Dia: 15 de julho de 2025

  • Catadores e recicláveis são temas da CMC

    Catadores e recicláveis são temas da CMC

    Catadores e recicláveis são temas da CMC

    A Câmara Municipal de Curitiba tem dado atenção a assuntos referente a coleta, armazenamento e reciclagem de lixo. No caso de reciclagem, há também a preocupação com os catadores e com o comércio ilegal. No caso do comércio ilegal, que nada tem a ver com catadores, o principal foco está no combate ao roubo de cabos e fios de deres elétricas e infraestrutura digital.

    Motivada pela reincidência de crimes relacionados à receptação de materiais metálicos, a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) analisa uma iniciativa legislativa apresentada pela vereadora Delegada Tathiana Guzella (União), que propõe multas elevadas e cassação de alvará para fornecedores e compradores de metais sem origem legal. “É dever do Município adotar medidas eficazes para coibir o comércio ilícito de materiais metálicos e punir aqueles que participam dessa cadeia criminosa”, defende a autora.

    A proposta altera a lei municipal 14.274/2013 e institui sanções administrativas mais rigorosas, com objetivo de reprimir a circulação de cabos, fios de cobre, baterias, transformadores e placas metálicas de procedência duvidosa. O texto atinge diretamente fornecedores, compradores e estabelecimentos de reciclagem, sucata e ferro-velho que não comprovarem a origem dos materiais. As multas podem alcançar até R$ 20 mil em caso de reincidência, além da possibilidade de cassação do alvará de funcionamento. Hoje, o valor é de R$ 1 mil.

    Obrigatoriedade de cadastro e registro da origem dos metais
    Pelo substitutivo, todas as pessoas físicas e jurídicas que adquirirem, transportarem, armazenarem, reciclarem, comercializarem ou utilizarem materiais metálicos — como fios de cobre, alumínio, aço, ferro ou fibra óptica — deverão manter registros da origem e cadastrar os fornecedores no ato da compra. Essa documentação deve incluir identidade, endereço, descrição do material, quantidade e data da operação.

    O descumprimento das exigências sujeita os infratores a advertências formais, multas de R$ 10 mil para quem fornece e R$ 20 mil para quem adquire os materiais, com previsão de dobramento em caso de reincidência. Em situações mais graves, como fraude ou obstrução da fiscalização, o substitutivo prevê a cassação do alvará do estabelecimento. As penalidades poderão ser aplicadas também a sócios e administradores, se comprovada participação, omissão ou anuência.

    Repressão à receptação de metais busca proteger serviços essenciais
    A justificativa da proposição destaca o impacto do furto de cabos na segurança pública, na infraestrutura urbana e na prestação de serviços essenciais, como transporte público, energia elétrica e telecomunicações. Entre janeiro e julho de 2024, Curitiba registrou 501 casos de furto de cabos, número equivalente a 76% de todo o ano anterior, que teve 657 ocorrências. Segundo a Delegada Tathiana, “esse tipo de crime coloca em risco a vida de milhares de cidadãos, que podem sofrer acidentes devido a fios expostos ou falhas em sistemas elétricos críticos”.

    A parlamentar também cita dados nacionais. Em 2023, o estado do Paraná ficou em segundo lugar no país em número de furtos de cabos de telecomunicações, com 955 quilômetros subtraídos, conforme levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia. O projeto propõe uma resposta local contundente à persistência desse problema.

    Substitutivo altera projeto original e reforça legislação municipal
    O substitutivo geral (031.00103.2025) apresentado pela autora modifica o texto original do projeto de lei (005.00222.2025), também de sua autoria, com a finalidade de incorporar sugestões da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Curitiba e fortalecer a redação normativa. Enquanto o projeto original previa as penalidades e os segmentos abrangidos, o substitutivo consolida as medidas ao alterar diretamente a lei municipal 14.274/2013, que trata da comprovação de origem de materiais metálicos recicláveis.

    A proposta está em análise pelas comissões temáticas da CMC e ainda não tem data definida para votação em plenário.

    Defendida importância dos catadores de recicláveis

    A relevância do trabalho dos catadores de materiais recicláveis e a necessidade de políticas públicas mais abrangentes para esses trabalhadores, foram destacadas em plenário na Câmara Municipal de Curitiba.

    Foram aprovados e entregues votos de congratulação e aplausos para o Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável (MNCR) e para o Projeto Mutirão Profeta Elias.

    Uma comitiva de catadores havia sido recebida na presidência do Legislativo pelos vereadores Pedro Paulo e Professora Josete. A partir deste encontro, houve acordo para a realização de uma audiência pública que vai aprofundar a discussão sobre as políticas públicas do setor. Também foi firmado compromisso de dar seguimento a um anteprojeto de lei, apresentado pelos catadores, que propõe melhorias para os trabalhadores e proíbe a incineração de lixo.

    Para Pedro Paulo, que é líder do prefeito na Casa, os catadores ainda sofrem muito preconceito e merecem ser valorizados. “O trabalho destas pessoas é fundamental. Estudos apontam que cerca de 90% do material reciclável é coletado por eles. É uma atividade que sustenta muitas famílias e requer mais atenção do poder público”, relatou.

    Ainda segundo o líder, a prefeitura está reavaliando ações de diversas secretarias, inclusive na pasta de Meio Ambiente. “Queremos que a gestão pública dê a devida atenção ao setor e crie mecanismos de participação dos catadores na criação das políticas e também no sistema de controle destas políticas”, apontou.

    Já o representante do MNCR, Valdomiro Ferreira da Luz, explicou que uma das principais bandeiras da categoria é impedir a incineração dos resíduos orgânicos e inorgânicos. Segundo ele, a queima destes materiais tiraria o sustento dos catadores, além de ser prejudicial à saúde e ao ambiente.

    Valdomiro defendeu a dignidade do trabalho de coleta de recicláveis e pediu união para as pessoas envolvidas com a atividade. “Comemoramos o nosso dia nacional e esse é um momento de estarmos unidos. Temos que nos orgulhar dos avanços que já conquistamos, mas ainda há muito por ser feito”, disse.

    Por fim, ele afirmou que considera positiva a realização de uma audiência pública, onde os profissionais poderão se manifestar e agradeceu pelo apoio recebido dos vereadores. “Temos verdadeiros parceiros neste Legislativo”, comemorou.

    Um bom exemplo vem do interior do Paraná

    Em Jacarezinho, o programa coleta humanizada, apoiada pelo Instituto Maria Luiza colocou em prática a dois anos o que muito se discute. Através do projeto catadores foram beneficiados com carrinhos elétricos com grande capacidade de carga, tirando destes catadores o empenho de força bruta para conduzir seus carrinhos pela cidade. 

    Diferente da imagem que ilustra esta matéria, é possível ver elas ruas da cidade, carrinhos elétricos fazendo a coleta de recicláveis em ruas, indústrias e comércio da cidade, com maior eficiência e menor uso da força humana como tração.

    O impacto foi imediato no rendimento financeiro para estes catadores, na eficiência da coleta e na promoção da dignidade destes trabalhadores. A população também passou a ter um olhar mais atendo sobre estes homens e mulheres que todos os dias auxiliam não apenas na remoção do que seria lixo, mas na separação e destino destes como recicláveis.

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  • Cadê o dinheiro dos aposentados do INSS

    Cadê o dinheiro dos aposentados do INSS

    Cadê o dinheiro dos aposentados do INSS

    Promessas iniciais perdem força com crise externa e agenda dispersa

    O governo federal anunciou originalmente, ainda em meados de junho, que os pagamentos de ressarcimento aos aposentados e pensionistas do INSS começariam em “parcela única” já no início de julho, com burocracia mínima e adesão simplificada.

    Com a escalada da tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos e a cobertura intensa do julgamento de Bolsonaro, parece que o governo ganhou uma folga da mídia e esse cronograma foi empurrado para 24 de julho. A promessa de filas mais curtas e trâmites digitais sem entraves agora dá lugar a um calendário extenso, que se estende até novembro, frustrando quem aguardava compensação rápida. Veja como o governo vem “empurrando o tema”.


    Histórico de prazos e mudanças de escopo

    • Em 15 de junho, o governo afirmou que o programa de devolução entraria em vigor “até o fim daquele mês”.
    • No dia 1º de julho, após pressão da imprensa, o Executivo garantiu início “imediato” com adesão exclusivamente pelo Meu INSS.
    • Em 10 de julho, o Ministério da Economia comunicou que as adesões se abririam em 11 de julho, mas o pagamento só chegaria a partir de 24 de julho, mediante lotes diários.

    Regras atuais para adesão e pagamento

    • Adesão aberta de 11 de julho a 14 de novembro, via aplicativo, 135 ou agências dos Correios.
    • Pagamentos divididos em lotes de 100 mil beneficiários por dia, respeitando ordem de inscrição.
    • Correção pela inflação e prioridade para maiores de 80 anos e pessoas com deficiência.

     

    As contas do mês continuam a chegar, mas a devolução do dinheiro roubado, não.

    Por que o adiamento?

    Especialistas apontam que o recrudescimento da crise com tarifas dos EUA e o desvio de foco midiático para outros temas forçaram o governo a redistribuir equipes e recursos. Além disso, a complexidade para cruzar dados e validar reclamações individuais mostrou um panorama mais burocrático do que o prometido inicialmente.


    Repercussão entre os aposentados

    A categoria reclama da incerteza e da demora. “Esperava ver meu dinheiro antes do recesso, mas ainda nem recebi confirmação de adesão”, diz um beneficiário que prefere não se identificar. Movimentos de defesa dos idosos já estudam questionar administrativamente a nova extensão do prazo.


    Próximos passos

    O INSS garante que, uma vez confirmada a adesão, o depósito cairá diretamente na conta do benefício. O governo diz que não haverá necessidade de ação judicial para quem entrar no acordo. Resta agora observar se, até novembro, a promessa será honrada sem novos adiamentos.

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  • PGR pede a condenação de Bolsonaro, que pode ultrapassar 40 anos de prisão

    PGR pede a condenação de Bolsonaro, que pode ultrapassar 40 anos de prisão

    PGR pede a condenação de Bolsonaro, que pode ultrapassar 40 anos de prisão

    Ficou claro que a Procuradoria Geral da República simplesmente ignorou a pressão de Donald Trump sobre o sistema judicial brasileiro. Mas se engana quem acredita que as alegações finais da PGR foram apresentadas no final do dia de ontem (14), como uma resposta as ameaças de Trump. A apresentação se deu conforme calendário previsto, que dava ontem como último dia para a apresentação das alegações finais.

    O procurador geral da república, Paulo Gonet, pediu a condenação de Bolsonaro por liderar organização criminosa armada; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano contra patrimônio da União; e deterioração de patrimônio tombado.

    A pena pode superar 40 anos caso Bolsonaro seja condenado por todos esses crimes.

    Não foi só Bolsonaro que teve sua condenação pedida pela PGR. Além do ex-presidente, foi solicitada a condenação — com variações nos crimes indicados — de todos outros acusados do chamado núcleo 1 ou “crucial” da trama golpista: Alexandre Ramagem; Almir Garnier Santos; Anderson Torres; Augusto Heleno; Mauro Cid; Paulo Sérgio Nogueira; e Walter Braga Netto.

    A apresentação de alegações finais é a última etapa antes do julgamento e acontece após a instrução processual, em que foram ouvidas testemunhas e interrogados os oito réus acusados de integrar o “núcleo crucial” da tentativa de golpe, incluindo três generais do Exército — o ex-ministro da Casa Civil Braga Netto, o ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Augusto Heleno e o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio.

    Agora, haverá prazo de quinze dias para o delator e réu Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, apresentar sua manifestação final. Depois, mais quinze dias para as defesas dos demais réus fazerem o mesmo.

    Ao fim dessa etapa, o processo estará pronto para ser julgado, e a expectativa é que isso ocorra no final de agosto ou início de setembro.

    Caso Bolsonaro seja condenado, provavelmente cumprirá a pena em prisão domiciliar, devido a problemas de saúde, seguindo o precedente recente da prisão do ex-presidente Fernando Collor.

    Segundo a acusação, a tentativa de golpe articulada pelo núcleo crucial teria começado com a campanha contra o sistema eletrônico de votação durante o governo Bolsonaro (2019-2022); seguido com a pressão sobre as Forças Armadas para aderir ao plano e culminado nos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília em 8 janeiro de 2023.

    Quando Bolsonaro será julgado

    Com a apresentação das alegações finais, por parte da PRG, no processo que investiga Jair Bolsonaro e outros integrantes do núcleo 1 da suposta trama golpista. A medida marca o encerramento da fase de instrução, dando início à reta final do julgamento.

    A partir de agora, o cronograma segue três etapas principais:

    – Defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e delator no processo, terá 15 dias corridos para apresentar suas alegações finais.
    – Em seguida, os demais réus, incluindo o ex-presidente Bolsonaro, também terão 15 dias corridos para se manifestarem.
    – Concluídos esses prazos, caberá à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendar a data do julgamento. A decisão ficará sob responsabilidade do ministro Cristiano Zanin, que preside a Turma.

    Como há réus presos, os prazos processuais seguem ativos mesmo durante o recesso do Judiciário (de 2 a 31 de julho). Isso abre a possibilidade de que o julgamento ocorra ainda neste segundo semestre de 2025, com estimativas apontando para o mês de setembro.

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  • Rolândia e Cambé: Estado anuncia R$ 12,5 milhões para fortalecer saúde na região Norte

    Rolândia e Cambé: Estado anuncia R$ 12,5 milhões para fortalecer saúde na região Norte

    Rolândia e Cambé: Estado anuncia R$ 12,5 milhões para fortalecer saúde na região Norte

    O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), confirmou  um conjunto de novos investimentos voltados a ampliar e modernizar a estrutura de atendimento nos municípios de Rolândia e Cambé, na região Norte do Paraná. As medidas contemplam tanto a ampliação da rede de urgência e emergência quanto melhorias hospitalares.

    O novo Centro de Especialidades Médicas de Rolândia será construído ao lado da base do Samu e contará com 2.669 m² divididos em três pavimentos. A obra terá investimento total de R$ 11 milhões, sendo R$ 7,5 milhões do Governo do Estado e R$ 4 milhões da Prefeitura, com previsão de conclusão em até 720 dias. O objetivo é ampliar a oferta de consultas e procedimentos especializados para a população local e municípios vizinhos, fortalecendo a regionalização do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).

    “Estamos investindo para garantir um atendimento mais próximo, ágil e resolutivo. Esse centro vai permitir que os moradores da região recebam atenção especializada sem a necessidade de grandes deslocamentos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

    O prefeito de Rolândia, Ailton Maistro, também ressaltou a importância da nova unidade. “É uma conquista que vai transformar o atendimento especializado em Rolândia e beneficiar toda a região Norte”, disse.

    Também foi inaugurada em Rolândia a nova sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), obra realizada pelo município para aprimorar o atendimento de urgência e emergência. 

    A base atende Rolândia e outras 13 cidades da região, oferecendo suporte essencial em casos graves e transporte emergencial. Para garantir o funcionamento pleno deste serviço, a Sesa destina R$ 1,2 milhão anualmente ao município.

    “O Samu é um serviço essencial que salva vidas todos os dias. Com uma base mais estruturada e moderna, vamos garantir mais agilidade no atendimento e mais segurança para os pacientes em toda a região”, afirmou Beto Preto.

    MODERNIZAÇÃO – Em Cambé, a Santa Casa de Misericórdia vai iniciar uma nova etapa de estruturação, a partir do investimento de R$ 1,8 milhão para a reforma completa da enfermaria, ampliando de 37 para 44 o número de leitos de internação, além de melhorias de acessibilidade e conforto. Outros R$ 3,2 milhões serão destinados à compra de novos equipamentos hospitalares, como ventiladores mecânicos, aparelhos de anestesia, mesa cirúrgica elétrica, bisturis e foco cirúrgico de teto.

    “Esses recursos representam um avanço significativo para o hospital e para toda a população que utiliza nossos serviços”, destacou a superintendente da Santa Casa de Cambé, Tatiana Muller.

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