Autor: Gazeta 24 horas

  • Mette Frederiksen: A Europa não será chantageada

    Mette Frederiksen: A Europa não será chantageada

    Mette Frederiksen: A Europa não será chantageada

    A recente escalada de tensões entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE) trouxe à tona um dos maiores desafios diplomáticos e comerciais da atualidade. O presidente americano, Donald Trump, anunciou tarifas adicionais contra oito países europeus — incluindo Dinamarca, França, Alemanha e Reino Unido — como retaliação à oposição desses governos ao plano de anexação da Groenlândia. A resposta europeia foi imediata e contundente: “A Europa não será chantageada”, declarou a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen.

    O contexto da crise

    A Groenlândia, território autônomo ligado à Dinamarca, tornou-se alvo de disputa geopolítica. Trump justificou sua intenção de anexar a ilha alegando que “a paz mundial está em jogo” e que tanto os EUA quanto a China têm interesse estratégico na região ártica. Como reação, países europeus enviaram tropas para reforçar a segurança local, gesto que intensificou a tensão com Washington.

    Em resposta, Trump anunciou tarifas de 10% sobre produtos desses países a partir de fevereiro, com aumento para 25% em junho, caso a Dinamarca não aceite negociar a venda da ilha. A medida foi vista como uma tentativa de coerção econômica sem precedentes.

    A “bazuca comercial” da União Europeia

    Diante da ameaça, o presidente francês Emmanuel Macron solicitou a ativação do Instrumento contra a Coerção Econômica (ACI), apelidado de “bazuca comercial”. Criado em 2023, o mecanismo permite à UE retaliar países que tentem pressionar seus Estados-membros por meio de medidas comerciais ou financeiras.

    Entre as possíveis ações estão:

    • Tarifas adicionais sobre importações americanas.
    • Restrições ao investimento estrangeiro, impedindo empresas dos EUA de comprar ações em companhias europeias.
    • Bloqueio de participação em licitações públicas dentro do bloco.
    • Exigência de reparações financeiras por danos causados pela coerção.

    Segundo o eurodeputado alemão Bernd Lange, o objetivo principal do ACI é dissuadir pressões externas, mas a UE está preparada para agir caso seja necessário.

    Reações dentro da Europa

    Enquanto Macron defende uma resposta firme, outros líderes pedem cautela. O primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, alertou para os riscos de uma guerra comercial descontrolada. Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou que o bloco será “firme na defesa do direito internacional” e que a resposta será coordenada.

    Ursula von der Leyen afirma que a União Europeia defenderá a Groenlândia

    O primeiro-ministro irlandês Micheál Martin também reconheceu que o instrumento está “sobre a mesa”, mas defendeu que todas as vias diplomáticas sejam esgotadas antes de uma retaliação direta.

    Impactos econômicos

    O comércio entre EUA e UE ultrapassou US$ 1,8 trilhão em 2023, com um fluxo diário de US$ 5 bilhões em bens e serviços. A imposição de tarifas poderia afetar profundamente setores estratégicos, desde a indústria automobilística até o agronegócio. Estimativas apontam que a retaliação europeia poderia chegar a 93 bilhões de euros em tarifas contra os EUA.

    Além disso, há risco de congelamento de acordos recentes que reduziram tarifas e ampliaram investimentos bilaterais. Uma ruptura nesse nível teria repercussões globais, afetando cadeias de suprimentos e a estabilidade dos mercados.

    O simbolismo da Groenlândia

    Mais do que uma disputa territorial, a crise reflete a luta pela influência no Ártico. A Groenlândia possui vastos recursos naturais e posição estratégica para rotas marítimas. Para a UE, ceder à pressão americana significaria abrir mão de princípios fundamentais de soberania e integridade territorial.

    A União Europeia enfrenta um dilema: manter o diálogo para evitar uma guerra comercial ou aplicar sua “bazuca comercial” para mostrar que não aceitará coerção. Independentemente da decisão, a mensagem já foi dada: o bloco não será chantageado. A crise da Groenlândia pode se tornar um marco na afirmação da autonomia europeia frente às grandes potências, reforçando a ideia de que a soberania não está à venda.

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  • Londrina terá 150 câmeras do programa de monitoramento Olho Vivo

    Londrina terá 150 câmeras do programa de monitoramento Olho Vivo

    Londrina terá 150 câmeras do programa de monitoramento Olho Vivo

    Após a instalação de câmeras inteligentes no litoral paranaense, Londrina, na região Norte, começa a receber 150 dispositivos de monitoramento com Inteligência Artificial como parte do programa Olho Vivo, iniciativa do Governo do Estado realizada pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná com câmeras viabilizadas por meio da Secretaria das Cidades.

    Londrina já tem 34 câmeras instaladas como parte da fase 1 do programa, que prevê a implantação de até 1,5 mil equipamentos em todas as regiões do Estado no primeiro trimestre deste ano. Cerca de 430 câmeras provenientes desta etapa do programa já estão em pleno funcionamento em todo o Paraná.

    Desenvolvida para ampliar a efetividade das forças de segurança pública, uma plataforma integra câmeras inteligentes a softwares de reconhecimento de padrões, leitura automática de placas e sistemas de cruzamento de dados provenientes de diversas fontes, fortalecendo as estratégias de prevenção, investigação e combate ao crime.

    Somadas às 5 mil câmeras em funcionamento anteriormente ao programa e às 20 mil que serão viabilizadas pela fase 2, o Paraná terá 26,5 mil câmeras no total, operando de forma integrada com a Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Guardas Municipais, aumentando a efetividade das ações das forças de segurança.

    O secretário estadual das Cidades, Guto Silva, pasta que recentemente disponibilizou R$ 400 milhões a fundo perdido para a fase 2 do programa para que os municípios possam aderir ao Olho Vivo e adquirir os equipamentos, falou sobre este avanço importante na segurança pública.

    “No Litoral, estamos vendo um sucesso dessa ferramenta, com apreensões e desmantelamentos de quadrilhas em que a inteligência artificial foi usada como aliada. A instalação dessas mais de 100 câmeras em Londrina permite, além do reconhecimento facial, da leitura de placas, antecipar crimes, porque identificam padrões fora do comum e acionam as forças policiais para poderem agir com celeridade”, disse Guto Silva.

    O secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, destacou o foco operacional e a integração do sistema. “O Olho Vivo leva a segurança pública para um novo patamar ao integrar câmeras inteligentes, leitura de placas e cruzamento de dados em tempo real. Com isso, a gente antecipa a resposta, direciona equipes com mais precisão e amplia a prevenção e a capacidade de investigação, protegendo melhor quem vive e circula em Londrina”, afirmou.

    A Londrina Iluminação é responsável por acompanhar a instalação da infraestrutura a partir da parceria entre município e Estado dentro do projeto municipal de Cidades Inteligentes e da fase 1 do Olho Vivo.

    RESULTADOS – No mês passado, o Governo do Estado avançou na implantação do Programa Olho Vivo no Litoral do Paraná com a instalação de 116 câmeras inteligentes de videomonitoramento em cinco municípios. A iniciativa integra o reforço da segurança pública durante o Verão Maior Paraná, período de alta temporada em que há um aumento expressivo no fluxo de moradores, turistas e visitantes.

    As câmeras foram instaladas em Guaratuba, Morretes, Paranaguá, Pontal do Paraná e Matinhos. Alguns números e casos ilustram o alcance do programa. No região, ocorreu a prisão de uma quadrilha especializada em roubo de pick ups, o desmantelamento de um ponto de venda de drogas em Pontal do Paraná e a prisão de um casal de estelionatários que agia na Região, entre diversos outros casos.

    Em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, onde foi realizada a fase de teste, com a implantação de 60 câmeras, foram resolvidos 49 casos com a ajuda do Olho Vivo no período de 18 de agosto do ano passado a 5 de janeiro deste ano.

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  • Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

    Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

    Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo

    Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal The New York Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a “captura” do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam “mais um capítulo lamentável da contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial”.

    No texto, Lula critica o que classifica como ataques recorrentes de grandes potências à autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seu Conselho de Segurança. Segundo o presidente, “quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser exceção e passa a ser regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam ameaçadas”.

    Lula afirma ainda que a aplicação seletiva das normas internacionais compromete o sistema global.

    “Se as normas são seguidas apenas de forma seletiva, instala-se a anomia, que enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo”, escreveu.

    Para o presidente, “sem regras coletivamente acordadas, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas”.

    Democracia

    No artigo, Lula reconhece que chefes de Estado ou de governo, “de qualquer país”, podem ser responsabilizados por ações que atentem contra a democracia e os direitos fundamentais.

    No entanto, ressalta que “não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça”. Segundo ele, “ações unilaterais ameaçam a estabilidade em todo o mundo, desorganizam o comércio e os investimentos, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais”.

    O presidente afirma ser “particularmente preocupante” que essas práticas estejam sendo aplicadas à América Latina e ao Caribe.

    Segundo Lula, elas levam “violência e instabilidade a uma parte do mundo que busca a paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição ao uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos”.

    Ele destaca que, “em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos”.

    Ao tratar da região, Lula afirma que a América Latina e o Caribe, com mais de 660 milhões de habitantes, “têm seus próprios interesses e sonhos a defender”. Em um mundo multipolar, “nenhum país deveria ter suas relações externas questionadas por buscar a universalidade”.

    “Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos” e defende que “construir uma região próspera, pacífica e plural é a única doutrina que nos serve”.

    Agenda regional

    Lula também defende, no artigo, a construção de uma agenda regional positiva, capaz de superar diferenças ideológicas.

    “Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e ampliar o comércio dentro da região e com países de fora dela”, afirma. Segundo o presidente, “a cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas”.

    Sobre a Venezuela, Lula afirma que “o futuro do país, assim como o de qualquer outro, deve permanecer nas mãos de seu povo”.

    Apenas um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável”.

    Cooperação

    No texto, Lula diz ainda que o Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelanos para “proteger os mais de 1.300 quilômetros de fronteira compartilhada” e aprofundar a cooperação bilateral.

    Ao tratar da relação com os Estados Unidos, o presidente afirma que Brasil e EUA são “as duas democracias mais populosas do continente americano”. Segundo Lula, “unir esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir”.

    “Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.”

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  • Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    regulamentação de coworkings e centros de negócios digitais é o foco de projeto de lei em análise na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). Autor da iniciativa, o vereador Tico Kuzma (PSD) explica que o objetivo é “estabelecer parâmetros claros de funcionamento e integridade cadastral” para os espaços compartilhados de trabalho, um segmento em expansão.

    “O crescimento desse segmento, impulsionado por novas dinâmicas de trabalho e pela incorporação de serviços empresariais e administrativos em ambientes flexíveis, demanda balizas mínimas que assegurem segurança urbanística, qualidade do serviço, transparência nas relações com o usuário e cooperação responsável com o poder público”, reforça Kuzma. 

    A justificativa da proposição destaca, entre outros pontos, que a regulamentação enfrenta o desafio da integridade cadastral, coíbe a prática irregular de estabelecimentos cuja atuação se limite ao fornecimento de endereço ou domicílio fiscal sem a efetiva prestação de serviços e preserva a natureza contratual do vínculo como prestação de serviços, “de modo a evitar a indevida caracterização de locação ou sublocação pelo simples uso de endereço”. (005.00767.2025).

    O projeto define coworkings e centros de negócios digitais como empreendimentos que disponibilizam infraestrutura física ou digital de apoio a atividades empresariais e administrativas, mediante remuneração e com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) compatível. Para operar em Curitiba, esses espaços deverão obter alvará de localização e funcionamento, além de observar normas de acessibilidade e de prevenção contra incêndio, entre outras exigências aplicáveis ao tipo de instalação.

    Conforme o texto legislativo, são obrigações mínimas dos empreendimentos: estarem aptos à recepção de pessoas e de correspondênciasregistrarem e conservarem, por pelo menos cinco anos, as informações cadastrais essenciais dos usuários, como razão social/nome, CNPJ/CPF, endereço, dados do responsável legal e do contador, quando houver, na forma da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); manterem política de integridade cadastral que coíba uso indevido do endereço; e cooperarem com o poder público em casos de investigação administrativa ou judicial que envolvam o uso do endereço.

    O texto também prevê a comunicação formal ao Poder Executivo em caso de rescisão contratual ou suspeita de uso indevido do endereço, medida que, segundo a proposição, não transfere ao empreendimento atribuições fiscalizatórias, “limitando-se ao dever de colaboração e boa-fé objetiva”. Para facilitar a comunicação de irregularidades, a administração municipal poderá disponibilizar um canal eletrônico oficial.

    No caso dos usuários dos espaços compartilhados de trabalho, a proposta de lei elenca os seguintes deveres: manterem atualizados seus cadastros e registros oficiais junto aos órgãos competentes, comunicando à Prefeitura, no prazo máximo de 30 dias, qualquer alteração; fornecerem documentos mínimos necessários à qualificação cadastral; usarem o endereço para fins lícitos e compatíveis com a atividade declarada; comunicarem ao empreendimento alterações cadastrais, societárias, de atividade econômica principal ou endereço operacional, no prazo máximo de 30 dias; cooperarem com o empreendimento e com o poder público em casos de investigação administrativa ou judicial que envolvam o uso do endereço.

    Em caso de descumprimento das regras, o projeto institui um regime de sanções graduais, após processo administrativo, que inclui advertência, multa no valor de R$ 2 mil, suspensão do alvará de funcionamento, seguida de cassação. A matéria foi protocolada no fim de novembro e, para ser levada à votação em Plenário, depende da discussão nas comissões da Câmara de Curitiba. Caso aprovada pelos vereadores e sancionada pelo Executivo, a lei começa a valer 120 dias depois da publicação oficial.

    “O regime sancionatório proposto é gradual e proporcional, preservando a análise do caso concreto, a gravidade da conduta, a reincidência e a cooperação com a autoridade. A vacatio legis de 120 dias confere tempo razoável para adaptação de empreendimentos e usuários, reduzindo custos de transição e favorecendo a efetividade da norma”, finaliza o autor na justificativa da proposição.

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  • Ponte Guaratuba Matinhos entra em fase final de construção

    Ponte Guaratuba Matinhos entra em fase final de construção

    Ponte Guaratuba Matinhos entra em fase final de construção

    A construção da Ponte de Guaratuba encerrou o ano de 2025 com um índice de execução de 88%, o que aponta a reta final do empreendimento, com previsão de entrega para o mês de abril. Segundo o boletim técnico de dezembro, a obra avançou em todas as frentes de trabalho, com destaque para a finalização completa da infraestrutura e progressos expressivos no trecho estaiado, que se tornará o cartão-postal da região.

    As obras de infraestrutura da Ponte de Guaratuba foram concluídas. Ao todo, o empreendimento exigiu a execução de 64 estacas, distribuídas entre os lados de Guaratuba e Matinhos, além do trecho sobre a baía.

    A primeira estaca foi concretada em 17 de maio de 2024, marcando o início da fundação. Em agosto de 2025, foi realizada a última concretagem de estaca no trecho marítimo, com operações complexas em ambiente aquático. As últimas estacas que faltavam estavam localizadas no lado de Matinhos e foram finalizadas em dezembro, junto com os blocos de fundação. Com isso, toda a base estrutural da ponte foi oficialmente concluída.

    “É uma obra emblemática e um marco para o Paraná. Ela virou um cartão-postal dessa temporada e a população está acompanhando de perto a sua evolução. Entramos na reta final das obras e em breve colocaremos um ponto final no ferry boat”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

    Na mesoestrutura, responsável pela sustentação das vigas longarinas, 20 travessas já foram concluídas. Restam apenas duas travessas e um pilar para a finalização completa desta fase, prevista para este mês de janeiro.

    Ponte entre Guaratuba e Matinhos, em construção.

    Um dos principais marcos do último mês foi a conclusão da fabricação das 160 vigas longarinas pré-moldadas, estruturas essenciais para a sustentação do tabuleiro da ponte. Dessas, 128 já foram lançadas sobre as travessas, restando apenas 32 vigas para serem posicionadas no lado de Matinhos nos próximos dias.

    O trecho pré-moldado da Ponte de Guaratuba, que possui 20 vãos distribuídos ao longo de 830 metros, ainda conta com quatro vãos pendentes, localizados no lado de Matinhos. Nesses vãos, estão previstas para este mês de janeiro as etapas de lançamento das vigas longarinas, e, em seguida, serão executadas as fases de instalação das pré-lajes, armação e concretagem das lajes do tabuleiro.

    No lado de Guaratuba, o trecho pré-moldado foi totalmente concluído em novembro de 2025. A concretagem das lajes do tabuleiro nesse segmento teve início em abril de 2025 e seguiu de forma contínua até a finalização das 16 lajes, que compõem integralmente o trecho pré-moldado deste lado da ponte.

    “Os trabalhos se estenderam ao longo de todo o fim do ano, mesmo entre Natal e Ano Novo, para dar conta da dimensão do projeto. Continuamos avançando com grande rapidez e vários turnos de trabalho”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

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  • Groenlândia e o poder e ganância de Donald Trump

    Groenlândia e o poder e ganância de Donald Trump

    Groenlândia e o poder e ganância de Donald Trump

    A mais recente ofensiva de Donald Trump contra a União Europeia e a Dinamarca reacendeu um debate que parecia enterrado nos arquivos da política externa americana: a ambição de controlar a Groenlândia. O anúncio de tarifas adicionais contra países europeus, somado às ameaças explícitas de retaliação caso Copenhague não ceda às pressões, expõe não apenas uma estratégia de poder, mas também uma lógica de ganância que desafia os limites da diplomacia contemporânea.

    A escalada tarifária como instrumento de coerção

    Trump anunciou tarifas de 10% sobre produtos europeus a partir de fevereiro, com previsão de aumento para 25% em junho, condicionando a suspensão das medidas à “compra completa e total da Groenlândia” pelos Estados Unidos. A retórica é clara: transformar o comércio internacional em moeda de troca para objetivos geopolíticos. Ao vincular tarifas à aquisição de território, o presidente americano rompe com a tradição de negociações multilaterais e coloca em xeque a credibilidade das instituições que sustentam a ordem global.

    Essa postura revela uma concepção de poder baseada na intimidação econômica. Trump insiste que os EUA “subsidiaram” a Europa por décadas e que chegou a hora de reverter essa suposta dependência. A mensagem implícita é de que Washington não hesitará em usar sua força econômica para impor sua vontade — mesmo que isso signifique corroer alianças históricas.

    A resposta europeia: unidade diante da pressão

    A União Europeia reagiu com rapidez, convocando uma reunião de emergência em Chipre para discutir uma resposta coordenada. Ursula von der Leyen e António Costa, líderes da Comissão e do Conselho Europeu, repudiaram a decisão americana, alertando para o risco de uma “espiral descendente perigosa” nas relações transatlânticas. O comunicado reforçou a solidariedade com a Dinamarca e destacou que a Europa permanecerá unida na defesa de sua soberania.

    Esse gesto é mais do que simbólico. Ao se alinhar com Copenhague, a UE sinaliza que não aceitará a fragmentação de seus membros diante de pressões externas. A Groenlândia, embora autônoma, é parte integrante do Reino da Dinamarca, e sua soberania não pode ser negociada unilateralmente. A tentativa de Trump de transformar o território em peça de barganha expõe uma visão imperialista que contrasta com os princípios de cooperação defendidos pela União Europeia.

    Dinamarca e o reforço das alianças no Ártico

    Enquanto Bruxelas articula uma resposta política, Copenhague age no campo estratégico. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, iniciou uma turnê por Noruega, Reino Unido e Suécia para reforçar a coordenação sobre segurança no Ártico. A iniciativa busca consolidar o papel da OTAN na região e garantir que a Groenlândia não se torne alvo de disputas unilaterais.

    Donald Trump quer o mundo.

    Rasmussen foi enfático ao afirmar que “em um mundo instável e imprevisível, a Dinamarca precisa de aliados próximos”. A mensagem reflete a percepção de que Trump não apenas ameaça a soberania dinamarquesa, mas também coloca em risco a estabilidade da própria Aliança Atlântica. Ao acusar os países europeus de participar de um “jogo muito perigoso” por enviarem militares à Groenlândia, o presidente americano tenta deslegitimar exercícios coordenados que visam justamente fortalecer a defesa coletiva.

    O Ártico como palco da disputa global

    A insistência de Trump em adquirir a Groenlândia não é mero capricho. O território possui importância estratégica crescente, tanto pela proximidade com rotas marítimas emergentes quanto pelos recursos naturais ainda pouco explorados. Além disso, o desenvolvimento de sistemas de defesa como o “Golden Dome”, citado pelo presidente, reforça o valor militar da região.

    Nesse contexto, a ganância se confunde com cálculo geopolítico. Trump argumenta que China e Rússia também desejam a Groenlândia, e que os EUA não podem permitir que rivais avancem sobre o território. A lógica, porém, ignora que a soberania da ilha pertence à Dinamarca e que qualquer tentativa de compra ou anexação sem consentimento internacional seria uma violação flagrante do direito internacional.

    Poder, ganância e o risco de isolamento

    O episódio revela a essência da política externa trumpista: o uso do poder econômico e militar como instrumentos de pressão, sem considerar os custos diplomáticos. Ao transformar aliados em alvos de tarifas e ameaças, Trump arrisca isolar os Estados Unidos em um momento em que a cooperação internacional é vital para enfrentar desafios globais.

    A ganância pela Groenlândia simboliza mais do que uma disputa territorial. É a expressão de uma visão de mundo em que o poder se exerce pela imposição e em que alianças históricas podem ser descartadas em nome de objetivos imediatos. Para a Europa, o desafio é resistir sem ceder à intimidação; para a Dinamarca, é reafirmar sua soberania com o apoio de aliados estratégicos. Para o mundo, é um alerta de que a ordem internacional pode ser reconfigurada não pela cooperação, mas pela vontade unilateral de um líder disposto a transformar o comércio e a diplomacia em armas de conquista.

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  • Como ele conquistou meu coração

    Como ele conquistou meu coração

    Como ele conquistou meu coração

    Larissa Manoela abriu o coração ao falar sobre o início de sua história de amor com André Luiz Frambach. Durante participação no programa É de Casa, da TV Globo, a atriz relembrou um gesto simples, mas cheio de significado, que fez toda a diferença na conquista.

    Segundo Larissa, quando ainda eram apenas amigos, André encontrou uma maneira criativa de demonstrar carinho: deixava recadinhos no parabrisa do carro dela, nos estúdios da Globo, enquanto ambos trabalhavam em novelas diferentes. “Eu olhava no retrovisor e pensava: que sagacidade, que coisa única. Nunca ninguém fez isso”, contou, emocionada. Para ela, esse detalhe foi a prova de que estava diante de alguém especial.

    O casal se conheceu em 2019, mas só em 2021 transformou a amizade em romance. Dois anos depois, em 2023, oficializaram a união, que continua encantando os fãs. Durante o programa, Larissa não poupou elogios ao marido, destacando sua generosidade e autenticidade.

    André, por sua vez, também deixou uma mensagem em vídeo para a atriz, exaltando sua dedicação e talento: “A Lari tem uma estrela única, mas não se acomoda com isso. Ela estuda, se dedica e é generosa com todos. Eu tenho a sorte de dividir a vida com ela”.

    Larissa Manoela e André Luiz Franmbach.

    A troca de declarações arrancou suspiros da plateia e reforçou o quanto Larissa e André se tornaram um dos casais mais queridos do público. Mais do que uma história de amor, o episódio mostra como pequenos gestos podem marcar profundamente e se transformar em memórias inesquecíveis.

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  • Safra de Soja do Paraná se aproxima do recorde

    Safra de Soja do Paraná se aproxima do recorde

    Safra de Soja do Paraná se aproxima do recorde

    A soja é outra vez destaque no Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, e ao que tudo indica caminha para um desempenho próximo ao recorde histórico. O cenário aparenta ser positivo para o agronegócio paranaense – e o Boletim desta quinta-feira (15) também traz uma análise sobre o desempenho da fruticultura, e ainda um retrato do mercado de trabalho atual, evidenciando a absorção de mão de obra estrangeira pelo setor de suinocultura.

    No caso da soja, as condições de campo reforçam o otimismo quanto à safra 2025/2026. A reavaliação das lavouras indica que 90% das áreas estão em boas condições, índice superior ao registrado na semana anterior e melhor do que o observado nas últimas oito safras. Com isso, a produção paranaense poderá alcançar cerca de 22 milhões de toneladas, volume muito próximo ao recorde estadual de 22,3 milhões de toneladas obtido no ciclo 2022/2023. 

    As primeiras colheitas de soja, concentradas principalmente no Oeste do Estado, já demonstram bons indicativos de produtividade, embora ainda representem uma parcela reduzida da área total semeada. Apesar do cenário produtivo favorável, o Deral alerta para a necessidade de cautela, uma vez que a maior parte das lavouras ainda tem pela frente fases mais críticas de desenvolvimento. No entanto, para a comercialização os preços seguem pressionados pela estabilidade das cotações internacionais e pela valorização do real, mantendo a saca de soja – no que diz respeito a valores – em patamares semelhantes aos do início de 2025. 

    MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA – Em relação ao mercado de trabalho, o Boletim traz dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) mostrando que, ao final de 2024, trabalhadores imigrantes ocupavam 15,6% dos empregos formais em frigoríficos de abate de suínos no Brasil. No Paraná, essa participação chegou a 8,4%, com predominância de haitianos, venezuelanos e paraguaios.

    Já no segmento de criação de suínos, a presença de estrangeiros é menor, mas o Estado lidera nacionalmente as contratações, sobretudo de trabalhadores paraguaios. O levantamento reforça a importância social e econômica da suinocultura, especialmente em um contexto de fluxos migratórios internacionais.

    FRUTICULTURA – A fruticultura brasileira também apresentou resultados expressivos em 2025. As exportações do setor superaram 1,3 milhão de toneladas, com crescimento de quase 20% no volume embarcado, em relação a 2024. A receita alcançou US$ 1,56 bilhão, o que significa um avanço de 12,8% na comparação anual. Mesmo com a redução de 5,7% no preço médio da tonelada, os números confirmam o fortalecimento das frutas brasileiras no mercado internacional, superando a marca de um bilhão de dólares em vendas e consolidando a presença do setor no comércio global.

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  • Crise hídrica em Curitiba expõe mais uma vez a fragilidade da SANEPAR

    Crise hídrica em Curitiba expõe mais uma vez a fragilidade da SANEPAR

    Crise hídrica em Curitiba expõe mais uma vez a fragilidade da SANEPAR

    Curitiba amanheceu novamente sem água em diversos bairros, desde as 21h da noite anterior. A companhia estadual de saneamento, SANEPAR, informou que o abastecimento só deve ser retomado na tarde deste sábado (17), mas, como de costume, não ofereceu explicações técnicas detalhadas. O motivo oficial, vago e genérico, foi descrito apenas como “água turva”.

    Bairros atingidos

    • Sistema Xaxim: Alto Boqueirão, Boqueirão, Pinheirinho, Xaxim, Ganchinho, Hauer e Sítio Cercado.
    • Sistema Corte Branco: Cajuru, Guabirotuba, Jardim das Américas e Uberaba.

    Milhares de moradores estão sem abastecimento desde a noite de sexta-feira.

    O discurso vazio da SANEPAR

    A justificativa de “água turva” soa como mais um eufemismo para encobrir problemas recorrentes na operação. A companhia não esclarece se houve falha técnica, contaminação ou incapacidade de tratamento. A população, mais uma vez, fica no escuro — sem água e sem respostas.

     

    A rotina da falta

    Não é a primeira vez que Curitiba enfrenta cortes prolongados. A interrupção do fornecimento já se tornou parte da rotina da cidade, revelando a precariedade da gestão da SANEPAR. A empresa insiste em pedir “uso racional” da água, mas não garante o básico: fornecimento contínuo e transparente de informações.

    O impacto direto

    • Famílias obrigadas a racionar água para alimentação e higiene.
    • Pequenos comércios e serviços prejudicados.
    • A insegurança de não saber se o abastecimento realmente voltará no prazo prometido.

    A SANEPAR repete o mesmo roteiro: anuncia cortes, promete retorno, não explica causas. Enquanto isso, Curitiba convive com a falta de água como se fosse normal. O que deveria ser exceção virou regra — e a paciência da população já se esgotou.

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  • INSS bloqueia repasses a Master por problemas em consignados

    INSS bloqueia repasses a Master por problemas em consignados

    INSS bloqueia repasses a Master por problemas em consignados

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu a transferência de recursos ao Banco Master após identificar indícios de irregularidades em contratos de empréstimos consignados firmados com aposentados e pensionistas. A medida foi adotada depois que análises internas apontaram o descumprimento de normas do instituto, além de falhas relevantes nos documentos.

    Entre os problemas identificados, estão a ausência de informações essenciais nos contratos e problemas na validação das assinaturas eletrônicas utilizadas nas operações.

    A decisão foi confirmada pelo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, em entrevista à GloboNews nesta sexta-feira (16). Desde setembro do ano passado, o Banco Master estava impedido de conceder novos consignados a aposentados e pensionistas, porque o acordo de cooperação com o INSS não foi renovado. No entanto, o órgão continuava a repassar recursos ao Master relativos aos contratos em vigor.

    Aproximadamente R$ 2 bilhões, relativos a cerca de 254 mil contratos, permanecem sob apuração do INSS. Esses valores seguem retidos e só poderão ser liberados caso seja comprovada a regularidade das operações.

    Reclamações

    O bloqueio ocorreu após o aumento do número de reclamações de beneficiários sobre os empréstimos contratados na instituição. De acordo com Waller Júnior, o INSS pediu ao banco o envio das cópias dos contratos para uma análise detalhada.

    A avaliação técnica concluiu que os documentos não apresentavam de forma adequada a taxa de juros nem o custo efetivo total das operações, além de usarem um modelo considerado insuficiente diante das exigências estabelecidas pelas regras da autarquia. Outro problema envolve as assinaturas dos segurados, que aparecem como eletrônicas, mas não apresenta o Código QR que permitiria a verificação de autenticidade.

    Segundo o presidente do instituto, houve tentativa de negociação por parte do banco para a liberação dos recursos, mas o pedido foi negado. Ele afirmou que os valores continuarão bloqueados até que fique comprovado que as assinaturas pertencem, de fato, aos aposentados e pensionistas. Enquanto isso, os recursos permanecem sob custódia do poder público.

    Reunião

    O INSS marcou uma reunião com o liquidante do Banco Master, Eduardo Félix Bianchi, para discutir o caso e estabelecer um prazo para a regularização das pendências. Caso o banco não consiga comprovar a validade das assinaturas dentro do período definido, os contratos de consignado serão cancelados, e os valores descontados indevidamente serão devolvidos aos beneficiários.

    O presidente do INSS recomendou ainda que aposentados e pensionistas que tiveram descontos em seus benefícios a partir de setembro procurem a ouvidoria do instituto para registrar reclamações e ajudar na investigação. A intenção, segundo ele, é assegurar a proteção dos segurados e a correção das operações realizadas na folha de pagamento.

    Acordo com bancos

    Além do caso envolvendo o Banco Master, o INSS anunciou nesta sexta um acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) para retomar a cobrança do custo operacional cobrado das instituições financeiras que oferecem crédito consignado.

    Com o acordo, as instituições financeiras terão de pagar R$ 148,4 milhões para continuar a ofertar consignado a aposentados e pensionistas. Prevista em lei, a cobrança estava suspensa desde 2022 e passa agora a ser regularizada.

    Segundo o instituto, a medida fortalece a governança do sistema de consignados, assegura o cumprimento da legislação e contribui para o equilíbrio financeiro da operação, sem gerar prejuízos aos beneficiários da Previdência Social.

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