem ajuda de aparelhos.

    Sua esposa, Luciana Cardoso, tranquilizou os seguidores nas redes sociais: “Tudo indo bem! Obrigada, Deus.”

    Embora ainda não haja previsão de alta, a equipe médica está otimista quanto à evolução do quadro clínico.

    Fake news: quando o clique vale mais que a verdade

    A falsa notícia da morte de Faustão é mais um exemplo do quanto a desinformação pode ser cruel — e perigosa. Sites e perfis que se aproveitam da curiosidade do público para gerar cliques acabam espalhando mentiras que afetam vidas reais.

    Por que isso é grave?

    • Espalha pânico e tristeza desnecessária

    • Fere emocionalmente familiares e fãs

    • Enfraquece o jornalismo sério e responsável

    • Alimenta um ciclo de desinformação que se retroalimenta

     

    Como se proteger:

    • Sempre verifique a fonte da notícia

    • Confirme em veículos confiáveis como Gazeta 24 Horas, G1, UOL, Etc.

    • Desconfie de manchetes sensacionalistas ou que apelam para o emocional

    • Nunca compartilhe antes de checar a veracidade

     

    Entenda isto

    Clickbait é uma estratégia usada principalmente em ambientes digitais para atrair cliques por meio de títulos exagerados, sensacionalistas ou enganosos. O objetivo não é informar com precisão, mas gerar curiosidade ou choque suficiente para que o usuário acesse o conteúdo — que muitas vezes não corresponde ao que foi prometido. Essa prática compromete a credibilidade da informação, contribui para a disseminação de fake news e pode manipular emoções para fins comerciais, como aumentar visualizações, receita publicitária ou engajamento.

    A criatividade renova os formatos de clickbait. É cada vez mais comum em redes sociais o corte de uma cena muito impactante de um filme, onde não se diz o nome do filme. Isso gera uma grande onde de perguntas sobre o nome do filme e uma onda de pessoas criticando a falta do nome do filme. Isso tudo ajuda a dar maior engajamento e normalmente há um link para o filme. Este link acessa um site com muitas propagandas e na verdade não dá acesso ao filme.

    Outra forma é usar redes sociais com uma reticência onde na verdade há um link.

    Por exemplo: “A morte de Fausto Silva  Saiba mais…”   A frase poderia terminar de várias maneiras, mas para isso você vai clicar em saiba mais e ser redirecionado a algo que provavelmente não é o que você imagina. A curiosidade é a grande força da estratégia clickbait.

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  • Moraes blinda julgamento de Bolsonaro e frustra manobra de adiamento

    Moraes blinda julgamento de Bolsonaro e frustra manobra de adiamento

    Moraes blinda julgamento de Bolsonaro e frustra manobra de adiamento

    O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para setembro o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A expectativa é alta — não apenas pelo peso histórico do processo, mas também pelas movimentações nos bastidores que poderiam atrasar sua tramitação. Entre elas, o temido pedido de vista, uma ferramenta legítima, mas frequentemente usada para empurrar decisões sensíveis para o futuro.

    Ciente do risco, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, tomou uma atitude incomum e estratégica: enviou com antecedência aos demais ministros da Primeira Turma um link com acesso completo às provas do processo. A mensagem é clara — não haverá espaço para alegações de surpresa ou falta de tempo para análise. Moraes quer garantir que o julgamento ocorra dentro do calendário previsto, sem manobras que possam comprometer sua celeridade ou integridade.

    O pedido de vista como arma política

    No STF, o pedido de vista é um direito dos ministros, mas também uma ferramenta de poder. Pode ser usado para aprofundar a análise de um caso complexo — ou para adiar decisões incômodas. No caso Bolsonaro, o segundo cenário parecia mais provável. A possibilidade de um ministro solicitar vista e empurrar o julgamento para 2026, ano eleitoral, era vista como um risco real.

    A antecipação das provas por Moraes é, portanto, mais do que uma medida técnica. É um gesto político. Ele antecipa o jogo, desarma os adversários e sinaliza que o tribunal não será cúmplice de táticas dilatórias. É uma resposta direta à cultura do adiamento que, por vezes, contamina o Judiciário brasileiro.

    Um julgamento com data e hora marcada

    O presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin, reservou oito sessões entre os dias 2 e 12 de setembro para o julgamento. A previsão é que o voto de Moraes seja apresentado no dia 9, após as sustentações orais da Procuradoria-Geral da República (PGR) e das defesas. A expectativa é concluir o processo até dezembro.

    Entre os réus estão figuras centrais do governo Bolsonaro e das Forças Armadas, como Mauro Cid, Braga Netto, Augusto Heleno, Anderson Torres, Paulo Sérgio Nogueira, Alexandre Ramagem e Almir Garnier. A acusação é grave: tentativa de golpe, organização criminosa, dano ao patrimônio público e outros crimes que, somados, podem levar a penas superiores a 40 anos.

    Moraes como protagonista

    Alexandre de Moraes tem se consolidado como um dos protagonistas da defesa institucional da democracia brasileira. Sua atuação firme durante os ataques de 8 de janeiro e sua condução dos inquéritos contra extremistas bolsonaristas o colocaram no centro do embate político e jurídico do país.

    Ao blindar o julgamento contra pedidos de vista, Moraes reafirma seu papel. Ele não apenas conduz o processo — ele molda o ambiente em que ele será julgado. E, ao fazer isso, desafia a cultura da procrastinação que tantas vezes enfraquece decisões cruciais.

    É hora de julgar

    O Brasil vive um momento decisivo. A tentativa de golpe de Estado não foi apenas uma afronta às instituições — foi uma ameaça direta à soberania popular. Julgar Bolsonaro e seus aliados não é uma questão de vingança política, mas de responsabilidade democrática.

    O STF tem a chance de mostrar que a Justiça não se curva ao poder, nem se esconde atrás de formalismos para evitar decisões difíceis. A atitude de Moraes é um passo nessa direção. Ao garantir que todos os ministros tenham acesso prévio às provas, ele elimina desculpas e convoca o tribunal à coragem.

    Se houver culpa, que haja condenação. Se houver inocência, que seja reconhecida com transparência. Mas que não haja silêncio, omissão ou adiamento. A democracia brasileira merece respostas — e o tempo de esperar já passou.

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  • STF marca para 2 de setembro julgamento de Bolsonaro na trama golpista

    STF marca para 2 de setembro julgamento de Bolsonaro na trama golpista

    STF marca para 2 de setembro julgamento de Bolsonaro na trama golpista

    O ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 2 de setembro o início do julgamento da ação penal que tem como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados, todos réus por tentativa de Golpe de Estado

    O julgamento foi marcado para começar às 9h. Zanin reservou oito sessões para a análise do caso, seis delas extraordinárias, ou seja, realizadas em horários fora do previsto para a Primeira Turma. 

    Além do 2 de setembro, com uma sessão pela manhã e outra a tarde, a demais sessões estão previstas para ocorrer nos dias 3, 9, 10 e 12 de setembro, conforme cronograma divulgado pela secretaria da Primeira Turma. 

    A ação penal 2668 é a mais avançada relacionada à trama golpista denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e tem como alvo o núcleo 1 da trama, também chamado núcleo “crucial”, grupo formado pelo que seriam as principais cabeças do complô. 

    Além do relator, ministro Alexandre de Moraes, vão participar do julgamento os outros quatro ministros que compõem a Primeira Turma – Cristiano Zanin, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

    Como de costume nas análises de mérito e presenciais, o julgamento deve ser inteiramente transmitido pela TV e Rádio Justiça, bem como pelo canal do Supremo na plataforma YouTube. 

    Relembre

    ação penal 2668 é a mais avançada relacionada à trama golpista denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e tem como alvo o núcleo 1 da trama, também chamado núcleo “crucial”, grupo formado pelo que seriam as principais cabeças do complô. 

    Pela denúncia do procurador-geral da República, Paulo Gonet, elaborada com base nas investigações da Polícia Federal (PF), Bolsonaro foi o líder de uma trama golpista que tinha como objetivo mantê-lo no poder mesmo com derrota na tentativa de reeleição, em 2022. 

    Segundo a narrativa da acusação, o plano golpista começou a ser colocado em prática em meados de 2021, quando Bolsonaro orientou o alto escalão de seu governo a atacar o sistema eletrônico de votação, de modo a desacreditar o processo eleitoral e criar o clima social propício a uma ruptura democrática. 

     

    Ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Ainda segundo o PGR, a tentativa de golpe culminou com o 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores de Bolsonaro que não aceitavam o resultado das eleições invadiram e depredaram amplamente as sedes dos Três Poderes, em Brasília. 

    Entre as provas apresentadas estão, por exemplo, minutas de um decreto golpista encontradas em endereços dos investigados, bem como rascunhos de planos como “Luneta”, “Copa 2022” e “Punhal Verde Amarelo”. 

    O PGR enfatizou que tais planos chegaram a prever, inclusive, o sequestro e assassinato de autoridades ainda em 2022, entre as quais o ministro do STF Alexandre de Moraes, o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e o vice eleito, Geraldo Alckmin. 

    Todos os oito réus do núcleo 1 foram acusados de cinco crimes: organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. Somadas, as penas podem superar os 30 anos de prisão. 

    O julgamento final da ação penal contra Bolsonaro foi marcado pouco depois de todas as defesas terem entregado ao Supremo suas alegações finais no caso. O prazo final para isso se encerrou na última quarta (13). 

    Defesas

    Com a exceção da defesa de Bolsonaro, que chamou a narrativa da PGR de “absurda” e “golpe imaginado”, as demais defesas optaram em geral por não contestar a existência de uma trama golpista em si, mas concentraram esforços em desvincular seus clientes de um eventual complô, mesmo que fique provada a existência deste. 

    Todos os advogados pediram a absolvição de todas as acusações.

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  • Amplitude térmica e diferenças regionais marcam o tempo no fim de semana

    Amplitude térmica e diferenças regionais marcam o tempo no fim de semana

    Amplitude térmica e diferenças regionais marcam o tempo no fim de semana

    Calor no Noroeste, com umidade relativa do ar baixa. Tempo nublado no Leste e possibilidade de garoa na Serra do Mar. Nos mesmos dias, amanhecer frio e tardes quentes no Centro-Sul e no Oeste. Este fim de semana será marcado por diferenças no tempo entre as várias regiões paranaenses, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

    A sexta-feira (15) amanheceu com as temperaturas mínimas mais baixas em Cerro Azul (5,1°C), Telêmaco Borba (5,5°C) e Palotina (5,5°C). Entre os Campos Gerais e Centro-Sul do Estado houve registro de nevoeiro em algumas cidades. À tarde, com predomínio de sol, as temperaturas podem ficar ao redor dos 20°C nestas regiões. No fim de semana o amanhecer segue frio e com nevoeiros, e as máximas serão mais altas. Laranjeiras do Sul, por exemplo, pode chegar a 25°C no domingo (17).

    Do Oeste ao Sudoeste paranaense nesta sexta-feira (15) há predomínio de sol. No fim de semana as temperaturas máximas se elevam e a amplitude térmica segue sendo destaque. Em Guaíra, por exemplo, a sexta começou com 9,1°C e pode chegar até 25°C. No sábado (16) a temperatura na cidade fica entre 13°C e 26°, e no domingo (17) sobe para 15°C a 29°C.

    As temperaturas máximas mais baixas desta sexta (15) estão previstas para a região Leste: em torno de 15°C na Capital e 18°C na faixa litorânea. Nestas áreas o céu já está encoberto desde o fim da tarde de quinta-feira (14), e segue com essa nebulosidade até domingo (17), quando finalmente o sol deverá aparecer – primeiro na Região Metropolitana de Curitiba e depois nas praias. Até lá, há possibilidade de garoa ocasional. A nebulosidade veio por conta da mudança nos ventos, que agora vêm do oceano para o continente trazendo umidade.

    “A ausência do sol também deixa a sensação térmica um pouco mais baixa. Aparentemente, sentiremos um pouco mais frio do que os valores medidos nos termômetros pois o vento incomoda e deixa o índice de frio um pouquinho mais acentuado”, ressalta Lizandro Jacobsen, meteorologista do Simepar.

     

    CALOR – Em contrapartida, em toda a faixa Norte paranaense, as temperaturas se elevam rapidamente. Nesta sexta-feira as máximas já chegam aos 30°C na área de divisa com o Mato Grosso do Sul. No fim de semana permanecem na faixa dos 30°C entre Maringá, Londrina e o Norte Pioneiro, e podem chegar até 32°C em Paranavaí, Umuarama e Querência do Norte, sem previsão de chuva.

    A umidade relativa do ar, que já estava entre 20% e 30% na tarde desta quinta-feira (14), deve permanecer assim no Noroeste nesta sexta-feira (15), e segue na faixa dos 30% a 40% no Norte durante as tardes do fim de semana.

    No início da próxima semana, com predomínio de sol em todo o Estado, as temperaturas seguem em elevação pelo menos até terça-feira. O Simepar acompanha a aproximação de uma frente fria pelo Sul do Brasil que poderá trazer um declínio leve e rápido das temperaturas no meio da semana, para então o tempo voltar a esquentar.

    Antes da frente fria, as temperaturas máximas no Noroeste podem ficar por, pelo menos, quatro dias quatro graus acima da média em várias cidades. Entretanto, as mínimas estão abaixo da média, portanto o dia, como um todo, não está quente o suficiente para configurar tecnicamente uma onda de calor.

    “A situação das temperaturas no Noroeste está próxima do que chamamos de veranico, que é comum no inverno e já estava prevista para o mês de agosto”, detalha Jacobsen.

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  • Turismo de lazer supera o de negócios em Curitiba

    Turismo de lazer supera o de negócios em Curitiba

    Turismo de lazer supera o de negócios em Curitiba

    O turismo de Curitiba vive um momento inédito. Pela primeira vez, o lazer superou os negócios como principal motivação das viagens à capital paranaense. 

    A Pesquisa de Demanda Turística 2024, realizada pelo Instituto Municipal de Turismo ao longo do ano passado e divulgada nesta quinta-feira (14/8), mostra que 33,3% dos turistas vieram à cidade para passear, descansar ou participar de atividades de lazer, enquanto 24% vieram a negócios, segmento que, historicamente, liderava o fluxo de visitantes.

    Em 2024, Curitiba recebeu 10 milhões de visitantes, sendo 8,2 milhões de turistas e 1,9 milhão de excursionistas (visitantes sem pernoite), um crescimento de quase 10% e 40%, respectivamente, em relação a 2022, ano da pesquisa anterior. O impacto econômico foi de R$ 13,8 bilhões, beneficiando diferentes setores da economia. 

    Realizada com 2.513 entrevistas e margem de erro de 3%, a pesquisa é a mais abrangente do gênero na cidade.

    Segundo o presidente do Instituto Municipal de Turismo, Rodrigo Dalla Bona Swinka, a mudança no perfil dos visitantes é estratégica para o futuro do setor.

    “Esses dados oferecem um panorama claro de quem nos visita, por que vem e o que busca na cidade. Eles são fundamentais para direcionarmos as ações de promoção e qualificação de Curitiba como destino turístico, ampliando nossa competitividade e atração de visitantes”, afirmou Swinka.

    Perfil e origem dos visitantes

    O levantamento revela que a maioria dos turistas vem das regiões Sudeste (38,7%) e Sul (34,5%) do Brasil, com destaque para São Paulo (25%), Paraná (16,1%) e Santa Catarina (11,7%). Os estrangeiros representaram 2,9% do total, principalmente da Argentina, Portugal e Itália.

    Mulheres foram ligeiramente maioria entre os visitantes (54%) e a faixa etária predominante ficou entre 25 e 44 anos. A média de permanência dos turistas foi de 3,9 pernoites, com hotéis sendo a principal forma de hospedagem (54,2%).

     

    Jardim Botânico de Curitiba, um dos ícones da capital paranaense.

    Motivações e comportamento

    O lazer foi o principal motivo das viagens (33,3%), seguido por negócios (24%) e visita a parentes e amigos (18,4%). O automóvel continua sendo o meio de transporte mais utilizado, responsável por 61,5% das chegadas e o aplicativo de transporte é a forma mais comum de deslocamento interno.

    As redes sociais tiveram papel relevante na escolha do destino, sendo citadas por 34,4% dos turistas como principal fonte de informação.

    Atrativos, gastronomia e avaliação

    O Jardim Botânico foi o atrativo mais visitado (58,5% dos turistas), seguido pela Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski e Parque Tanguá. Na gastronomia, a carne de onça e o barreado foram os pratos mais associados à cidade.

    A experiência em Curitiba foi bem avaliada, com nota média de 8,8 entre turistas e 8,6 entre excursionistas. A hospitalidade da população, áreas verdes e qualidade de vida foram os itens mais elogiados, enquanto trânsito e preços receberam as avaliações mais baixas.

    Reconhecimento

    Um recente reconhecimento internacional reforça o prestígio de Curitiba. A cidade foi listada como uma das dez melhores do mundo para visitar em 2025 pela publicação Lonely Planet, maior editora de guias de viagem do mundo. Curitiba foi a única brasileira no ranking.

    A capital paranaense também reforçou sua posição como um destino turístico de destaque, com seis de seus principais pontos turísticos sendo reconhecidos com o selo Travellers’ Choice 2025 do TripAdvisor.

    O Jardim Botânico foi o grande vencedor, conquistando o prêmio Os Melhores dos Melhores e se posicionando como o 4º melhor atrativo do Brasil e o 5º da América do Sul.

    A lista de vencedores da capital paranaense incluiu também os museus Oscar Niemeyer (MON), Paranaense (Mupa) e do Expedicionário e os parques Tanguá e Barigui. O prêmio foi concedido a partir das avaliações positivas de visitantes durante o último ano.

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  • Bolsonaro: 43 anos de prisão, pede PGR

    Bolsonaro: 43 anos de prisão, pede PGR

    Bolsonaro: 43 anos de prisão, pede PGR

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu enfrentar de forma contundente as acusações que pesam contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF), contestando não apenas os crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), mas também a severidade das penas propostas. Em jogo, uma possível condenação que pode ultrapassar quatro décadas de prisão — um cenário que, segundo seus advogados, não se sustenta juridicamente.

    A estratégia da defesa é clara: desmontar os pilares da acusação ponto a ponto, buscando não só a absolvição, mas, em caso de condenação, uma redução significativa da pena. Os cálculos apresentados pelos advogados apontam para uma pena máxima de 14 anos, mesmo que o STF adote as sanções mais duras previstas em cada tipo penal. É uma tentativa de reverter a narrativa construída pela PGR, que acusa Bolsonaro de liderar uma organização criminosa com fins golpistas, articulada em reuniões no Palácio da Alvorada nos dias 19 de novembro e 7 de dezembro de 2022.

    Majorantes sob ataque

    O ponto mais sensível da contestação é a tentativa de derrubar as majorantes aplicadas ao crime de organização criminosa. A PGR propôs acréscimos de nove anos à pena — quatro pelo suposto uso de armas de fogo e cinco pelo envolvimento de servidores públicos. A defesa argumenta que essas circunstâncias não se aplicam de forma objetiva ao ex-presidente, e que sua inclusão representa um exagero interpretativo. Se o STF acolher esse argumento, a pena por esse crime cairia de 17 para 8 anos.

    Essa discussão não é apenas técnica: ela revela o embate político-judicial em torno da responsabilização de Bolsonaro. A inclusão das majorantes reforça a gravidade da acusação, enquanto sua exclusão pode ser vista como uma tentativa de despolitizar o julgamento e tratá-lo como um caso penal comum — algo que, convenhamos, está longe de ser.

    Crimes em conflito: absorção como tática

    Outro eixo da defesa é a alegação de que o crime de golpe de Estado deveria ser absorvido pelo de abolição violenta do Estado de Direito. Ambos, segundo os advogados, descrevem condutas que ocorreram dentro do mesmo contexto fático. Essa tese, se aceita, reduziria a pena máxima de 12 para 8 anos, eliminando uma das acusações mais simbólicas do processo.

    Aqui, a defesa aposta na doutrina penal que evita a duplicidade de punições por atos que se confundem. Mas há um risco: ao tentar fundir os crimes, a estratégia pode ser interpretada como uma tentativa de minimizar o impacto político da acusação de golpe — uma palavra que carrega peso histórico e institucional.

    Reduções legais: entre desistência e concurso formal

    A defesa também invoca dois dispositivos legais que podem reduzir ainda mais a pena: a desistência voluntária e o concurso formal. O primeiro prevê alívio na punição quando o agente interrompe a execução do crime antes de sua consumação. O segundo permite que, em caso de crimes cometidos em conjunto, seja aplicada apenas a pena mais grave.

    Jair Bolsonaro pode pegar até 43 anos de prisão.

    Esses argumentos são sofisticados e exigem uma análise minuciosa do comportamento de Bolsonaro nos eventos narrados pela PGR. A desistência voluntária, por exemplo, depende de uma demonstração clara de que o ex-presidente recuou de forma espontânea — algo difícil de provar, mas que pode ser explorado como sinal de ausência de dolo consumado.

    O peso político da acusação

    Independentemente do desfecho jurídico, o processo contra Bolsonaro tem implicações políticas profundas. A acusação de liderar uma organização criminosa com fins golpistas não é apenas uma questão penal — é uma tentativa de responsabilização institucional por ataques à democracia. A PGR sustenta que Bolsonaro não foi um espectador, mas um articulador de um projeto autoritário de poder.

    Essa narrativa é reforçada pela inclusão de outros réus de alto escalão, como os ex-ministros Paulo Sérgio Nogueira, Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Anderson Torres, além do deputado Alexandre Ramagem e do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos. A presença do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, também é central — sua defesa, aliás, pediu absolvição e, em caso de condenação, uma pena de no máximo dois anos.

    O que está em jogo

    Mais do que a liberdade de Bolsonaro, o que está em jogo é a forma como o sistema jurídico brasileiro vai lidar com tentativas de ruptura institucional. A pena proposta pela PGR — 43 anos — é uma mensagem clara de que atentados à democracia serão tratados com rigor. Já a defesa, ao propor uma pena entre 7 e 14 anos, busca enquadrar o caso dentro dos limites da legalidade penal, evitando o que considera uma punição desproporcional.

    O STF terá a missão de equilibrar esses dois mundos: o da justiça penal e o da preservação democrática. E, nesse processo, cada argumento será uma peça de um tabuleiro que vai muito além das páginas dos autos.

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  • Sanções dos EUA contra envolvidos no Mais Médicos reacendem tensões diplomáticas

    Sanções dos EUA contra envolvidos no Mais Médicos reacendem tensões diplomáticas

    Sanções dos EUA contra envolvidos no Mais Médicos reacendem tensões diplomáticas

    Em um movimento que reacende tensões diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos, o Departamento de Estado norte-americano anunciou, ontem (13 de agosto), a revogação de vistos e a imposição de restrições a dois ex-integrantes do Ministério da Saúde brasileiro e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). A medida foi motivada pela acusação de que os envolvidos teriam colaborado com um suposto esquema de exportação coercitiva de mão de obra médica cubana por meio do programa Mais Médicos.

    Quem são os alvos das sanções?

    Os principais nomes citados foram:

    • Mozart Julio Tabosa Sales, atual Secretário de Atenção Especializada à Saúde, conhecido como um dos criadores do programa.
    • Alberto Kleiman, ex-diretor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e atual coordenador da COP30 pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

    Ambos participaram do planejamento e implementação do Mais Médicos entre 2012 e 2015, período em que o programa contou com forte presença de médicos cubanos, enviados ao Brasil por meio de convênio com a Opas.

    O que é o programa Mais Médicos?

    Criado em 2013 durante o governo Dilma Rousseff, o Mais Médicos tinha como objetivo ampliar o acesso à saúde em regiões carentes, especialmente no interior do país e em comunidades indígenas. O programa foi estruturado em três eixos:

    • Provimento emergencial de médicos
    • Melhoria da infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde (UBS)
    • Formação médica e expansão de vagas em cursos e residências.

    A parceria com Cuba, mediada pela Opas, permitiu que milhares de médicos cubanos atuassem no Brasil. Em 2015, cerca de 60% dos 18 mil profissionais do programa eram cubanos.

    Acusações dos EUA

    Segundo o comunicado oficial, os Estados Unidos consideram que o programa envolveu práticas de trabalho forçado, com o governo cubano retendo parte dos salários dos médicos e utilizando a Opas como intermediária para burlar sanções americanas. O secretário de Estado Marco Rubio, de origem cubana, afirmou que a medida visa responsabilizar aqueles que “enriqueceram o regime cubano corrupto” e “privaram o povo cubano de cuidados médicos essenciais”.

    As sanções incluem:

    • Revogação de vistos dos envolvidos e seus familiares
    • Proibição de entrada nos EUA
    • Reforço de medidas contra regimes autoritários que exploram trabalhadores médicos

    Reações no Brasil

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, saiu em defesa do programa e dos profissionais punidos. Em nota, afirmou que o Mais Médicos “salva vidas” e “sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”.

    Já o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em viagem a Washington, celebrou a decisão como um “recado” de que nem ministros nem burocratas estarão imunes a punições por colaboração com regimes autoritários. Ele também sugeriu que outras autoridades brasileiras, como o ministro Alexandre de Moraes, poderiam ser alvo de futuras sanções.

    Contexto internacional e impacto político

    As sanções contra o Brasil se somam a medidas semelhantes aplicadas a autoridades de Cuba, Granada e países africanos. A decisão marca mais um capítulo da política externa agressiva do governo Trump, que desde julho vem impondo tarifas e restrições a autoridades brasileiras.

    Internamente, o episódio reacende o debate sobre a legalidade e a ética da parceria com Cuba. Críticos apontam que os médicos cubanos recebiam apenas uma fração dos salários pagos pelo Brasil, enquanto defensores destacam os avanços na cobertura médica em áreas vulneráveis.

    O futuro do programa

    Após o fim do convênio com Cuba em 2018, o governo Bolsonaro lançou o Médicos pelo Brasil, priorizando profissionais nacionais. Em 2023, o governo Lula retomou a marca “Mais Médicos para o Brasil”, com foco em médicos formados no país. Atualmente, os dois programas coexistem, somando mais de 25 mil profissionais em campo.

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  • Enaex: 9 mortos são identificados após explosão na fábrica

    Enaex: 9 mortos são identificados após explosão na fábrica

    Enaex: 9 mortos são identificados após explosão na fábrica

    Uma explosão devastadora em uma unidade da Enaex Brasil, empresa especializada na produção de materiais explosivos, deixou nove mortos na manhã de ontem (12), em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). O acidente ocorreu por volta das 5h50, em uma área de 25 m² onde os explosivos eram preparados para transporte.

    A violência da explosão foi tamanha que abriu uma cratera no local e causou danos estruturais em imóveis de cidades vizinhas. As vítimas estavam trabalhando no momento do acidente e tiveram os corpos fragmentados, o que exige um trabalho minucioso da Polícia Científica para realizar a perícia e permitir a liberação dos restos mortais às famílias.

    A Enaex Brasil divulgou hoje (13) os nomes dos nove funcionários que perderam a vida: Camila de Almeida Pinheiro, Cleberson Arruda Correa, Eduardo Silveira de Paula, Francieli Gonçalves de Oliveira, Jessica Aparecida Alves Pires, Marcio Nascimento de Andrade, Pablo Correa dos Santos, Roberto dos Santos Kuhnen e Simeão Pires Machado.

    No local onde havia uma construção, após a explosão há uma grande cratera. 

    Outras sete pessoas ficaram feridas, com lesões leves, e foram atendidas e liberadas. A área foi isolada por equipes do Corpo de Bombeiros, que realizaram buscas com apoio de cães farejadores.

    A empresa afirmou que está colaborando com as autoridades e prestando apoio às famílias das vítimas. As causas da explosão ainda estão sendo investigadas.

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