Dia: 4 de fevereiro de 2026

  • Chuva intensa volta a causar alagamentos em Curitiba

    Chuva intensa volta a causar alagamentos em Curitiba

    Chuva intensa volta a causar alagamentos em Curitiba

    As enchentes e alagamentos na capital paranaense não são novidade para o curitibano. Apesar de grandes esforços em programas e projetos para diminuir o impacto das chuvas na cidade, o temporal registrado ontem (3) mostrou que ainda há muito a ser feito.

    A área central foi tomada por águas que impediram o trânsito, invadiram garagens de prédios e transformaram ruas em verdadeiros rios. Em vias expressas, galhos de árvores caíram e alguns pontos se tornaram intransponíveis pelo acúmulo de água. 

    Nos bairros, moradores também enfrentaram dificuldades: em regiões como Rebouças e Alto Boqueirão, casas foram invadidas pela enxurrada, e o terminal de ônibus do Boqueirão ficou alagado.

    Segundo a Defesa Civil, foram registradas 38 ocorrências de quedas de árvores e rajadas de vento que chegaram a 56 km/h. No cruzamento entre as ruas Visconde de Nácar e Vicente Machado, o volume de água foi tão intenso que sacos de lixo boiavam pelas vias.

    Alagamentos não são novidades na capital do Paraná.

    A prefeitura mobilizou equipes da Defesa Civil, Fundação de Ação Social, Secretaria de Meio Ambiente, Secretaria de Trânsito e Guarda Municipal para atender às ocorrências. Ainda assim, o episódio evidencia que, além das obras de drenagem e reservatórios de contenção já implantados, Curitiba precisa ampliar sua infraestrutura e investir em soluções mais resilientes.

    Especialistas apontam que a impermeabilização do solo, a expansão urbana desordenada e o descarte inadequado de lixo — que entope bueiros e galerias — são fatores que agravam os impactos das chuvas. Com eventos extremos cada vez mais frequentes, a cidade terá de apostar em planejamento urbano integrado e em soluções baseadas na natureza, como áreas verdes e parques alagáveis, para reduzir os riscos e proteger a população.

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  • Fábrica de Ideias vai sair do papel

    Fábrica de Ideias vai sair do papel

    Fábrica de Ideias vai sair do papel

    Concebida pelo Governo do Estado para se tornar um dos maiores polos de inovação e economia criativa da América Latina, a Fábrica de Ideias deu mais um passo para sair do papel com o avanço do processo licitatório para sua construção em Curitiba. Coordenado pela Secretaria de Estado das Cidades (Secid), o certame entrou na fase de análise técnica das propostas apresentadas pelas empresas que cumpriram os requisitos do edital, após o registro de interesse de oito concorrentes na licitação.

    Das oito empresas que apresentaram ofertas iniciais no sistema compras.gov, quatro encaminharam a proposta técnica dentro do prazo estabelecido e permanecem no processo de escolha do fornecedor. As demais foram automaticamente desclassificadas pela própria plataforma por não apresentarem a documentação exigida, conforme as regras do edital.

    Idealizada por um trabalho integrado entre diversas secretarias e órgãos estaduais, a Fábrica de Ideias será implantada em uma área de 50 mil metros quadrados no terreno da antiga fábrica da Ambev, no bairro Rebouças. Ela foi concebida como um grande complexo voltado à inovação, tecnologia, economia criativa, cultura e lazer, reunindo empresas, centros de pesquisa, espaços culturais e serviços públicos em um mesmo ambiente.

    As propostas de preço apresentadas pelas empresas para o projeto variaram de R$ 223,2 milhões a R$ 296,5 milhões. Esses valores correspondem a 40% da nota final de cada proponente, que será composta ainda pela avaliação da proposta técnica, responsável por 60% da pontuação total.

    Segundo o secretário estadual das Cidades, Guto Silva, o processo de construção da Fábrica de Ideias segue conforme o planejado. Ele destacou o potencial que a futura estrutura terá para fomentar a inovação e o desenvolvimento econômico do Estado.

    “A Fábrica é um projeto revolucionário no coração de Curitiba que vai acolher diversos projetos de inovação e se tornar um grande hub da economia criativa, com museus e áreas de convivência, mudando a cara da região central da Capital e estimulando a vinda de mais empresas de base tecnológica, gerando emprego e renda para a nossa população”, afirmou.

    PRÓXIMOS PASSOS – As propostas técnicas das quatro empresas habilitadas estão em análise por uma banca especializada, formada por profissionais de engenharia e arquitetura. Após essa etapa, as notas técnica e de preço serão consolidadas para definir a classificação final, que será divulgada no compras.gov.

    A empresa melhor classificada será convocada para apresentar a documentação exigida em edital. Caso atenda a todos os critérios, será declarada habilitada, e em caso de inabilitação a próxima colocada será chamada, conforme previsto em lei.

    Concluídas as etapas de recursos, o processo segue para adjudicação e homologação, com encaminhamento para a contratação. A sessão pública ocorreu em 16 de janeiro e a expectativa da Secid é de que o contrato esteja pronto para assinatura com a empresa selecionada ainda no primeiro semestre deste ano.

    INOVAÇÃO E REVITALIZAÇÃO URBANA – A Fábrica de Ideias foi concebida para se tornar uma referência em inovação na América Latina e integra a estratégia do Governo do Estado de requalificação de áreas urbanas e fortalecimento da economia criativa. Ela terá 34 mil metros quadrados de área construída, localizada entre as avenidas Getúlio Vargas e Iguaçu, em Curitiba.

    Projeto Conceitual da Fábrica de Ideias

    O projeto foi idealizado e elaborado com participação da Paraná Projetos, vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento, em sinergia estratégica entre diversas secretarias estaduais como Inovação e Inteligência Artificial, Cultura, Cidades, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Administração e Previdência, além da Invest Paraná, agência de captação de investimentos do Governo do Estado.

    A empresa vencedora da licitação deverá executar o projeto arquitetônico desenvolvido pela Audi do Brasil, como contrapartida aos incentivos fiscais recebidos por meio do programa Paraná Competitivo, com investimento de aproximadamente R$ 4,1 milhões. O projeto arquitetônico adota o conceito de Retrofit, técnica que moderniza edificações antigas sem descaracterizar a estrutura original, incorporando novas tecnologias, soluções de eficiência energética e adequações às normas atuais de segurança e acessibilidade.

    Com esse modelo, o Estado busca preservar a herança industrial da região e dar continuidade ao processo de revitalização do bairro Rebouças, ao mesmo tempo em que cria um ambiente propício ao desenvolvimento tecnológico, ao empreendedorismo e à atração de investimentos. Além das áreas restauradas, o complexo contará com um novo edifício corporativo de oito pavimentos, que abrigará empresas líderes em tecnologia, instituições de pesquisa e escritórios governamentais, estimulando a colaboração entre diferentes atores do ecossistema de inovação.

    Após a conclusão das obras, o espaço deverá receber desde startups em fase inicial até grandes empresas de tecnologia do Paraná e de outros países. O projeto prevê áreas voltadas à incubação e aceleração de negócios, economia criativa, qualificação profissional, desenvolvimento de pesquisas tecnológicas, laboratórios, espaços de coworking, gamificação e projetos ligados a instituições de ensino.

    ESPAÇO CULTURAL – A Fábrica de Ideias também terá forte vocação cultural. O complexo contará com o Boulevard Alfred Agache, um novo centro cultural e gastronômico que homenageia o arquiteto francês responsável pelo plano de urbanização de Curitiba e pelos projetos iniciais do Centro Cívico.

    Estão previstos ainda uma extensão do Museu de Arte Contemporânea (MAC), com exposições temporárias, o Museu da Comunicação e Inovação, além de um auditório com capacidade para 250 pessoas e uma praça integrativa que reunirá arte, comunicação e tecnologia, incluindo espaços dedicados à inteligência artificial.

    Os muros do complexo trarão intervenções artísticas com imagens de personalidades que marcaram a história do Paraná, como os irmãos André e Antônio Rebouças, engenheiros responsáveis pela ferrovia que liga Curitiba ao Litoral, o físico e cientista curitibano César Lattes e o aviador Alberto Santos Dumont, um dos responsáveis pela criação do Parque Nacional do Iguaçu.

    Após a entrega das obras, a Fábrica de Ideias será gerida pela iniciativa privada, por meio de chamamento público, com modelo de governança colaborativa envolvendo lideranças do ecossistema de inovação da Capital.

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  • Ministério Público Militar pede expulsão de Bolsonaro das Forças Armadas

    Ministério Público Militar pede expulsão de Bolsonaro das Forças Armadas

    Ministério Público Militar pede expulsão de Bolsonaro das Forças Armadas

    O Brasil vive um momento inédito em sua história institucional. O Ministério Público Militar pediu ao Superior Tribunal Militar (STM) a expulsão de Jair Bolsonaro das Forças Armadas, após sua condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. É a primeira vez que o STM analisa um caso de perda de patente relacionado a crimes contra a democracia, o que marca uma ruptura simbólica com o passado e reforça a separação entre política e instituição militar.

    Quem está na mira do STM

    Além de Bolsonaro, outros oficiais de alta patente também podem perder seus postos e benefícios. Entre eles estão o general da reserva Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional; o general Braga Netto, que foi candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro em 2022; e o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa. Todos foram condenados pelo STF por participação na trama golpista e agora terão seus casos analisados pelo tribunal militar, que decidirá se ainda possuem condições éticas de permanecer nas Forças Armadas.

    Distanciamento das Forças Armadas

    A análise do STM não reavalia o mérito da condenação já definida pelo STF, mas trata da dimensão ética e simbólica da carreira militar. O julgamento reforça que as Forças Armadas não apoiaram institucionalmente a tentativa de golpe, buscando se afastar de qualquer associação com aventuras políticas. Como destacou a visão apresentada, trata-se de uma ação pessoal e política, não de uma iniciativa corporativa. Esse movimento sinaliza que não há espaço para discursos nacionalistas que tentem vincular o Exército a projetos autoritários.

    Capitão Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil.

    Dupla condenação e impacto político

    Se confirmada a perda de patente, haverá uma dupla condenação: civil, pelo STF, e militar, pelo STM. Isso reforça a gravidade do crime contra a democracia e cria um precedente histórico. Além da perda de salário e benefícios, os condenados podem ser transferidos para presídios comuns, o que acentua a ruptura entre eles e a instituição militar.

    Por outro lado, caso não sejam condenados no âmbito militar, abre-se espaço para uma nova polarização política. Como você bem observou, voltaria à cena o abismo de discursos pró e contra Bolsonaro, reacendendo a disputa narrativa entre seus apoiadores, que poderiam alegar perseguição, e seus críticos, que veriam nisso uma fragilização da defesa da democracia.

    Um marco institucional

    A análise isenta mostra que este julgamento não é apenas jurídico, mas também simbólico. Ele redefine a relação entre militares e política no Brasil contemporâneo, estabelecendo uma linha divisória clara em relação ao papel das Forças Armadas no passado, especialmente em 1964. Agora, o STM sinaliza que não haverá tolerância institucional a aventuras golpistas, reforçando a convicção de que a democracia é um valor a ser protegido em todas as esferas.

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  • Caso Orelha: polícia conclui investigação em tempo recorde

    Caso Orelha: polícia conclui investigação em tempo recorde

    Caso Orelha: polícia conclui investigação em tempo recorde

    A morte do cão comunitário Orelha, em Santa Catarina, mobilizou a opinião pública e gerou uma onda de comoção nacional. Em apenas um mês, a Polícia Civil concluiu o inquérito, identificando um adolescente como responsável pelo crime. O tempo de resposta foi considerado recorde, resultado da pressão popular e da intensa repercussão nas mídias, que exigiam uma solução rápida e transparente .

    A investigação e suas provas

    O adolescente foi flagrado por câmeras de segurança no local e horário do crime. Ao ser interrogado, apresentou contradições e mentiu sobre seu paradeiro. A polícia também apreendeu roupas e acessórios usados no momento da agressão, confirmados pelas imagens. Laudos periciais apontaram traumatismo craniano causado por instrumento contundente como a causa da morte. Além disso, softwares de geolocalização reforçaram a presença do suspeito na cena.

    Risco de desdobramentos violentos

    Um aspecto relevante do caso foi o risco de desdobramentos violentos contra inocentes. A comoção popular e a pressão por justiça criaram um ambiente tenso, em que havia possibilidade de retaliações ou atos de violência contra pessoas não envolvidas. A condução sigilosa das diligências pela polícia foi fundamental para evitar fugas e conter possíveis explosões sociais.

    Repercussão e impacto social

    A rapidez da investigação mostra como a força da opinião pública pode acelerar processos e mobilizar recursos institucionais. O caso Orelha tornou-se símbolo da sensibilidade social em relação à violência contra animais e da capacidade das instituições de responder diante da pressão popular. Ao mesmo tempo, expôs os riscos de que a indignação coletiva se transforme em violência contra inocentes, reforçando a necessidade de equilíbrio entre justiça e responsabilidade social.

    Cão Orelha

    O caso do cachorro Orelha

    Em janeiro de 2025, na Rua 2000, em Balneário Camboriú (SC), o cachorro comunitário conhecido como Orelha foi encontrado morto, com sinais claros de agressão e traumatismo craniano. A notícia rapidamente mobilizou moradores e ganhou repercussão nacional, transformando o animal em símbolo de uma comunidade inteira.

    As primeiras investigações já indicavam a participação de adolescentes, mas foi apenas com a conclusão do inquérito que a Polícia Civil apontou de forma definitiva o autor do crime. O desfecho, obtido em tempo recorde, encerra um caso que expôs tanto a força da pressão popular quanto os riscos de desdobramentos violentos diante da indignação coletiva.

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