O vai e vem do exército e de balas na Rocinha

Entra e sai das forças armadas na favela da Rocinha no Rio de Janeiro gastou muita munição, alguns milhões de reais, fez vítimas de todos os lados, prendeu bandidos, mas as balas continuam soltas por lá.

As Forças Armadas retornaram hoje (10) à comunidade da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro, para auxiliar a polícia em buscas no entorno da favela. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança, os militares estão dando “apoio técnico” à Polícia Militar (PM) em ações de varredura na mata que faz limite com a comunidade.

Na madrugada de hoje, uma mulher foi presa e duas adolescentes, apreendidas dentro de um ônibus. Elas estavam com drogas e anotações sobre atividades criminosas, na Estrada da Gávea.

No fim de setembro, as Forças Armadas já tinham ocupado setores da Rocinha por uma semana, também para auxiliar a polícia fluminense.

As Forças Armadas foram chamadas em setembro para ocupar a Rocinha, depois que grupos criminosos rivais entraram em confronto armado pelo controle dos pontos de venda de drogas ilícitas da comunidade.

Ontem (9), novos confrontos entre policiais e criminosos foram registrados na favela. Segundo a PM, dois corpos foram localizados na Rua 1, na manhã de ontem. Mais de 500 policiais militares ocupam atualmente a Rocinha.

Por em 10 out 2017. Arquivado em Brasil, Geral. Você pode acompanhar quaisquer comentário a esta notícia através do RSS 2.0. Comentários e pings estão fechados no momento.

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