Autor: Gazeta 24 horas

  • Hauer: Construção de muro de gabião bloqueia Marginal do bairro

    Hauer: Construção de muro de gabião bloqueia Marginal do bairro

    Hauer: Construção de muro de gabião bloqueia Marginal do bairro

    Equipes coordenadas pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop) iniciam, nesta sexta-feira (9/1), às 9h, serviços de macrodrenagem que vão exigir o bloqueio total da Rua Marginal Canal Belém (Leste), no trecho entre as ruas Presidente Pádua Fleury e Coronel Antônio Ricardo dos Santos, no Hauer.

    A previsão é que os serviços sejam finalizados na primeira quinzena de abril, mas dependem das condições climáticas. A rua estará sinalizada e a orientação é para que motoristas e pedestres utilizem rotas alternativas durante a execução dos serviços.

     A interrupção da passagem é necessária para garantir a segurança tanto das equipes que trabalham no local quanto de quem circula pela região.

    Desvios

    A opção de desvio para quem segue sentido bairro Uberaba é dobrar à esquerda para acessar a Rua Presidente Pádua Fleury e depois à direita, na Rua Bartolomeu Lourenço de Gusmão, e à direita novamente, na Rua Coronel Antônio Ricardo dos Santos, dando a volta na quadra. 

    Já os motoristas que seguem sentido bairro Boqueirão devem fazer o trajeto inverso na quadra, dobrando à direita na rua Coronel Antônio Ricardo dos Santos, novamente à direita na Bartolomeu Lourenço de Gusmão e à esquerda na Presidente Pádua Fleury. 

    Os moradores do trecho bloqueado terão acesso liberado as residências.

    O que é muro de gabião?

    A intervenção prevê a contenção da margem do Canal Belém, com a execução de um muro de gabião de aproximadamente 70 metros de extensão. O muro de gabião é uma estrutura formada por telas metálicas preenchidas com pedras brita, utilizada para conter a erosão do solo e permitir a drenagem segura da água.

    Construção de muro de gabião no Canal Belém exige bloqueio da Marginal no Hauer. Foto: Divulgação

    O muro vai interromper o processo de erosão identificado no local e contribuir para a prevenção de alagamentos, uma demanda apresentada pelos moradores do entorno.

    Segundo o engenheiro do Departamento de Pontes e Drenagem da Smop, João Vidal Filho, a intervenção adota soluções baseadas na natureza e é estratégica para reduzir os impactos das chuvas intensas típicas do verão, além de conter o processo de degradação do asfalto e parte da calçada que estavam com afundamento.

    “Essa contenção é fundamental para estabilizar a margem do canal, evitar o avanço da erosão, proteger a infraestrutura e assegurar a mobilidade segura dos pedestres. É uma ação preventiva que traz mais segurança e tranquilidade para a população”, afirma. Vidal.

    Chuvas de verão

    Os trabalhos são fiscalizados pelo Departamento de Pontes e Drenagem, que mantém cerca de 30 equipes atuando simultaneamente em diferentes bairros da cidade, com serviços de correção e manutenção de estruturas. As ações fazem parte do esforço contínuo da Prefeitura para minimizar os prejuízos causados pelas chuvas de verão, período historicamente marcado por altos volumes de precipitação.

    O serviço integra o PRO Curitiba, o maior programa de obras e reformas da história da cidade, que prevê mais de R$ 6 bilhões em investimentos até 2028, para melhoria da infraestrutura urbana, da mobilidade e da qualidade de vida da população.

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  • Curitiba mantém preços de passagens de ônibus

    Curitiba mantém preços de passagens de ônibus

    Curitiba mantém preços de passagens de ônibus

    Ao contrário de várias capitais que anunciaram reajustes das tarifas de transporte coletivo neste início de ano, a Prefeitura de Curitiba vai manter o valor do bilhete congelado, a R$ 6, na capital paranaense durante 2026.

    Também serão mantidos os programas Tarifa Zero a Caminho do Emprego, voltado para quem está à procura de uma vaga pelo Sine curitibano, e o Domingão paga Meia, com valor de R$ 3 em domingos e feriados.

    “Há três anos a tarifa não é reajustada em Curitiba e antecipei, já no ano passado, que durante o período de transição para a nova concessão do transporte, a tarifa vai ficar congelada para o usuário, que não terá que desembolsar mais para se deslocar de ônibus”, diz o prefeito Eduardo Pimentel. “A ideia é fazer uma transição para o novo contrato de maneira suave, sem impacto para o bolso do passageiro”, completa Ogeny Pedro Maia Neto, presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), que gerencia o transporte coletivo na capital.

    A previsão é que a transição para o novo contrato, cujo leilão deve ocorrer no primeiro quadrimestre, dure dois anos.

    Reajuste em outras capitais

    Pelo menos cinco capitais começaram 2026 com passagem de ônibus mais caras: São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro e Florianópolis anunciaram reajustes. A capital de Santa Catarina passou a ter passagem mais cara entre as capitais, com o reajuste do valor da tarifa no cartão cidadão de R$ 5,75 para R$ 6,20; no vale-transporte de R$ 6,75 para R$ 7,20;  e de R$ 6,90 para R$ 7,70 no dinheiro, PIX e QR Code.

    Domingão paga Meia e Tarifa Zero

    Lançados no ano passado pelo prefeito Eduardo Pimentel, os programas  Domingão paga Meia e Tarifa Zero a Caminho do Emprego terão continuidade em 2026, segundo o presidente da Urbs. “Foram ações que beneficiaram a população e que serão mantidas neste ano”, disse.

    O Domingão paga Meia, criado em janeiro de 2025, estabeleceu tarifa a R$ 3 em domingos e feriados. Desde o lançamento, em 5 de janeiro de 2025, até 15 de dezembro, o programa propiciou uma economia de R$ 19,6 milhões aos passageiros. A iniciativa incentivou o uso do transporte coletivo e 6,5 milhões de passageiros usufruíram do desconto durante o ano.

    O programa Tarifa Zero

    A Caminho do Emprego, que garante duas passagens gratuitas para pessoas desempregadas em entrevistas de trabalho encaminhadas pelo Sine, beneficiou 7.041 pessoas desde o lançamento em fevereiro de 2025, com um subsídio de R$ 84.846.

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  • A redução do IPVA no Paraná: efeitos reais

    A redução do IPVA no Paraná: efeitos reais

    A redução do IPVA no Paraná: efeitos reais

    Segundo publicações do governo do Paraná, a redução da alíquota do IPVA de 3,5% para 1,9%, sancionada em setembro de 2025, teria impulsionado os primeiros emplacamentos de veículos em 42% entre 2024 e 2025. O discurso oficial apresenta a medida como a maior redução do país e como um alívio direto para os contribuintes. No entanto, uma análise mais cuidadosa mostra que essa narrativa simplifica causas, generaliza benefícios e omite riscos relevantes.

    O discurso otimista

    As publicações oficiais atribuem o aumento de emplacamentos quase exclusivamente à política tributária. Embora exista correlação, outros fatores podem ter influenciado, como o crescimento das vendas de veículos, maior acesso ao crédito e transferências de frotas de locadoras. Ao destacar apenas o imposto, cria-se uma narrativa linear que não corresponde à complexidade do mercado automotivo.

    Outro ponto é a generalização dos benefícios. O governo afirma que a medida ajuda as famílias a pagar IPTU, material escolar e até viagens. Na prática, apenas os proprietários de veículos tributados se beneficiam diretamente. A redução não alcança a totalidade da população, mas é apresentada como se fosse um alívio universal.

    O risco fiscal

    As publicações também sugerem que a arrecadação não será comprometida, já que o aumento da frota compensaria a queda da alíquota. Esse raciocínio é otimista demais. O equilíbrio fiscal depende da sustentabilidade do crescimento e pode não se confirmar no longo prazo. Se o ritmo de emplacamentos cair, o Estado terá de lidar com uma arrecadação estruturalmente menor, o que pode afetar serviços públicos essenciais.

    Comparações enviesadas

    Ao comparar o Paraná com Santa Catarina e São Paulo, o governo reforça a ideia de competitividade fiscal. No entanto, não discute os impactos sobre os serviços públicos que dependem dessa arrecadação. A redução pode ser atraente para os contribuintes, mas o custo recai sobre a capacidade do Estado de financiar saúde, educação e infraestrutura.

    O problema das fronteiras

    Um ponto crítico pouco abordado é a concentração de novos registros em cidades próximas às divisas com SC e SP. Isso indica que veículos de moradores de outros estados estão sendo emplacados no Paraná apenas para aproveitar a alíquota menor. Pela legislação, o veículo deve ser registrado no domicílio do proprietário. Emplacar em outro estado sem residência real configura fraude fiscal.

    Esse movimento concentra artificialmente a arrecadação em municípios fronteiriços, sem que os veículos circulem majoritariamente ali. O resultado é um desequilíbrio federativo: SC e SP perdem arrecadação de veículos que continuam trafegando em suas estradas, enquanto cidades do Paraná recebem recursos inflados sem a correspondente demanda de infraestrutura. Trata-se de uma distorção que pode gerar conflitos entre estados e comprometer a credibilidade da política tributária. 

    “Embora o governo divulgue números gerais, não há dados oficiais que mostrem a distribuição dos emplacamentos por município. A ausência desse recorte impede avaliar com clareza se a arrecadação está sendo artificialmente concentrada em cidades fronteiriças.”

    Além disso, parte do crescimento de emplacamentos decorre do aumento natural das vendas de veículos nos últimos anos. Neste caso, o número de registros em cidades maiores é evidente, mesmo não sendo fronteiriças.

    A redução de IPVA também atrai para o estado veículos de frotas. É comum que empresas façam a transferência de suas frotas para filiais em estados com a menor alíquota de IPVA. Neste caso o Paraná só ganha.

    O desafio institucional

    Além dos riscos fiscais e das distorções federativas, há também o risco jurídico. Proprietários que emplacam irregularmente podem ser multados e obrigados a transferir novamente seus veículos. O Estado, por sua vez, corre o risco de ver sua política questionada como incentivo indireto à fraude. O discurso de “justiça tributária” perde força quando os efeitos colaterais revelam concentração artificial de arrecadação e competição predatória entre estados.

    Segundo publicações oficiais, a redução do IPVA no Paraná é apresentada como uma vitória para os contribuintes e para a economia. 

    Mas, ao simplificar causas, generalizar benefícios e omitir riscos, a narrativa induz a um raciocínio otimista que não corresponde à realidade. O aumento de emplacamentos não é apenas reflexo de prosperidade interna, mas também resultado de migração irregular de registros. O desafio agora é enfrentar as distorções fiscais e institucionais que essa política trouxe à tona.

    Mais do que comemorar números, é preciso discutir se o modelo adotado é sustentável, justo e legal. Caso contrário, o que hoje é celebrado como benefício pode se transformar em um problema estrutural para o Estado e para a federação.

    O efeito político imediato

    Apesar de todas essas questões, é inegável que o eleitor paranaense que possui carro comemora a redução. No início de 2026, ele efetivamente está gastando menos com o imposto, e essa sensação de alívio no bolso tem impacto direto na percepção popular. O governo colherá esse resultado nas urnas, apresentando a medida como vitória política e como prova de que conseguiu “cortar mordomias para tributar menos”. O efeito imediato é positivo para quem paga, ainda que os problemas estruturais permaneçam invisíveis para a maioria.

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  • 8 de Janeiro: a ferida aberta da democracia brasileira

    8 de Janeiro: a ferida aberta da democracia brasileira

    8 de Janeiro: a ferida aberta da democracia brasileira

    No dia 8 de janeiro de 2023, o Brasil testemunhou um dos episódios mais graves de sua história democrática recente. Milhares de manifestantes, inconformados com a derrota eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro, invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes da República — Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF). As imagens correram o mundo e entraram para a história como símbolo da fragilidade institucional diante da radicalização política.

    O que aconteceu naquele domingo

    Naquela tarde nublada, grupos vindos de diferentes estados marcharam pela Esplanada dos Ministérios, ultrapassaram barreiras policiais e tomaram os prédios públicos. Vidraças foram quebradas, obras de arte destruídas e documentos históricos danificados. O plenário do STF chegou a ficar alagado após atos de vandalismo. O objetivo era claro: pressionar por um golpe de Estado que impedisse a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, empossado apenas uma semana antes.

    A resposta imediata

    O governo federal decretou intervenção na segurança pública do Distrito Federal. Centenas de pessoas foram presas ainda no dia dos ataques, e acampamentos golpistas em frente ao Quartel-General do Exército foram desmontados. A reação rápida buscou conter a escalada de violência e reafirmar o compromisso com a ordem democrática.

    Três anos depois: justiça e memória

    Passados três anos, o Supremo Tribunal Federal já responsabilizou mais de 800 envolvidos, incluindo líderes da organização criminosa. Em dezembro de 2025, o STF concluiu julgamentos de figuras centrais, com 29 condenações. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão por participação na trama golpista. Ainda restam 346 ações penais em andamento, muitas delas contra financiadores e organizadores dos atos.

    A Advocacia-Geral da União (AGU) busca ressarcimento de R$ 56 milhões pelos danos materiais, mas até agora apenas R$ 3,3 milhões foram bloqueados. O processo de responsabilização é longo e revela a complexidade de enfrentar redes de desinformação e financiamento clandestino.

    Impacto político e social

    O 8 de janeiro não foi apenas um ataque físico às instituições. Foi também um ataque simbólico à confiança na democracia. A radicalização política, alimentada por discursos de ódio e fake news, mostrou que parte da sociedade estava disposta a romper com o pacto constitucional de 1988. A tentativa fracassada de golpe expôs a necessidade de fortalecer a educação cívica, combater a desinformação e garantir transparência nos processos eleitorais.

    Comparações internacionais

    O episódio foi frequentemente comparado à invasão do Capitólio, nos Estados Unidos, em 6 de janeiro de 2021. Em ambos os casos, multidões mobilizadas por narrativas de fraude eleitoral atacaram sedes legislativas. A diferença é que, no Brasil, os ataques atingiram simultaneamente os três poderes, ampliando a gravidade institucional.

    A memória como resistência

    Relembrar o 8 de janeiro é essencial para evitar que a história se repita. A democracia brasileira mostrou resiliência, mas também revelou vulnerabilidades. A data tornou-se um marco para reflexão sobre os limites da tolerância democrática diante de movimentos extremistas. Como afirmou um ministro do STF, “não se trata apenas de punir os culpados, mas de reafirmar que a democracia não é negociável”.

    O desafio que permanece

    É importante reconhecer que o 8 de janeiro não terminou. Seus efeitos continuam reverberando na política nacional. A polarização entre grupos ideológicos se aprofundou, alimentando desconfiança e hostilidade. Além disso, os próprios poderes da República enfrentam tensões e afastamentos institucionais, consequência direta da tentativa de ruptura democrática. O episódio não foi apenas um ponto fora da curva, mas um divisor de águas que redefiniu o relacionamento entre sociedade, instituições e governo. O Brasil ainda vive sob a sombra daquele domingo, e o desafio é transformar essa memória em aprendizado coletivo.

    O 8 de janeiro de 2023 permanece como uma ferida aberta na memória nacional. Três anos depois, o país ainda busca justiça, reparação e aprendizado. Mais do que um episódio de violência, foi um alerta sobre os riscos da radicalização e da erosão institucional. Publicar e discutir essa história é um ato de resistência democrática — porque lembrar é também proteger o futuro.

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  • Hospital da Cruz Vermelha: como vai funcionar a transição dos atendimentos do SAS

    Hospital da Cruz Vermelha: como vai funcionar a transição dos atendimentos do SAS

    Hospital da Cruz Vermelha: como vai funcionar a transição dos atendimentos do SAS

    O Governo do Paraná já deu início à transição dos atendimentos do Sistema de Assistência à Saúde (SAS) para o Hospital da Cruz Vermelha, voltados a servidores da macrorregião de Curitiba. A mudança começou neste mês de janeiro, e a partir de março já terá contemplado todos os serviços do SAS. Nas outras regiões do Estado continuam os mesmos hospitais e atendimentos.

    Confira o cronograma da mudança:

    1º de janeiro: início dos atendimentos de urgência e emergência;

    1º de fevereiro: início dos atendimentos das especialidades primárias;

    1º de março: todos os demais serviços estarão disponíveis, contemplando integralmente a cobertura do SAS.

    O processo de transição entre o Hospital Santa Casa e o Hospital Cruz Vermelha, referente ao atendimento aos servidores do Estado do Paraná por meio do SAS, segue conforme o planejado, cumprindo todos os prazos e diretrizes estabelecidos. O SAS é coordenado pela Secretaria da Administração e da Previdência (Seap), através do Departamento de Saúde do Servidor (DSS).

    Todos os pacientes que estavam internados na Santa Casa já foram transferidos para o Hospital Cruz Vermelha. Os agendamentos cirúrgicos previamente marcados serão mantidos na Santa Casa. Já os novos agendamentos (incluindo cirurgias, procedimentos eletivos e atendimentos de atenção primária) passarão a ser marcados no Hospital Cruz Vermelha a partir deste momento.

    ATENDIMENTOS E ENDEREÇOS

    Atendimentos de urgência (a partir de 1º de janeiro) 

    Internação Geral Adulto, Centro Cirúrgico, Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Geral, e Hemodinâmica

    Local: CVB-PR (Av. Vicente Machado, 1310 – Batel)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3017-4545

    Pronto Atendimento – PA – Geral

    Local: CVB-PR (Rua Capitão Souza Franco, 50 – Batel)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3017-4545

    Consultas Médicas

    Local: Tempo Medicina da Família (R. Pedro Ivo, 198 – 5º e 6º andares – Centro)

    Horário de atendimento: Seg. a Sex. 08h às 18h

    Telefone: (41) 99187-0136

    Internação Obstétrica e UTI Neonatal

    Local: N. S. Fátima (Av. Visc. de Guarapuava, 3077 – Centro)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 2104-0300

    Internação Geral Infantil

    Local: Hospital Menino Deus (Av. Visc. de Guarapuava, 355 – Alto da XV)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3302-2600

    Unidade Transfusional

    Local: Hemobanco (R. Cap. Souza Franco, 290 – Bigorrilho)

    Telefone: (41) 3023-5545

    Psiquiatria – Com previsão para atendimento na urgência e emergência:

    Local: Uniica (Rua Eleonora Muricy Novaes, 171 – Jd Botânico)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3271-5855

    Radioterapia

    Local: Radion (Rua Emílio de Menezes, 905)

    Horário de atendimento: 7h às 18h

    Telefone: (41) 3012-2800

    Fisioterapia

    Local: CVB-PR (Bom Retiro)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 3017-4545

    Pronto-Socorro

    Local: CVB-PR (Rua Capitão Souza Franco, 50 – Batel)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 3017-4545

    UTI Pediátrica

    Local: N. S. Graças (R. Alcides Munhoz, 433 – Mercês)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3240-6060

    Atendimentos de especialidades primárias (a partir de 1º de fevereiro) –

    Ginecologia, e Clínica Médica/Medicina de Família e Comunidade:

    Local: Tempo Medicina da Família (R. Pedro Ivo, 198 – 5º e 6º andares – Centro)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 99187-0136

    Obstetrícia

    Local: N. S. Fátima (Av. Visc. de Guarapuava, 3077 – Centro)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 2104-0300

    Pediatria

    Local: Hospital Menino Deus (Av. Visc. de Guarapuava, 355 – Alto da XV)

    Horário de atendimento: segunda a quinta, das 8h às 18h, e sexta das 8h às 17h

    Telefone: (41) 2104-0300

    Oftalmologia

    Local: Hospital da Visão (R. Bispo Dom José, 2711 – Batel)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 17h

    Telefone: (41) 2104-0300

    Demais serviços (a partir de 1º de março) –

    Anestesiologia, angiologia, cardiologia, cirurgias geral, vascular, de cabeça e pescoço, do aparelho digestivo, plástica reparadora, e torácica; eletrocardiograma – ECG, eletroencefalograma, gastroenterologia, infectologia, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, otorrinolaringologia, teste de esforço, e ultrassonografia.

    Local: CVB-PR (Av. Vicente Machado, 1310 – Batel)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 3017-4545

    Alergia e Imunologia, Dermatologia, Endocrinologia e metabologia, Pneumologia, e Reumatologia

    Local: Tempo Medicina da Família (R. Pedro Ivo, 198 – 5º e 6º andares – Centro)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 99187-0136

    Cirurgia pediátrica

    Local: Hospital Menino Deus (Av. Visc. de Guarapuava, 355 – Alto da XV)

    Horário de atendimento: segunda a quinta, das 8h às 18h, e sexta das 8h às 17h

    Telefone: (41) 3302-2600

    Hematologia, Mastologia e Oncologia

    Local: Oncocentro (R. Nicolau Maeder, 936 – Juvevê)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 3252-8489

    Ortopedia/Traumatologia

    Local: Hospital Novo Mundo (Av. República Argentina, 4350 – Novo Mundo)

    Horário de atendimento: seg. a sab. 24h; e dom. das 8h às 19h / dom. das 19h às 8h atendimento no P.S. do Cruz Vermelha

    Telefone: (41) 3052-5600

    Psiquiatria

    Local: Uniica (Av. Mal. Floriano Peixoto, 2509 – Prado Velho)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 3271-5855

    Urologia: internação geral adulta e pediátrica, e pronto atendimento clínico adulto

    Local: CVB-PR (Av. Vicente Machado, 1310 – Batel)

    Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

    Telefone: (41) 3017-4545

    Urologia: Pronto atendimento clínico infantil

    Local: Hospital Menino Deus (Av. Visc. de Guarapuava, 355 – Alto da XV)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3302-2600

    Anatomia patológica

    Local: Neopath DX – Patologia Diagnóstica (Av. Vicente Machado, 972 – Batel)

    Horário de atendimento: seg a sex, das 7h30 às 18h30, e sab, das 8 às 12h

    Telefone: (41) 3363-6585

    Patologia clínica

    Local: Lanac – Cruz Vermelha (Av. Vicente Machado, 1243 – Batel)

    EM PARANAGUÁ – Clínica Médica/Medicina de Família e Comunidade, Ginecologia, Pediatria, Ortopedia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Fisioterapia, Pronto Atendimento 24 horas, com sala de observação, Procedimentos ambulatoriais básicos, Procedimentos cirúrgicos de baixa complexidade nas especialidades, Cirurgia do aparelho digestivo, ginecologia, ortopedia e urologia, Internações clínicas e cirúrgicas por período de, pelo menos 48 horas, Exames de radiodiagnóstico de baixa complexidade, Exames de ultrassonografia (exceto ecodoppler), Exames básicos de patologia clínica, Eletrocardiograma, Teste de esforço, e Endoscopia digestiva

    Local: WIN Hospital (R. Nestor Víctor, 136 – João Gualberto, Paranaguá)

    Horário de atendimento: 24h

    Telefone: (41) 3189-4000

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  • Quando a guerra não é chamada de guerra: lições da Ucrânia para a Venezuela

    Quando a guerra não é chamada de guerra: lições da Ucrânia para a Venezuela

    Quando a guerra não é chamada de guerra: lições da Ucrânia para a Venezuela

    A recente escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela trouxe à tona um cenário de grande complexidade internacional. Declarações oficiais, ações militares e disputas pelo controle de recursos estratégicos colocam em xeque princípios fundamentais de soberania e direito internacional. A situação lembra outros episódios recentes da geopolítica mundial, nos quais potências tentaram justificar intervenções armadas sem assumir formalmente o estado de guerra. Diante disso, é essencial compreender os possíveis desdobramentos dessa crise em diferentes dimensões.

    Dimensão Jurídica

    • A declaração da ONU de que a operação é ilegal abre espaço para condenações formais em assembleias e conselhos, além de possíveis sanções multilaterais.
    • Os EUA, ao insistirem que não estão em “guerra”, tentam contornar o enquadramento jurídico de agressão militar. Esse tipo de narrativa já foi usado por outros líderes (como Putin na Ucrânia), mas não altera o fato de que ataques com mísseis e sequestro de líderes configuram violação da soberania.
    • Isso pode levar a pedidos de julgamento em cortes internacionais, como o Tribunal Penal Internacional, ainda que a execução prática dessas decisões seja limitada pela influência dos EUA.

    Dimensão Geopolítica

    • Países aliados dos EUA podem se dividir: alguns apoiando por interesses estratégicos (especialmente ligados ao petróleo), outros se afastando para não se associar a uma operação considerada ilegal.
    • A América Latina, historicamente sensível à intervenção norte-americana, pode reagir com forte rejeição. Isso pode fortalecer blocos regionais como CELAC ou Mercosul em defesa da soberania venezuelana. Mas a Argentina enfraquece o bloco, pois Milei já se comprometeu com Trump e aceitou ajuda financeira para se manter no poder.
    • Potências como Rússia e China provavelmente usarão o episódio para criticar os EUA e reforçar sua narrativa contra o “imperialismo ocidental”. Isso pode intensificar a polarização global.

    Foi invadida, sequestrada e tomada, mas não é guerra, diz Trump sobre Venezuela.

    Dimensão Econômica

    • A exploração direta do petróleo venezuelano por empresas norte-americanas pode gerar ganhos imediatos para os EUA, mas também instabilidade nos mercados energéticos, já que a legitimidade dessa apropriação seria contestada.
    • Sanções contra os EUA são improváveis, dado seu peso econômico, mas podem surgir boicotes regionais ou retaliações comerciais.
    • Para a Venezuela, a perda de controle sobre seus recursos seria devastadora, agravando a crise interna e aumentando a dependência de apoios externos.

    Possíveis Desdobramentos

    1. Escalada militar: a insistência dos EUA em negar que é guerra não impede que a Venezuela (ou aliados) responda militarmente, o que pode transformar o conflito em uma guerra aberta.
    2. Isolamento diplomático: os EUA podem enfrentar maior isolamento em organismos multilaterais, mesmo mantendo influência em alguns aliados.
    3. Fragmentação interna na Venezuela: parte da elite pode colaborar com os EUA em troca de benefícios, enquanto setores populares resistem, gerando guerra civil.
    4. Reforço da multipolaridade: esse tipo de ação pode acelerar a busca de países por alternativas ao sistema dominado pelos EUA, fortalecendo alianças com Rússia, China e outros polos.

    A crise entre Estados Unidos e Venezuela evidencia como disputas por poder e recursos estratégicos podem colocar em xeque os pilares da ordem internacional. 

    A tentativa de justificar ações militares sem reconhecer formalmente o estado de guerra fragiliza normas de soberania e abre precedentes perigosos para futuras intervenções. 

    Mais do que um conflito regional, trata-se de um episódio que pode redefinir alianças, acelerar a multipolaridade e testar a capacidade das instituições globais de responder a violações flagrantes do direito internacional.

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  • Bonde Urbano Digital inicia operação completa

    Bonde Urbano Digital inicia operação completa

    Bonde Urbano Digital inicia operação completa

    A manhã desta terça-feira (6) marcou um novo capítulo na implantação do Bonde Urbano Digital (BUD) na Região Metropolitana de Curitiba. Pela primeira vez desde o início da operação, o veículo percorreu todo o trajeto previsto do sistema, ligando o Terminal São Roque, em Piraquara, ao Terminal Metropolitano de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A viagem de aproximadamente dez quilômetros entre um terminal e outro durou 25 minutos.

    O BUD já vinha operando desde o dia 9 de dezembro, mas até então o percurso era parcial, com saída do Terminal São Roque até o Parque das Águas, em Pinhais. Com a conclusão das adequações no terminal de Pinhais, o sistema passa agora a atender o trajeto completo, consolidando mais uma etapa do projeto que torna o Paraná o primeiro da América do Sul a adotar a tecnologia.

    A primeira viagem com o percurso integral foi marcada pela curiosidade e pela aprovação dos passageiros, que aproveitaram a oportunidade para conhecer de perto o novo modelo de transporte coletivo. Entre eles estava o casal Jussara e Daniel Oliveira, que aproveitou o dia de folga para conhecer o Bonde Urbano Digital e fez questão de chegar mais cedo ao terminal, movido pela curiosidade sobre a nova tecnologia.

    Moradores de Piraquara, eles costumam usar o transporte coletivo no dia a dia e decidiram testar o novo sistema justamente na primeira viagem com o trajeto completo. “Já tínhamos ouvido falar do BUD, mas era a primeira vez que iríamos andar. Eu estava curiosa e ansiosa para ver como funciona”, contou Jussara. Segundo ela, a folga acabou sendo a oportunidade ideal para conhecer o veículo. “Normalmente usamos esse trajeto no dia a dia, mas hoje resolvemos aproveitar para ir até Pinhais e conhecer o bonde”, explicou.

    Para o casal, a expectativa é de que o novo modelo traga melhorias para a rotina de quem depende do transporte público. “Com certeza vai facilitar. A gente espera que seja mais rápido e mais silencioso. É um veículo moderno e parece bem confortável”, afirmou Daniel. “É a nossa primeira viagem completa, então vamos aproveitar para ver se é bom”, avaliou.

    A passageira Marli Tomé dos Santos, de 60 anos, foi uma das mais animadas a embarcar na primeira viagem com o trajeto completo do Bonde Urbano Digital. Aproveitando o dia de folga, ela saiu de casa apenas para conhecer de perto o novo sistema de transporte. “Vou até Pinhais só para matar a curiosidade e a vontade de entrar no BUD. Estou muito empolgada. Tenho 60 anos e pego ônibus há 40 anos em Curitiba. Para mim, isso é uma maravilha, só tenho a agradecer”, comemorou.

    Já a estagiária Beatriz Arantes, de 24 anos, que atua no setor de transporte público, também embarcou no Bonde Urbano Digital na primeira viagem com o trajeto completo. “Achei uma inovação excelente, porque é um trajeto muito utilizado e que costuma ter ônibus bastante lotados. Como o BUD tem capacidade maior do que o maior ônibus que temos hoje, que é o Ligeirão, achei a proposta muito interessante. 

    O interior do veículo é sensacional e outro ponto que chama a atenção é a velocidade, maior do que a dos ônibus tradicionais. Para quem mora em Piraquara e Pinhais, com certeza vai facilitar bastante o deslocamento”, analisou.

    A primeira viagem também foi aprovada pela auxiliar de cozinha Luci Helena Alvarenga de Oliveira, de 52 anos, que usa o transporte coletivo entre as duas cidades todos os dias. “Estou achando muito bom, diferente do que eu imaginava. Pensei que pudesse ser mais lento, mas o trajeto é rápido e confortável, a gente se sente confiante. É um percurso que faço todos os dias, vai facilitar bastante e é uma alternativa importante. Para mim, está aprovadíssimo”, contou.

    A operação do BUD é coordenada pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep). O diretor-presidente da entidade, Gilson Santos, acompanhou a primeira viagem com o trajeto completo e ressaltou o avanço representado pela ampliação do percurso.

    “A partir de hoje, o BUD passa a operar em uma linha metropolitana integrada entre Pinhais e Piraquara. Durante seis meses, vamos avaliar o desempenho do veículo em operação real, como deslocamento, ocupação e adaptação ao nosso sistema viário. É um modelo inovador, com maior capacidade que os biarticulados, mais conforto, menor ruído e implantação rápida, sem necessidade de trilhos, o que pode representar um avanço importante para o transporte coletivo”, detalhou.

    O Bonde Urbano Digital é guiado no asfalto por meio de indução magnética, dispensando trilhos físicos e reduzindo significativamente os custos de implantação. O modelo, fabricado pela empresa chinesa CRRC, combina características do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) com a flexibilidade do sistema BRT, criado em Curitiba e reconhecido mundialmente.

    Com 30 metros de comprimento, ar-condicionado e operação bidirecional, o BUD tem capacidade para até 280 passageiros e pode atingir velocidade de até 70 km/h. A tarifa é de R$ 5,50, o mesmo valor do ônibus metropolitano, e o tempo de viagem permanece semelhante ao atual. Durante a fase de operação e ajustes, as linhas de ônibus convencionais continuam atendendo normalmente o trajeto entre Piraquara e Pinhais.

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  • A vida humana não tem preço, mas prevenção vale mais que aparato

    A vida humana não tem preço, mas prevenção vale mais que aparato

    A vida humana não tem preço, mas prevenção vale mais que aparato

    A vida humana não tem preço. É por isso que toda mobilização para preservar uma vida deve ser reconhecida. No caso recente do jovem de 20 anos que se perdeu no Pico Paraná em 1º de janeiro de 2026, vimos uma operação de grande porte: helicópteros, drones, centenas de profissionais e voluntários. O aparato foi impressionante, mas não foi ele que trouxe o rapaz de volta. 

    No dia 5 de janeiro, após cinco dias de incerteza, o jovem conseguiu sair da mata por conta própria e buscar ajuda em uma fazenda.

    Esse detalhe muda a narrativa. O Estado celebra sua capacidade de mobilização, mas a verdade é que o salvamento não foi resultado direto da operação. O esforço coletivo merece respeito, sobretudo o dos voluntários civis, que se engajaram com coragem e dedicação, oferecendo tempo e conhecimento em nome da solidariedade. O reconhecimento a esses voluntários deve ser explícito: eles estavam lá, empenhados e dando o seu melhor.

    Ainda assim, o episódio expõe a questão central: por que tantos incidentes continuam acontecendo no Pico Paraná e em outras áreas naturais do Estado? 

    A resposta está na prevenção. Investir em sinalização adequada, campanhas educativas para montanhistas, fiscalização de acessos e orientação sobre riscos é tão importante quanto ter helicópteros prontos para decolar. 

    Cada vida salva é uma vitória, mas cada vida protegida pela prevenção é um risco evitado.

    O episódio mostra que o aparato é necessário, mas insuficiente. O verdadeiro compromisso com a vida humana exige que o Estado e a sociedade olhem para a raiz do problema: reduzir o número de desaparecimentos e acidentes. Só assim poderemos dizer que estamos, de fato, preservando vidas — não apenas celebrando operações grandiosas.

    Pico Paraná

    Pico Paraná – O desafio

    O Pico Paraná, com 1.877 metros de altitude, é o ponto mais alto da Região Sul e integra o Parque Estadual Pico Paraná. A trilha é longa, exige alto esforço físico — estimada em até 13 horas — e tem classificação de risco “muito alto” pelo Instituto Água e Terra (IAT). Esse perfil ajuda a explicar a recorrência de desaparecimentos e acidentes que demandam operações de resgate.

    O caso mais recente ocorreu em 1º de janeiro de 2026, quando Roberto Farias Tomaz, jovem de 19 anos, se perdeu na mata. A mobilização foi imediata: mais de 100 bombeiros e cerca de 300 voluntários participaram da busca, com helicópteros e drones. No entanto, após cinco dias, o jovem conseguiu sair sozinho da mata e buscar ajuda em uma fazenda em Antonina.

    O episódio reforça uma realidade: o Estado tem montado uma resposta rápida e bem equipada para os resgates, mas não tem obtido o mesmo êxito na prevenção. Investimentos em sinalização, campanhas educativas e fiscalização poderiam reduzir o número de ocorrências, evitando que vidas fiquem em risco e que operações grandiosas precisem ser acionadas.

    Embora existam diversas notificações que acionam o resgate, algumas destas ganham destaque na mídia:

    Em 2023, um montanhista de 28 anos sofreu uma queda durante a trilha. Foi resgatado com ferimentos após operação que contou com helicóptero do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas.

    Em 2019, dois jovens se perderam em uma trilha secundária. Foram localizados após buscas, e os bombeiros destacaram a falta de sinalização adequada como fator que contribuiu para o incidente.

    Em 2015, um montanhista experiente desapareceu durante a descida. Ele foi encontrado após dias de buscas, em operação que mobilizou voluntários civis e o Corpo de Socorro em Montanha.

    Já em 2008, um grupo de trilheiros enfrentou intempéries e acabou se perdendo. Foram resgatados após uma operação noturna, episódio citado como exemplo da dificuldade do terreno e da vulnerabilidade dos visitantes.

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  • Crise na Venezuela expõe silêncio da comunidade internacional

    Crise na Venezuela expõe silêncio da comunidade internacional

    Crise na Venezuela expõe silêncio da comunidade internacional

    A escalada de tensões na Venezuela ganhou novos contornos neste domingo (4), após os Estados Unidos intensificarem ações militares contra o país sul-americano. O governo norte-americano anunciou que passará a administrar diretamente o território venezuelano, com foco especial no controle das reservas de petróleo, após a captura do presidente Nicolás Maduro.

    Nos últimos dias, forças norte-americanas cercaram a Venezuela com presença militar no Caribe, realizaram ataques a embarcações que classificaram como ligadas ao tráfico e bombardearam pontos estratégicos no país.

    A ofensiva provocou forte reação internacional. A Coreia do Norte classificou os ataques como “a forma mais grave de violação de soberania” e afirmou que acompanha com atenção a gravidade da situação. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores norte-coreano declarou que os episódios confirmam “a natureza desonesta e brutal dos EUA”.

    A China também se posicionou. O governo chinês expressou “profunda preocupação” com a detenção e deportação forçada de Maduro e de sua esposa, destacando que as ações norte-americanas “violam claramente o direito internacional, as normas básicas que regem as relações internacionais e os princípios da Carta da ONU”.

    Maduro preso por forças americanas.

    Até mesmo o Vaticano se manifestou. O Papa Leão XIV, primeiro pontífice de origem norte-americana, afirmou estar acompanhando a crise com “profunda preocupação” e defendeu que a Venezuela “deve permanecer um país independente”.

    Mais do que as declarações, porém, o episódio levanta uma questão incômoda: como a comunidade internacional permitiu que a situação chegasse a este ponto? O silêncio diante das sucessivas ameaças, a hesitação em agir preventivamente e a falta de consenso entre grandes potências abriram espaço para que a crise venezuelana se transformasse em palco de intervenção direta. A pergunta que ecoa agora é se haverá disposição real para conter os desdobramentos — ou se o mundo continuará a assistir, passivamente, ao colapso da soberania de um país.

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  • Madrugada de fogo: EUA atacam Venezuela e sequestram Maduro

    Madrugada de fogo: EUA atacam Venezuela e sequestram Maduro

    Madrugada de fogo: EUA atacam Venezuela e sequestram Maduro

    Na madrugada deste sábado, o mundo acordou diante de uma operação militar sem precedentes: os Estados Unidos lançaram ataques aéreos em larga escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro junto de sua esposa, Cilia Flores.

    Primeiros sinais: ataques a barcos e portos

    Antes da invasão terrestre e aérea, Washington já vinha testando os limites. Em outubro de 2025, barcos venezuelanos foram atacados sob a acusação de estarem ligados ao narcotráfico. Quatro pessoas morreram, mas nenhuma prova foi apresentada. Os ataques continuaram e dezenas de pessoas foram mortas desde então. O mundo viu e se calou.
    Na sequência, portos estratégicos foram bombardeados, novamente sob a justificativa de combater redes criminosas. Para Caracas, tratou-se de agressões diretas à soberania nacional.

    A madrugada da invasão

    O ápice veio na madrugada de 3 de janeiro de 2026:

    • Bombardeios coordenados atingiram bases militares, aeroportos e infraestrutura em Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira.
    • Operação terrestre levou à captura de Maduro e Cilia Flores, retirados do país em helicópteros militares.
    • Anúncio oficial: Donald Trump confirmou que ambos estão sob custódia nos EUA e serão julgados por narcoterrorismo.

    O petróleo como pano de fundo

    A Venezuela detém as maiores reservas comprovadas de petróleo do planeta.

    • O país depende quase exclusivamente dessa riqueza para sustentar sua economia.
    • Para analistas, o discurso americano sobre narcotráfico mascara o verdadeiro objetivo: controlar o fluxo energético global em um momento de instabilidade nos mercados.

    O impacto interno e externo

    • Na Venezuela: apagões, explosões e medo. Autoridades exigem prova de vida de Maduro e convocam a população às ruas.
    • Na comunidade internacional: governos comentam, analistas debatem, mas na prática o mundo assiste sem intervir. O episódio expõe a fragilidade das instituições multilaterais diante de ações unilaterais.

    O Brasil e Lula

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a operação, classificando-a como “uma afronta gravíssima à soberania venezuelana”. Em pronunciamento, afirmou que “o destino da Venezuela pertence ao seu povo, sem interferências externas” e cobrou posicionamento da ONU.

    • O governo brasileiro convocou uma reunião de emergência no Palácio do Itamaraty, com ministros da Defesa, Relações Exteriores e Casa Civil, para avaliar impactos diplomáticos e de segurança.
    • Entre as preocupações imediatas estão a pressão migratória na fronteira de Roraima e a volatilidade nos preços do petróleo.
    • Lula reforçou que o Brasil defende uma América Latina como zona de paz, em contraste com a escalada militar dos EUA.

    Linha do tempo da escalada

    • Setembro 2025: EUA iniciam ataques a barcos no Caribe e no Pacífico.
    • Outubro 2025: Barco venezuelano é atingido; quatro mortos acusados de narcotráfico.
    • Dezembro 2025: Washington intensifica acusações contra Maduro e aumenta recompensa por sua captura.
    • Janeiro 2026: Bombardeios em larga escala; Maduro e Cilia Flores são sequestrados.

    O sequestro de Maduro e os ataques à Venezuela marcam um ponto de ruptura na geopolítica latino-americana. O petróleo é o pano de fundo, mas o que se vê é uma disputa de poder em que a soberania nacional foi atropelada. O mundo observa, comenta, mas permanece como espectador.

    Preso e levado aos EUA Nicolas Maduro será julgado por tribunal americano.

    Quem é Nicolás Maduro

    • Chegada ao poder: Maduro assumiu a presidência da Venezuela em abril de 2013, após a morte de Hugo Chávez. Foi declarado vencedor das eleições com margem estreita (1,49%), mas a oposição denunciou fraude e pediu auditoria — nunca realizada.
    • Fraude eleitoral: Em 2024, perdeu para Edmundo González Urrutia, mas o Conselho Nacional Eleitoral, controlado por seu regime, o declarou vencedor sem apresentar registros ou permitir auditoria.

    Acusações nos EUA

    • Desde março de 2020, enfrenta acusações criminais no Tribunal do Distrito Sul de Nova York.
    • É apontado como líder do Cartel dos Sóis, organização de narcotráfico formada por altos oficiais venezuelanos.
    • Segundo a promotoria, Maduro negociou remessas de várias toneladas de cocaína com as FARC, forneceu armas ao grupo e coordenou rotas de tráfico com Honduras e outros países.
    • Outros 14 oficiais do regime também foram indiciados, incluindo Diosdado Cabello e Hugo Carvajal.

    Crimes contra a humanidade

    • O regime de Maduro é investigado pelo Tribunal Penal Internacional por violações de direitos humanos desde 2014.
    • Organizações como OEA, Human Rights Watch e Anistia Internacional documentaram perseguições, detenções arbitrárias e práticas de terrorismo de Estado.
    • Mais de 18 mil pessoas foram presas por motivos políticos desde 2013.

    Impacto social

    • Sob seu governo, ocorreu o maior êxodo da história recente da América Latina: quase 8 milhões de venezuelanos deixaram o país, segundo a ONU.
    • A crise combina colapso econômico, emergência humanitária e repressão política.

    Por que o mundo se calou

    Dois fatores ajudam a explicar o silêncio internacional diante da ofensiva americana:

    1. Legitimidade contestada: Maduro perdeu a eleição presidencial de 2024, mas manteve-se no poder por meio de fraude eleitoral. A maior parte da comunidade internacional não reconheceu seu governo como legítimo, o que dificulta qualquer defesa pública em seu favor.

    2. Isolamento diplomático: Ao longo dos últimos anos, Maduro não fortaleceu alianças internacionais. Pelo contrário, afastou-se de nações antes próximas, como o Brasil e até mesmo a Rússia, reduzindo sua rede de apoio e deixando a Venezuela vulnerável.

     

    Conclusão: O sequestro de Maduro e os ataques à Venezuela marcam um ponto de ruptura na geopolítica latino-americana. O petróleo é o pano de fundo, mas o que se vê é uma disputa de poder em que a soberania nacional foi atropelada. O mundo observa, comenta, mas permanece como espectador.

    O mundo se calou porque não reconhece Maduro como líder legítimo. Mas esse silêncio também revela a fragilidade das instituições internacionais diante da força bruta.

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