Dia: 18 de janeiro de 2026

  • Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    Curitiba avalia regras para coworkings e centros de negócios digitais

    regulamentação de coworkings e centros de negócios digitais é o foco de projeto de lei em análise na Câmara Municipal de Curitiba (CMC). Autor da iniciativa, o vereador Tico Kuzma (PSD) explica que o objetivo é “estabelecer parâmetros claros de funcionamento e integridade cadastral” para os espaços compartilhados de trabalho, um segmento em expansão.

    “O crescimento desse segmento, impulsionado por novas dinâmicas de trabalho e pela incorporação de serviços empresariais e administrativos em ambientes flexíveis, demanda balizas mínimas que assegurem segurança urbanística, qualidade do serviço, transparência nas relações com o usuário e cooperação responsável com o poder público”, reforça Kuzma. 

    A justificativa da proposição destaca, entre outros pontos, que a regulamentação enfrenta o desafio da integridade cadastral, coíbe a prática irregular de estabelecimentos cuja atuação se limite ao fornecimento de endereço ou domicílio fiscal sem a efetiva prestação de serviços e preserva a natureza contratual do vínculo como prestação de serviços, “de modo a evitar a indevida caracterização de locação ou sublocação pelo simples uso de endereço”. (005.00767.2025).

    O projeto define coworkings e centros de negócios digitais como empreendimentos que disponibilizam infraestrutura física ou digital de apoio a atividades empresariais e administrativas, mediante remuneração e com CNAE (Classificação Nacional das Atividades Econômicas) compatível. Para operar em Curitiba, esses espaços deverão obter alvará de localização e funcionamento, além de observar normas de acessibilidade e de prevenção contra incêndio, entre outras exigências aplicáveis ao tipo de instalação.

    Conforme o texto legislativo, são obrigações mínimas dos empreendimentos: estarem aptos à recepção de pessoas e de correspondênciasregistrarem e conservarem, por pelo menos cinco anos, as informações cadastrais essenciais dos usuários, como razão social/nome, CNPJ/CPF, endereço, dados do responsável legal e do contador, quando houver, na forma da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); manterem política de integridade cadastral que coíba uso indevido do endereço; e cooperarem com o poder público em casos de investigação administrativa ou judicial que envolvam o uso do endereço.

    O texto também prevê a comunicação formal ao Poder Executivo em caso de rescisão contratual ou suspeita de uso indevido do endereço, medida que, segundo a proposição, não transfere ao empreendimento atribuições fiscalizatórias, “limitando-se ao dever de colaboração e boa-fé objetiva”. Para facilitar a comunicação de irregularidades, a administração municipal poderá disponibilizar um canal eletrônico oficial.

    No caso dos usuários dos espaços compartilhados de trabalho, a proposta de lei elenca os seguintes deveres: manterem atualizados seus cadastros e registros oficiais junto aos órgãos competentes, comunicando à Prefeitura, no prazo máximo de 30 dias, qualquer alteração; fornecerem documentos mínimos necessários à qualificação cadastral; usarem o endereço para fins lícitos e compatíveis com a atividade declarada; comunicarem ao empreendimento alterações cadastrais, societárias, de atividade econômica principal ou endereço operacional, no prazo máximo de 30 dias; cooperarem com o empreendimento e com o poder público em casos de investigação administrativa ou judicial que envolvam o uso do endereço.

    Em caso de descumprimento das regras, o projeto institui um regime de sanções graduais, após processo administrativo, que inclui advertência, multa no valor de R$ 2 mil, suspensão do alvará de funcionamento, seguida de cassação. A matéria foi protocolada no fim de novembro e, para ser levada à votação em Plenário, depende da discussão nas comissões da Câmara de Curitiba. Caso aprovada pelos vereadores e sancionada pelo Executivo, a lei começa a valer 120 dias depois da publicação oficial.

    “O regime sancionatório proposto é gradual e proporcional, preservando a análise do caso concreto, a gravidade da conduta, a reincidência e a cooperação com a autoridade. A vacatio legis de 120 dias confere tempo razoável para adaptação de empreendimentos e usuários, reduzindo custos de transição e favorecendo a efetividade da norma”, finaliza o autor na justificativa da proposição.

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  • Ponte Guaratuba Matinhos entra em fase final de construção

    Ponte Guaratuba Matinhos entra em fase final de construção

    Ponte Guaratuba Matinhos entra em fase final de construção

    A construção da Ponte de Guaratuba encerrou o ano de 2025 com um índice de execução de 88%, o que aponta a reta final do empreendimento, com previsão de entrega para o mês de abril. Segundo o boletim técnico de dezembro, a obra avançou em todas as frentes de trabalho, com destaque para a finalização completa da infraestrutura e progressos expressivos no trecho estaiado, que se tornará o cartão-postal da região.

    As obras de infraestrutura da Ponte de Guaratuba foram concluídas. Ao todo, o empreendimento exigiu a execução de 64 estacas, distribuídas entre os lados de Guaratuba e Matinhos, além do trecho sobre a baía.

    A primeira estaca foi concretada em 17 de maio de 2024, marcando o início da fundação. Em agosto de 2025, foi realizada a última concretagem de estaca no trecho marítimo, com operações complexas em ambiente aquático. As últimas estacas que faltavam estavam localizadas no lado de Matinhos e foram finalizadas em dezembro, junto com os blocos de fundação. Com isso, toda a base estrutural da ponte foi oficialmente concluída.

    “É uma obra emblemática e um marco para o Paraná. Ela virou um cartão-postal dessa temporada e a população está acompanhando de perto a sua evolução. Entramos na reta final das obras e em breve colocaremos um ponto final no ferry boat”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

    Na mesoestrutura, responsável pela sustentação das vigas longarinas, 20 travessas já foram concluídas. Restam apenas duas travessas e um pilar para a finalização completa desta fase, prevista para este mês de janeiro.

    Ponte entre Guaratuba e Matinhos, em construção.

    Um dos principais marcos do último mês foi a conclusão da fabricação das 160 vigas longarinas pré-moldadas, estruturas essenciais para a sustentação do tabuleiro da ponte. Dessas, 128 já foram lançadas sobre as travessas, restando apenas 32 vigas para serem posicionadas no lado de Matinhos nos próximos dias.

    O trecho pré-moldado da Ponte de Guaratuba, que possui 20 vãos distribuídos ao longo de 830 metros, ainda conta com quatro vãos pendentes, localizados no lado de Matinhos. Nesses vãos, estão previstas para este mês de janeiro as etapas de lançamento das vigas longarinas, e, em seguida, serão executadas as fases de instalação das pré-lajes, armação e concretagem das lajes do tabuleiro.

    No lado de Guaratuba, o trecho pré-moldado foi totalmente concluído em novembro de 2025. A concretagem das lajes do tabuleiro nesse segmento teve início em abril de 2025 e seguiu de forma contínua até a finalização das 16 lajes, que compõem integralmente o trecho pré-moldado deste lado da ponte.

    “Os trabalhos se estenderam ao longo de todo o fim do ano, mesmo entre Natal e Ano Novo, para dar conta da dimensão do projeto. Continuamos avançando com grande rapidez e vários turnos de trabalho”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

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  • Groenlândia e o poder e ganância de Donald Trump

    Groenlândia e o poder e ganância de Donald Trump

    Groenlândia e o poder e ganância de Donald Trump

    A mais recente ofensiva de Donald Trump contra a União Europeia e a Dinamarca reacendeu um debate que parecia enterrado nos arquivos da política externa americana: a ambição de controlar a Groenlândia. O anúncio de tarifas adicionais contra países europeus, somado às ameaças explícitas de retaliação caso Copenhague não ceda às pressões, expõe não apenas uma estratégia de poder, mas também uma lógica de ganância que desafia os limites da diplomacia contemporânea.

    A escalada tarifária como instrumento de coerção

    Trump anunciou tarifas de 10% sobre produtos europeus a partir de fevereiro, com previsão de aumento para 25% em junho, condicionando a suspensão das medidas à “compra completa e total da Groenlândia” pelos Estados Unidos. A retórica é clara: transformar o comércio internacional em moeda de troca para objetivos geopolíticos. Ao vincular tarifas à aquisição de território, o presidente americano rompe com a tradição de negociações multilaterais e coloca em xeque a credibilidade das instituições que sustentam a ordem global.

    Essa postura revela uma concepção de poder baseada na intimidação econômica. Trump insiste que os EUA “subsidiaram” a Europa por décadas e que chegou a hora de reverter essa suposta dependência. A mensagem implícita é de que Washington não hesitará em usar sua força econômica para impor sua vontade — mesmo que isso signifique corroer alianças históricas.

    A resposta europeia: unidade diante da pressão

    A União Europeia reagiu com rapidez, convocando uma reunião de emergência em Chipre para discutir uma resposta coordenada. Ursula von der Leyen e António Costa, líderes da Comissão e do Conselho Europeu, repudiaram a decisão americana, alertando para o risco de uma “espiral descendente perigosa” nas relações transatlânticas. O comunicado reforçou a solidariedade com a Dinamarca e destacou que a Europa permanecerá unida na defesa de sua soberania.

    Esse gesto é mais do que simbólico. Ao se alinhar com Copenhague, a UE sinaliza que não aceitará a fragmentação de seus membros diante de pressões externas. A Groenlândia, embora autônoma, é parte integrante do Reino da Dinamarca, e sua soberania não pode ser negociada unilateralmente. A tentativa de Trump de transformar o território em peça de barganha expõe uma visão imperialista que contrasta com os princípios de cooperação defendidos pela União Europeia.

    Dinamarca e o reforço das alianças no Ártico

    Enquanto Bruxelas articula uma resposta política, Copenhague age no campo estratégico. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, iniciou uma turnê por Noruega, Reino Unido e Suécia para reforçar a coordenação sobre segurança no Ártico. A iniciativa busca consolidar o papel da OTAN na região e garantir que a Groenlândia não se torne alvo de disputas unilaterais.

    Donald Trump quer o mundo.

    Rasmussen foi enfático ao afirmar que “em um mundo instável e imprevisível, a Dinamarca precisa de aliados próximos”. A mensagem reflete a percepção de que Trump não apenas ameaça a soberania dinamarquesa, mas também coloca em risco a estabilidade da própria Aliança Atlântica. Ao acusar os países europeus de participar de um “jogo muito perigoso” por enviarem militares à Groenlândia, o presidente americano tenta deslegitimar exercícios coordenados que visam justamente fortalecer a defesa coletiva.

    O Ártico como palco da disputa global

    A insistência de Trump em adquirir a Groenlândia não é mero capricho. O território possui importância estratégica crescente, tanto pela proximidade com rotas marítimas emergentes quanto pelos recursos naturais ainda pouco explorados. Além disso, o desenvolvimento de sistemas de defesa como o “Golden Dome”, citado pelo presidente, reforça o valor militar da região.

    Nesse contexto, a ganância se confunde com cálculo geopolítico. Trump argumenta que China e Rússia também desejam a Groenlândia, e que os EUA não podem permitir que rivais avancem sobre o território. A lógica, porém, ignora que a soberania da ilha pertence à Dinamarca e que qualquer tentativa de compra ou anexação sem consentimento internacional seria uma violação flagrante do direito internacional.

    Poder, ganância e o risco de isolamento

    O episódio revela a essência da política externa trumpista: o uso do poder econômico e militar como instrumentos de pressão, sem considerar os custos diplomáticos. Ao transformar aliados em alvos de tarifas e ameaças, Trump arrisca isolar os Estados Unidos em um momento em que a cooperação internacional é vital para enfrentar desafios globais.

    A ganância pela Groenlândia simboliza mais do que uma disputa territorial. É a expressão de uma visão de mundo em que o poder se exerce pela imposição e em que alianças históricas podem ser descartadas em nome de objetivos imediatos. Para a Europa, o desafio é resistir sem ceder à intimidação; para a Dinamarca, é reafirmar sua soberania com o apoio de aliados estratégicos. Para o mundo, é um alerta de que a ordem internacional pode ser reconfigurada não pela cooperação, mas pela vontade unilateral de um líder disposto a transformar o comércio e a diplomacia em armas de conquista.

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  • Como ele conquistou meu coração

    Como ele conquistou meu coração

    Como ele conquistou meu coração

    Larissa Manoela abriu o coração ao falar sobre o início de sua história de amor com André Luiz Frambach. Durante participação no programa É de Casa, da TV Globo, a atriz relembrou um gesto simples, mas cheio de significado, que fez toda a diferença na conquista.

    Segundo Larissa, quando ainda eram apenas amigos, André encontrou uma maneira criativa de demonstrar carinho: deixava recadinhos no parabrisa do carro dela, nos estúdios da Globo, enquanto ambos trabalhavam em novelas diferentes. “Eu olhava no retrovisor e pensava: que sagacidade, que coisa única. Nunca ninguém fez isso”, contou, emocionada. Para ela, esse detalhe foi a prova de que estava diante de alguém especial.

    O casal se conheceu em 2019, mas só em 2021 transformou a amizade em romance. Dois anos depois, em 2023, oficializaram a união, que continua encantando os fãs. Durante o programa, Larissa não poupou elogios ao marido, destacando sua generosidade e autenticidade.

    André, por sua vez, também deixou uma mensagem em vídeo para a atriz, exaltando sua dedicação e talento: “A Lari tem uma estrela única, mas não se acomoda com isso. Ela estuda, se dedica e é generosa com todos. Eu tenho a sorte de dividir a vida com ela”.

    Larissa Manoela e André Luiz Franmbach.

    A troca de declarações arrancou suspiros da plateia e reforçou o quanto Larissa e André se tornaram um dos casais mais queridos do público. Mais do que uma história de amor, o episódio mostra como pequenos gestos podem marcar profundamente e se transformar em memórias inesquecíveis.

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