EUA iniciam conversas com o Brasil, após o tarifaço
Donald Trump mudou completamente os padrões que havia estabelecido com outros países, para retomar negociações, após chantagens com taxas e outras políticas em comércio exterior e até mesmo poderio militar. O padrão do pretenso presidente do mundo era o de fazer a chantagem e esperar que os países ligassem para os EUA, buscando negociações. Alguns países fizeram isso e cederam às chantagens.
Com o Brasil as coisas não foram como Trump desejava. Durante encontro da ONU ele disse que teve uma “boa química” com Lula, após um encontro que não durou um minuto e foi casual.
Depois disse que em algum momento iria falar com o brasileiro. E poucos dias depois, ligou e conversou por meia hora.
Na conversa ficou acertado que Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, iria prosseguir com as negociações.
Marco Rubio fez uma ligação ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na quarta-feira (8), um dia após ele ter conversado com o presidente estadunidense Donald Trump. Essa comunicação, segundo Lula, marca o início de um momento decisivo nas negociações sobre as tarifas impostas ao Brasil pelos EUA.
“O Secretário de Estado convidou o Ministro Mauro Vieira para que integre a delegação, de modo a permitir uma reunião presencial entre ambos, para tratar dos temas prioritários da relação entre o Brasil e os Estados Unidos”, comunicou o Itamaraty.
Donald Trump diz ter uma boa química com Lula, a quem chama de “um homem bom”.
“O Secretário de Estado convidou o Ministro Mauro Vieira para que integre a delegação, de modo a permitir uma reunião presencial entre ambos, para tratar dos temas prioritários da relação entre o Brasil e os Estados Unidos”, acrescenta o Itamaraty.
Não se engane
Dificilmente Donald Trump se dará por vencido. Mudar de estratégia, certamente. Mas não veio negociar a retirada de tarifas e outras sansões a brasileiros. Ele veio negociar riquezas brasileiras e vantagens para os EUA. Sua única motivação desde o início, usando ardilosamente uma postura política, de apoio a Bolsonaro, foi o de ganhar algo do Brasil. Se o apoio fosse verdadeiro, com o julgamento e a prisão do ex-presidente, ele não estaria com uma “boas química” com o governo brasileiro e nem declarando ao mundo que “Lula é um bom homem”.
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