Autor: Gazeta 24 horas

  • Uma reflexão sobre I.A e eleições

    Uma reflexão sobre I.A e eleições

    Uma reflexão sobre I.A e eleições

    Com variados exemplos práticos, a inteligência artificial (IA) vem mostrando a que veio. Ela tem o poder de facilitar a vida da sociedade, simplificando trabalhos complexos, aperfeiçoando a ação do poder público, acelerando avanços tecnológicos e aumentando a qualidade de vida das pessoas.

    A coleta, o processamento e até a interpretação de dados estatísticos, por exemplo, que há bem pouco tempo atrás exigiam gente, trabalho e tempo aos montes, agora podem ser feitos ao toque de um botão, em questão de segundos.

    A Inteligência Artificial não vai votar por você. Mas ela pode influenciar o seu voto?

    Se não tiver paciência para ficar reescrevendo um e-mail até a versão desejada, a pessoa que dispõe de um aplicativo do tipo ChatGPT ou Copilot no computador consegue com ele ter a mensagem final ao seu gosto — curta ou longa, agressiva ou polida, informal ou formal.

    Caso ela não tenha tempo para ler algum texto longo e rebuscado, o aplicativo pode produzir rapidamente um resumo bastante claro e confiável.

    A IA também é capaz de produzir meras curiosidades ou passatempos. No ano passado, viralizou na internet uma fotografia construída artificialmente em que o papa Francisco aparece trajando um estiloso casaco branco de inverno. À primeira vista, ninguém diria que aquela imagem, de tão bem-feita, jamais existiu na realidade.

    Mas há preocupações, e elas estão nos usos negativos e até criminosos da IA. Nesse quesito, também não faltam exemplos.

    No início do ano, eleitores do estado de New Hampshire, nos Estados Unidos, receberam ligações telefônicas em que o presidente Joe Biden lhes pedia que não fossem às urnas votar nas eleições primárias estaduais. A voz era mesmo a do mandatário americano, que busca a reeleição, mas manipulada pela inteligência artificial para fazê-lo dizer algo que jamais saiu de sua boca.

    Esse é um caso clássico da chamada deepfake. A palavra remete às fake news, mentiras apresentadas nas redes sociais ou nos aplicativos de mensagem instantânea como se fossem notícias verdadeiras. No caso das fake news, o internauta tem a possibilidade de acreditar ou não no que está dito ou escrito.

    As deepfakes são mais traiçoeiras porque os vídeos ou áudios, produzidos sinteticamente por IA, se aproximam tanto da perfeição, como nos casos do papa e do presidente americano, que por vezes é difícil duvidar da veracidade deles.

    O mau uso da IA preocupa o Brasil. Desde 2019, o Congresso Nacional discute projetos de lei que criam regras para a inteligência artificial no país, com o objetivo principal de proteger os cidadãos e a democracia. Sendo um tema complexo, ainda nenhum desses projetos foi aprovado.

    Pelo fato de a lei reguladora da inteligência artificial não estar pronta, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) baixou no mês passado uma inédita resolução, válida para a eleição deste ano para prefeito e vereador, que proíbe o uso de deepfake na campanha eleitoral e obriga o áudio ou o vídeo produzido por inteligência artificial a ser identificado claramente como tal para o eleitorado, ainda que o conteúdo não seja malicioso.

    Nas três últimas votações, em 2022, 2020 e 2018, a Justiça Eleitoral incluiu as fake news entre as ameaças mais sérias ao processo eleitoral. As deepfakes fizeram algumas aparições, mas apenas de modo satírico, já que ainda eram rudimentares e a montagem saltava aos olhos.

    Para a eleição municipal de outubro deste ano, dado o salto tecnológico, o TSE encara as deepfakes como a bola da vez. O político que descumprir as regras recém-baixadas terá a candidatura derrubada. Caso se eleja, o mandato será cassado e ele ficará inelegível.

    Se forem notificadas e não retirarem o conteúdo ilícito do ar, as big techs, empresas responsáveis pelas redes sociais ou pelos aplicativos de mensagem instantânea, também sofrerão punições.

     

    Nas discussões sobre as regras para a próxima eleição municipal, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a Justiça Eleitoral agirá com rigor para que a IA “não anabolize as milícias digitais na utilização da desinformação para captar a vontade do eleitor e desvirtuar o resultado da eleição”.

    Na mesma ocasião, a embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, chegou a dizer que a IA manipulada tem o poder de levar as democracias a sucumbir.

    Da mesma forma que a falsa gravação telefônica de Joe Biden, outras deepfakes afetaram processos eleitorais pelo mundo afora nos últimos meses.

    Na Argentina, o presidenciável Sergio Massa, derrotado por Javier Milei, apareceu num vídeo falso cheirando cocaína. Na Eslováquia, o candidato parlamentar Michal Simecka foi vítima de um áudio forjado em que ele falava sobre comprar os votos da comunidade cigana.

    Em dezembro, o papa Francisco alertou para o risco de a inteligência artificial ser desvirtuada em nome “do egoísmo, do interesse próprio, da ânsia de lucro e da sede de poder”.

    Na avaliação de Celina Bottino, diretora de projetos do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio), a resolução do TSE é uma espécie de “band-aid” aplicado de forma emergencial e provisória sobre uma vulnerabilidade muito específica enquanto o Congresso Nacional não aprova uma regulação definitiva que seja capaz de prevenir e remediar as manipulações nas mais diversas áreas da sociedade, e não apenas nas campanhas eleitorais.

    Para Bottino, o ideal é que as regras para a IA sejam mais abrangentes e contenham princípios, em vez de elencarem casos muito particulares de mau uso da inteligência artificial:

    — A tecnologia está avançando com uma velocidade cada vez maior. A cada minuto surge uma especificidade nova. Quando a regulação da inteligência artificial começou a ser estudada no Brasil, poucos anos atrás, por exemplo, ainda não existia todo este boom da IA generativa [que cria conteúdo original de vídeo, áudio, texto etc.]. Se a regulação for muito detalhada, fechada e rígida, ela correrá o risco de se tornar datada e ineficaz muito rapidamente e não contemplar as tecnologias que aparecerem no futuro.

    O consultor legislativo do Senado Frederico Quadros D’Almeida, que atua na área de telecomunicações, concorda:

    — Considerando a complexidade da questão e as diferentes aplicações envolvidas, uma regulamentação essencialmente principiológica pode ser uma solução mais simples para uma abordagem geral, combinada com regras prescritivas, dirigidas a cada tipo de aplicação. Dessa forma, conseguem-se simultaneamente uma coerência normativa global, garantida pelos princípios gerais, e a necessária granularidade, diante da multiplicidade de situações envolvidas. De todo modo, provavelmente também serão necessárias normas específicas, que abordem de modo mais detalhado sistemas particulares de inteligência artificial.

    D’Almeida foi integrante de uma comissão de juristas que o Senado criou em 2022 para discutir a inteligência artificial, ouvir especialistas e analisar os projetos de lei em pauta para depois sugerir ao Congresso um anteprojeto que contemplasse os pontos mais necessários.

     

     

    Foram considerados projetos do deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE) e dos senadores Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). No ano passado, o texto da comissão de juristas foi apresentado como projeto de lei pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado. Atualmente, o PL 2.338/2023 está em análise numa comissão dedicada exclusivamente ao tema, a Comissão Temporária Interna sobre Inteligência Artificial no Brasil, que prevê concluir seus trabalhos e votar o projeto ainda neste semestre.

    — Um dos principais objetivos do projeto é estabelecer direitos e proteger o elo mais vulnerável em questão, a pessoa natural que já é diariamente impactada por sistemas de inteligência artificial — explica Pacheco.

    A Comissão Temporária Interna sobre Inteligência Artificial no Brasil também estuda um projeto alternativo apresentado pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).

    O presidente da comissão e o relator do projeto são, respectivamente, os senadores Carlos Viana (Podemos-MG) e Eduardo Gomes (PL-TO). Viana acrescenta:

    — Outra preocupação é não tolher a inovação e o desenvolvimento tecnológico. Se criarmos responsabilidades e riscos exagerados e riscos para os desenvolvedores, eles sairão do Brasil e migrarão para algum país onde a legislação seja mais favorável, o que acabará fazendo com que compremos a tecnologia do exterior. De qualquer forma, a dignidade humana e a possibilidade de o Judiciário agir [em casos de abuso] são pontos inegociáveis. Vamos entregar ao país um projeto moderno.

    Na avaliação de Fernanda Rodrigues, coordenadora de pesquisa do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (Iris), a proteção da dignidade humana é um ponto inegociável na regulação da IA. Segundo ela, tanto os desenvolvedores de IA quanto os utilizadores terão que seguir parâmetros bem claros nesse sentido e, em caso de desobediência, deverão ser responsabilizados:

    — Pensemos no caso do reconhecimento facial para fins de segurança pública nas ruas, nas estações de metrô, nos estádios de futebol — Rodrigues exemplifica. — A inteligência artificial pode repetir e reforçar aquele mesmo viés historicamente racista do policiamento humano. O policiamento preditivo via IA poderá intensificar a prisão de uma parte da população que já sofre com o encarceramento injusto e em massa. Precisaremos de exigências de transparência na lei sobre IA.

    Essa, aliás, é uma das preocupações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que desde 2020 tem uma resolução que permite o uso da inteligência artificial para acelerar os processos e as tomadas de decisão desde que se tomem cuidados para evitar erros de julgamento decorrentes de preconceito.

    Segundo Fernanda Rodrigues, a recente explosão da inteligência virtual exige que o poder público também comece a investir na educação digital da população, a partir da escola, para que as pessoas aprendam a suspeitar do material disponível na internet e até identificar as deepfakes, de modo a não serem enganadas.

    Na semana passada, o Parlamento Europeu aprovou a primeira lei mundial de regulação ampla da inteligência artificial. Cada uso específico da IA foi enquadrado num nível diferente de risco para o ser humano, com punições proporcionais a cada risco. A lei, que valerá nos 27 países da União Europeia, tem semelhanças com o projeto em análise no Senado.  

    Fonte: Agência Senado

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  • A Páscoa de Francisco

    A Páscoa de Francisco

    A Páscoa de Francisco

    Que a saúde do Papa Francisco não está bem, já é de conhecimento de todos os fiéis. E isto tem impedido o Papa de cumprir com diversos compromissos tradicionais, ou tem exigido dele um esforço maior para cumprir uma agenda mínima.

    Nesta Páscoa não tem sido diferente. Na sexta-feira, o Vaticano disse que a participação de Francisco na procissão da “Via Crucis” (Via Sacra) foi cancelada “para preservar a sua saúde” antes de mais eventos da semana da Páscoa.

    A súbita ausência do pontífice argentino, que tem 87 anos, jogou luz sobre o declínio da sua condição física. Francisco usa bengala ou cadeira de rodas para se movimentar devido a um problema no joelho e sofre repetidos episódios de bronquite e gripe.

    A Via Sacra, no Coliseu de Roma, é uma procissão que reconstitui a morte de Jesus Cristo. Fiéis caminham dentro e ao redor da antiga arena romana, parando para orar e ouvir meditações.

    Papa Francisco lavou os pés de 12 mulheres detidas em uma prisão de Roma.

    No entanto compromissos mais humildes, que ocorrem em ambientes mais controlados, tem sido os de presença mais frequente. Na quinta, o Papa Francisco lavou os pés de 12 mulheres detidas em uma prisão de Roma, um ritual que antecede a celebração da Páscoa.

     

    O boletim diário do Vaticano confirmou que Francisco lideraria a longa vigília na Basílica de São Pedro, um dos momentos mais solenes e importantes do calendário litúrgico católico. O culto, que começa às 19h30 e dura normalmente duas horas, comemora a ressurreição de Jesus e inclui o sacramento do batismo para oito adultos convertidos.

    A agenda pontífice inclui também uma Missa de Páscoa e a mensagem “Urbi et Orbi” (para a cidade e o mundo) no domingo (31) de manhã.

     

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  • Frota de veículos no Paraná passa de 8 milhões

    Frota de veículos no Paraná passa de 8 milhões

    Frota de veículos no Paraná passa de 8 milhões

    A frota de veículos do Estado contabilizou 8.358.311 em 2023, 12% a mais do que em 2019, quando somava 7.453.198 veículos. Em relação a 2013 (6.159.417), o aumento é de 35,6%. Os dados são do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), que publica a base de dados estatísticos desde janeiro de 2007 – naquela ocasião eram 3.693.284 veículos.

    De acordo com o último Censo, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, a população do Paraná é de 11.444.380 habitantes. Na comparação com a quantidade de veículos, a relação é de 0,73 carro por pessoa.

    A frota do Estado é composta principalmente por automóveis (4.731.957), motocicletas (1.223.839), caminhonetes (771.188), motonetas (342.265) e caminhões (293.589). São, ainda, 42.223 ônibus, 25.706 micro-ônibus e 2.827 triciclos.

    As cidades paranaenses com mais veículos registrados são Curitiba, com 1.566.008, Londrina (419.119), Maringá (344.136), Cascavel (270.288), Ponta Grossa (238.905), São José dos Pinhais (236.193), Foz do Iguaçu (206.512), Colombo (154.421), Guarapuava (130.038) e Toledo (121.870). As com menos veículos registrados são Nova Aliança do Ivaí (853), Santa Inês (977), Mirador (978), Guaraqueçaba (987), Jundiaí do Sul (1.237), Miraselva (1.310), Iguatu (1.349) e São Manoel do Paraná (1.381).

    O diretor-presidente do Detran-PR, Adriano Furtado, afirma que a frota de veículos no Brasil é uma das maiores do mundo e desempenha um papel importante na mobilidade e na economia do País. “O aumento expressivo na frota de veículos não apenas reflete o crescimento econômico e demográfico do Paraná, mas também sublinha os desafios de mobilidade urbana e infraestrutura viária do futuro”, destaca.

    Ele também reforça que os dados de 2024 indicam crescimento de emplacamentos. O resultado de fevereiro já aponta 8.392.822 veículos, aumento de 34.511 carros.

    Trânsito intenso já é normalidade em grandes cidades.

    Segundo estudos técnicos da Confederação Nacional de Municípios, para a Análise do impacto da frota de veículos nos Municípios Brasileiros, A política de incentivo e de promoção da frota está intrinsecamente ligada ao processo histórico de desenvolvimento da indústria do país. A política industrial brasileira sempre teve como base de sustentação a produção em massa de automóveis, como estratégia competitiva do setor, seja no plano nacional ou internacional. Esse cenário vem se desenvolvendo ao longo das décadas, contribuindo fortemente nos últimos anos para pulverização de veículos nos municípios brasileiros. 

    Com agravamento da situação de imobilidade urbana em vários municípios, principalmente nos de médio e grande porte, a alternativa para realização de viagens rápidas passou a ser por meio de motocicletas, que cresceram exponencialmente nos últimos anos, engrossando a quantidade de veículos circulantes nas diversas cidades. 

    Não há espaço

    Não há espaço para tantos carros estacionarem. Os espaços disponíveis estão cada vez mais raros e por isso mais caros. A necessidade de deslocamento de média distância entre casa e trabalho tem sido cada vez maior, pois com espaços residenciais limitados e caros no centro, a população se distribui na periferia e precisa diariamente se deslocar e prefere fazer isso de carro. Isso porque não confia no transporte público que é caro, desconfortável e passa por greves, atrasos, atendimento ruim ao público e tantos outros que a população que tem carro, prefere dirigir. Este é o grande dilema para esta década, um transporte público eficiente, barato e que se torne a preferência daqueles que poderiam deixar o carro em casa.

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  • Audiência pública apresenta detalhes da licitação do transporte da RMC

    Audiência pública apresenta detalhes da licitação do transporte da RMC

    Audiência pública apresenta detalhes da licitação do transporte da RMC

    A Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) promoveu nesta quarta-feira (27) uma audiência pública para apresentar e debater o projeto da licitação do transporte público da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Reunindo representantes dos municípios, empresas, entidades de classe e usuários, a audiência é a última etapa externa antes da licitação, prevista para ocorrer ainda neste ano na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo.

    No encontro, no Canal da Música, em Curitiba, foram apresentados os estudos que baseiam o edital de licitação, elaborados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A concessão do transporte metropolitano é inédita no Paraná e busca regulamentar e trazer a segurança jurídica necessária à gestão dos ônibus que operam na Rede Integrada de Transportes da Região Metropolitana (RIT).

    “Estamos debatendo com a população todo o contexto que envolve o arcabouço da licitação do transporte metropolitano que será feita nos próximos meses. É a oportunidade de ouvir quem acompanha o dia a dia do sistema e quer dar suas contribuições”, explicou o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos.

    “Foi feito todo um estudo preliminar, com pesquisa origem-destino, atualizações do custo tarifário e de operação, quantificação do número de linhas e de veículos necessários, a divisão dos lotes entre os municípios, que resulta num modelagem econômica financeira que vai servir de base para o edital e foi apresentada hoje aqui”, afirmou.

    As contribuições da audiência pública, que também foi transmitida online, e da consulta pública realizada no final do ano passado serão avaliadas pela Amep e podem ser incluídas no edital final. Os documentos ainda vão passar por análise e validação da Agência Reguladora do Paraná (Agepar), Secretaria da Fazenda e Procuradoria-Geral do Estado, para então ser lançada a licitação.

    O edital deve ser dividido em quatro lotes, incluindo em cada um as cidades polo e os municípios de menor porte, para que o processo seja atrativo, competitivo e igualitário. As empresas que apresentarem a proposta mais vantajosa ao Estado, ou seja, com menor custo por quilômetro rodado, vão arrematar os contratos por 12 anos. 

    Transporte público na RMC.

    MODERNIZAÇÕES – Com o transporte de 50,1 milhões de passageiros anualmente, o sistema de transporte público metropolitano abrange atualmente 19 municípios, na ligação com Curitiba. Um dos diferenciais da nova licitação é a inclusão de todos os 28 municípios da RMC.

    O novo modelo também prevê ônibus mais novos, com uma idade média da frota de seis anos, sistema de bilhetagem eletrônica e operação com créditos virtuais, Wi-Fi e sistema de segurança. O objetivo é ampliar de capacidade do sistema, mantendo o nível de qualidade do serviço de transporte público de passageiros

    O processo dará, ainda, mais segurança jurídica e operacional à integração metropolitana, garantindo uma concorrência abrangente e transparente. O novo modelo também resolve um passivo histórico na operação porque, apesar de a Rede Integrada de Transporte ter sido implementada em 1996, nunca houve um processo licitatório para a contratação das empresas e para organizar as operações.

    “Estamos na reta final de um processo muito importante para modernizar um sistema que já funciona bem, entrega o serviço para a população, mas que até hoje não é regulamentado. Agora o Estado caminha para, efetivamente, ter essa regulamentação”, ressalta Santos. “Vamos ampliar o número de municípios atendidos, mantendo a integração com Curitiba, e trazendo também uma frota mais nova e várias inovações”.

    A configuração atual do transporte metropolitano abrange 229 linhas para atender os 19 municípios, com uma frota de 967 veículos e 16 terminais distribuídos pela RMC. O novo modelo, abrangendo 29 municípios, deve contar com 138 linhas intermunicipais, 835 veículos e novos terminais metropolitanos. 

    As linhas urbanas, que atualmente estão sob responsabilidade da Amep, deverão ser operacionalizadas pelos próprios municípios, como prevê a Constituição, que terão um período de transição para se adequar ao sistema.

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  • O Brasil e as eleições na Venezuela de Maduro

    O Brasil e as eleições na Venezuela de Maduro

    O Brasil e as eleições na Venezuela de Maduro

    O presidente do Brasil, Lula, demonstrou na última década uma aproximação pessoal com o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Negar que ele é um ditador, é desconhecer a natureza deste governo.

    Naturalmente as relações diplomáticas entre Brasil e Venezuela deveriam ser as melhores possíveis em todos os planos, durante o governo atual.

    Mas o presidente venezuelano, como todo ditador, ultrapassou limites que impediram que Lula seguisse com ele. Pois levaria o Brasil e o mandato do presidente Lula a um risco internacional, incluindo conflitos armados.

    Nicolás Maduro e Lula.

    O primeiro problema criado por Maduro ao Brasil, foi a questão com a Guiana, deixando o Brasil em uma posição delicada. A postura de Lula foi correta, colocando-se como mediador da paz. Isto não foi de grande agrado a Maduro que esperava um apoio enfático do Brasil.

    Assim Lula evitou a primeira armadilha de Maduro, ficando de fora deste conflito, que ainda poderá acontecer de forma armada, junto às nossas fronteiras.

    O segundo deslize de Maduro foi na condução do processo eleitoral. E neste caso, utilizando-se da força de um ditador, Maduro barrou a candidatura de Corina Yoris.

    Maduro concorre ao terceiro mandato consecutivo — o primeiro foi em 2012. A coalizão Plataforma Unitária Democrática, que reúne dez partidos de oposição, disse que não conseguiu registrar a candidatura de Corina Yoris.

    Em outubro, o governo Maduro e a oposição assinaram o Acordo de Barbados, segundo o qual haveria eleições democráticas na Venezuela.

    O governo do Brasil manifestou seu apoio a ela ao afirmar que não havia motivos para barrar a candidatura de Yoris. O regime de Maduro reagiu dizendo que a nota brasileira parecia ter sido “ditada pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos”.

    Além do Brasil, ao menos 11 países manifestaram preocupação com as eleições (Estados Unidos, Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Costa Rica, Guatemala, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai).

    As declarações do Itamaraty, as declarações do governo Venezuelano e a posição firme de Lula criaram um afastamento entre Nicolás Maduro e o próprio presidente Lula.

    E mais, Lula não apenas manteve sua posição mas a reforçou.  Na quinta (28), Lula disse que a situação no país é ‘grave’.

    Diante disto a embaixada venezuelana solicitou reunião com a presidência brasileira.

    O embaixador venezuelano deve se reunir nos próximos dias com o assessor especial da presidência da República Celso Amorim. 

    Na avaliação de diplomatas do Itamaraty, o desejo da diplomacia venezuelana é “tentar acalmar as coisas”. Especialmente após o governo do presidente Nicolás Maduro publicar, na terça-feira (26), uma nota reclamando do posicionamento brasileiro a respeito das eleições venezuelanas.

    Agora a expectativa é sobre o tom da reunião.  Se a Venezuela tentar impor que não cabe ao Brasil e nem a ninguém se manifestar sobre o processo eleitoral que ocorre em seu território, então a resposta brasileira será de afastamento. E isso Maduro não deseja. Se por outro lado for a de “desculpe-nos, tudo não passa de um mal entendido”, talvez Maduro ainda consiga boas relações com o Brasil. O fato que não pode deixar de ser notado é a maturidade do Brasil em impor-se como nação líder na América do Sul.

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  • ‘É grave’, diz Lula sobre candidata da oposição barrada de concorrer às eleições na Venezuela

    ‘É grave’, diz Lula sobre candidata da oposição barrada de concorrer às eleições na Venezuela

    ‘É grave’, diz Lula sobre candidata da oposição barrada de concorrer às eleições na Venezuela

    Presidente se manifestou pela primeira vez sobre processo eleitoral no país, desde que Brasil externou preocupação. Principal candidata opositora a Maduro não conseguiu registrar candidatura. A fala de Lula vem depois da crítica da Venezuela a uma nota do Itamaraty.

    Declaração de lula pode ser o primeiro sinal de afastamento de Maduro.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (28) ser “grave” que Corina Yoris não tenha conseguido registrar sua candidatura à presidência da Venezuela. Yoris representa o principal grupo de oposição ao atual presidente venezuelano, Nicolás Maduro, aliado histórico de Lula. Ela não conseguiu inscrever a candidatura no prazo previsto e, por isso, ficou impedida de concorrer.

    As declarações foram dadas durante cerimônia de recepção ao presidente francês, Emmanuel Macron, em visita ao Brasil. As eleições venezuelanas, agendadas para o dia 28 de julho, estão marcadas por questionamentos e denúncias de perseguição contra opositores do atual regime. Lula disse que conversou com Nicolás Maduro e disse que seria essencial garantir o processo democrático no país, porque é “importante para a Venezuela voltar ao mundo com normalidade”. No entanto, o petista afirmou acreditar que a candidata tenha sido prejudicada.

    “Eu fiquei surpreso com a decisão. Primeiro a decisão boa, da candidata que foi proibida de ser candidata pela Justiça [María Corina Machado], indicar uma sucessora [Corina Yoris]. Achei um passo importante. Agora, é grave que a candidata não possa ter sido registrada”, disse. “Ela não foi proibida pela Justiça. Me parece que ela se dirigiu até o lugar e tentou usar o computador, o local, e não conseguiu entrar. Então foi uma coisa que causou prejuízo a uma candidata”, continuou.

    Ao lado de Lula, o presidente francês, Emmanuel Macron, disse concordar com o posicionamento do brasileiro, e que vai tentar convencer Maduro a permitir a participação de candidatos barrados.

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  • Novo pedágio e velhos problemas

    Novo pedágio e velhos problemas

    Novo pedágio e velhos problemas

    O chamado novo modelo de pedágio do Paraná enfrentou o primeiro feriado após a retomada das cobranças nas estradas paranaenses. E os velhos problemas aparecem.  Filas de mais de dois quilômetros se formaram no pedágio da praça de São Luiz do Purunã na BR-277. E isto para citar apenas uma das praças.

    Falta de troco, tag de pagamentos automáticas sem funcionar, problemas no pagamento com cartões, trânsito pesado, acidentes. Tudo o que poderia dar errado, deu errado.  Agora é aguardar a volta do feriado para ver o que acontece. Simples assim… Paga-se para esperar muitas vezes mais de uma hora para passar pelo pedágio.

    Fila no sentido interior, na praça de São Luiz do Purunã neste feriado de páscoa.

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  • Jaime Lerner

    Jaime Lerner

    Jaime Lerner

    Hoje é aniversário de Curitiba e não é fácil selecionar entre tantas personalidades que esta cidade tem, uma em especial. Mas parte do que Curitiba conquistou é devido a um homem que viu o futuro e como arquiteto e político, teve a coragem, a ousadia e o preparo para conseguir mudar todos os conceitos, especialmente no transporte público.

    O que hoje nos causa orgulho, já foi objeto de grandes críticas, escarnio, desprezo e relutância de muitos que hoje vivem muito bem nesta bela capital.

    Esta matéria é uma homenagem a este homem que é famoso e celebridade em todo o mundo, mesmo após ter deixado este mundo. Sua obra fala por si.

    Jaime Lerner, o prefeito que mudou Curitiba.

    Nascido numa família de imigrantes judeus poloneses originária de Łódź, Jaime Lerner estudou em escolas públicas até o secundário, passando pelo Colégio Estadual do Paraná. Obteve sua graduação em Engenharia Civil em 1961 e em Arquitetura em 1964, ambas da Universidade Federal do Paraná. Em 1965, Lerner participou da criação do Instituto de Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), responsável pelo Plano Diretor da cidade.

    Casou-se em 1964 com Fani Lerner (1945 – 21/05/2009), com quem teve as filhas Andrea e Ilana.

    Pelo edifício-sede da Polícia Federal em Brasília, foi premiado no Concurso Nacional de Projetos em 1967. Em 2007, recebeu da XI Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires prêmio conjunto pela urbanização Pedra Branca.[5] Recebeu doutorados honorários da Universidade Técnica de Nova Scotia e da Universidade de Tecnologia de Cracóvia, além de ser membro honorário do Royal Institute of British Architects, do American Institute of Architects e do Royal Institute of Architects of Canada.

    Filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (ARENA) em 1971, quando foi nomeado prefeito biônico da capital paranaense. Ainda seria prefeito de Curitiba por outras vezes entre as décadas de 1970 e 1990, além da Arena, foi pelo PDS e PDT. Depois, foi governador do Paraná por dois mandatos consecutivos, de 1995 a 2002 — elegeu-se primeiro pelo PDT e, em seguida, pelo então PFL (atual DEM). Em 1997, Lerner, deixou o PDT após divergências com o principal líder do partido na época, Leonel Brizola. Em seguida, filiou-se ao então PFL.

    Lerner ficou afastado da política nos últimos anos de vida. Mas questionado pelo jornal Folha de São Paulo, em 2019, sobre o momento político recente do país, Lerner disse queː

    “em termos políticos o que deveria existir é a boa convivência entre aqueles que não concordam, isso está difícil”

    Desde que deixou a política, atuava no desenvolvimento de projetos de arquitetura e urbanismo para os setores público e privado de diversas cidades no Brasil e no exterior, como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Recife, Havana (Cuba), Caracas (Venezuela), Xangai (China), Luanda (Angola), David (Panamá), Mazatlán (México) e Santiago de los Caballeros (República Dominicana).

    Morte
    Em março de 2021, Lerner teve Covid-19, mas na ocasião apresentou somente sintomas leves da doença. Lerner faleceu na madrugada do dia 27 de maio de 2021 no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, em Curitiba. Estava internado desde o dia 21 de maio após apresentar um quadro de febre. Lerner vinha fazendo hemodiálise. A causa da morte, segundo o Hospital, foi em decorrência de complicações de doença renal crônica.

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  • Curitiba e o TRE

    Curitiba e o TRE

    Curitiba e o TRE

    A capital paranaense está de aniversário. Importante municio brasileiro, destaque internacional e referência mundial, a capital também faz parte da história política do estado e do Brasil. Inclusive com grande participação da história política recente.

    Conhecer mais sobre a história desta capital e de sua força política é fundamental para viver Curitiba plenamente.

    A capital paranaense abriga o edifício-sede do TRE-PR, o Fórum Eleitoral de Curitiba
    e dez zonas eleitorais

    Hoje (29/03), comemora-se o aniversário de Curitiba e a cidade completa 331 anos. A capital paranaense abriga o edifício-sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o Fórum Eleitoral e dez zonas eleitorais. Alguns marcos no Atendimento ao Eleitor começaram em Curitiba, como por exemplo, o programa de alistamento eleitoral que foi informatizado inicialmente na cidade em 1995. No ano seguinte foi realizada a primeira eleição informatizada da história do Brasil.

    Além disso, a construção de Fóruns Eleitorais no Interior do Estado também foi um projeto pioneiro implementado pelo TRE-PR e aumentou o acesso das cidadãs e dos cidadãos à Justiça Eleitoral. Atualmente o Tribunal conta com 154 Fóruns Eleitorais e os terrenos desses Fóruns são doados pelas prefeituras municipais. 

    História da Justiça Eleitoral em Curitiba

    A Justiça Eleitoral do Brasil foi fundada a partir da adoção do voto secreto, decretado pela Lei nº 21.076, em 24 de fevereiro de 1932. Em junho do mesmo ano, foi realizada uma reunião no Superior Tribunal de Justiça do Estado (STJ-PR), que determinou a instalação do Tribunal Eleitoral do Estado do Paraná. 

    A Justiça Eleitoral do Paraná foi reinstalada em 7 de junho de 1945, após o presidente em vigor, Getúlio Vargas, restaurar a lei com o decreto Lei nº 7.586, em 28 de maio daquele ano. No começo, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) tinha apenas nove funcionários que prepararam a primeira eleição depois do fim do Estado Novo.

    Curiosidades sobre Curitiba 


    Por que o aniversário da cidade não é feriado?

    No dia 29 de março foi fundada a cidade de Curitiba e a data foi registrada como o aniversário da capital paranaense. Entretanto, não há recesso municipal neste período, isso porque o feriado está ligado à padroeira da cidade, Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, e o recesso religioso acontece em homenagem a ela no dia 8 de setembro. 

    Os municípios podem declarar legalmente até quatro feriados próprios no ano, mas o dia do aniversário de Curitiba não está entre os recessos municipais. Ao contrário da maioria dos municípios brasileiros, a capital paranaense não fez do aniversário um feriado local e a homenagem é uma tradição de Curitiba. A Câmara Municipal definiu, em 24 de agosto de 1967, que o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais fosse guardado como feriado.

    História da cidade

    Em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a cidade de Curitiba foi fundada com o nome de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. 

    Em 1712, o ouvidor Raphael Pires Pardinho visitou o município e foi uma das primeiras autoridades a se preocupar com o meio ambiente da cidade, determinando vários cuidados como o corte de árvores e a limpeza do Rio Belém. Além disso, a visita do português também foi responsável pelo nome da cidade, que em guarani significa “grande quantidade de pinheiros”.

    Curitiba passou por um período de extrema pobreza, mas isso mudou em 1812 com o tropeirismo, uma passagem estratégica dos tropeiros no caminho do Viamão a São Paulo e a Minas Gerais. O aluguel de fazendas e o surgimento de mais comércio também ajudaram no desenvolvimento da cidade.

    Em 1853, foi conquistada a emancipação do Paraná e o desmembramento do território paranaense do estado de São Paulo fez com que Curitiba se tornasse capital. A partir disso, cada vez mais imigrantes chegaram à cidade, principalmente europeus, que definiram muito da estrutura cultural do município.

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  • Curitiba é a segunda cidade com maior geração de empregos no país nos dois primeiros meses do ano

    Curitiba é a segunda cidade com maior geração de empregos no país nos dois primeiros meses do ano

    Curitiba é a segunda cidade com maior geração de empregos no país nos dois primeiros meses do ano

    O mercado de trabalho começou aquecido em 2024 em Curitiba. A capital foi a segunda cidade do país com maior geração de empregos com carteira assinada no primeiro bimestre. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged ) do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (27/3), mostram que Curitiba obteve um saldo positivo de 17.768 vagas formais em janeiro e fevereiro. Ficou atrás apenas de São Paulo, com 36.354 vagas.

    Geração de empregos marca o início do ano na Capital paranaense.

    O saldo de vagas em Curitiba representa a diferença entre as 101.596  admissões e 83.828 demissões nos primeiros dois meses do ano. O setor de Serviços foi o que mais contribuiu com a geração de vagas, com 15.414 vagas; seguido pela Construção Civil (1.585), Indústria (445) e Comércio (315).

    Somente em fevereiro foram criadas 9.567 vagas com carteira assinada, 34% acima do mesmo período do ano passado, com 7.112 empregos. Sozinha, Curitiba respondeu por 29% dos empregos gerados no Paraná no mês (33.043).

    Curitiba se mantém entre as cidades que mais geram empregos no país graças à combinação de retomada econômica, investimentos do setor privado e a uma política municipal direcionada para impulsionar e dar sustentação tanto para trabalhadores quanto para empreendedores.

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